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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO S CIO-ECON MICO CSE DEPARTAMENTO DE CI NCIAS CONT BEIS TRABALHO DE CONCLUS O DE CURSO AUDITORIA INTERNA: BASE PARA O TRABALHO DA AUDITORIA EXTERNA NUMA INSTITUI O FINANCEIRA ISRAELA SCHRAGLE FLORIAN POLIS SC, 2003 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO S CIO-ECON MICO CSE DEPARTAMENTO DE CI NCIAS CONT BEIS AUDITORIA INTERNA: BASE PARA O TRABALHO DA AUDITORIA EXTERNA NUMA INSTITUI O FINANCEIRA TRABALHO de Conclus o de Curso submetido ao Departamento de Ci ncias Cont beis da Universidade Federal de Santa Catarina como requisito parcial para a obten o do grau de bacharel em Ci ncias Cont beis. Acad mica: ISRAELA SCHRAGLE Orientador: LORECI JO O BORGES, Dr. Florian polis SC, 2003. AUDITORIA INTERNA: BASE PARA O TRABALHO DA AUDITORIA EXTERNA NUMA INSTITUI O FINANCEIRA AUTORA: Acad mica Israela Schragle Esta monografia foi apresentada como TRABALHO de conclus o de curso de Ci ncias Cont beis da Universidade Federal de Santa Catarina, obtendo a nota m dia de.
2 Atribu da pela banca constitu da pelos professores abaixo mencionados. Florian polis, 18 de junho de 2003. _____ Prof. Luiz Felipe Ferreira, Coordenador de Monografia do Departamento de Ci ncias Cont beis Professores que participaram a banca: _____ Presidente Prof. Loreci Jo o Borges, Dr. _____ Membro Prof. Alexandre Zoldan da Veiga, _____ Membro Prof. Jos Alonso Borba, Dr. DEDICAT RIA A minha FAM LA, que em momento algum deixou que algo me faltasse, e a todos que, mesmo sem terem percebido, me ajudaram a chegar at aqui. AGRADECIMENTOS Nunca esquecemos de pedir ajuda quando precisamos, mas o agradecimento, uma coisa que muitas vezes passa despercebido em nossa mem ria. Assim sendo, agrade o de cora o: a Deus, sem ele eu n o existiria; a minha m e Nair, que mesmo com todos os nossos desentendimentos, sei que hoje consegue compreender quanto foi dif cil pra eu chegar at aqui; a Voc minha Irm : Isaure.
3 Que apesar da nossa diferen a de idade, e de ainda n o entender a total import ncia de uma gradua o, sempre me compreendeu e esteve ao meu lado, me ajudando em tudo o que foi preciso; a Voc Professor Loreci Jo o Borges, que posso dizer muito mais que um professor, amigo, algu m por quem tenho profunda gratid o, por ter contribu do na minha forma o pessoal e profissional; a Nair Terezinha, amiga, companheira das horas alegres e tristes, pelas dificuldades que passamos juntas, nessa longa jornada, desde o primeiro dia de universidade; a minha amiga Cristiane, amizade recente, mas que sempre soube me dar os melhores conselhos quando eu muito desanimada estava; a voc , Cinara, que mais que uma amiga, te considero uma irm , que em momento algum, deixou minha peteca cair , sempre que necess rio me apoiou, me cedeu seu ombro amigo pra eu derramar minhas l grimas de dor.
4 N o conseguiria transformar em palavras minha gratid o por voc , s posso retribuir com minha amizade; a Ana Cl udia Soares (em mem ria), amiga que por muito tempo esteve presente em meu dia-a-dia e que por uma fatalidade, hoje, n o pode estar entre n s comemorando esta vit ria da gradua o; ao Colega de TRABALHO , Cl udio, pela amizade e companheirismo profissional; a todas as amizades que a Universidade trouxe: n o cabe aqui citar nomes, porque n o quero cometer o lapso de esquecer de nenhum; aos professores do curso de Ci ncias Cont beis, principalmente aos que me ensinaram as li es durante esta caminhada, muito obrigada; enfim, a todas as pessoas, an nimas ou n o, que merecem estar nestes breves agradecimentos e que contribu ram para minha forma o pessoal e profissional. OBRIGADA A TODOS VOC S!!! RESUMO Esta monografia foi elaborada com intuito de expandir o aperfei oamento e o conhecimento acad mico, pesquisando um tema que contribu sse, de alguma maneira, para o enriquecimento da rea em quest o.
5 Tamb m teve a inten o de contribuir na an lise do TRABALHO da AUDITORIA interna com o prop sito de buscar melhoria da mesma para servir de base atividade da AUDITORIA externa ou independente numa institui o financeira. Assim, em acordo com os objetivos propostos por este estudo demonstrou-se, al m de um embasamento te rico mais aprofundado, a obrigatoriedade das auditorias tanto interna como externa e a avalia o de riscos na estrutura de uma institui o financeira. Para alcan ar tais objetivos, procurou-se caracterizar a AUDITORIA externa e a AUDITORIA interna, abordar as normas que as regem, descrever seus procedimentos e seus programas e, por ltimo, destacar a import ncia que o TRABALHO bem desenvolvido pela AUDITORIA interna tem em rela o execu o das atividades da AUDITORIA externa, bem como a influ ncia dos seus resultados na tomada de decis es pela administra o.
