Example: marketing

revista brasileira educação de ambiental

1educa oambientalderevista brasileiraeduca oambientalrevista brasileiradeeduca oambientalBras lia - 2004 N mero Zero2educa oambientalderevista brasileira3educa oambientalderevista brasileiramatriz do nosso corpoanfitri do nosso esp ritoparceira da nossa almacasa que nos sustenta e nos devorana corrente dos vis veis e invis veism es e paisber o do nosso aconchegopo o das nossas doresluz da nossa alegriafonte do nosso saber s tudo que podemos tocar, sentir, penetrar,recusar, moldar,pressentir, nossas palavras sementesamorosa presen a espelhobrilho do ter no serseparados e ligadosbicho-pedra-vegetalsomos as guas que nos navegamo fogo da compaix oos ventos que nos viajame o ch o ancestralno ciclo deste garimpoum dia tudo te devolveremoscom o ouro da gratid osabendo mais uma vezo sabor da dissolu opor dentro, por forano apego e na avers ore-correre-ciclare-generanossos medosem potentes desejosego smo solid riode ser mais e menosque o todo que assim se naturezaLais Mour ojulho de 20044educa oambientalderevista brasileiraPublica o da Rede brasileira de Educa o o editorial:Heitor Medeiros (REMTEA - REBEA - DEA/MMA)Mich le Sato (REMTEA - REBEA - UFMT)Conselho Editorial:Alo sio Ruscheinsky (FURG-RS) ttico Chassot (UNISINOS-RS) Frederico Loureiro (UFRJ-RJ)Hayd e de Oliveira (UFSCar-SP) Hedy Vasconcelos (PUC-RJ) Isabel Carvalho (ULBRA-RS)La s Mour o (UnB-DF) Lu

8 educação ambiental de revista brasileira duas dimensões de mesma origem, separadas e segregadas por um império do “eu-colonial” padronizador, mas que deve mudar para acolher as diferenças, convidando a transcendência

Tags:

  Ambiental de, Ambiental

Information

Domain:

Source:

Link to this page:

Please notify us if you found a problem with this document:

Other abuse

Advertisement

Transcription of revista brasileira educação de ambiental

1 1educa oambientalderevista brasileiraeduca oambientalrevista brasileiradeeduca oambientalBras lia - 2004 N mero Zero2educa oambientalderevista brasileira3educa oambientalderevista brasileiramatriz do nosso corpoanfitri do nosso esp ritoparceira da nossa almacasa que nos sustenta e nos devorana corrente dos vis veis e invis veism es e paisber o do nosso aconchegopo o das nossas doresluz da nossa alegriafonte do nosso saber s tudo que podemos tocar, sentir, penetrar,recusar, moldar,pressentir, nossas palavras sementesamorosa presen a espelhobrilho do ter no serseparados e ligadosbicho-pedra-vegetalsomos as guas que nos navegamo fogo da compaix oos ventos que nos viajame o ch o ancestralno ciclo deste garimpoum dia tudo te devolveremoscom o ouro da gratid osabendo mais uma vezo sabor da dissolu opor dentro, por forano apego e na avers ore-correre-ciclare-generanossos medosem potentes desejosego smo solid riode ser mais e menosque o todo que assim se naturezaLais Mour ojulho de 20044educa oambientalderevista brasileiraPublica o da Rede brasileira de Educa o o editorial:Heitor Medeiros (REMTEA - REBEA - DEA/MMA)Mich le Sato (REMTEA - REBEA - UFMT)Conselho Editorial:Alo sio Ruscheinsky (FURG-RS) ttico Chassot (UNISINOS-RS) Frederico Loureiro (UFRJ-RJ)Hayd e de Oliveira (UFSCar-SP) Hedy Vasconcelos (PUC-RJ) Isabel Carvalho (ULBRA-RS)La s Mour o (UnB-DF) Luiz Marcelo de Carvalho (UNESP-SP) Maria do Carmo Galiazzi (FURG-RS)Maria In s Iguchi (Inpa-AM) Maria In s C.

2 Levy (FURG-RS) Maria In z de Oliveira (UFSE-SE)Martha Trist o (UFES-ES) Mauro Guimar es (UNIGRANRIO-RJ) Pedro Jacobi (USP-SP)Philippe Layargues (MMA-DF) Ramiro Camacho (UERN-RN S nia Zakrzevski (URI-RS)Su se M. Bordest (UFMT-MT) Valdo Barcelos (UFSM-RS)Fotos:M rio Friedlander (Parque Nacional da Chapada dos Guimar es - capa, contracapa e p ginas 3, 6 e 9)Ben Fonteles (Projeto de arte e educa o ambiental Caminho das guas - Rio S o Francisco - 1999/2000)Projeto gr fico: Ben Fonteles/Licurgo S. BotelhoEditora o eletr nica: Sapiens Comunica oOs artigos aqui publicados refletem a posi o de seus autores e s o de sua inteira NO BRASILR evista brasileira de educa o ambiental / Rede brasileira de Educa o ambiental . n. 0 ( ). Bras lia: Rede brasileira de Educa o ambiental , p. v.:il. ; 28 o editorial: Heitor Medeiros e Mich le Sato1. Educa o ambiental Brasil. I. Rede brasileira de Educa o 37:504 Agradecemos as institui es, empresas e ONGs que tamb m contribu ram paraa realiza o do V F rum Brasileiro de Educa o AmbientalCompanhia Sider rgica de Tubar oConserva o Internacional (CI)Federa o das Ind strias do Estado do Esp rito Santo (FINDES)Grupo de Defesa Ecol gica (GRUDE)Instituto do CrisotilaServi o Nacional do Com rcio (SENAC)e a todas as Redes de Educa o ambiental articuladas no mbito da REBEA5educa oambientalderevista brasileiraPREF CIO M sica, maestros!)

