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Contabilidade Intermediária - portalava.com.br

2010 ContabilidadeIntermedi riaAdriano GomesG633 Gomes, Adriano. / Contabilidade intermedi ria. / Adriano Gomes. Curitiba : IESDE Brasil , 2010. bibliografiasISBN: Legisla o. lise de balan o. 657 2010 IESDE Brasil proibida a reprodu o, mesmo parcial, por qualquer processo, sem autoriza o por escrito dos autores e do detentor dos direitos Brasil Al. Dr. Carlos de Carvalho, CEP: 80730-200 Batel Curitiba PR 0800 708 88 88 os direitos : IESDE Brasil da capa: IESDE Brasil GomesDoutor em Ci ncias Sociais (Responsabilidade Social Empresarial) pela Pontif cia Universida-de Cat lica de S o Paulo (PUC-SP). Mestre em Controladoria pela PUC-SP. P s-graduado em Fi-nan as Corporativas e de Mercado pelo Centro Universit rio da FEI-SP. Graduado em Adminis-tra o de Empresas pelo Centro Universit rio da FEI-SP.

Contabilidade Intermediária ação, cabe entender e visualizar as operações de compra e venda de mercadorias, desde casos mais simples até mais complexos envolvendo a …

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1 2010 ContabilidadeIntermedi riaAdriano GomesG633 Gomes, Adriano. / Contabilidade intermedi ria. / Adriano Gomes. Curitiba : IESDE Brasil , 2010. bibliografiasISBN: Legisla o. lise de balan o. 657 2010 IESDE Brasil proibida a reprodu o, mesmo parcial, por qualquer processo, sem autoriza o por escrito dos autores e do detentor dos direitos Brasil Al. Dr. Carlos de Carvalho, CEP: 80730-200 Batel Curitiba PR 0800 708 88 88 os direitos : IESDE Brasil da capa: IESDE Brasil GomesDoutor em Ci ncias Sociais (Responsabilidade Social Empresarial) pela Pontif cia Universida-de Cat lica de S o Paulo (PUC-SP). Mestre em Controladoria pela PUC-SP. P s-graduado em Fi-nan as Corporativas e de Mercado pelo Centro Universit rio da FEI-SP. Graduado em Adminis-tra o de Empresas pelo Centro Universit rio da FEI-SP.

2 Professor em disciplinas financeiras e de responsabilidade socioambiental na gradua- o e MBA da Escola Superior de Propaganda e Marketing de S o Paulo (ESPM-SP). Docente e palestrante em diversas institui es, com des-taque para ESPM, Associa o Comercial de S o Paulo (ACSP), Centro das Ind strias do Estado de S o Paulo (CIESP), Instituto de Organiza o Ra-cional do Trabalho (IDORT), SGS, INTEGRA O e ABIPLA, al m de diversos sindicatos representa-tivos dos setores econ micos brasileiros. Experi- ncia profissional de 16 anos como executivo de empresas industriais, comerciais e institui o fi-nanceira, al m de atuar com consultoria empre-sarial em empresas de m dio e grande portes. Autor dos seguintes livros: A Empresa gil, Ge-renciamento do Cr dito e Mensura o do Risco de Vender, Administra o para N o Administradores, A Responsabilidade e o Social.

3 Sum riosum riosum riosum rioA Contabilidade como ci ncia, seu objeto e m todo de an lise 1111 | Percurso hist rico da Contabilidade15 | O mecanismo de d bito e cr dito22 | O regime caixa e o de compet nciaPlano de contas, livros e mec nica de escritura o 3535 | Plano de contas38 | Constitui o de uma empresa43 | Livros48 | Mec nica de escritura oOpera es com mercadorias: movimenta es, apura es e tributos 6161 | Os registros das opera es t picas de uma empresaApura o cont bil do resultado: reconhecimento de valores 8585 | Forma o do ativo e formas de reconhecer seu valor Opera es financeiras, sal rios, encargos e deprecia o 109109 | A import ncia de calcular o resultado117 | Principais elementos que influenciam os resultadosDemonstra es cont beis: Balan o Patrimonial, Demonstra o de Resultados e Fluxo de Caixa 131131 | Balan o Patrimonial138 | Demonstra o de Resultados143 | Fluxo de CaixaDemonstra es cont beis.