6 Ap s ter aplicado os conceitos iniciais, buscou-se enfocar um paralelo entre relacionamento da AUDITORIA interna com a AUDITORIA externa, bem como uma compara o entre as principais diferen as entre os auditores internos dos auditores externos. O quanto dificultoso a aceita o do TRABALHO de AUDITORIA nas empresas em geral, e de que maneira e em que quantidade o TRABALHO da AUDITORIA interna pode contribuir realiza o do TRABALHO da AUDITORIA externa numa institui o financeira a fim de alcan ar os seus objetivos. Palavras-chave: AUDITORIA Interna, AUDITORIA Externa e Institui o Financeira. NDICE DE TABELAS Tabela 1 Resolu es de AUDITORIA emitidas pelo Conselho Federal de Tabela 2 Diferen as entre o Auditor Interno e LISTA DE ABREVIATURAS AUDIBRA Instituto dos Auditores Interno do Brasil BACEN Banco Central do Brasil BNDES Banco Nacional de Desenvolvimento Econ mico e Social CFC Conselho Federal de Contabilidade CRC Conselho Regional de Contabilidade CVM Comiss o de Valores Mobili rios IBRACON Instituto Brasileiro de Auditores NBC Norma Brasileira de Contabilidade SUM RIO CAP TULO I.
7 111 INTRODU Considera es Problem Objetivo Objetivos Espec Metodologia da Metodologia Limita es da CAP TULO REVIS O BIBLIOGR Origem, Evolu o e Conceitua o de Objeto e Objetivos de Normas de Planejamento de Programa de Pap is de Relat rios de Tipos de Relat AUDITORIA Objetivos de AUDITORIA AUDITORIA Objetivos de AUDITORIA Controle Limita es do Sistema de Controles 433 INSTITUI ES Conceitua A obrigatoriedade da AUDITORIA nas Institui es Avalia o de CAP TULO A Rela o entre a AUDITORIA Interna e a AUDITORIA A Import ncia da Negocia o do Auditor para com os Setores 595 CONCLUS REFER NCIAS BILBIOGR 65 11 CAP TULO I 1 INTRODU O Esta parte se constitui das considera es iniciais e, al m disso.
8 Aborda um breve relato sobre o Mercado Financeiro e avalia es de risco apresentados numa Institui o Financeira, bem como algumas considera es sobre o tema da pesquisa, al m do problema, objetivos, gerais e espec ficos. Na seq ncia ser apresentada a metodologia cient fica aplicada e as limita es da pesquisa, finalizando este primeiro contato, de forma indispens vel, para que a pesquisa obtenha xito. Considera es Iniciais O processo de globaliza o da economia provocou a forma o de blocos econ micos e mudan as pol ticas internas de muitos pa ses, conseq entemente, essas mudan as refletiram nas institui es financeiras, provocando uma reestrutura o organizacional das mesmas. Para garantir seu espa o no mercado financeiro competitivo, as institui es financeiras come aram a se preocupar mais em controlar suas atividades de risco, afim de pormenoriz -las.
9 Segundo NETO A. (1999), o Mercado Financeiro formado por quatro mercados: o 12monet rio, o de cr dito, o de capitais e o cambial. O mercado monet rio est estruturado ao controle da liquidez monet ria da economia, no qual, comp em-se da rede de entidades ou rg os financeiros que negociam t tulos e valores, concedendo empr stimos a empresas ou particulares, a curto ou curt ssimo prazo, contra o pagamento de juros. J o mercado de cr dito visa suprir as necessidades de caixa de curto e m dio prazo dos v rios agentes econ micos, seja por meio da concess o de cr ditos s pessoas f sicas ou empr stimos e financiamentos s empresas. O mercado de capitais abrange toda a rede de bolsas de valores e institui es financeiras (bancos, companhias de investimento e de seguro) que operam com a compra e a venda de pap is (a es, t tulos de d vida em geral) em longo prazo.
10 Possue a fun o de canalizar as poupan as da sociedade para o com rcio, a ind stria e outras atividades econ micas e para o pr prio governo. E, no mercado cambial, ocorrem as opera es de compra e venda de moedas internacionais convers veis. Nesse mercado re nem-se todos os agentes econ micos que tenham motivos para realizar transa es com o exterior, como operadores de com rcio internacional, investidores e bancos centrais. O mercado financeiro propicia condi es satisfat rias para manter o sistema financeiro, e este, torna-se elemento fundamental no desenrolar do processo de crescimento econ mico. O Sistema Financeiro Nacional, estruturado e regulado pela Lei n do Congresso Nacional, de 31 de dezembro de 1964, est assim constitu do: I) Conselho Monet rio Nacional; II) Banco Central do Brasil; III) Banco do Brasil S/A; IV) Banco Nacional de Desenvolvimento Econ mico e Social (BNDES); e V) Institui es financeiras p blicas e privadas.