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Simuladão Nacional ABIN - Clipping CACD

Simulad o Nacional ABIN Quest es ExclusivasQuest es que reproduzem com fidelidade o estilo da prova do ltimo concurso da ABIN. O Simulad o 100% gratuito e pode ser feito mesmo por quem n o assinante do gratiutoAp s realizar o simulad o, voc tem acesso ao coment rio de professores e candidatos sobre a comentado Insira sua nota no ranking Nacional e veja como foi seu desempenho em rela o aos NacionalFa a este SimuladoRecomendamos fortemente que voc se atenha ao prazo de 5 Horas. Reproduzindo as condi es da seu gabarito na folha de respostas no sua posi o no Ranking do simulad o amigosCompare sua nota com seus esO Clipping CACD a maior plataforma online de prepara o para o Concurso da ABIN e da diplomacia. Feito com no BHTEC - Parque Tecnol gico de Belo Horizonte! 1 5 QUEST ES (SEDF/2017) Qualquer l ngua, escrita ou n o, tem uma gram tica que complexa. Do ponto de vista naturalista, n o faz sentido afirmar que h gram ticas melhores e gram ticas piores.

clipping ABIN Conheça todas as ferramentas do clipping clippingcacd.com.br/abin 7. (TCE-PA/2017)Acerca das ideias e das estruturas linguísti - cas do texto 2, julgue o …

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1 Simulad o Nacional ABIN Quest es ExclusivasQuest es que reproduzem com fidelidade o estilo da prova do ltimo concurso da ABIN. O Simulad o 100% gratuito e pode ser feito mesmo por quem n o assinante do gratiutoAp s realizar o simulad o, voc tem acesso ao coment rio de professores e candidatos sobre a comentado Insira sua nota no ranking Nacional e veja como foi seu desempenho em rela o aos NacionalFa a este SimuladoRecomendamos fortemente que voc se atenha ao prazo de 5 Horas. Reproduzindo as condi es da seu gabarito na folha de respostas no sua posi o no Ranking do simulad o amigosCompare sua nota com seus esO Clipping CACD a maior plataforma online de prepara o para o Concurso da ABIN e da diplomacia. Feito com no BHTEC - Parque Tecnol gico de Belo Horizonte! 1 5 QUEST ES (SEDF/2017) Qualquer l ngua, escrita ou n o, tem uma gram tica que complexa. Do ponto de vista naturalista, n o faz sentido afirmar que h gram ticas melhores e gram ticas piores.

2 N o certo, por exemplo, dizer que a gram tica que produz Os meninos sa ram melhor do que a que produz Os menino saiu. Ambas as frases cumprem a sua fun o, que transmitir um certo conte do. S o duas maneiras de chegar ao mesmo lugar. S o duas gram ticas distintas, uma em que a pluralidade marcada em todos os termos da ora o, outra em que o plural aparece marcado apenas no artigo. Mas esses dois modos de falar n o s o avaliados socialmente da mesma maneira. O valor social de cada um deles muito diferente. Aquele que fala Os menino saiu n o sabe falar, diz a voz que define qual variedade est correta. S que h l nguas, como o ingl s, em que o plural s ocorre em um dos termos: The tall boys left (tradu o literal poss vel, desconsiderada a marca de plural: O alto meninos saiu). claro que a gram tica do ingl s n o a mesma gram tica do portugu s, mas o nosso ponto que o plural s est em um lugar na ora o do ingl s e isso n o recebe uma avalia o negativa.

3 No portugu s do dia a dia, poss vel marcar o plural em apenas um dos elementos, mas isso avaliado negativamente. Roberta Pires de Oliveira e Sandra Quarezemin. Gram ticas na escola. Petr polis: Vozes, 2016, p. 44 (com adapta es).1. (SEDF/2017) Em rela o s ideias e aos aspectos lingu sticos do texto precedente, julgue o item que se acordo com o texto, a voz que define qual variedade est correta ( ) faz uma avalia o apenas social das gram ticas do portugu (SEDF/2017) Em rela o s ideias e aos aspectos lingu sticos do texto precedente, julgue o item que se palavra Qualquer ( ) foi empregada no texto no sentido de toda. 3. (SEDF/2017) Em rela o s ideias e aos aspectos lingu sticos do texto precedente, julgue o item que se o voc bulo certo , em um certo conte do (l. 6 e 7), fosse deslocado para imediatamente ap s conte do , seriam alterados o sentido e as rela es sint ticas entre os termos da ora o em que o trecho (SEDF/2017) Em rela o s ideias e aos aspectos lin-gu sticos do texto precedente, julgue o item que se segue.

