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1 Tratamento: ventiladores e modos de ventila o Treatment (ventilators and modes of ventilation). Maria Jos Guimar es, Carla Nogueira, Mafalda Van Zeller, Elsa Matos Condi es espec ficas para a Ventila o N o Invasiva S ndrome de Apneia Obstrutiva do Sono Apneia do sono complexa Dist rbios do sono associados com disfun o card aca - Respira o de Cheyne-Stokes - Apneia central do sono S ndrome de hipoventila o-obesidade S ndrome de Overlap (DPOC+Apneia do Sono). Hipoventila es /insufici ncia respirat ria Modos ventilat rios CPAP. Auto-CPAP. VSA Servoventila o auto-adaptativa Bin vel S. Bin vel S/T. Auto- Bin vel Bin vel ST com volume garantido: avaps , iVAPS. Bin vel ST com volume garantido e Auto-EPAP: avaps -AE, iVAPS com auto EPAP.
2 CPAP Modo de press o positiva cont nua nas vias a reas, aplicada durante a respira o espont nea. SAOS com IAH > 15/h, mesmo sem sintomas SAOS com 5 < IAH < 15/h, se SDE, pat. Cardiovascular (HTA, AVC, ). Aferi o de press o ptima em PSG. (pode variar entre 6 e 14 cmH2O). Auto-CPAP - Modo de auto-titula o de CPAP. O equipamento usa algoritmos para determinar varia es no grau de obstru o e ajusta o n vel de press o para repor o padr o respirat rio normal. Press es habituais entre 4-14 cmH2O. SAOS documentado Intoler ncia a press es fixas SAOS de predom nio posicional Efic cia semelhante ao CPAP na melhoria das queixas subjetivas VSA Servoventila o auto-adaptativa Suporte ventilat rio vari vel que se adapta dependendo da fase da respira o: maior nos per odos de apneia e menor nos per odos de hiperventila o.
3 Apneia central do sono Respira o peri dica flutua es regulares da amplitude e intensidade da ventila o, que em casos extremos alterna per odos de hiperventila o com apneias do tipo central (Respira o de Cheyne-Stokes). S ndrome de Apneia do sono complexa o aparecimento de apneias centrais depois de atingido o n vel de press o eficaz para corrigir os eventos obstrutivos (IAH>5). Bi-n veis Modo espont neo - BPAP S - O doente desencadeia todos os movimentos ventilat rios e o ventilador auxilia com press o Inspirat ria (IPAP) e Expirat ria (EPAP) algoritmo ideal para dist rbios do sono. IPAP e EPAP program veis FR determinada pelo paciente. Press o de suporte (PSV) - A diferen a (gradiente de press o) entre a IPAP e EPAP.
4 Representa o n vel de suporte de press o n o invasiva, o que ir determinar o volume corrente do paciente. Modo espont neo/temporizado - BPAP S/T - O ventilador segue a respira o do doente, na aus ncia de esfor o respirat rio do paciente, num determinado per odo de tempo, vai aplicar FR e Ti programadas. EPAP: corrige as hipoventila es/apneias IPAP, EPAP, FR e Ti program veis. IPAP : ajustada de acordo com a oximetria Par metros programa o . Frequ ncia respirat ria: Usualmente 12- 14/min. Tempo inspirat rio: Tempo durante o qual o volume corrente garantido ou a press o . mantida (dependente do modo). Rise time : Determina a velocidade da subida da press o. Rela o I:E. Rela o entre o Tempo inspira o: expira o Usualmente= 1:2 (padr o respirat rio normal).
5 Sensibilidade do Trigger : Determina a facilidade com que o paciente desencadeia o ventilador a fornecer uma respira o. Bi-n veis Auto Bi-n vel Terapia Bi-n vel auto ajust vel Alternativa para pacientes que n o se adaptam Alguns equipamentos apenas permitem programar uma PS fixa; outros uma PS. M xima Alguns permitem PS min e PS m x Dentro dos limites da PS min e PS m x o AutoBiPAP muda a EPAP em resposta a apneias e ressonar, e a IPAP em resposta a hipopneias e limita o de fluxo, com algoritmos semelhantes ao AutoCPAP. Pode n o haver ventila o adequada de n o for poss vel programar a PS m n. Sem a op o ST n o recomendados quando h apneias centrais Algoritmos VAPS. SHO; DPOC, DNM e outras causas de insufici ncia respirat ria durante o sono.
