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A V A C Aquecimento Ar - pmcp-avac.com

Telefone: 965 555 628 Fax: 253 571 069 Email: P gina 1 de 6 A V A C Aquecimento Ventila o Ar Condicionado Aquecimento el ctrico Processos de produzir calor utilizando a energia el ctrica: Aquecimento por resist ncia el ctrica. Aquecimento por indu o electromagn tica. Aquecimento por arco el ctrico. Aquecimento por radia o de infravermelhos. Aquecimento por resist ncia el ctrica Segundo a lei de Joule, sempre que uma resist ncia R percorrida por uma corrente el ctrica I, liberta-se nela energia calor fica que dada por W = R I2 t (*) Este processo de produzir calor utilizado nos ferros de engomar, nas torradeiras, nos irradiadores, nos fornos el ctricos, no Aquecimento de gua, etc.

Telefone: 965 555 628 – Fax: 253 571 069 – Email: pedro.pinto@pmcp-avac.com Página 2 de 6 Aquecimento por radiação de infravermelhos É um processo de aquecimento que submete os objectos à incidência de raios

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1 Telefone: 965 555 628 Fax: 253 571 069 Email: P gina 1 de 6 A V A C Aquecimento Ventila o Ar Condicionado Aquecimento el ctrico Processos de produzir calor utilizando a energia el ctrica: Aquecimento por resist ncia el ctrica. Aquecimento por indu o electromagn tica. Aquecimento por arco el ctrico. Aquecimento por radia o de infravermelhos. Aquecimento por resist ncia el ctrica Segundo a lei de Joule, sempre que uma resist ncia R percorrida por uma corrente el ctrica I, liberta-se nela energia calor fica que dada por W = R I2 t (*) Este processo de produzir calor utilizado nos ferros de engomar, nas torradeiras, nos irradiadores, nos fornos el ctricos, no Aquecimento de gua, etc.

2 (*) W em Joule, R em Ohm, I em Amp re e o tempo t em segundos. Nota: 1 caloria = 4,18 Joule Aquecimento por indu o electromagn tica O secund rio do transformador constitu do por um recipiente met lico (que pode conter um liquido ou um s lido) com a forma de uma espira em curto-circuito. Ao aplicarmos uma tens o U1 ao prim rio do transformador, induzida uma corrente elevada no secund rio que libertar no recipiente met lico uma quantidade de calor elevada, que permite que este processo seja utilizado na ind stria para fundir metais. Aquecimento por arco el ctrico Se for aplicada uma tens o elevada (U) ente os dois el ctrodos (A, B), que est o colocados entre si a uma pequena dist ncia, salta atrav s do ar um arco el ctrico entre os dois el ctrodos.

3 Desenvolve-se assim uma elevada temperatura que pode ser usada por exemplo nos ferros de soldar por pontos. Arco el ctrico U I A B Telefone: 965 555 628 Fax: 253 571 069 Email: P gina 2 de 6 Aquecimento por radia o de infravermelhos um processo de Aquecimento que submete os objectos incid ncia de raios infravermelhos (que produzem calor) emitidos por uma ou v rias l mpadas. Este processo utilizado em estufas, na secagem de pinturas, etc. Ventila o A ventila o consiste em fazer a renova o do ar ambiente de forma a retirar os elementos poluidores. A ventila o pode ser feita, essencialmente de duas formas: Ventila o natural Ventila o for ada ou mec nica A ventila o for ada consiste em utilizar dispositivos pr prios (ventiladores, exaustores, extractores, etc.)

4 Que provocam o movimento do ar entre o interior e o exterior do recinto. Ventiladores Tipos de ventiladores: Ventiladores radiais ou centr fugos. Ventiladores axiais ou helicoidais. Ventiladores centr fugos (expulsam o ar em direc o radial ao seu eixo) O ar entra pela boca de entrada , passa pelas p s da turbina que o empurram para a voluta (conduta interna) saindo pela boca de sa da , com um dado caudal (m3/h) e uma dada press o de sa da. Conforme a necessidade do local, podem-se utilizar ventiladores centr fugos de baixos, m dios ou de elevados caudais e press es.

