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MANUAL TÉCNICO DE TUBOS DE AÇO CARBONO …

MANUAL T CNICO DE TUBOS DE A O CARBONO COM COSTURAMANUAL T CNICO DE TUBOS DE A O CARBONO COM COSTURAM anual T cnico de TUBOS de A o CARBONO com CosturaRev. 09 05/20111. INTRODU FABRICA O DE NORMAS DE FABRICA INFORMA ES T - C lculo do Peso Te rico de um Tubo Redondo de A o - C lculo do Peso Te rico de um Tubo Quadrado de A o - C lculo do Peso Te rico de um Tubo Retangular de A o - Tabela Orientativa de Pesos e - Tabela de Toler ncia Dimensional Conforme - Tabela Requisitos de Normas de TUBOS (Composi o Qu mica e Propriedades Mec nicas).. - Tabela de Composi o Qu mica e Propriedades Mec nicas - Mat ria-Prima ..87 ndiceManual T cnico de TUBOS de A o CARBONO com CosturaRev. 09 05/20111. INTRODU OEste artigo foi escrito com o objetivo de fornecer as informa es b sicas para os profissionais que utilizam e efetuam distribui o de TUBOS de a o com FABRICA O DE TUBOS Os TUBOS que iremos comentar, s o chamados de com costura.

Manual Técnico de Tubos de Aço Carbono com Costura Rev. 09 – 05/2011 1. INTRODUÇÃO Este artigo foi escrito com o objetivo de fornecer as informações básicas

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1 MANUAL T CNICO DE TUBOS DE A O CARBONO COM COSTURAMANUAL T CNICO DE TUBOS DE A O CARBONO COM COSTURAM anual T cnico de TUBOS de A o CARBONO com CosturaRev. 09 05/20111. INTRODU FABRICA O DE NORMAS DE FABRICA INFORMA ES T - C lculo do Peso Te rico de um Tubo Redondo de A o - C lculo do Peso Te rico de um Tubo Quadrado de A o - C lculo do Peso Te rico de um Tubo Retangular de A o - Tabela Orientativa de Pesos e - Tabela de Toler ncia Dimensional Conforme - Tabela Requisitos de Normas de TUBOS (Composi o Qu mica e Propriedades Mec nicas).. - Tabela de Composi o Qu mica e Propriedades Mec nicas - Mat ria-Prima ..87 ndiceManual T cnico de TUBOS de A o CARBONO com CosturaRev. 09 05/20111. INTRODU OEste artigo foi escrito com o objetivo de fornecer as informa es b sicas para os profissionais que utilizam e efetuam distribui o de TUBOS de a o com FABRICA O DE TUBOS Os TUBOS que iremos comentar, s o chamados de com costura.

2 Esta uma denomina o err nea para o material, por m o nome se consolidou tal como xerox . Esta denomina o veio de muito tempo atr s, quando o processo utilizado era de baixa frequ ncia (50 ou 60 hz), o que dava ao material uma apar ncia de material costurado . Hoje o processo realizado com solda longitudinal pelo processo (Solda por Resist ncia El trica) com alta Frequ processo garante a homogeneidade da mat ria-prima com a solda, o que confere excelentes caracter sticas aos processos de fabrica o para obten o do produto final variam de acordo com a norma em que o tubo vai ser TUBOS podem ser produzidos em uma variada gama de mat rias-primas (tipo de a o utilizado), que s o normalmente fornecidas segundo especifica- es ASTM (American Society for Testing and Materials), DIN (Deustaches Institute for Normuns), API (American Petroleum Institute), AISI (American Institute of Steel and Iron), SAE (Society of Automotive Engineers)

3 , ABNT (Associa o Brasileira de Normas T cnicas) e outras. A mat ria-prima utiliza comprada em forma de bobinas, que s o classificadas em tr s grandes grupos:BF Bobina Laminada a Frio: Possuem uma cor clara, sendo necess rio alguns cuidados especiais aos TUBOS produzidos nesta mat ria-prima, pois ela altamente suscet vel a oxida o (corros o, ferrugem).Os TUBOS devem ser armazenados e transportados sempre evitando a umi-dade, sen o tendem a amarelar, o que pode causar s rias conseq ncias na utiliza o final sobre o bobinas s o produzidas normalmente em espessuras abaixo de 2,00 mm e possuem melhor toler ncia dimensional e acabamento. Devido seu processo de fabrica o ser maior que as BQ, seu custo T cnico de TUBOS de A o CARBONO com CosturaRev.

4 09 05/2011BQ - Bobina Laminada a Quente: Possuem uma cor escura e s o menos suscet veis a oxida Os TUBOS podem ser armazenados e transportados em condi es normais at mesmo em c u aberto (por pouco tempo) sem ter sua qualidade Estas bobinas s o produzidas normalmente em espessuras acima de 2,00 mm e n o possuem uma toler ncia dimensional t o restrita quanto as BF, sendo que s o tamb m denominadas de BG (Bobinas Grossas), quando a espessura for superior a 5,00 for necess rio em uma espessura de BQ uma melhor condi o di-mensional podemos fazer uma relamina o a Frio da chapa. Este processo tamb m utilizado para se obter espessuras n o fornecidas pelas : O processo de relamina o n o aplic vel na - Bobina A o Zincado por Imers o a Quente: Possuem uma cor clara, sendo necess rio alguns cuidados especiais aos TUBOS produzidos nesta mat ria-prima.