4 DLPA, DMPL, DVA e Notas Explicativas 155155 | Introdu o158 | Demonstra o de Lucros ou Preju zos Acumulados (DLPA)162 | Demonstra o das Muta es do Patrim nio L quido (DMPL)164 | Demonstra o do Valor Adicionado (DVA)170 | Notas ExplicativasAspectos or ament rios e financeiros 181181 | Princ pios e conceitos b sicos de planejamento184 | Fatores importantes186 | Miss o da empresa186 | Or amento e contabilidade194 | Conclus osum riosum riosum riosum rioProjeto de Sistema de Contabilidade Gerencial e de Controle 203203 | Introdu o203 | Planejamento e controle das receitas215 | Or amento de despesasAdministra o da mudan a e fatores comportamentais 227227 | Introdu o228 | A cria o da estrat gia para mudarGabarito 251 Refer ncias 263 Anota es 271 Contabilidade Intermedi riaApresenta oEste livro tem o objetivo de apresentar uma vis o que perpassa desde a hist ria desta ci ncia at os t picos mais avan ados e contempor neos da disciplina.

5 Apoiados nas Leis e cap tulo primeiro apresenta e justifica o porqu de a Contabilidade ser considerada uma ci ncia e n o uma t cnica de separa o, classifica o e apresenta o dos fen menos econ micos, financeiros e patrimoniais. H uma rica abordagem hist rica, apresentando elementos do ponto de vista dos fundamen-tos que permanecem intactos desde sua fir-ma o como ci ncia em 1494 com a genial obra de Luca Bartolomeo de , para que tal ci ncia se con-substancie e materialize, h todo um conjunto de axiomas, normas e demais regras para seu funcionamento. Esses elementos s o vistos no cap tulo segundo, com um forte destaque para a constru o e elabora o do ponto de partida da Contabilidade : o plano de contas. Al m do plano de contas, esse cap tulo discu-te e explica o funcionamento dos livros cont -beis, quer sejam os obrigat rios, quer aqueles vez compreendido que se trata de uma ci ncia em pleno funcionamento e com os elementos constitutivos elementares em Contabilidade Intermedi riaa o, cabe entender e visualizar as opera es de compra e venda de mercadorias, desde casos mais simples at mais complexos envolvendo a tributa- o nas esferas federal e estadual, com tributos de ordem direta e indireta.

6 Esses pontos ser o estuda-dos no cap tulo cap tulo 4 trata de um dos assuntos mais importantes na gest o de uma empresa: o reco-nhecimento dos ativos. Por meio de m todos de reconhecimento de valores, descritos em detalhes, os interessados na mat ria poder o encontrar um vasto material com exemplos e fundamenta o te rica. A gest o de ativos, sem d vida, hoje um dos temas centrais nas empresas e sua compre-ens o e aplica o s o necess rias para a gest o a gera o do principal resultado de uma empresa, os gestores estar o debru ados para am-pliar a receita e diminuir custos e despesas. Dentre os principais gastos envolvidos, destacam-se as despesas financeiras, oriundas de opera es finan-ceiras entre a empresa e o setor financeiro, os sal -rios e encargos, quer seja da m o de obra direta, indireta e de funcion rios da administra o, e da deprecia o que ocorre devido ao uso, tempo e tecnologia.

