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ABORDAGEM COGNITIVO - COMPORTAMENTAL NO …

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. CENTRO DE FILOSOFIA E CI NCIAS HUMANAS. DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA. RELAT RIO DE EST GIO NA REA DE PSICOLOGIA CL NICA. ABORDAGEM COGNITIVO - COMPORTAMENTAL NO. ATENDIMENTO DE PACIENTES COM HIST RIA DE. DEPRESS O E D FICIT EM HABILIDADES SOCIAIS. LORINE TAVARES. 2005. I. IDENTIFICA O. ESTAGI RIA. Nome: Lorine Tavares Matr cula: 03117910. Assinatura: _____. SUPERVISOR ACAD MICO. Nome: Professor Doutor Jos Baus CRP: 12 / 270. Assinatura: _____. COORDENADOR DE EST GIOS DO CURSO DE PSICOLOGIA. Nome: Professor Edmilson A. Dias Assinatura: _____. 2. NDICE. II. Apresenta 006.

universidade federal de santa catarina centro de filosofia e ciÊncias humanas departamento de psicologia relatÓrio de estÁgio na Área de psicologia clÍnica

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. CENTRO DE FILOSOFIA E CI NCIAS HUMANAS. DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA. RELAT RIO DE EST GIO NA REA DE PSICOLOGIA CL NICA. ABORDAGEM COGNITIVO - COMPORTAMENTAL NO. ATENDIMENTO DE PACIENTES COM HIST RIA DE. DEPRESS O E D FICIT EM HABILIDADES SOCIAIS. LORINE TAVARES. 2005. I. IDENTIFICA O. ESTAGI RIA. Nome: Lorine Tavares Matr cula: 03117910. Assinatura: _____. SUPERVISOR ACAD MICO. Nome: Professor Doutor Jos Baus CRP: 12 / 270. Assinatura: _____. COORDENADOR DE EST GIOS DO CURSO DE PSICOLOGIA. Nome: Professor Edmilson A. Dias Assinatura: _____. 2. NDICE. II. Apresenta 006.

2 III. Fundamenta o Te 007. A Terapia COMPORTAMENTAL .. 007. A Terapia Cognitiva .. 008. A Terapia 010. IV. Alguns dos conceitos utilizados ao longo das sess es psicoter 011. A Rela o Terap utica .. 011. Ansiedade .. 013. Modelo da rela o entre pensamentos, estados de humor, comportamentos, rea es f sicas e ambiente.. 014. Regras ou 015. Cren as .. 015. Pensamentos Autom 015. Conting ncias de Refor 015. V. Teorias utilizadas para um melhor entendimento dos transtornos observados nos casos 016. A Adolesc ncia (Para uma melhor avalia o do Caso II E III).. 016. Depress o .. 019. O Modelo COGNITIVO da Depress o.

3 019. A Depress o segundo o modelo do Desamparo Aprendido .. 020. Suic dio: Fatores que levam a induzir essa a o (ver caso III).. 025. Fatores sociais de risco de suic dio e sinais de alerta .. 027. Comportamento Assertivo e Habilidade 029. VI. Algumas das t cnicas utilizadas nos casos 030. T cnicas 030. Tarefas de 031. Registro Di rio dos Pensamentos 031. O M todo Socr 031. 3. Testes Comportamentais .. 031. Planejamento de Atividades Di 032. Prescri o de Tarefas 032. A Preven o de Reca das .. 032. Treinamento em Habilidades Sociais .. 033. O Ensaio 033. Role-Playing .. 033. Feedback e Refor amento .. 034.

4 O Procedimento de Dessensibiliza o Sistem tica .. 034. Resolu o e Solu o de Problemas .. 035. VII. M todo .. 036. VIII. Descri o e S ntese dos Casos .. 037. Caso I: C . S ntese do 038. 1 Sess o .. 044. 2 Sess o .. 050. 3 Sess o .. 056. 4 Sess o .. 063. 5 Sess o .. 069. 6 Sess o .. 075. 7 Sess o .. 081. 8 Sess o .. 086. 9 Sess o .. 090. 10 Sess o .. 094. 11 Sess o .. 098. 12 Sess o .. 103. 13 Sess o .. 107. 14 Sess o .. 111. 15 Sess o .. 113. Caso II: G . S ntese do 116. 4. 1 Sess o .. 119. 2 Sess o .. 125. 3 Sess o .. 129. 4 Sess o .. 132. 5 Sess o .. 134. Caso III: S . S ntese do 138. 1 Sess o .. 141. 2 Sess o.

