Example: bachelor of science

AL R Intro - letrasclassicas.com.br

PETER V. JONESKEITH C. SIDWELLA prendendo LatimTEXTOS GRAM TICA VOCA BU L R IO EXERC CIOST radu o e supervis o:Isabella Tardin CardosoPaulo S rgio de Vasconcellose equipe Revis o geral:Alessandro Rolim de MouraxxxiiiIntrodu oSegundo a tradi o, Roma foi fundada em 21 de abril de 753 por R mulo, que se tornou o primeiro de uma s rie de sete reis. Em 509, o ltimo rei (Ta rqu ini u s S u -perbus, Tarqu nio o Soberbo ) deposto e tem in cio a Rep blica, o que foi visto como o in cio de um tempo de liberdade (l bert s). Durante esse per odo de gover no aristocr tico, Roma extendeu seu dom nio inicialmente sobre a It lia, em seguida sobre o Mediterr neo ocidental (Sic lia, Espanha e Norte da frica (Cartago)) e, por fi m, sobre o Mediterr neo oriental.

2 Introdução Introdução familia Eucliōnis quis es tū? ego sum Eucliō. senex sum. quis es tū? ego sum Phaedra. fīlia Eucliōnis sum. quis es tū?

Tags:

  Phaedra

Information

Domain:

Source:

Link to this page:

Please notify us if you found a problem with this document:

Other abuse

Advertisement

Transcription of AL R Intro - letrasclassicas.com.br

1 PETER V. JONESKEITH C. SIDWELLA prendendo LatimTEXTOS GRAM TICA VOCA BU L R IO EXERC CIOST radu o e supervis o:Isabella Tardin CardosoPaulo S rgio de Vasconcellose equipe Revis o geral:Alessandro Rolim de MouraxxxiiiIntrodu oSegundo a tradi o, Roma foi fundada em 21 de abril de 753 por R mulo, que se tornou o primeiro de uma s rie de sete reis. Em 509, o ltimo rei (Ta rqu ini u s S u -perbus, Tarqu nio o Soberbo ) deposto e tem in cio a Rep blica, o que foi visto como o in cio de um tempo de liberdade (l bert s). Durante esse per odo de gover no aristocr tico, Roma extendeu seu dom nio inicialmente sobre a It lia, em seguida sobre o Mediterr neo ocidental (Sic lia, Espanha e Norte da frica (Cartago)) e, por fi m, sobre o Mediterr neo oriental.

2 Desde o princ pio, Roma esteve em contato com a cultura grega, uma vez que os gregos tinham col nias estabelecidas na It lia e na Sic lia desde o s culo VII. Ao mesmo tempo, ao norte de Roma havia uma outra cultura desenvolvida: os etruscos. A cultura romana se desenvolveu sob a infl u ncia de ambas. Quando os romanos conquistam a Gr cia, em 146, descobrem-se de posse do ber o da mais prestigiosa das culturas mediterr neas. Sua rea o foi bastante complexa, mas poss vel divisar tr s lin has pr incipais. Eles se org ulhavam de suas realiza es militares e ad minist rativas, desdenhando dos gregos contempor neos que haviam derrotado. Por outro lado, partilhavam da rever ncia dos gregos contempor neos pelo imenso legado cultural deixado pelos antigos gregos Homero, Her doto, Tuc dides; os poetas tr gicos, os poetas c micos, os oradores.

3 O resultado dessa atitude amb gua foi uma decis o mais ou menos consciente de criar para si uma cultura digna da posi o romana enquanto nova pot ncia domi-nante. Tal cultura tomou a cultura grega em seu apogeu como fonte de inspira o e de emula o. Por m, o orgulho pr prio dos romanos garantiu que sua cultura fosse latina e sua literatura fosse escrita em latim, n o em grego. As famosas palavras de Hor cio ilustram o quanto Roma devedora da cultura grega:Graecia capta ferum uict rem c pit, et art sintulit agrest Lati . A Gr cia conquistada conquistou seu vencedor feroz e trouxe as artes para o L cio rude. Por outro lado, o poeta Prop rcio, contempor neo de Virg lio, refere-se Eneida de Virg lio nos seguintes termos:nescioquid maius n scitur liade Algo maior que a Il ada est nascendo xxxiv Os romanos sentiam agora que sua cultura estava em condi es de se comparar com o que os gregos haviam feito de melhor.

4 Essa venera o pelos gregos contrasta fortemente com, por exemplo, os constantes ataques do poeta sat rico romano Juve-nal contra os Graeculus suri ns ( greguinhos famintos ), que refl etem o desprezo aristocr tico pelos gregos modernos como descendentes decadentes do que j fora um grande povo. Ainda assim, em todos os per odos, alguns indiv duos gregos (como Pol bio, Posid nio, Part nio, Filodemo) contaram com a estima de Roma. Perto do fi nal do pr imeiro s culo, Roma se tor nara o cent ro cult u ral do mu ndo, aos olhos n o apenas dos romanos, mas tamb m dos gregos, j que agora muitos poetas, professores e fi l sofos gregos eram atra dos para l . parte da grandeza de Roma o fato de que, quando confrontada com a cultura grega, ela n o tenha se submetido muito menos superado quela, mas simplesmente aceitado o desafi o, assumindo o controle, transformando a mat ria e transmitindo o resultado para a Europa.

