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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE MEDICINA programa DE P S-GRADUA O EM EPIDEMIOLOGIA TESE DE DOUTORADO ATIVIDADE F SICA EM DIFERENTES FASES DA VIDA, MASSA MINERAL SSEA E PERFIL LIP DICO EM ADULTOS PERTENCENTES COORTE DE NASCIMENTOS DE PELOTAS DE 1982 Renata Moraes Bielemann Pelotas, 2013i Universidade Federal de Pelotas Faculdade de Medicina Departamento de Medicina Social programa de P s-Gradua o em Epidemiologia Atividade f sica em diferentes fases da vida, massa mineral ssea e perfil lip dico em adultos pertencentes Coorte de Nascimentos de Pelotas de 1982 Doutoranda: Renata Moraes Bielemann Orientadora: Denise Petrucci Gigante A apresenta o desta tese um requisito do programa de P s-Gradua o em Epidemiologia da Universidade Federal de Pelotas (PPGE/UFPel) para obten o do t tulo de doutor em Epidemiologia. Pelotas, RS, maio de 2013.
2 B587a Bielemann, Renata Moraes Atividade f sica em diferentes fases da vida, massa mineral ssea e perfil lip dico em adultos pertencentes Coorte de Nascimentos de Pelotas de 1982. / Renata Moraes Bielemann; orientadora Denise Petrucci Gigante. Pelotas : UFPel, 2013. 238 f. : il. Tese ( DOUTORADO ) Universidade Federal de Pelotas ; programa de P s-Gradua o em Epidemiologia, 2013. 1. Epidemiologia. I. Gigante, Denise Petrucci. II. T tulo. CDD Ficha catalogr fica: M. F tima S. Maia CRB 10/1347 Renata Moraes Bielemann Atividade f sica em diferentes fases da vida, massa mineral ssea e perfil lip dico em adultos pertencentes Coorte de Nascimentos de Pelotas de 1982 BANCA EXAMINADORA Profa.
3 Dra. Denise Petrucci Gigante Presidente da banca UFPel, RS Profa. Dra. Ana Maria Baptista Menezes Membro da banca UFPel, RS Profa. Dr. Pedro Rodrigues Curi Hallal Membro da banca UFPel, RS Profa. Dr. Alex Ant nio Florindo Membro da banca USP, SP Agradecimentos Sempre achei esta a pior parte da tese para escrever, talvez porque a vida n o se coloca em an lise de regress o e n o pelo valor p que descobrimos a signific ncia das pessoas na nossa trajet ria. Primeiro de tudo, gostaria de agradecer a Deus por me guiar, iluminar e me dar tranquilidade para seguir em frente com os meus objetivos e n o desanimar com as dificuldades. Agrade o a Ele tamb m por manter a minha m e ao meu lado, com a sa de que ela est hoje. Agrade o aos meus irm os e principalmente aos meus pais, que sempre me motivaram, entenderam as minhas faltas e momentos de afastamento e reclus o e me mostraram o quanto era importante estudar, mesmo n o tendo eles a mesma oportunidade no passado.
4 Agrade o ao meu namorado, Matheus, com quem eu sei que passarei por muitos e muitos momentos de felicidade como esta e que a pessoa que a vida escolheu para ser meu companheiro nas horas boas e ruins, que fica sentado comigo s noites me olhando trabalhar, que me faz bolo e chimarr o para estudar, que finge ser plateia para eu ensaiar e que me tranquiliza dizendo: calma, a tua hora vai chegar! . Agrade o as minhas amigas Shana e Mariana, uma de mais longa data que compartilha comigo o dom de falar demais e que sei que mesmo quando estava morando no para so, torcia diariamente por mim e a outra que apareceu na minha vida mais recentemente, foi minha aluna, minha colega e co-orientanda ao mesmo tempo, e que tem tudo a ver comigo e compartilha de v rios momentos n o s da vida acad mica. Agrade o muito a Denise. Resum -la a minha orientadora muito pouco e tenho certeza de que ela sente a import ncia que teve e tem para mim n o s na condu o do trabalho, mas tamb m como conselheira e at nas horas em que parece que nada est dando certo e que preciso n o s de um consolo, mas de um colo.
5 Agrade o aos demais coordenadores da coorte de 82, Bernardo e Helen, que com excel ncia conduziram maravilhosamente bem a organiza o deste ltimo acompanhamento de 2012, o qual ainda render muitos frutos. Ainda, quanto aos professores, agrade o a todos eles do PPGE, pelos ensinamentos que passaram desde o mestrado, os quais foram, s o e ser o muito importantes para mim e para a minha vida profissional, assim como agrade o aos funcion rios, que fazem com que tudo funcione da melhor maneira poss vel. Agrade o aos doutorandos da coorte de 82: Giovanny, Gabriella, Jana na, Carolina, Rog rio, Ricardo, Bianca, Christian, Leonardo, F bio, Vera, Lenice e Gicele, que trabalharam em todas as fases do estudo e que tornaram tudo isso poss vel. Em especial, agrade o a Jana na por providenciar que eu tivesse banco de dados para entregar uma tese em pouco mais de um m s do t rmino do trabalho de campo e por me apresentar a Denise h quase sete anos e a Carolzinha por ouvir e compartilhar das crises de palpita o, nervosismo e chilique.
