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Desenho Universal - Mara Gabrilli

Desenho Universal - UM conceito PARA TODOSUM conceito PARA TODOSD esenho UniversalDESENHO Universal - UM conceito PARA TODOSDESENHO Universal - UM conceito PARA TODOSDESENHO Universal - UM conceito PARA TODOSDESENHO Universal - UM conceito PARA TODOSA utoras: Ana Claudia Carletto e Silvana CambiaghiSuporte t cnico: Silvana CambiaghiProjeto Gr fico, Ilustra es e Diagrama o: Alex FullRealiza o: Mara GabrilliEssa uma publica o impressa no Brasil. Proibida sua reprodu o sem pr via autoriza o dos autores. AP R E S E N T A OA inclus o social das pessoas com defici ncia uma a o que, hoje, j podemos afirmar que acontece na nossa sociedade. N o ainda completa, mas j tomou forma e a consci ncia das pessoas e de alguns governantes. Com a inclus o arraigada na base da forma o e informa o, podemos dar um passo frente e n o falar mais nesse conceito isolado, que cria mecanismos e ferramentas para trazer ao seio social um grupo de pessoas que est o margem desse processo.

DESENHO UNIVERSAL - UM CONCEITO PARA TODOS DESENHO UNIVERSAL - UM CONCEITO PARA TODOS IN T R O D U ç ã O á muito que se fala de um conceito chamado Desenho Universal.

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1 Desenho Universal - UM conceito PARA TODOSUM conceito PARA TODOSD esenho UniversalDESENHO Universal - UM conceito PARA TODOSDESENHO Universal - UM conceito PARA TODOSDESENHO Universal - UM conceito PARA TODOSDESENHO Universal - UM conceito PARA TODOSA utoras: Ana Claudia Carletto e Silvana CambiaghiSuporte t cnico: Silvana CambiaghiProjeto Gr fico, Ilustra es e Diagrama o: Alex FullRealiza o: Mara GabrilliEssa uma publica o impressa no Brasil. Proibida sua reprodu o sem pr via autoriza o dos autores. AP R E S E N T A OA inclus o social das pessoas com defici ncia uma a o que, hoje, j podemos afirmar que acontece na nossa sociedade. N o ainda completa, mas j tomou forma e a consci ncia das pessoas e de alguns governantes. Com a inclus o arraigada na base da forma o e informa o, podemos dar um passo frente e n o falar mais nesse conceito isolado, que cria mecanismos e ferramentas para trazer ao seio social um grupo de pessoas que est o margem desse processo.

2 Estamos levantando agora uma outra quest o, mais abrangente e, sem d vida, principal: defender um mundo de acessos universais, sem segrega es, um mundo para caminharmos pela rua, poderemos notar que nenhum ser humano igual ao outro e que o normal , exatamente, ser diferente. Por isso que apresentamos, nessa pequena cartilha, o Desenho Universal , este conceito que tem como objetivo definir projetos de produtos e ambientes que contemplem toda a diversidade humana: desde as crian as, adultos altos e baixos, an es, idosos, gestantes, obesos, pessoas com defici ncia ou com mobilidade Desenho Universal o caminho para uma sociedade mais humana e cidad . Essa a dire o que devemos leitura!Mara GabrilliDesenho UniversalUM conceito PARA TODOSDESENHO Universal - UM conceito PARA TODOSDESENHO Universal - UM conceito PARA TODOS N D I C EIntrodu oO que o Desenho Universal ?Os sete princ pios do Desenho Universal IGUALIT RIO - Uso equipar vel (para pessoas com diferentes capacidades); ADAPT VEL - Uso flex vel (com leque amplo de prefer ncias e habilidades); BVIO - Simples e intuitivo (f cil de entender); CONHECIDO - Informa o percept vel (comunica eficazmente a informa o necess ria) SEGURO - Tolerante ao erro (que diminui riscos de a es involunt rias); SEM ESFOR O - Com pouca exig ncia de esfor o f sico; ABRANGENTE - Tamanho e espa o para o acesso e o aplicar o conceito do Desenho Universal na minha casa?

