Example: dental hygienist

A Lei do Uno - llresearch.org

A Lei do Uno Livro I O MATERIAL DE RA Por Ra, um Humilde Mensageiro da Lei do Uno A Lei do Uno: Livro 1 O MATERIAL DE RA Por Ra, um Humilde Mensageiro da Lei do Uno Direitos Autorais 1984 por James Allen McCarty, Don Elkins, e Carla Rueckert Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste trabalho deve ser reproduzida ou usada de qualquer forma ou por qualquer meio gr fico, eletr nico ou mec nico, incluindo fotoc pia ou armazenamento de informa o e sistemas de recupera o sem permiss o escrita do detentor dos direitos autorais. Cat logo de Dados de Publica o da Biblioteca do Congresso Ra (Esp rito) O Material de Ra. 1. Escrituras esp ritas. 2. Ci ncias Ocultas Miscel nea. I. McCarty, James Allen. II. Elkins, Don. III. Rueckert, Carla. IV. Title. 1984 3 82-12967 ISBN: 978-0- 945007-11-1 L/L Research Box 5195 Louisville, KY 40255-0195 USA Tradu o para o Portugu s: Daniel Andreazzi Uma Nota Sobre a Tradu o O tradutor fez o poss vel para realizar a melhor tradu o que ele capaz.

1981 os resultados experimentais de nossos esforços mudaram profundamente em qualidade e precisão. Este livro é simplesmente um relatório do início dessa mais

Tags:

  Livros

Information

Domain:

Source:

Link to this page:

Please notify us if you found a problem with this document:

Other abuse

Advertisement

Transcription of A Lei do Uno - llresearch.org

1 A Lei do Uno Livro I O MATERIAL DE RA Por Ra, um Humilde Mensageiro da Lei do Uno A Lei do Uno: Livro 1 O MATERIAL DE RA Por Ra, um Humilde Mensageiro da Lei do Uno Direitos Autorais 1984 por James Allen McCarty, Don Elkins, e Carla Rueckert Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste trabalho deve ser reproduzida ou usada de qualquer forma ou por qualquer meio gr fico, eletr nico ou mec nico, incluindo fotoc pia ou armazenamento de informa o e sistemas de recupera o sem permiss o escrita do detentor dos direitos autorais. Cat logo de Dados de Publica o da Biblioteca do Congresso Ra (Esp rito) O Material de Ra. 1. Escrituras esp ritas. 2. Ci ncias Ocultas Miscel nea. I. McCarty, James Allen. II. Elkins, Don. III. Rueckert, Carla. IV. Title. 1984 3 82-12967 ISBN: 978-0- 945007-11-1 L/L Research Box 5195 Louisville, KY 40255-0195 USA Tradu o para o Portugu s: Daniel Andreazzi Uma Nota Sobre a Tradu o O tradutor fez o poss vel para realizar a melhor tradu o que ele capaz.

2 L/L Research, entretanto, n o pode pessoalmente verificar que esta a tradu o mais exata poss vel. Pode haver discrep ncias de significado entre a vers o original em ingl s e a vers o traduzida. Quando em d vida, por favor, se poss vel, compare a tradu o com a vers o original para tentar esclarecer o significado de Ra. Ra solicitou com veem ncia que houvesse autenticidade ao compartilhar sua mensagem. Por exemplo, em resposta ao desejo do questionador de tirar e publicar fotografias do contato, Ra respondeu: "N s solicitamos que quaisquer fotografias digam a verdade, que elas sejam datadas e brilhem com uma claridade de forma que n o haja sombras de nada al m da genu na express o que pode ser ofertada queles que buscam a verdade. N s viemos como humildes mensageiros da Lei do Uno, desejando diminuir distor es. N s solicitamos que voc s, que t m sido nossos amigos, trabalhem com qualquer considera o, tais como a discutida acima, n o com o pensamento na remo o r pida de um detalhe desimportante, mas, como em todos os caminhos, considerem tal como mais uma oportunidade para, como os adeptos devem, serem voc s mesmos e oferecerem aquilo que est em e com voc s, sem nenhuma forma de pretens o.

