Example: tourism industry

Manual de Referência - viceregency.com

Roy E. Ciampa, 2001 Roy E. Ciampa Manual de Refer ncia para a Cr tica Textual do Novo Testamento paulosapostolosi8u8 x8u87diaqelhm atosq8u88toisagioistois+ousin+kai pistoisenx88887787878787878787878w8 i8u8 :pasin:7enefesw Manual de Refer ncia para a Cr tica Textual / i ndice 1. Introdu o ---------------------------------------- ---------------------------------------- ------------------------ 1 2. Resumo das Categorias do Sistema dos Aland ---------------------------------------- ---------------------- 7 3. Resumo dos Sinais e S mbolos empregados em Nestle-Aland27-------------------------- ---------------- 8 4. Lista completa dos Manuscritos Papiros--------------------------------- ------------------------------------ 11 5. Lista completa dos Manuscritos Unciais ---------------------------------------- ---------------------------- 13 6. Lista dos Manuscritos Min sculos citados em Nestle-Aland27 ou UBS4 ------------------------------- 21 7.

Manual de Referência para a Crítica Textual / 1 Introdução Este Manual de Referência foi preparado para facilitar a prática da crítica textual a a partir da vigésima-sétima

Information

Domain:

Source:

Link to this page:

Please notify us if you found a problem with this document:

Other abuse

Advertisement

Transcription of Manual de Referência - viceregency.com

1 Roy E. Ciampa, 2001 Roy E. Ciampa Manual de Refer ncia para a Cr tica Textual do Novo Testamento paulosapostolosi8u8 x8u87diaqelhm atosq8u88toisagioistois+ousin+kai pistoisenx88887787878787878787878w8 i8u8 :pasin:7enefesw Manual de Refer ncia para a Cr tica Textual / i ndice 1. Introdu o ---------------------------------------- ---------------------------------------- ------------------------ 1 2. Resumo das Categorias do Sistema dos Aland ---------------------------------------- ---------------------- 7 3. Resumo dos Sinais e S mbolos empregados em Nestle-Aland27-------------------------- ---------------- 8 4. Lista completa dos Manuscritos Papiros--------------------------------- ------------------------------------ 11 5. Lista completa dos Manuscritos Unciais ---------------------------------------- ---------------------------- 13 6. Lista dos Manuscritos Min sculos citados em Nestle-Aland27 ou UBS4 ------------------------------- 21 7.

2 Lista dos Manuscritos Lecion rios que s o citados em Nestle-Aland27 ou UBS4---------------------- 24 8. Lista das Vers es Antigas ---------------------------------------- ---------------------------------------- ----- 27 9. Lista dos Pais da Igreja que s o citados em Nestle-Aland27 ou UBS4----------------------------------- 30 10. Mapa das Regi es referidas nas listas ---------------------------------------- ------------------------------ 39 11. Folhas com Quadros e Orienta es para a An lise de Variantes Textuais ----------------------------- 40 12. Os Conte dos dos Manuscritos Gregos ---------------------------------------- ----------------------------- 43 13. Quadro Matriz Completo para Ef sios ---------------------------------------- ------------------------------ 63 14. Distribui o Geogr fica das Testemunhas para Ef sios ---------------------------------------- ---------- 64 15. Quadro Matriz B sico para Ef sios ---------------------------------------- ---------------------------------- 65 16.