3 7 Mich le Sato e Heitor MedeirosCONCEITOS EM EDUCA O AMBIENTALE ducar, participar e transformar em educa o Frederico B. LoureiroBiografia e forma o na educa o ambiental : um ambiente de sentidos para Cristina Moura CarvalhoEduca o e meio ambiente transformando as pr JacobiFORMA O EM EDUCA O AMBIENTALA forma o de educadores ambientais para sociedades sustent veis:mem rias do processo de elabora o do projeto-piloto de um curso de especializa de Lourdes SpazzianiSaberes e fazeres da educa o ambiental no cotidiano Trist oCrian as e educa o ambiental na escola:associa o necess ria para um mundo melhor?..56 Aline Vi gas e Mauro Guimar esEduca o como processo na constru o da cidadania In s Gasparetto Higuchi e Genoveva Chagas de AzevedoA universidade e a forma o de professores para a educa o In s de Oliveira Ara joPor uma educa o ambiental cr tica e emancipat ria no meio nia Balvedi ZakrzevskiEduca o ambiental e antropofagia uma contribui o forma o de professores.

4 87 Valdo BarcelosREDES DE EDUCA O AMBIENTALT ecendo a rede de educadores ambientais da Regi o Sul Fernando S. GuerraDialogando sobre a trajet ria e os desafios da Rede bio Deboni da Silva e Alexandre Falc o de Ara joMatutando na rede da radicalidade: sem medo de ser o Carlos Gomes (Jo o Guat )Um olhar sobre a Rupea uma rede tamb m deve ser um guarda-chuva?..117 Luiz Antonio Ferraro J niorUma reflex o sobre a trajet ria da rede de educa o ambiental do Rio de cia MousinhoRebea apontamentos pessoais para uma hist ria de a o Lucas do Amaral gua e Lessa Catal osum rio6educa oambientalderevista brasileira A Rede brasileira de Educa oAmbiental Rebea, quer criar(poiesis), atrav s da po tica (poietike).S o duas dimens es de mesma origem,separadas e segregadas por um imp riodo eu-colonial padronizador, masque deve mudar para acolher asdiferen as, convidando atranscend ncia forma o da alteridade-c vica . 7educa oambientalderevista brasileirapref cioM sica, maestros!

5 Mich le SatoHeitor MedeirosAs redes de Educa o ambiental EA encerram um movimento de ambival ncia,ora a linguagem da EA torna-se melodiosa ao ciclo da vida e da morte, ora os ru dos se fazempresentes impedindo a din mica dos movimentos. A comunica o, nesta simultaneidadepoliss mica de sentidos, n o pode ser tomada como meta exclusiva, pois informar algumacoisa n o prescinde a compreens o dos di logos entre os m ltiplos matizes presentes noambientalismo. A forma o dos sujeitos, entre luzes e sombras que descortinam a EA, ,portanto, um dos desejos da Rede brasileira de Educa o ambiental da participa o de dramaturgos, produtores, espectadores, atrizesou atores, o elenco da Rebea deseja ir al m de seu pr prio palco e lan a a revista Brasileirade Educa o ambiental (Revbea), n mero zero, como forma de comunicar nossas viv ncias,dar visibilidade, mostrar a face, mas tamb m de formar, dialogar e trocar edi o inaugural quer brindar a configura o das redes de EA por meio de CON-FETOS,um espa o h brido capaz de promover a constru o da forma o dos sujeitos, de CONceitoscoloridos e variados sem a vontade de estabelecer um nico caminho hegem nico, bemcomo os aFETOS e a gratuidade da luta nos atos de generosidade.