6 Garantem um Volume Corrente programado. Permite manter uma ventila o alveolar adequada, mesmo quando as necessidades respirat rias do paciente se alteram. iVAPS (inteligente VAPS) press o de suporte com volume garantido inteligente (Resmed). avaps (average VAPS) volume alvo m dio garantido atrav s de press o de suporte (Philips/Respironics). avaps -AE - O sistema monitoriza a resist ncia das vias respirat rias superiores do paciente (FOT) e ajusta automaticamente a press o de expira o positiva (EPAP) necess ria para manter as vias a reas do paciente abertas. avaps -AE. Mant m o volume corrente e via a rea perme vel PS max EPAP max PS min IPAP. EPAP min EPAP. Target Vt Resistencia Orienta es para configura o (ex.)
7 : Orienta es para configura o (ex.): Complexidade Antonello N, Paolo B, Cornelius B, Gianluca F, Agata L, Bruna G. J Gen Pract: Non-Invasive Ventilation in The Treatment of Sleep-Related Breathing Disorders: Concise Clinical Review. 2013, 1:2. Outros par metros a programar, etc . Johnson KG, Johnson DC; Treatment of sleep-disordered breathing with positive airway pressure devices: technology update. Dove Press. Medical Devices: Evidence and Research 2015:8. Conclus es: A elei o do modo ventilat rio dever ser um processo din mico de acordo com a resposta do doente terap utica e a efic cia da ventila o. A intoler ncia VMNI um problema comumente relacionado com as assincronias, o que torna a sele o do modo ventilat rio num ponto chave para o sucesso terap utico Hoje em dia a exist ncia de modos ventilat rios complexos permite ventilar melhor doentes dif ceis, mas o seu uso deve ficar reservado a situa es clinicas particulares.
8 Em Discuss o . Como iniciar tratamento CPAP VS APAP. Manter APAP Fazer Switch para CPAP ? Titula o CPAP atrav s p90 APAP similar conseguida atrav s PSG, pelo menos em 90% dos doentes Drigo. Monaldi Arch Chest Dis 2006. Em Discuss o . Qual o alvo terap utico? IAH<5/h <10/h? Normaliza o de sintomas? Oximetria relevante nos casos de SAOS? Em Discuss o . Modos ventilat rios AutoBipap quando? avaps para quem? Experi ncia dos participantes . Casos Cl nicos SAOS grave+ polineuropatia , 56 anos D a Charcot-Marie-Tooth IMC: 31. SDE: EE- 20. PSG: RDI: 110/H. inicia APAP 6-16 cm de H2O . Follow-up P 95 de Press o: 16 cm de H2O!!! EE: 14!!!! Inscrita para PSG terap utica: (esperou 6 meses!!!). Auto EPAP AutoSV. Sugest es?
9 Nova PSG terap utica: avaps AE. Follow-up - avaps -AE. Tc CO2. Coment rios ELA com hipoventila es , 57 anos ELA diagnosticada em 2007. BMI: 26. SDE: EE- 20. PSG: RDI: 11/H, com per odos de dessatura o a baixo dos 88% > 5 min Inicia VNI: ST P: 6-18 cm de H2O. Follow-up AHI: 8/h ES: 12. PSG terap utica Sugest es? Colocado avaps -AE: Follow-up - avaps -AE. Coment rios Em Discuss o . Apneia central & respira o peri dica & SAS complexa Algoritmo terap utico CPAP BiPAP SV ?? Alvo terap utico Servo-ventila o Em Discuss o . Servoventila o e Insufici ncia Card aca Fim da hist ria ??? Tratamento: ventiladores e modos de ventila o Treatment (ventilators and modes of ventilation). Maria Jos Guimar es, Carla Nogueira, Mafalda Van Zeller, Elsa Matos Ventilatory modes - The selection of the ventilation mode must be a dynamic process according to patient response to therapy and the effectiveness of the ventilation.
10 - Intolerance is a common problem which makes the selection of the ventilation mode a key to success. - Nowadays there are complex ventilation modes, which allows better ventilation in difficult patients, but its use should be reserved to particular clinical situations. N= participants 5. 4,5. 4. 3,5. 3. 2,5. 2. 1,5. 1. 0,5. 0. M dicos T cnicos outros Where do you came from? 4,5. 4. 3,5. 3. 2,5. 2. 1,5. 1. 0,5. 0. north center south How many patients do you attend / week ? (sleep related diseases). 100%. 90%. 80%. 70%. 60%. 50%. 40%. 30%. 20%. 10%. 0%. 0 to10 11 to 20 21-30 >30. In your hospital/clinic, where do you attend your sleep patients (multiple choice). cronic vent unit sleep lab sleep apointments general outpatient 0 1 2 3 4 5.