Transcription of VÁLVULAS 2 - MICRO Automación
1 V LVULAS 2. V lvulas direcionais Introdu o A fun o das v lvulas direcionais de permitir, orientar Existem diferentes tipos de comandos: musculares ou ou interromper um fluxo de ar. Por distribuir o ar aos manuais, mec nicos, pneum ticos, el tricos e eletrop- elementos de trabalho, s o conhecidas tamb m como neum ticos. v lvulas de distribui o. Constituem os instrumentos de comando de um circuito. V lvulas 2/2. Tamb m s o utilizadas em tamanhos menores como Pertencem a este grupo todas as v lvulas de fechamento emissoras ou receptoras de sinais para o comando das que possuem um orif cio de entrada e outro de sa da (2. v lvulas principais do sistema, e ainda em fun es de tratamento de sinais. vias) e duas posi es de comando.
2 S o utilizadas so- mente nas partes dos equipamentos pneum ticos onde 2. Duas das principais caracter sticas que possibilitam sua n o preciso efetuar a descarga do sistema alimentado classifica o, s o o n mero de vias e o n mero de posi- pela mesma v lvula; atuam somente como v lvulas de es, definidos a seguir: passagem. Podem ser normalmente fechadas ou abertas, dependendo se fecham ou habilitam a passagem respec- vias: Denominamos assim o n mero de bocais de cone- tivamente na sua posi o de repouso. x o do elemento de distribui o. Pode-se ter v lvulas de 2, 3, 4, 5 ou mais vias. N o poss vel um n mero de V lvulas 3/2. vias inferior a dois. Al m de alimentar um circuito, permitem a sua descarga ao serem comutadas.
3 Tamb m podem ser normalmente posi es: refere-se ao n mero de posi es est veis fechadas ou abertas. do elemento de distribui o. As v lvulas mais comuns possuem 2 ou 3 posi es, apesar de alguns modelos V lvulas 4/2. particulares possu rem mais. N o poss vel um n mero Possuem quatro orif cios de conex o, sendo um para de posi es inferior a dois. alimenta o, dois para utiliza es normais e um para es- cape, sendo este ltimo comum para ambas utiliza es. As v lvulas direcionais s o definidas conforme o n mero Operam em duas posi es de comando, sendo que para de vias e o n mero de posi es da seguinte forma: cada uma delas s uma utiliza o alimentada, enquan- to que a outra conectada ao escape; esta condi o . N Vias / N posi es invertida ao se comutar a v lvula.
4 Exemplos: 2/2 duas vias / duas posi es v lvulas 5/2. 3/2 tr s vias / duas posi es Possuem cinco orif cios de conex o e duas posi es de 4/2 quatro vias / duas posi es comando. A diferen a em rela o 4/2 que possuem 5/2 cinco vias / duas posi es dois escapes que correspondem um para cada utiliza o. 5/3 cinco vias / tr s posi es Isto possibilita entre outras coisas, controlar a velocidade etc. de avan o e retorno de um cilindro de maneira indepen- Configura o do s mbolo dente. O s mbolo representa a fun o da v lvula e sua forma de acionamento e/ou rea o. N o representa de forma v lvulas de 3 posi es alguma a v lvula do ponto de vista construtivo. O s mbolo As fun es das extremidades das v lvulas de tr s composto por duas partes bem definidas: posi- es s o id nticas s de duas posi es, todavia a Um bloco central, onde s o identificadas as posi es dife-ren a que estas incorporam uma posi o central est veis do elemento de comuta o e as vias de conex o adicio-nal.
5 Para cada posi o, e de dois blocos extremos que repre- Esta posi o poder ser de centro fechado, centro aberto sentam os modos de atua o ou comandos. ou centro sob press o. 1. Cada posi o da v lvula representada por um qua- Um centro aberto permite a interrup o intermedi ria de drado. Haver tantos quadrados adjacentes quantas posi es de distribui o houver na v lvula. um atuador de maneira livre, uma vez que ambas as c - 2. Os bocais s o representados por tra os unidos ao maras ficam conectadas ao escape nesta posi o. Um quadrado correspondente posi o normal de repouso centro fechado, ao contr rio, permitir uma interrup o da v lvula. intermedi ria, por m o cilindro ficar bloqueado pelo 3. As vincula es entre os bocais s o representadas por impedimento de seus escapes.