6 Os organizadores s ogratos aos gestos dos colaboradores da Revbea, ofertados e gestados nos intentos rebeldesdas energias transgressoras do movimento ecol gico. Reconhecemos que a tessitura aquipresente, em jogos de luzes e sombras, alcan a as estrelas nas vidas ntimas de cada sujeito,que mesmo com barros e lamas da face borrada pela eventual queda, ergue-se liberdadedo v o construtivo da , a ci ncia moderna, e at a poesia dos iluministas, s oabalroadas pelo pragmatismo da raz o gestada pelas mudan as econ mico-pol ticas que seprocessaram, culminando na ascens o da burguesia. A dislexia entre o capital e o trabalho, asofisticada divis o t cnica da produ o e a supremacia da m quina substituindo o trabalhadorencarnam-se, de uma s vez, no vitorioso mecanicismo newtoniano, o qual reduziu o vastouniverso num conjunto de especializa es, cada qual com sua partitura, instrumento e regente,ignorando a m sica orquestral, na perspectiva do trabalho coletivo.

7 Aqui que a Rebea permite a simultaneidade da queima do fogo e da quietude daalma. Trata-se de articular o singular com o particular, este com o universal e suas inger nciascom a totalidade do universo. A Rebea quer criar (poiesis), atrav s da po tica (poietike). S o8educa oambientalderevista brasileiraduas dimens es de mesma origem, separadas e segregadas por um imp rio do eu-colonial padronizador, mas que deve mudar para acolher as diferen as, convidando a transcend ncia forma o da alteridade-c vica . E na escurid o que se faz presente em determinadosmomentos, somos capazes de olhar o brilho das estrelas, amanhecendo na do ura dos saberescom sabores, e tamb m desafiando o horizonte, como um exuberante p r-do-sol para asubvers o e queda do imp rio meramente racional. O pensamento ecol gico, neste cen rio,com especial nfase EA, surge como a necessidade de um conhecimento que satisfa a osv nculos, busque as intera es e implica es m tuas, os fen menos multidimensionais, asrealidades solid rias e conflituosas; respeite a diversidade do todo, reconhecendo as partese suas injun es.

8 Emerge a vontade de dialogar nas diferen as sem tentar pasteurizar adin mica ambiental . Assume a crise e sem reivindicar o caos, insere-se no ciclo da vida e damorte sem desprezar as da met fora musical que rege este t tulo, uma rede de EA podesimbolizar uma orquestra. Se os sujeitos sociais e ecol gicos atuarem com a mesmacompreens o e a o, estaremos reduzidos a um nico instrumento musical, como a monotoniado Bolero de Ravel, insistindo nas mesmas notas musicais. Ainda que este compasso sejanecess rio, por vezes o ritmo do movimento circular da epistemologia, praxiologia e axiologiada EA reivindica por uma orquestra, onde tocar juntos requer uma partitura mais elaborada euma compet ncia mais consider vel. Ainda que numa orquestra os m sicos n o possamescolher as partituras ou eleger o regente, o som da improvisa o orquestral pode representaruma revolu o, onde a disson ncia pode ser compreendida como parte da transi o damodernidade e onde os conhecimentos se complementam para a interpreta o conjunta deuma diria que, se por um lado nosso desejo de abrir as asas em v oslivres caracteriza nossas esperan as, por outro tamb m somos incompletos.

9 A incompletude admitida nos lembra que dependemos dos outros, e de muitas outras, para alcan armos umadin mica auto-eco-organizativa da Terra. A incompletude humana necessita, assim, buscar arealiza o de nossos desejos em projetos coletivos, formando os m ltiplos matizes e fios deuma rede que se balan a, titubeia, move, p ra e dan a ao som da m sica mais sens vel quepode nos trazer mem rias jamais esquecidas, ou de esperan as que nos movam para atransforma o desejada. E exatamente por sermos incompletos, isso nos possibilita umaperspectiva de transcend ncia, mediante a qual constru mos tempos e espa os simb licos,representa es e experi ncias vivenciais que nos permitem superar nossas pr que presas sob certas singularidades, as redes de EA desejam promover aparticipa o dos sujeitos na prote o ambiental pela eq idade social. A democracia, para aRebea, representa uma iconografia incondicional dos di logos, das multirrefer ncias dossujeitos e das interfer ncias, que muitas vezes nos cortam como espinhos de uma flor doCerrado, mas que buscam retornar na primavera da Caatinga.

10 Os caminhos da aprendizagemn o s o postos e a Rebea quer ser como um andarilho, caminhando sem pressa e sem viol ncia,buscando suas estrat gias nas ess ncias amaz nicas, matas atl nticas e guas MERLEAU-PONTY, M. Fenomenologia da percep o. S o Paulo: Martins Fontes, Contribui o da autora edi o de lan amento, gentilmente enviada para o n mero zero. Lais Mour o docente da UnB, pesquisadora em oambientalderevista brasileiraA revista instaura sua contribui o fraterna tessitura de confetos. Os sujeitosaqui participantes trazem suas colabora es com debates sobre as redes, sejam elas locais,universit rias ou de centros, al m de uma colabora o internacional e de outros que aindatrazem suas contribui es no mbito da forma o dos sujeitos, em espa os escolarizados eal m deles, brotando verde na gram nea brasileira que La s Mour o chamaria de GaiaNatureza .2 Celebremos oVF RUMBRASILEIRODEEDUCA OAMBIENTALM sica, maestros!


Related search queries