5 Os TUBOS devem ser armazenados e transportados sempre evitando a umidade, sen o tendem a amarelar, o que pode causar s rias conseq ncias na utiliza o final sobre o produto. Estas bobinas s o produzidas normalmente em espessuras variando 0,30 a 2,70 mm e largura entre 700 mm a mm. Quanto os TUBOS de condu o s o zincados a quente (galvanizados a fogo como s o popularmente conhecidos) n o temos a preocupa o com a superf cie do tubo. Devemos apenas tomar pequenos cuidados quanto ao seu de Ensaios para TUBOS :Eletromagn tico: Atrav s de correntes parasitas tesa o tubo quanto a des-continuidades. N o garante a estanqueidade, por m admitido como o teste opcional ao hidrost tico na maioria das normas de condu o devido a sua grande velocidade de execu tico: Consiste em testar o tubo a uma determinada press o hidr u-lica para garantir a estanqueidade do Destrutivos: Durante o processo de fabrica o s o realizados v rios ensaios mec nicos destrutivos em amostras retiradas durante a produ o, tais como alargamento, flangeamento etc.

6 74 MANUAL T cnico de TUBOS de A o CARBONO com CosturaRev. 09 05/20113. NORMAS DE FABRICA OExiste uma gama muito grande de fabrica o de TUBOS de a o com costura que ser o citados aqui, por m o que comercializado na Frefer consta no item - Tabela de toler ncia dimensional conforme de TUBOS e Suas AplicabilidadesAplica esNormasDescri o da NormaNBR 6591 TUBOS para aplica es diversas sem exig ncia de acabamento e propriedades mec nicas, com composi es qu micas 1615 TUBOS n o sujeitos a requisitos especiais, na mat ria prima ST 33 (baixo CARBONO ). ASTM A-513 TUBOS para uso mec nico, nos tipos 1 (BQ) e 2 (BF), com propriedades mec nicas e composi o qu mica TUBOS estruturais fabricados a partir da mat ria prima laminada a quente.

7 BS 4474 TUBOS estruturais fabricados a partir da mat ria prima laminada a quente. ASTM A-214 TUBOS com composi o qu mica definida para trocadores de calor e con-densadores. ASTM A-178 TUBOS para caldeiras, superaquecedores e vasos de press o, em v rios graus de mat ria prima. DIN 1626 TUBOS sujeitos a requisitos especiais, para press es m ximas definidas e temperaturas de trabalho de at 300 graus C e com composi es qu micas definidas. DIN 1628 TUBOS de alta performance, normalmente sem limite de press o de trabalho, por m, deve ser usado a temperatura de no m ximo 300 graus C e com composi es qu micas definidas. NFA 49-643 TUBOS comerciais de qualidades 1 (n o decapados) e 2 (decapados) e nas toler ncias classes 1 e 2 ,com composi es qu micas definidas e se es (para classes): Redondo; Quadrado; 2393 TUBOS de precis o interna e externa, com composi es qu micas e propriedades mec nicas definidas,nos graus de qualidade A,B ou C.

8 Podem ainda ser for-necidos nos estados BK (sem tratamento t rmico ap s a ltima de forma o a frio), 10 305 - 3 (antiga DIN 2394) TUBOS de precis o externa, com composi es qu micas e propriedades mec nicas definidas e nos graus de qualidade A, B ou ainda ser fornecidos nos estados BKM (sem tratamento t rmico ap s a calibra o), GBK(recozidos em atmosfera controlada) ou NBK DIN 2395 TUBOS de precis o para uso geral, nas se es quadradas e retangulares, com composi es qu micas definidas e nos graus de qualidade A ou ain-da ser fornecidos nos estado M (sem tratamento ap s o bitolamento), BKM (como o M,por m brilhante).NBR 5599 TUBOS de precis o interna e externa, com composi es qu micas e propriedades mec nicas definidas, e em v rios graus de mat ria prima.

9 Podem ainda ser for-necidos nos estados TD (Trefilado Duro), TM (Trefilado Macio), RB (Recozido Branco), RD (Recozido Decapado).IndustriaisPrecis o75 MANUAL T cnico de TUBOS de A o CARBONO com CosturaRev. 09 05/2011 Normas de TUBOS e Suas AplicabilidadesAplica esNormasDescri o da NormaPrecis oASTM A-135 TUBOS de condu o nos graus A e B, com composi o qu mica e propriedades mec nicas o de grau A apto a ser dobrado ou o nor-malmente fornecidos no SHC 10, com di metro nominal variando de 3/4 a 5 .Pode ser fornecido com extremidades lisas, chanfradas ou com rosca (com ou sem luva).ASTM A-53 TUBOS de condu o nos graus A e B, com composi o qu mica e propriedades mec nicas o de grau A apto a ser dobrado, flangeado e serpentin-ado; e o grau B podendo sofrer dobramento e flangeamento limitados.

10 S o forneci-dos normalmente nos SCH 40 e SCH 80. Pode ser fornecido com extremidades lisas, chanfradas ou com rosca (com ou sem luva). Esta norma praticamente igual a NBR 5590. ASTM A-120apesar de ainda comprado esta norma foi em 1989 englobada pela ASTM A-53) TUBOS de condu o, sem mat ria prima especificada, normalmente nos SCH 40 e SCH ser fornecidos com extremidades lisas, chanfradas ou com rosca (com ou sem luva).DIN 2440 TUBOS de condu o, sem mat ria-prima especificada, para press es de no m ximo 25 Kgf/cm2 para l quidos e 10 Kgf/cm2 para ar e gazes n o perigosos. Podem ser fornecidos com extremidades lisas, chanfradas ou com rosca (com ou sem luva). Esta norma praticamente igual a NBR 5580 classe 2441 TUBOS de condu o, sem mat ria prima especificada, para press es de no m ximo 25 Kgf/cm2 para l quidos e 10 Kgf/cm2 para ar e gazes n o perigosos.


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