6 Agrade o a todos os colegas de DOUTORADO , alguns desde o mestrado, que vivenciaram momentos de estudo, de escrita de artigo e de tens o, como a prova de qualifica o, no decorrer desta jornada. Em especial cito, representando todos, a Andreia, minha colega aventureira e a pessoa mais determinada que conhe o, o Virg lio, que toma banho de suor todos os dias no PPGE e o qual eu fui estagi ria na gradua o e a Silvana, a grande promotora de eventos da turma e tamb m uma grande amiga que ser a partir de junho deste ano tamb m uma grande m e. Tamb m preciso falar dos membros do GEEAF, os quais me conduziram nos primeiros passos da vida acad mica, desde a entrada do M rio Renato como professor substituto e do Pedrinho como adjunto na ESEF. Agrade o a eles pela paci ncia e respeito com que me trataram sempre, como nica mulher nas reuni es durante bastante tempo.
7 Por m, agrade o especialmente ao Pedrinho, pela oportunidade de conv vio constante com pesquisadores estrangeiros, pelas aulas de ingl s, pelos in meros conselhos dados no caminho e por aceitar ser da banca examinadora deste trabalho; ao M rio, por me apresentar a epidemiologia e ser um grande conselheiro para a vida profissional e para os concursos; ao A rton, por ser o meu primeiro modelo de um bom professor; ao Marlos, por atender meus pedidos de socorro para revisar ingl s de artigo, tirar d vidas e olhar aula de concurso as 10hs da noite. Por ltimo, agrade o a equipe de mais de dez pessoas que trabalha dist ncia comigo (sim, muitos deles nunca vi pessoalmente) na coordena o pedag gica do curso de Especializa o em Sa de da Fam lia EaD da UNASUS-UFPel, os quais conversamos semanalmente nos nossos encontros virtuais.
8 Com eles aprendi o verdadeiro valor das palavras na educa o, o esp rito de trabalho em equipe e amadureci muito como profissional. Em especial, agrade o a professora Anaclaudia Fassa pelo convite e confian a para a fun o e a Elizabeth Fassa, sua m e, que me acolheu na equipe e que me ensinou e ensina muito do que ser professor. Sum rio APRESENTA O .. 1 PROJETO DE PESQUISA .. 4 RELAT RIO DE TRABALHO DE CAMPO .. 84 MODIFICA ES AO PROJETO ORIGINAL .. 113 ARTIGOS .. 125 ARTIGO 1 .. 126 ARTIGO 2 .. 149 ARTIGO 3 .. 190 MAT RIA PARA A IMPRENSA .. 215 ANEXOS .. 218 ANEXO 219 1 Apresenta o_____ 2 Apresenta o Esta tese fruto de trabalho de pesquisa inserido na Coorte de Nascimentos de 1982 de Pelotas, RS e requisito para conclus o do curso de DOUTORADO em Epidemiologia de Renata Moraes Bielemann, que teve como orientadora a Profa.
9 Dra. Denise Petrucci Gigante, do programa de P s-Gradua o em Epidemiologia da Universidade Federal de Pelotas. Este volume composto de quatro partes: 1) projeto de pesquisa; 2) relat rio de trabalho de campo; 3) artigos e 4) mat ria para a imprensa. Em decis o durante reuni o de colegiado, um dos artigos inicialmente previstos desta tese em apresenta o do projeto de pesquisa foi substitu do por outro realizado com a mesma popula o em estudo e exposi o de interesse, por m com desfecho diferente. Na se o de modifica es em rela o ao projeto original o tema apresentado sendo apontada revis o de literatura para o tema, bem como objetivos e hip teses que foram previamente elaborados para o artigo em quest o. Sendo assim, os artigos que ser o apresentados para a banca est o descritos a seguir: Artigo original 1: T tulo: Longitudinal and cross-sectional associations of physical activity with triglyceride and HDLc levels in young male adults.
10 Este estudo teve como objetivo avaliar o efeito da varia o da pr tica de atividade f sica em cinco anos sobre os n veis de triglicer deos e HDL-colesterol nos indiv duos de sexo masculino pertencentes coorte de Pelotas de 1982. Est aceito para publica o no Journal of Physical Activity and Health. Artigo de revis o: T tulo: Physical activity during life course and bone mass: a systematic review of methods and findings from cohort studies with young adults. Este artigo teve o objetivo de revisar os aspectos metodol gicos empregados e os resultados 3 encontrados de estudos de coorte que avaliaram o efeito da pr tica de atividade f sica sobre a massa mineral ssea de adultos jovens. Foi publicado em 04/03/2013 na revista BMC Musculoskeletal Disorders. Artigo original 2: T tulo: Physical activity during adolescence and young adulthood and bone mineral density in young adults from the 1982 Pelotas (Brazil) Birth Cohort.