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1 25 de Janeiro de 2018 O conte do das mat rias de inteira responsabilidade dos meios de origem A miss o da ADIMB a de promover o desenvolvimento t cnico-cient fico e a capacita o de recursos humanos para a Ind stria Mineral Brasileira O QUE MUDOU PARA O SETOR ? Ao fim e ao cabo, as mudan as introduzidas pelo governo nas regras para o SETOR mineral n o mudaram muita coisa, pelo menos em subst ncia. bem verdade que foi criada a Ag ncia Nacional de Minera o (ANM) uma demanda antiga - para substituir o octogen rio DNPM, que vinha atuando quase que exclusivamente gra as ao empenho e abnega o dos seus servidores mal remunerados. De acordo com a lei que a aprovou, a ANM ter , dentre outras, as seguintes compet ncias.
2 Implementar a pol tica nacional de minera o, estabelecer normas e padr es para aproveitamento dos recursos minerais, requisitar e administrar as informa es sobre pesquisa e lavra produzidas pelos titulares de direitos miner rios, gerir os t tulos e direitos miner rios, estabelecer requisitos e crit rios de julgamento sobre disponibilidade de rea, consolidar as informa es do SETOR mineral e divulg -las em prazo n o superior a um ano, fiscalizar as atividades de minera o, arrecadar os cr ditos relativos CFEM, TAH e multas aplicadas pela Ag ncia, mediar e decidir sobre conflitos, expedir t tulos miner rios, declarar caducidade de direitos miner rios, normatizar o sistema brasileiro de manter o registro brasileiro de certifica o de reservas e recursos minerais, conceder anu ncia pr via s transfer ncias ou cess es de t tulos miner rios etc.
3 A rigor, a maior parte das compet ncias da Ag ncia j eram exercidas pelo DNPM. Portanto, nesse mister n o houve grandes altera es. O que MUDOU , ent o? Primeiramente o fato de se ter regras melhor definidas para a escolha dos seus dirigentes, que agora ser o baseadas em compet ncia t cnica e n o mais por simples indica o pol tica, como ocorria at ent o. Outro ponto positivo que a diretoria colegiada, o que significa que as decis es tamb m o s o, o que poder minimizar o tr fico de influ ncia. Do ponto de vista da estrutura o da ANM, resta saber se as receitas com que ela poder contar (basicamente os recursos oriundos de sua participa o de 7% na arrecada o da CFEM, do pagamento da Taxa Anual por Hectare e do que for arrecadado com o leil o das reas em disponibilidade) ser o suficientes para ela possa funcionar a contento.
4 Para muita gente do SETOR , a cria o da Ag ncia por si s n o servir para oxigenar a atividade de minera o. O desej vel que sua cria o fosse acompanhada das mudan as na legisla o mineral, previstas na MP 790, que terminou n o sendo votada. Existe uma esperan a de que tais mudan as possam ser feitas via Projeto de Lei, o que algo meio complicado num ano eleitoral. Quanto s mudan as na CFEM, que desagradaram o SETOR , por onerar mais a atividade, ficaram mais centradas no aumento da al quota para o ouro (que passou de 1% para 1,5%), para o min rio de ferro (aumento de 2% para 3,5%), aumento no diamante (para 2%) e redu o para 1% dos agregados para constru o e guas minerais e termais. Mas a grande mudan a foi a base de c lculo da CFEM, que passou a ser sobre o faturamento bruto (menos impostos) ao inv s do faturamento l quido (menos custos com transporte).
5 Como resultado final, a arrecada o da CFEM vai aumentar. Quanto distribui o dos recursos oriundos da CFEM, houve mudan as importantes, tirando-se uma parcela (15%) dos estados e Uni o e dos munic pios mineradores para d -la aos munic pios n o mineradores mais impactados pela atividade (aqueles cortados por ferrovias, mineroduto, os que t m instala es portu rias e aqueles que abrigam pilhas de est ril e barragens de rejeitos). Uma mudan a elogiada pelo SETOR foi a destina o de 2,8% dos recursos que competem Uni o para a rea de ci ncia e tecnologia (FNDCT e Cetem). Embora as mudan as n o tenham mudado muito coisa, importante que se tenha, finalmente, decidido algo em uma quest o que vem se arrastando h v rios anos.