4 A informa o expressa na ora o No portugu s do dia a dia, poss vel marcar o plural em apenas um dos elementos (l. 21 e 22) o que marca, na argumenta o, a oposi o entre o tra-tamento dado gram tica do ingl s e do portugu s quanto ao emprego do (SEDF/2017) Em rela o s ideias e aos aspectos lingu sticos do texto precedente, julgue o item que se do texto que uma boa gram tica aquela que produz frases que transmitem conte do, ou seja, frases que se prestam veicula o de informa TEXTO 2 8 QUEST ES (TCE-PA/2017) A maioria dos historiadores, pesquisadores e estudiosos considera que o imposto de renda surgiu em 1799, na Inglaterra, quando o governo ingl s necessitava de recursos extras para custear a guerra contra a Fran a, governada por Napole o Bonaparte. No Brasil, as primeiras tentativas de implementa o do tributo ocorreram em 1843, no reinado de D. Pedro II, por meio da edi o da Lei n.

5 317, de 21 de outubro. No in cio da Rep blica, esfor os foram realizados para instituir o imposto de renda no Brasil. Rui Barbosa, primeiro ministro da Fazenda da Rep blica, foi um rduo de-fensor desse tributo. A Assembleia Constituinte de 1891 dis-cutiu a introdu o do imposto de renda, mas a proposta n o logrou xito. Por meio da Lei n. , de 31 de dezembro de 1922, o governo instituiu o imposto geral sobre a renda, que passou a ser devido, anualmente, por toda pessoa f sica ou jur dica residente/sediada no territ rio do pa s, incidindo, em cada caso, sobre o conjunto l quido dos rendimentos de qualquer origem. Em 1923, o governo iniciou o estudo para elaborar o regulamento e organizar o sistema arrecadador do imposto de renda, que, finalmente, seria implementado em o hist rica do imposto de renda. Internet: (com adapta es).6. (TCE-PA/2017) Acerca das ideias e das estruturas lingu sti-cas do texto 2, julgue o item que se express o implementa o do tributo (l.)

6 6 e 7) exprime a ideia central a ser desenvolvida nos par grafos subsequentes do texto, funcionando como t pico frasal. De acordo com o comando a que cada um dos itens de 1 a 150 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o c digo C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com o c digo E, caso julgue o item ERRADO. Aus ncia de marca o ou a marca o de ambos os campos n o ser o apenadas, ou seja, n o receber o pontua- o negativa. Para as devidas marca es, use a folha de respostas, nico documento v lido para a corre o das suas provas. Sempre que utilizadas, as siglas subsequentes devem ser interpretadas com a significa o associada a cada uma delas, da seguinte forma: ABIN = Ag ncia Brasileira de Intelig ncia; CF = Constitui o Federal; DF = Distrito Federal; ONG = organiza o n o-go-vernamental; SBI = Sistema Brasileiro de Intelig ncia; STF = Supremo Tribunal GERAIS1234567891011121314151617181920212 2231234567891011121314151617181920212223 1/15 Conhe a todas as ferramentas do Clipping a todas as ferramentas do Clipping (TCE-PA/2017) Acerca das ideias e das estruturas lingu sti-cas do texto 2, julgue o item que se primeiro par grafo, estabelece-se uma rela o anaf rica entre as express es recursos extras (l.