3 " Por favor, sinta-se livre para contatar a L/L Research atrav s de email com quaisquer perguntas que voc possa ter com rela o ao significado de uma palavra, frase ou conceito. N s tamb m somos estudantes desta filosofia. ndice Introdu o .. 1 56 Sess o 1 .. 71 Sess o 2 .. 78 Sess o 3 .. 85 Sess o 4 .. 92 Sess o 5 .. 100 Sess o 6 .. 104 Sess o 7 .. 113 Sess o 8 .. 121 Sess o 9 .. 131 Sess o 10 .. 137 Sess o 11 .. 145 Sess o 12 .. 153 Sess o 13 .. 162 Sess o 14 .. 170 Sess o 15 ..179 Sess o 16 .. 188 Sess o 17 .. 203 Sess o 18 .. 217 Sess o 19 .. 227 Sess o 20 .. 237 Sess o 21 .. 248 Sess o 22 .. 257 Sess o 23 .. 266 Sess o 24 .. 274 Sess o 25 .. 281 Sess o 287 Introdu o DON ELKINS: Este livro uma transcri o exata das fitas de grava o de vinte e seis sess es de um experimento desenvolvido para comunica o com um ser extraterrestre. N s iniciamos o experimento em 1962 e refinamos o processo por dezenove anos. Em 1981 os resultados experimentais de nossos esfor os mudaram profundamente em qualidade e precis o.

4 Este livro simplesmente um relat rio do in cio dessa mais recente fase de nosso trabalho. Desde que nosso trabalho experimental come ou, e at mesmo antes de n s oficializarmos a forma o do grupo de pesquisas, houve uma confus o consider vel a respeito da natureza de nossa pesquisa. Eu gostaria de registrar que considero meu ponto de vista puramente cient fico. Muitos leitores deste material usaram como base para sua avalia o uma postura filos fica pr -concebida que varia desde o que eu chamaria de objetividade cient fica at subjetivamente teol gica. N o o prop sito, do nosso grupo de pesquisas, tentar fazer qualquer coisa al m de oferecer os dados experimentais. Cada leitor vai certamente formular sua pr pria conclus o a respeito do significado desses dados. Atualmente tem havido muita controv rsia a respeito dos fen menos que s o aparentemente incompat veis com os m todos de pesquisa cient ficas aceitos. Incluindo coisas como vnis, dobramento mental de metais, cirurgia ps quica, e muitos outros acontecimentos aparentemente milagrosos.

5 Provar ou contestar qualquer um desses fen menos certamente n o tarefa do observador casual. No entanto, grande parte da opini o p blica gerada a partir desses eventos parece ser o produto de uma investiga o r pida e superficial. Depois de quase trinta anos de pesquisa e experimenta o na rea - at ent o chamada de fen menos paranormais, devo recomendar cuidado extremo ao chegar a conclus es. Se for poss vel fazer dinheiro, ganhar notoriedade, ou mesmo tirar proveito criando uma farsa, provavelmente algu m ir faz -lo. Consequentemente, fen menos paranormais ou ps quicos tornam-se os principais alvos de trapaceiros, e 1 Introdu o o pesquisador cuidadoso geralmente tem de lidar com uma imensa quantidade de "falsas informa es" at que possa chegar a uma poss vel verdade. Parece-me que o paradigma cient fico atualmente aceito pouco adequado. Minha opini o que nossa atual filosofia natural uma abordagem muito pontual de um panorama bem mais geral ainda a ser revelado.

6 Tenho esperan as de que nossas pesquisas estejam na dire o desta descoberta. Depois de assimilar in meros milh es de palavras de uma comunica o alegadamente extraterrestre, tamb m minha opini o que este livro e os volumes subsequentes do material de Ra, cont m as informa es mais teis que eu j descobri. Como resultado de toda essa pesquisa nos campos consideravelmente confusos da Ufologia e da parapsicologia, eu, claro, formei minhas opini es atuais de como as coisas "realmente s o." Essa opini o pode mudar a qualquer momento medida que eu me tornar ciente de informa es futuras. Esse livro n o deve ser um tratado a respeito das minhas opini es, ent o eu n o tentarei defender seu valor. O que segue minha melhor tentativa de explicar o que n s achamos que estamos fazendo. S o tempo poder mostrar o qu o certa essa tentativa est . Nosso grupo de pesquisas usa o que eu prefiro chamar de "telepatia de transe sintonizado" para comunicar com uma ra a extraterrestre chamada de Ra.