3 Quadro Matriz B sico para G latas----------------------------------- --------------------------------------- 66 17. Fontes/Bibliografia--------------------- ---------------------------------------- -------------------------------- 67 Manual de Refer ncia para a Cr tica Textual / 1 Introdu o Este Manual de Refer ncia foi preparado para facilitar a pr tica da cr tica textual a a partir da vig sima-s tima edi o do texto de Nestle-Aland ou a partir da quarta edi o do texto das Sociedades B blicas Unidas. Embora inclua as categorias tradicionais dos tipos textuais (Alexandrino, Cesareense, Ocidental, Bizantino) s o as categorias de Kurt e Barbara Aland (The Text of the New Testament [Grand Rapids: Eerdmans, 19892.]) que servem como a base principal. O quadro dos manuscritos gregos do Novo Testamento indica o s mbolo e/ou n mero do manuscrito grego, os livros do Novo Testamento que cont m, a altura quando foi preparado, a categoria de acordo com os tipos de texto tradicionais, uma indica o se o manuscrito e um diglota ou palimpsesto, a categoria dos Aland, e no caso dos unciais principais, algumas estat sticas sobre a concord ncia das leitoras do texto com o tradi o bizantina ou o texto reconstru do de Nestle-Aland/UBS.

4 O leitor deve notar bem que esta lista mais actualizada do que as edi es mais recentes do Novo Testamento. Os papiros 99-115 n o s o citados naqueles edi es, mas ser o em edi es futuras. Os livros neotestament rios inclu dos no manuscrito s o indicados assim: e = Evangelhos; a = Actos; c = Ep stolas Cat licas (ou Gerais); p = Ep stolas Paulinas (Hebreus inclu do aqui, devido ao facto que tradicionalmente foi inclu do no grupo das cartas Paulinas); r = Apocalipse (abrevia o para Revela o , nome utlizado nas edi es). A altura quando o manuscrito foi preparado normalmente indicado por um n mero romano que representa o s culo quando foi escrito. Em casos onde sabemos o ano preciso quando o manuscrito foi preparado o mesmo escrito em n meros ar bicos. As categorias de acordo com os tipos de texto tradicionais (Alexandrino, Cesareense, Ocidental, Bizantino) indicado pelo uso da primeira letra de cada categoria (A, C, O, ou B).

5 Muitos manuscritos nunca foram Manual de Refer ncia para a Cr tica Textual / 2 classificados e alguns s o considerados tipos mistos. Estudos recentes t m colocado em quest o a validade das categorias Ocidental e Cesareense. Este ltimo j n o tem credibilidade enquanto o tipo Ocidental representa um pequeno grupo de manuscritos com caracter sticas distintas e idiossincr ticas e considerado importante n o pelas suas leituras distintas mas nos lugares onde apoia outros manuscritos que n o t m as mesmas. Manuscritos diglotas (escritos em duas l nguas) s o indicados pela refer ncia s duas l nguas separados por um tra o. Assim Grg/Copta indica que o manuscrito um diglota escrito em grego e copta. Palimpsestos (manuscritos gregos que foram apagados e depois reutilizados para um outro texto mais tarde) s o indicados pela abrevia o Palim. seguido, onde pode ser determinado, com a l ngua do texto secund rio.

6 Assim Palim. geo indica que o manuscrito um palimpsesto e que o segundo texto foi escrito em ge rgico. Diglotas e palimpsestos s o importantes, entre outras raz es, porque a outra l ngua que se encontra no manuscrito nos d uma pista sobre a origem geogr fica do manuscrito. Diglotas em grego e copta prov m do egipto, onde se falava copta. Diglotas em grego e latim provavelmente prov m da Norte da frica ou da Europa ocidental. Palimpsestos que foram reescritos em ge rgico seriam daquela regi o perto de Arm nia, etc. Embora n o possamos ter certeza absoluta da origem destes manuscritos a sugest o aqui oferecida que devem ser classificados, geograficamente de acordo com o seguinte sistema: Copta/Sa dico/Fayyumico Egipto (AE) Sir aco S ria (SR) Latim Norte de frica ou Europa Ocidental (NA/GI) Typicon/Menaeon Gr cia (PB) Ar bico Palestina (PL) Em alguns outros casos o lugar onde o manuscrito foi descoberta pode possa ser uma pista em rela o sua origem.