6 Agora, pelo menos no que se refere aos royalties, o SETOR j sabe com que par metros trabalhar para decidir sobre sua viabilidade. Fonte: Brasil Mineral Autor: Francisco Alves Data: Edi o Dezembro 2017 VALE EST EM SUA MELHOR FORMA DESDE QUE FOI CRIADA, DIZ DIRETOR Depois de uma s rie de mudan as internas, a Vale est hoje em sua melhor forma desde que foi criada, disse ontem o diretor de Rela es com Investidores (RI) da mineradora, Andr Figueiredo, em reuni o com analistas e investidores organizada pela Associa o dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec). "Hoje, a Vale mais competitiva do que os australianos, apesar da dist ncia entre Brasil e China", comentou. O executivo afirmou que a Vale entrou em 2018 em uma situa o diferente, at mesmo com uma nova administra o, que hoje tem como um de seus pilares estrat gicos coloc -la como a maior geradora de valor aos acionistas em rela o aos seus concorrentes.
7 Figueiredo lembra que o ano come a com uma proje o do mercado de que o pre o do min rio de ferro deve cair, mas pondera que, nos ltimos dois anos, contudo, os valores foram mantidos na China a despeito das expectativas. O diretor destaca que a empresa torce para que a estabilidade de pre os se mantenha, isso porque n o interessa volatilidade para o neg cio de uma mineradora. Exemplificou que, no projeto S11D, o maior da hist ria da companhia, os investimentos come aram em 2010, quando os pre os estavam em outro patamar. De acordo com Figueiredo, a Vale n o far investimentos em projetos que n o geram retorno. Segundo ele, no passado, a Vale realizou muitos investimentos colocando na conta uma perspectiva futura melhor para os pre os das commodities do que os vistos no momento, proje o que em n quel, por exemplo, n o se confirmou.
8 "Queremos melhorar desempenho otimizando a aloca o de capital", disse na reuni o da Apimec. Em n quel, destacou, a companhia ir manter o neg cio, mas de forma saud vel. A mineradora brasileira tem afirmado, desde o ano passado, que o objetivo para a opera o de n quel Vale Nova Caled nia (VNC), que n o tem gera o de caixa positiva, buscar um parceiro e que, se n o for poss vel, at mesmo um fechamento da opera o n o seria descartado. A ideia para esse neg cio, explicou, "preservar a opcionalidade do neg cio de n quel", para caso ocorra uma elevada demanda pelo produto no futuro por conta do crescimento do mercado de carros el tricos. Se isso ocorrer, disse, a companhia estar pronta para investir e at elevar sua produ o, caso se observe que haver retorno.
9 Em rela o ao carv o, Figueiredo comentou que a proje o de que esse neg cio tenha melhor resultado do que em 2017. De acordo com Figueiredo, a proje o da companhia de que a produ o de min rio de ferro da Vale para este ano fique na casa dos 390 milh es de toneladas, alcan ando 400 milh es de toneladas a partir de 2019. D vida l quida da empresa deve chegar a R$ 10 bilh es em 2018 A Vale espera terminar 2018 com uma d vida l quida da ordem de US$ 10 bilh es. Ao final do terceiro trimestre do ano passado, o endividamento estava em US$ 21 bilh es. O diretor Andr Figueiredo disse que a Vale quer ter o "menor endividamento poss vel". Outra meta da companhia para este ano, segundo o executivo, aumentar os dividendos aos acionistas.
10 "A Vale gerar substanciais fluxos de caixa ao longo dos pr ximos tr s anos", disse o executivo. Proje o da empresa que, em um cen rio mais conservador, com o pre o da tonelada de min rio de ferro, na m dia, em US$ 55 e o pre o da tonelada do n quel, em US$ 10 mil, o fluxo de caixa acumulado de 2018 a 2020 deve ser de US$ 13 bilh es. J em um cen rio mais otimista, com o min rio em US$ 65 a tonelada e o n quel em US$ 14 mil, esse valor sobe para US$ 25 bilh es. "Primeiro utilizaremos os recursos para desalavancar e, em segundo, para remunerar os acionistas", afirmou Figueiredo. Ele lembrou que os investimentos da Vale seguir o baixos. A percep o da Vale de que n o haver uma venda desorganizada das a es detidas ap s o fim do per odo de bloqueio, o chamado lock-up, no final do pr ximo m s, disse Figueiredo.