3 O Desenho Universal e seus usos variadosO que a legisla o fala de Desenho Universal ? Normas T cnicas Legisla o MunicipalOs Poderes e o Desenho UniversalBoas Pr ticas com Desenho UniversalSites de InteresseRefer ncias Bibliogr ficas81012 1820223234373867 Desenho Universal - UM conceito PARA TODOSDESENHO Universal - UM conceito PARA TODOSIN T R O D U O muito que se fala de um conceito chamado Desenho Universal . Pelo nome, podemos ter uma id ia de que esse tema trata de um riscado, tra os que criam acessos para o universo, Universal , ou seja, toda a diversidade humana. Mas ainda assim n o apanha todo o seu significado. Aos poucos, mais de perto, vamos percebendo o quanto o Desenho Universal capaz de transformar e democratizar a vida das pessoas em diversos e amplos aspectos, como infra-estrutura urbana, pr dios p blicos, casas e at produtos de uso no dia-a-dia. E n o falamos apenas de pessoas com defici ncia ou mobilidade reduzida, falamos de uma transforma o para todas as pessoas que vivem em id ia insipiente de um Universal Design nasceu depois da Revolu o Industrial, quando foi questionada a massifica o dos processos produtivos, principalmente na rea imobili ria.

4 Havia uma pergunta no ar: por que criamos ambientes revelia das necessidades reais do usu rio? Por que estruturamos um modelo de massa que iguala o que n o igual ou seja, n s mesmos?A concep o de conforto est intimamente ligada a fatores pessoais: nossa altura, dimens o, idade, destreza, for a e outras caracter sticas. Pensando nisso, em 1961, pa ses como Jap o, EUA e na es europ ias, se reuniram na Su cia para discutir como reestruturar e recriar o velho conceito que produz para o dito homem padr o , que nem sempre o homem real . Assim, esta primeira confer ncia internacional foi ber o para que, em 1963, em Washington, nascesse a Barrier Free Design, uma comiss o com o objetivo de discutir desenhos de equipamentos, edif cios e reas urbanas adequados utiliza o por pessoas com defici ncia ou com mobilidade reduzida. Mais tarde, esse conceito tomado com mais profundidade pelos Estados Unidos ampliou seu foco e mudou de nome.

5 Passou a ser chamado de Universal Design e se propor a atender TODAS as pessoas, num aspecto realmente no Brasil, um debate incipiente sobre esse tema teve inicio em 1980, com o objetivo de conscientizar profissionais da rea de constru o. Um ano depois, em 81, foi declarado o Ano Internacional de Aten o s Pessoas com Defici ncia e, essa discuss o mundial, acabou repercutindo por aqui, o que deu mais corpo ao debate sobre o Desenho Universal . Naquele ano, por conta da conjuntura internacional, foram promulgadas algumas leis brasileiras para regulamentar o acesso para todos garantindo que a parcela da popula o com defici ncia ou mobilidade reduzida tivesse as mesmas garantias que todos os cidad os, visto que pagam os mesmos impostos. Em 1985, foi criada a primeira norma t cnica brasileira relativa acessibilidade, Acessibilidade a edifica es, mobili rios, espa os e equipamentos urbanos pessoa portadora de defici ncia 1.

6 Em 1994, essa norma passou por uma primeira revis o e em 2004 pela ltima, a qual vale at hoje para regulamentar todos os aspectos de acessibilidade no Brasil. Bom, chega de papo e vamos mergulhar de vez neste conceito chamado Desenho Universal . Pode deixar por aqui, na porta de entrada, boa parte da sua bagagem. A partir de agora, voc poder circular com conforto, acessibilidade e democracia. Vamos l !1 Associa o Brasileira de Normas T cnicas, Rio de Janeiro, ABNT, Universal - UM conceito PARA TODOSDESENHO Universal - UM conceito PARA TODOSO q U E DE S E N H O UN I V E R S A L? O conceito de Desenho Universal se desenvolveu entre os profissionais da rea de arquitetura na Universidade da Carolina do Norte - EUA, com o objetivo de definir um projeto de produtos e ambientes para ser usado por todos, na sua m xima extens o poss vel, sem necessidade de adapta o ou projeto especializado para pessoas com defici ncia. O projeto Universal o processo de criar os produtos que s o acess veis para todas as pessoas, independente de suas caracter sticas pessoais, idade, ou habilidades.