7 Nestes casos uma indica o da poss vel origem indicado com um ponto de interroga o ao seu lado. Por exemplo: Damasco? indica que o manuscrito tem alguma liga o a Damasco e portanto talvez tem a sua origem naquela regi o. Manual de Refer ncia para a Cr tica Textual / 3 O n mero romano da ltima coluna indica a categoria dos Aland que se aplica ao manuscrito. Na maior parte dos casos a determina o das categorias foi feita por Kurt e Barbara Aland. Em casos de manuscritos mais recentes que eles n o categorizavam n s escolhemos uma categoria de acordo com a antiguidade do manuscrito. Em casos duvidosos sugerimos a terceira categoria. Em muitos casos providenciamos estat sticas (do livro dos Aland) sobre os tipos de variantes encontradas nos manuscritos unciais. As estat sticas referem ao n mero de vezes que o manuscrito concorda com a tradi o bizantina contra o texto original (segundo a reconstru o das edi es Nestle-Aland e UBS), o n mero de vezes que tem leituras onde concorda com um consenso entre a tradi o bizantina e o texto original , o n mero de vezes que concorda com o texto original contra a tradi o bizantina, e o n mero de vezes que tem leituras particulares, a saber, n o concorda nem com a tradi o bizantina nem o texto original reconstru do.

8 Pode haver at quatro linhas de estat sticas dependendo do conte do do manuscrito: estat sticas para os Evangelhos, estat sticas para Actos, estat sticas para as Ep stolas Paulinas, e estat sticas para as Ep stolas Cat licas. As estat sticas mais not veis s o em negritos. Normalmente simplesmente um caso de notar se o manuscrito tem uma forte tend ncia para concordar com a tradi o bizantina ou com o texto original reconstru do. Em casos onde um manuscrito tem muitas leituras particulares, ou onde o n mero mais alto das estat sticas n o mais que o dobro de qualquer outro n mero (al m das leituras em consenso) o segundo n mero (e as vezes um terceiro n mero) tamb m se encontra em negrito. Vamos analisar um exemplo: D* 05 eac V Grg/Lat; O IV 065/48/077/134 021/07/015/33 Neste exemplo, o manuscrito uncial D que foi dado o n mero 05 como identificador, Contem livros dos Evangelhos, Actos e Ep stolas Cat licas.

9 Foi escrito no quinto s culo. um diglota escrito em grego e latim. Tradicionalmente considerado da categoria Ocidental . No sistema dos Aland est na quarta categoria (ele define, de facto, a quarta categoria). A primeira linha de estat sticas trata das leituras encontradas nos Evangelhos. A segunda linha trata das leituras encontradas em Actos. Nos Evangelhos D 05 concorda com a tradi o Bizantina Manual de Refer ncia para a Cr tica Textual / 4 contra o texto das edi es 65 vezes. Em 48 lugares concorda com uma posi o que a tradi o bizantina e as edi es compartilham. Em 77 lugares concorda com o texto original reconstru do nas edi es contra a tradi o bizantina. Finalmente, em 134 lugares o manuscrito n o concorda nem com a tradi o bizantina, nem com o texto reconstru do. Neste linha tr s n meros est o em negrito. O ltimo n mero est em negrito por ser t o alto.

10 Os n meros para o texto bizantino e o texto de Aland est o em negrito porque nem um nem o outro tem muito maior que o outro. O manuscrito n o mostra uma grande tend ncia para concordar com um ou o outro, que n o t pico. (Embora os n meros sejam diferentes na segunda linha de estat sticas, v -se as mesmas tend ncias.) Ao estudar estas estat sticas o leitor vai entender como os manuscrito s o colocados nas categorias diferentes. Um manuscrito que concorda muito mais com o texto reconstru do do que com o texto bizantino, e que n o tem um n mero extraordin rio de leituras particulares normalmente fica na primeira categoria. Um manuscrito que concorda mais com o texto reconstru do do que com o texto bizantino, mas que concorda com este mais que metade do n mero de vezes que concorda com o outro ficar na segunda categoria ou talvez a terceira. Manuscritos com muitas leituras particulares ficam na terceira categoria.


Related search queries