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3. FOLHA - UFU

14. A bainha a por o terminal do pec olo que abra a o caule geralmente bem desenvolvida FOLHA como no caso das Poaceae. Na fam lia Apiaceae sua prov vel fun o dar prote o s gemas Introdu o axilares. As est pulas s o estruturas laminares, geralmente A FOLHA um ap ndice caulinar presente em em n mero de dois, presentes na base das folhas, e quase todos os vegetais superiores, salvo exce es, variam muito em forma e tamanho, podendo ser como por exemplo, em algumas esp cies das livres ou n o. Neste caso podem concrescer com o fam lias Euphorbiaceae e Cactaceae, onde nesta pec olo, como no caso da roseira, ou o crescimento ltima comum a transforma o em espinhos.

na exposição da lâmina foliar à luz (fototropismo), podendo ainda estar unido à base da lâmina foliar, como ocorre na maioria das plantas, ou preso no meio da lâmina foliar. As folhas podem ser classificadas quanto à posição do pecíolo em: Peciolada: quando o pecíolo está presente. Exemplo: jasmim-manga (Plumeria rubra - Apocynaceae).

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1 14. A bainha a por o terminal do pec olo que abra a o caule geralmente bem desenvolvida FOLHA como no caso das Poaceae. Na fam lia Apiaceae sua prov vel fun o dar prote o s gemas Introdu o axilares. As est pulas s o estruturas laminares, geralmente A FOLHA um ap ndice caulinar presente em em n mero de dois, presentes na base das folhas, e quase todos os vegetais superiores, salvo exce es, variam muito em forma e tamanho, podendo ser como por exemplo, em algumas esp cies das livres ou n o. Neste caso podem concrescer com o fam lias Euphorbiaceae e Cactaceae, onde nesta pec olo, como no caso da roseira, ou o crescimento ltima comum a transforma o em espinhos.

2 A se d entre est pulas da mesma FOLHA ou entre as de FOLHA o rg o vegetativo que apresenta grande folhas diferentes. As est pulas podem ser axilares polimorfismo e adapta es a diferentes ambientes e (posi o axilar) ou interpeciolares (entre os pec olos fun es. de folhas diferentes). Este tipo de est pula Em geral s o estruturas planas (finas e amplas), caracteriza as esp cies da fam lia Rubiaceae. Em de modo que o tecido clorofiliano, respons vel pela alguns casos as est pulas s o bastante fotoss ntese, fica pr ximo superf cie. Se a forma da desenvolvidas, como acontece, por exemplo, na FOLHA facilita a capta o da luz, as aberturas ervilha (Pisum sativum - Fabaceae).

3 Nesta esp cie necess rias para a absor o do g s carb nico levam as est pulas auxiliam na fotoss ntese, compensando ao mesmo tempo perda de gua. As folhas s o as assim a redu o do limbo de algumas folhas, principais fontes de perda de gua das plantas. parcialmente transformados em gavinhas. E ainda Tendo-se em conta que a transpira o excessiva podem estar transformadas em espinhos, como pode levar desidrata o e, at mesmo, morte das ocorre em coroa-de-cristo (Euphorbia milii - folhas ou das plantas, em sentido amplo, a forma e a Euphorbiaceae). anatomia da FOLHA devem possibilitar uma rela o As est pulas, em alguns casos, s o bem que permita a captura de luz e absor o de g s desenvolvidas e soldam-se formando a crea, que.

4 Carb nico, evitando a perda excessiva de gua. uma membrana, que se inicia na base foliar , Al m da fotoss ntese, outros processos envolvendo uma certa extens o do caule acima da fisiol gicos importantes para as plantas t m lugar zona de inser o da FOLHA . encontrada nas folhas nas folhas, tais como: respira o, transpira o e das plantas da fam lia das Poligon ceas e . reserva de nutrientes. Para os seres vivos considerada como resultante da fus o de duas importante na alimenta o, sendo amplamente est pulas membran ceas, axilares. Exemplo: tapete- utilizada pelo homem na ind stria e no com rcio.