7 N s usamos a l ngua inglesa porque conhecida por Ra. Na verdade, Ra a conhece mais que eu mesmo. Ra pousou na Terra a cerca de anos como um tipo de mission rio extraterrestre com o objetivo de ajudar os homens terrestres em sua evolu o mental. Fracassando em sua tentativa, Ra se retirou da superf cie terrena, mas continuou a monitorar de perto as atividades nesse planeta. Por essa raz o, Ra altamente informado a respeito de nossa hist ria, linguagens, etc. Provavelmente a coisa mais dif cil de entender sobre Ra sua natureza. Ra um complexo de mem ria social de sexta densidade. Sendo que a Terra est perto do fim do ciclo de evolu o de terceira densidade, isso significa que Ra est a tr s ciclos evolucion rios a frente de n s. Em outras palavras, o atual estado evolucion rio de Ra est a milh es de anos frente dos humanos. N o surpreendente que Ra teve dificuldades ao se comunicar com os seres humanos h anos.

8 O mesmo problema ainda existe em nosso "iluminado" tempo presente. 2 Introdu o No momento da escrita desta introdu o, n s j completamos mais de 100 sess es de comunica o experimental com Ra. S o aproximadamente palavras de informa es que me sugerem a possibilidade de um paradigma cient fico mais adequado. S o tempo e o futuro poder o validar e expandir este paradigma. Ufologia um assunto abrangente. Uma quantidade razo vel de material para fundamentar o assunto levaria facilmente essa introdu o ao tamanho de um livro. Portanto, o restante dessa introdu o n o tentar abranger cada por o desse campo de estudo diverso e crescente, mas se concentrar em algumas das partes pertinentes de nossa pesquisa desde nosso in cio at o dia presente e o contato com Ra. Eu pedi minha parceira de pesquisas de longa data, Carla L. Rueckert, para que contasse nossa hist ria. CARLA L. RUECKERT: Eu conheci Don Elkins em 1962. Para mim, ele tinha uma personalidade fascinante, uma rara combina o de um professor universit rio e um investigador ps quico.

9 Ele havia realizado bem mais de 200 regress es hipn ticas, sondando experi ncias anteriores ao nascimento e investigando a possibilidade de que a reencarna o pode n o ser apenas poss vel, mas como as coisas realmente s o. Em 1962, eu me integrei a um experimento que Don havia criado para iniciar a testar a hip tese que ele havia desenvolvido com a ajuda de Harold Price, um engenheiro da Ford Motor Company. Price apresentou a Don algumas informa es que Don achou bem interessante. Sua origem era alegadamente extraterrestre. Seu conte do era amplamente metaf sico e parecia estar alinhado com tudo que Don havia aprendido at aquele ponto. Dentro deste material, instru es foram dadas para criar os meios necess rios para gerar mais conte do a partir da mesma fonte sem a necessidade de um contato f sico direto com extraterrestres. A hip tese de Don era que este fen meno pode ser reproduzido; ent o, ele convidou uma d zia de seus estudantes de engenharia para participar de um experimento com o objetivo de alcan ar um tipo de contato telep tico com uma fonte similar do grupo de Detroit.

10 Eu fui o d cimo terceiro membro, ficando interessada no projeto atrav s de um amigo. Naqueles dias de tentativas de contato, com Don tentando incansavelmente manter a situa o sob controle, meses se passaram com o que pareciam ser incr veis, por m enigm ticos resultados. Enquanto 3 Introdu o nos sent vamos "meditando", conforme as instru es, todos no grupo exceto eu, come aram a fazer barulhos estranhos com suas bocas. Da minha parte, minha principal dificuldade ao longo daqueles primeiros seis meses era manter uma cara limpa e n o rir enquanto as sess es gradualmente se tornavam uma sinfonia estridente de barulhos guturais, goladas, e estalos de l ngua. A natureza do experimento mudou drasticamente quando o grupo foi visitado por um contatado de Detroit. O contatado se sentou com o grupo e quase imediatamente foi contatado aparentemente por uma impress o telep tica dizendo: "Por que voc s n o falam os pensamentos que est o em suas mentes?


Related search queries