5 Sem a media o de Roma, nossa cultura seria bem diferente e, provavelmente, muito mais pobre. Na passagem a seguir, C cero, um dos mais infl uentes autores romanos, recorda a seu irm o Quinto (que era governador da sia Menor, uma prov ncia romana de popula o predominantemente grega) do comando de quem ele havia sido encarre-gado e da d vida que Roma possu a com eles:Como governamos uma ra a de homens que n o somente dotada de civili-dade, mas at mesmo, na opini o geral, a fonte da civilidade em si, que dela se espalhou para as demais, ent o com certeza devemos trat -los acima de tudo com a civilidade que deles recebemos. De fato, n o vou me envergonhar de dizer ainda mais ostentando uma vida e realiza es em que imposs vel vislumbrar a menor suspeita de indol ncia e leviandade que t udo o que perseg uimos, alcan amos g ra as aos con hecimentos e s artes que nos foram transmitidos pelos monumentos e pelas li es da Gr cia.

6 Por isso, al m da tutela normal que devemos dar a todos, muito al m disso, fi ca claro que temos um dever em particular diante dessa ra a de homens: a obriga o de exibir com gosto, para esses mesmos seres cujos ensinamentos nos educaram, o que aprendemos com eles.(C CERO, Ad Qu ntum )1 1 Tradu o de Ricardo da Cunha Lima. Cf. C CERO, Manual do candidato s elei es. Carta do bom administrador p blico. Pensamentos pol ticos selecionados, S o Paulo, Editora Nova Alexandria, 2000, p. 91. (N. T.) Introdu o1 Tito M cio (ou Maco) Plauto viveu provavelmente entre 250 e 180 Alguns afi rmam que ele escreveu perto de 130 com dias, mas apenas dezenove sobreviveram.

7 Como quase todo escritor romano, buscou a inspira o para sua obra em modelos gregos mais antigos, que fo-ram livremente traduzidos e adaptados para atender ao seu p blico, o espectador romano. Por exemplo, quase certo que a Aulul ria, a primeira pe a que vamos ler, foi escrita com base em uma pe a do ateniense Menandro ( ); e as Bacchid s encontram sua fonte no Dis exapat n ( O duplo engano ), do mesmo Menandro. Plauto escreveu com dias para serem encenadas durante os festivais romanos (f riae, l d ), per odos dedicados adora o dos deuses e ren ncia ao trabalho. Todas as pe as eram escritas em verso. Os atores da com dia grega usavam m scaras que cobriam toda a cabe a.

8 N o se sabe ao certo se Plauto seguiu essa conven o; n o obstante, a Introdu o Se o 1 traz ilustra es dos personagens plautinos usando m scaras gregas correspondentes a tipos da poca de Menandro respectivamente, o velho, a mo a e a o 1 A Aulula ria de PlautoA Aulul ria come a com a entrada em cena do Lar Familiar (deus romano protetor da casa e de seus moradores), que conta resumi-damente a hist ria da fam lia e chama a aten o do p blico para a avareza de Eucli o. Para efeito de adapta o, complementamos essa breve hist ria familiar com cenas tiradas de outras com dias romanas. Passaremos a acompanhar o texto de Plauto a partir da Se o 1C. 1 As ilustra es foram adaptadas de: T.

9 B. L. WEBSTER, Bulletin of the Institute of Classical Studies, Supplement 39 (1978): Monuments illustrating Old and Middle Comedy, 3rd edition revised and enlarged by J. R. Green. (Tipos: E, SS e U.) PARTE 1 Plauto e a tradi o c mica romana2 Introdu o Introdu o familia Eucli nisquis es t ? ego sum Eucli . senex es t ? ego sum phaedra . f lia Eucli nis es t ? Staphyla sum, serua Eucli estis? familia Eucli nis matis pers naeEucli : Eucli senex est, pater : phaedra f lia Eucli nis : serua Eucli nis senex est. Eucli senex au rus est. Eucli in aedibus habitat cum f li . f lia Eucli nis phaedra est. est et serua in aedibus. seruae n men est nis familia in aedibus habitat.

10 Sunt in famili Eucli nis paterfamili s, et phaedra f lia Eucli nis, et Staphyla serua. omn s in aedibus Introdu o 3 Vocabul rio da Introdu oaed s casaau rus avarento, mesquinhocum f li com (a, sua) fi lhaego eues tu s, est s, existes/ voc , est , existeest (ele/ ela) , est , existe; h estis v s sois, estais, existis/ voc s s o, est o, existemet e, tamb mEucli Eucli oEucli nis de Eucli oEucli nis familia fam lia de Eucli ofamilia fam liaf lia fi lhaf lia Eucli nis fi lha de Eucli ohabitant (eles/ elas) moramhabitat (ele/ ela) morain aedibus na casa, dentro da casain famili Eucli nis na fam lia de Eucli oomn s todos(as)paterfamili s chefe da fam lia, pai de fam liapater Phaedrae pai de FedraPhaedra FedraPhaedrae de Fedraqu quem?


Related search queries