5 T m geralmente a sua maior aplica o em instala es industriais. 11 Ventiladores helicoidais (expulsam o ar segundo o eixo do ventilador) Telefone: 965 555 628 Fax: 253 571 069 Email: P gina 3 de 6 A caracter stica fundamental deste ventilador a forma das p s ventiladoras, as quais t m uma inclina o em rela o ao eixo, de modo que, ao girarem, efectuam um movimento em forma de h lice, pelo que o ar obrigado a passar atrav s delas, adquirindo a velocidade que lhe transmitida pelas p s. S o geralmente utilizados em locais em que a polui o reduzida. um sistema econ mico que apresenta um n vel de ru do baixo.

6 N mero de renova es de ar por hora (em fun o do local) 10 - 15 - teatros 2 - 4 - sala de aula* 6 - 8 - sala de jogos* (bilhares) 20 - 30 - sala de caldeiras 6 - 8 - sal es de baile* 6 - 10 - restaurantes* 30 - 60 - oficinas de pintura 20 - 30 - lavanderias 10 - 15 - lavabos 2 - 3 - igrejas 6 - 8 - garagens 20 - 30 - fundi es 6 - 12 - f bricas em geral 10 - 15 - cozinhas dom sticas 15 - 20 - cozinhas comerciais 10 - 15 - cinemas* 10 - 12 - bares e caf s* 6 - 10 - bancos N mero de renova es de ar por hora Natureza do local * Em locais com fumadores deve-se duplicar o n mero de renova es.

7 Caracter sticas dos ventiladores O ar deve ser renovado um determinado n mero de vezes por hora, conforme a natureza e caracter sticas do local. Por exemplo, uma cozinha dom stica deve ter 10 a 15 renova es de ar por hora. O caudal m nimo de sa da do ventilador para uma cozinha de 60 m3 seria: Caudal (m3/h) = n de renova es/hora x Volume do local Caudal = 15 x 60 Caudal = 900 m3/h Para al m do caudal h outras caracter sticas importantes a ter em conta: Telefone: 965 555 628 Fax: 253 571 069 Email: P gina 4 de 6 Press o de sa da do ar Tens o nominal do motor (monof sico ou trif sico) Velocidade do motor Pot ncia nominal do motor Refrigera o A refrigera o tem v rias aplica es, nomeadamente na climatiza o de salas, refrigera o e congela o de alimentos, etc.

8 Mudan a de estado dos corpos Vapor Liquido S lido Fus o Vaporiza o Condensa o Solidifica o Na refrigera o h necessidade de provocar algumas mudan as de estado nos fluidos frigor genos (*), isto , nos fluidos utilizados para provocar a refrigera o num determinado meio. L quidos frigor genos Refrigera o Climatiza o Congela o Refrigera o por absor o - 30 C - 40 C - 46 C - 33 C Fr on 12 (R12) Fr on 22 (R22) Fr on 502 (R502) Amon aco Aplica o Temperatura de vaporiza o Subst ncia Estes l quidos s o importantes em refrigera o, pois sabe-se que para que um l quido evapore necessita que lhe forne amos calor; isto , o corpo que lhe vai fornecer calor ir ficar mais frio, pois perdeu calor e, portanto, a sua temperatura baixa.

9 Este afinal o principio de funcionamento dos refrigeradores. Nota: A frigoria (fg) uma unidade pr tica utilizada vulgarmente em refrigera o. Telefone: 965 555 628 Fax: 253 571 069 Email: P gina 5 de 6 Refrigera o Tipos de refrigera o: Refrigera o por compress o. Refrigera o por absor o. Refrigera o por compress o Um sistema de refrigera o por compress o constitu do basicamente, para al m do l quido frigor fico, pelos seguintes elementos: evaporador compressor condensador v lvula de expans o ou regulador Os frigor ficos dom sticos s o refrigeradores por compress o, os congeladores e as arcas frigor ficas funcionam basicamente da mesma forma, no entanto, como a sua capacidade de congela o bastante maior utilizam um l quido frigor fico com menor temperatura de evapora o.

10 Refrigera o por compress o No evaporador, o liquido, a baixa press o, passa a vapor, arrefecendo o meio (pois tira-lhe calor). No condensador, o vapor, a alta press o, passa a l quido, libertando o calor que tinha recebido no evaporador. O compressor tem a fun o de provocar uma zona de baixa press o e outra de alta press o, de forma a serem poss veis as mudan as de estado da subst ncia frigor gena. Refrigera o por absor o A diferen a fundamental entre este refrigerador e o anterior que este n o tem compressor, pois o compressor aqui substitu do por um aquecedor que eleva a temperatura e press o do flu do frigor geno (amon aco NH3).


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