5 Ingl s (Polygonum capitatum - Polygonaceae). Em algumas esp cies as est pulas est o presentes Origem apenas quando a FOLHA bem jovem, caindo em seguida. Nessas esp cies as est pulas t m o papel As folhas originam-se a partir de protuber ncias de proteger as gemas, do mesmo modo que as formadas por divis es periclinais das c lulas nas escamas de gemas. A hera mi da (Ficus repens - camadas mais superficiais localizadas pr ximas ao Moraceae) tem sua gema terminal escondida entre meristema apical caulinar. Estas protuber ncias d o as est pulas das folhas novas. origem aos prim rdios foliares, os quais t m, assim, O limbo a parte essencial da FOLHA e caracteriza- origem ex gena.

6 No desenvolvimento da FOLHA est o se, em geral, por ser uma superf cie plana e ampla, envolvidas as atividades de v rios meristemas, e na sendo esta uma l mina verde, sustentada pelas maioria das folhas, o crescimento apical tem pouca nervuras, onde possibilita uma maior rea poss vel dura o. para a capta o de luz solar e do g s carb nico. O. limbo pode ser e inteiro na FOLHA simples, ou quando Partes da FOLHA a l mina foliar dividida em v rias unidades, a FOLHA composta. A forma da FOLHA dada pela forma Uma FOLHA completa apresenta: limbo (l mina), geral do limbo e apresenta grande variedade.

7 O. pec olo ou bainha, e um par de ap ndices foliares limbo foliar tem grande import ncia nos trabalhos de chamados est pulas na base do pec olo. taxonomia, filog nese e identifica o de plantas e 15. uma enorme gama de conceitos foi desenvolvida FOLHA com l gula (pequena l ngua): quando ocorre para melhor definir as diversas caracter sticas do uma forma o membranosa entre o limbo e a limbo. Assim, eles podem ser classificados quanto bainha. Exemplo: l rio-do-brejo (Hedychium sp. - forma, margem, base, pice, e aus ncia ou presen a Zingiberaceae). de tricomas e consist ncia.

8 O pec olo o eixo que sustenta a FOLHA e serve FOLHA adunada: quando duas folhas opostas, para unir a l mina foliar ao caule. Geralmente s sseis, apresentam-se soldadas pela base, arredondado na por o inferior e achatado ou parecendo ser perfuradas pelo caule. c ncavo na por o superior. Esta forma auxilia a Merecem ainda especial aten o, o palmito sustentar a l mina ao mesmo tempo em que (Euterpe edulis - Araceae) e a bananeira (Musa flex vel. O pec olo desempenha um importante papel paradisiaca - Musaceae). No primeiro caso, as na exposi o da l mina foliar luz (fototropismo), enormes bainhas das folhas que est o presentes no podendo ainda estar unido base da l mina foliar , topo da palmeira, envolvem o pice caulinar como ocorre na maioria das plantas, ou preso no protegendo-o, sendo esta por o protegida a parte meio da l mina foliar .

9 Comest vel do palmito. Na bananeira, o caule . subterr neo, e as bainhas formam um pseudocaule, As folhas podem ser classificadas quanto de onde se expandir em enormes limbos. Um ramo posi o do pec olo em: caulinar cresce a partir do rizoma por entre as bainhas, para produzir um cacho de flores e depois Peciolada: quando o pec olo est presente. os frutos. Exemplo: jasmim-manga (Plumeria rubra - Apocynaceae). Gloss rio de caracter sticas foliares Peltada: quando o pec olo est preso no meio da l mina foliar . Exemplo: mamona (Ricinus communis - Quanto forma do limbo: bastante variada e Euphorbiaceae).

10 Ser o citados a seguir apenas alguns dos tipos mais comuns: S ssil: quando o pec olo est ausente e a l mina foliar prende-se diretamente ao caule. Exemplo: Orbicular: com o contorno aproximadamente cora o-roxo (Tradescantia pallida - circular e o pec olo inserido na margem do limbo (fig. Commelinaceae). 1). Exemplo: aguap (Eichornia crassipes - Pontederiaceae). Nas folhas compostas, ap ndices semelhantes s est pulas, presentes na base dos pec olos s o denominados estipetas. Quando qualquer uma destas estruturas faltar, nesse caso, a FOLHA dita incompleta. As folhas incompletas podem ser classificadas Figura 1 Orbicular em: Peltada: semelhante a um escudo, contorno circular FOLHA peciolada: quando a FOLHA apresenta apenas e o pec olo inserido no centro do limbo (fig.)


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