7 Esses elementos de gasto de uma em-presa poder o conduzir, se bem administrados, a um desempenho acima da m dia do setor, ou, em ant tese, levar a empresa a uma situa o financeira muito ruim diante da concorr Intermedi riaOs cap tulos 6 e 7 tratam das demonstra- es cont beis. O interessado compreender a din mica e a constru o do Balan o Patrimo-nial, da Demonstra o do Resultado do Exer-c cio, Fluxo de Caixa pelos m todos direto e indireto, Demonstra o de Lucros e Preju zos Acumulados, Demonstra o das Muta es do Patrim nio L quido, Demonstra o do Valor Adicionado e Notas Explicativas. Vale ressaltar que todos os quadros demonstrativos est o atualizados e de acordo com as mudan as provocadas pela Lei , que inseriu a Contabilidade brasileira no cen rio interna-cional, adequando-a aos preceitos do Inter-national Financial Reporting Standards (IFRS) e das ltimas mudan as realizadas pela Lei at o cap tulo 7 h uma vis o retrospec-tiva, ou seja, o devido registro e an lise dos dados e fen menos ocorridos at a data da apresenta o, o cap tulo 8 tem um enfoque diferente: a proje o de dados futuros.

8 Os as-pectos or ament rios, sua fundamenta o e crit rios de planejamento financeiro s o ob-servados e exemplificados nesse cap Controladoria e todo o sistema cont bil s o analisados no cap tulo 9 e finalmente os aspectos atitudinais, sobretudo os ligados s mudan as, e comportamentais s o comenta-dos no ltimo cap Contabilidade como ci ncia, seu objeto e m todo de an lisePercurso hist rico da ContabilidadeContabilidade uma ci ncia. Ci ncia porque, no sentido positivista de ci ncia, possui objeto de estudo, que o patrim nio das entidades e tem um m todo pr prio de an lise, que o das partidas dobradas. Se quiser, ainda, h um axioma derivado do pr prio m todo que diz: todo d bito possui um cr dito correspondente .Embora se atribua a cria o das partidas dobradas a Luca Bartolomeo de Pacioli (1445-1517), com a sua obra datada de 1494, Tractatus de Compu-tis et Escripturis, que na verdade era o tratado n mero XI da primeira parte intitulada Summa de Arithmetica (todo o conjunto da obra recebeu o nome de Summa de Arithmetica, Geometria Proportioni et Proportionalita), tal fato absurdo do ponto de vista historiogr fico.

9 Pacioli sistematizou e eternizou tal pr tica em sua obra, jamais a criou. Na obra, Pacioli faz alus o a esse pro-cedimento como el modo de Vinegia ou, seja, o m todo de Veneza. Portan-to, a Contabilidade nasce como ci ncia em 1494 e Pacioli foi seu precursor. Depois dele vieram:Francesco de Villa La Contabilit Applicatta alle Administrazioni Private e Plubbliche;Antonio Tonzig juntamente com Francesco de Villa, s o os precurso- res da chamada Escola Administrativa de Contabilidade ;Giovanni Massa autor do Trattato Completo di Ragioneria;Vicenzo Mazi definiu em 1923 o patrim nio como objeto de estudo da Contabilidade ;Giovani Rossi precursor da Escola Matem tica de Contabilidade ; Giuseppe Cerboni fundador da Escola Toscana; 12A Contabilidade como ci ncia, seu objeto e m todo de an liseF bio Besta enfatiza que o valor o elemento fundamental da conta e se aproximou em definir o patrim nio como objeto de estudo da Contabilidade .

10 Autor de La Ragioneria;Eugen Schmalenbach fundador da Escola Alem ; Gino Zappa seguidor da tradi o da Escola Veneziana; Francisco D Auria introduziu no Brasil a corrente do pensamento universalista;Antonio Lopes de S avan ou com a Contabilidade para a chamada corrente frade toscano Luca Bartolomeo de Pacioli foi, portanto, o primeiro ex-positor do m todo que os venezianos utilizavam empiricamente nas ativi-dades mercantis. Al m disso, Pacioli ensina em seu livro boas maneiras de se conduzir um neg cio e como ser um comerciante de sucesso. Tr s coisas s o importantes, ensinou o mestre:capital ( pecunia numerata) sem o qual imposs vel iniciar qual-quer transa o;ser um bom contador e guardar a documenta o ( buon ragioniere e pronto computista);colocar em ordem a documenta o para que possa rapidamente ter informa o dos cr ditos e d que o m todo das partidas dobradas j era de franco conhe-cimento emp rico dos comerciantes venezianos.


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