6 O centro com press o linhas e setas, indicando o sentido de circula o. Os mant m ambas as c maras alimentadas, o que permite bocais fechados s o representados por linhas transver- interromper com precis o um cilindro sem haste, com- sais. Tais representa es s o feitas para cada posi o. pensando eventuais perdas de ar no circuito. 4. As canaliza es de escape s o representadas por um tri ngulo, podendo ser: Eletrov lvulas a) Escape sem possibilidade de conex o (orif cio sem Nas eletrov lvulas, o sinal que origina a comuta o de rosca). b) Escape com possibilidade de conex o (orif cio com natureza el trica, excitando um solen ide que por a o rosca). magn tica provoca o deslocamento de um n cleo m vel O s mbolo completado com os esquemas correspon- interno que habilita ou n o a passagem do fluido.
7 Dentes aos comandos das v lvulas, sendo estes o meio Nos comandos diretos, o mesmo n cleo habilita ou n o pelo qual obtida a comuta o das suas posi es. a passagem principal do fluido; nos comandos eletrop- V lvulas direcionais Introdu o neum ticos, uma v lvula piloto de comando direto envia pe = Press o absoluta de alimenta o da v lvula (bar) o sinal pneum tico que desloca o distribuidor principal. (press o manom trica + 1,013). Qr = Vaz o exigida pelo acionamento (Nm3/h). Caracter sticas funcionais das v lvulas Existem v rias caracter sticas a serem definidas para a Recomenda es para montagem das v lvulas escolha de uma v lvula, que s o as seguintes: direcionais A vaz o nominal, expressa em Nl/min, representa a va- 1.
8 Na sua maioria todas as roscas s o G s cil ndricas z o normal de ar em l/min que passa pela v lvula, com (BSP). Deve-se tomar cuidado especial ao montar uma press o de alimenta o de 6 bar e uma perda de tubula es galvanizadas, que por serem de rosca carga de 1 bar. c nica podem causar a quebra do componente. Utilize A freq ncia de comuta o reflete a rapidez com que a preferencialmente conex es com rosca cil ndrica de v lvula comuta as suas posi es. assento frontal (BSP). 2. Se for utilizado selante de fita para as uni es rosque- Montagem das v lvulas adas, certifique-se que n o sobrem restos que possam As v lvulas direcionais na sua concep o b sica pos- penetrar no interior da v lvula e prejudicar seu bom suem os bocais de conex o diretamente sobre o seu cor- funcionamento.
9 Po. Esta forma de montagem adequada quando se trata 3. Ao montar a tubula o, certifique-se que n o haja cor- de automa es simples com uma quantidade reduzida pos estranhos em seu interior. recomend vel soprar de v lvulas. previamente com ar limpo e seco. Outra forma de montagem atrav s das bases unit rias, 4. N o monte as v lvulas em ambientes com temperatu- onde todas as conex es se encontram sobre uma parte ras maiores que as especificadas. inferior sem pe as m veis e sem manuten o. A reposi- 5. Em todos os casos certifique-se que o ar fornecido o ou manuten o peri dica da v lvula n o implica em para as v lvulas tenha sido previamente filtrado e de tarefas de desconex o e conex o, economizando tempo prefer ncia lubrificado.
10 Uma v lvula operada com ar e m o de obra. sem filtragem e sem lubrifica o fica sujeita diminui- Baseando-se neste crit rio, foram desenvolvidas as o da sua vida til. denominadas bases manifold ou bases para montagem 6. Muitas v lvulas s o similares externamente, entre- m ltipla. A diferen a em rela o s bases unit rias que tanto cumprem fun es diferentes ou trabalham com existem um canal comum para alimenta o e outro para press es diferentes. Para maior seguran a, verifique os escapes, proporcionando economia de conex es e o c digo da v lvula e confirme que seja o mesmo no tempo de montagem. Sendo as conex es feitas geral- cat logo do fabricante. mente por tr s, isto possibilita a montagem frontal das 7. Para maior seguran a nas conex es e evitar aciona- bases em pain is com as suas sa das pela parte de tr s mentos acidentais, verifique qual o bocal de press o, dos mesmos.