5 146. 3 Sess o .. 151. 4 Sess o .. 152. 5 Sess o .. 154. 6 Sess o .. 156. 7 Sess o .. 158. 8 Sess o .. 161. IX. Descri o dos ltimos casos atendidos .. 163. Caso IV: , 1 Sess o .. 164. Caso V: M , 1 Sess o .. 170. X. Considera es Finais .. 178. XI. Refer ncias Bibliogr 180. Anexo (Sess es Transcritas referentes ao caso II: G ).. 182. 5. II. APRESENTA O. O presente relat rio oferece o registro das atividades desenvolvidas em est gio pr - curricular durante o semestre letivo de , e curricular, referente ao semestre letivo de , em Psicologia Cl nica. O est gio refere-se aos atendimentos individuais, prestados pela estagi ria, no Servi o de Atendimento Psicol gico (SAPSI) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

6 Supervis es individuais e semanais foram feitas pelo professor encarregado (Professor Doutor Jos Ba s), visando que os casos fossem discutidos e encaminhamentos fossem feitos. Os atendimentos seguiram a ABORDAGEM COGNITIVO - COMPORTAMENTAL , onde se buscou remover ou modificar sintomas existentes, corrigir padr es de comportamentos desadaptativos e promover o desenvolvimento da personalidade. Importante mencionar que as queixas e demandas dos pacientes costumam agrupar-se no motivo da consulta, onde as queixas geralmente fazem refer ncia quilo que vai mal e o que se quer eliminar, e as demandas fazem refer ncia quilo que se quer adquirir, ao positivo.

7 Toda queixa, em geral, engloba uma demanda: uma nova forma de comportar-se ou uma mudan a no ambiente, que foi exatamente um dos maiores objetivos dos atendimentos realizados. Conforme CAMINHA et al. (2003) colocam, a terapia COGNITIVO - COMPORTAMENTAL tem v rios princ pios norteadores, dentre eles, despertar no paciente um senso de coopera o e confian a, e considera, contrariando muitas concep es distorcidas, as emo es e o relacionamento terap utico como valiosos instrumentos terap uticos. A Terapia COGNITIVO - COMPORTAMENTAL (TCC) foi desenvolvida, aprimorada e extensamente difundida na Europa e nos Estados Unidos nos ltimos vinte anos.

8 Caracterizada por ser muito bem estruturada, orientada ao momento presente, direcionada . resolu o de problemas atuais e modifica o de pensamentos e comportamentos disfuncionais. Achados cl nicos conduzidos atrav s de v rios estudos muito bem controlados, ap iam a efic cia desta forma de tratamento. Atualmente esta forma de psicoterapia vem se impondo como o principal e mais eficaz tratamento psicol gico para os transtornos emocionais. 6. III. FUNDAMENTA O TE RICA. Para uma melhor compreens o do m todo e das t cnicas utilizadas nas sess es de psicoterapia realizadas durante todo o est gio, indispens vel que antes, nos reportemos ao embasamento te rico subjacente Terapia COGNITIVO - COMPORTAMENTAL .

9 Para tanto, primeiramente dados gerais sobre a Terapia COMPORTAMENTAL e Terapia Cognitiva, como o hist rico, ser o levantados, buscando que esclarecimentos referentes ao surgimento da Terapia COGNITIVO - COMPORTAMENTAL sejam feitos. Posteriormente, conceitos utilizados no desenrolar dos atendimentos, assim como os transtornos observados e as t cnicas utilizadas nos casos atendidos ser o explicitadas, para que, ao fim da Fundamenta o Te rica, o leitor possa ler as sess es transcritas (em anexo) de um dos casos, e ler as s nteses dos demais, compreendendo o motivo do uso, seus objetivos e suas implica es. A TERAPIA COMPORTAMENTAL .

10 A Terapia COMPORTAMENTAL converteu-se em um movimento vis vel no princ pio dos anos 60. composta por diferentes conceitos te ricos, estrat gias e t cnicas, tendo seu in cio sustentado por muitos trabalhos como, por exemplo, os de Pavlov sobre o condicionamento cl ssico, os de Watson sobre o comportamentalismo, os trabalhos de Thorndike sobre a aprendizagem e, obviamente, os de Skinner sobre o condicionamento operante (CABALLO, 1996). O pressuposto central da Teoria COMPORTAMENTAL o de que um comportamento disfuncional foi aprendido e que pode ser desencadeado por sinais internos e externos associados a ele.


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