7 3 e 4) e imposto de renda ( ).8. (TCE-PA/2017) Acerca das ideias e das estruturas lingu sti-cas do texto 2, julgue o item que se express es No Brasil ( ), No in cio da Rep blica ( ) e Em 1923 ( ), que situam as ideias e os fatos textuais no tempo hist rico e no espa o geogr fico brasileiros, funcionam como elementos encadeadores das ora es e dos par grafos do texto, sendo respons veis, junto com outros elementos textuais, pela progressividade (TCE-PA/2017) Acerca das ideias e das estruturas lingu sti-cas do texto 2, julgue o item que se termo proposta ( ) retoma, de forma expl cita, o trecho esfor os foram realizados para instituir o imposto de renda no Brasil (l. 9 e 10).10. (TCE-PA/2017) Acerca das ideias e das estruturas lingu sti-cas do texto 2, julgue o item que se teor do ltimo per odo do texto n o se articula com as ideias que lhe antecedem, uma vez que nele n o retomado o t pico (TCE-PA/2017) Acerca das ideias e das estruturas lingu sti-cas do texto 2, julgue o item que se texto, o autor defende abertamente um ponto de vista, em-pregando, para tanto, os denominados argumentos de autorida-de, como, por exemplo, a refer ncia a Rui (TCE-PA/2017) Acerca das ideias e das estruturas lingu sti-cas do texto 2, julgue o item que se acordo com o texto, o imposto de renda pode ter surgido na Inglaterra no final do s culo XVIII, em decorr ncia da neces-sidade desse pa s de angariar recursos para o financiamento da guerra que travava contra a Fran (TCE-PA/2017)

8 Acerca das ideias e das estruturas lingu sti-cas do texto 2, julgue o item que se do texto que o imposto de renda institu do no Brasil no in cio do s culo passado era um tributo direto, em que os contribuintes, pessoas f sicas ou jur dicas, repassavam parte de sua renda anual para o TEXTO 3 5 QUEST ES (TCE-SC/2016) ineg vel que o Estado representa um nus para a sociedade, j que, para assegurar o seu funcionamento, consome riquezas da sociedade. Representa, por m, um mal necess rio, pois at agora n o se conseguiu arquitetar mecanismo distinto para catalisar a vida em comunidade. Ent o, se do Estado ainda n o pode prescindir a civiliza o, cabe-lhe aprimor -lo, buscando otimizar o seu funcionamento, de modo a torn -lo menos oneroso, mais eficiente e eficaz. O bom funcionamento do Estado, que inclui tamb m o bom funcionamento de suas estruturas encarregadas do controle p blico (Minist rio P blico, Poder Legislativo e tribunais de contas, entre outros), vem sendo al ado condi o de direito fundamental dos indiv duos.

9 Pressup e, notadamente sob as luzes do princ pio constitucional da efici ncia, os deveres de cuidado e de coopera o. O dever de cuidado consequ ncia direta do postulado da indisponibilidade do interesse p blico. Em decorr ncia desse postulado, todo agente p blico tem o dever de, no cumprimento fiel de suas atribui es, perseguir o interesse p blico manifesto na Constitui o Federal e nas leis. Conduz, portanto, ideia de veda o da omiss o, j que deixar de cumprir tais atribui es evidenciaria conduta il cita. O dever de cuidado conduz, ainda, a uma ampla intera o entre as estruturas p blicas de controle, ou seja, um dever de coopera o, n o como faculdade, mas como obriga o que, em regra, dispensa formas especiais, como previs es normativas espec ficas, conv nios e acordos. Sob essa perspectiva, o controle p blico do Estado deve incorporar sua cultura institucional o compromisso com o direito fundamental ao bom funcionamento do Estado.

10 Nesse contexto, os deveres de cuidado e de coopera o se imp em a todas as estruturas do Estado destinadas a promover o controle da m quina estatal. A observ ncia do dever de cuidado e do de coopera o traduzida, portanto, na atua o comprometida e concertada das estruturas orientadas para a fun o de controle da gest o p blica deve promover, entre os agentes e rg os de controle, comportamentos de responsabilidade e responsividade. Por responsabilidade entenda-se o genu no compromisso com a integralidade do ordenamento jur dico, o que pressup e, acima de tudo, o reconhecimento de um regime de veda o da omiss o. Responsividade, por sua vez, traduz o comportamento orientado a oferecer respostas r pidas e proativas, impregnadas de verdadeiro compromisso com a ideia-chave de promover o bom funcionamento do Roberto Ringenberg. Direito fundamental ao bom funcionamento do controle p blico.


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