7 Os produtos universais acomodam uma escala larga de prefer ncias e de habilidades individuais ou sensoriais dos usu rios. A meta que qualquer ambiente ou produto poder ser alcan ado, manipulado e usado, independentemente do tamanho do corpo do indiv duo, sua postura ou sua mobilidade. O Desenho Universal n o uma tecnologia direcionada apenas aos que dele necessitam; desenhado para todas as pessoas. A id ia do Desenho Universal , justamente, evitar a necessidade de ambientes e produtos especiais para pessoas com defici ncias, assegurando que todos possam utilizar com seguran a e autonomia os diversos espa os constru dos e j A q U E N O S O M O S T O D O S I g U A I Ao longo de nossa vida mudamos nossas caracter sticas e atividades. Quando somos crian as, nossas pr prias dimens es nos impedem de alcan ar ou manipular uma s rie de objetos, s vezes, por seguran a, s vezes, porque a crian a n o foi pensada como usu rio.

8 Quando adultos, nos encontramos em in meras situa es que dificultam, temporariamente, o nosso relacionamento com o ambiente - como gesta o, fraturas, torcicolos, quando carregamos pacotes muito grandes ou pesados, entre outros. Ao alcan armos mais idade, nossa for a e resist ncia decrescem, os sentidos ficam menos agu ados e a mem ria decai. Tamb m poss vel, mesmo que n o freq entemente, ao logo da vida, adquirir alguma defici ncia, seja ela f sica, ps quica ou sensorial. O ser humano normal precisamente o ser humano diverso , e isso que nos enriquece enquanto esp cie. Portanto, a normalidade que os usu rios sejam muito diferentes e que d em usos distintos aos previstos em Universal - UM conceito PARA TODOSDESENHO Universal - UM conceito PARA TODOSOS S E T E P R I N C P I O S D O DE S E N H O UN I V E R S A LEm 1987, o americano Ron Mace, arquiteto que usava cadeira de rodas e um respirador artificial, criou a terminologia Universal Design.

9 Mace acreditava que esse era o surgimento n o de uma nova ci ncia ou estilo, mas a percep o da necessidade de aproximarmos as coisas que projetamos e produzimos, tornando-as utiliz veis por todas as d cada de 90, o pr prio Ron criou um grupo com arquitetos e defensores destes ideais para estabelecer os sete princ pios do Desenho Universal . Estes conceitos s o mundialmente adotados para qualquer programa de acessibilidade plena. S o eles: Ig U A L I T R I O US O E q U I P A R V E L S o espa os, objetos e produtos que podem ser utilizados por pessoas comdiferentes capacidades, tornando os ambientes iguais para todos. Portas com sensores que se abrem sem exigir for a f sica ou alcance das m os de usu rios de alturas variadas. AD A P T V E L US O f L E x V E L Design de produtos ou espa os que atendem pessoas com diferentes habilidades e diversas prefer ncias, sendo adapt veis para qualquer uso. 1213(1)(2)Computador com teclado e mouse ou com programa do tipo Dosvox.

10 Tesoura que se adapta a destros e vel = tornar igual , igualar. P r em paraleloflex vel = que pode dobrar, curvar, vel, adapt Universal - UM conceito PARA TODOSDESENHO Universal - UM conceito PARA TODOS(3)(4)(5) b V I O US O S I M P L E S E I N T U I T I V O De f cil entendimento para que uma pessoa possa compreender, independente de sua experi ncia, conhecimento, habilidades de linguagem, ou n vel de concentra o. CO N H E C I D O IN f O R M A O D E f C I L P E R C E P O Quando a informa o necess ria transmitida de forma a atender as necessidades do receptador, seja ela uma pessoa estrangeira, com dificuldade de vis o ou audi o. Utilizar diferentes maneiras de comunica o, tais como s mbolos e letras em relevo, braille e sinaliza o recurso ainda n o muito utilizado s o os mapas com informa es em alto relevo para que pessoas com defici ncia visual identifiquem os ambientes em que se encontram, ou ainda maquetes t teis de obras de arte de grande porte ou obras de arquitetura.


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