Example: dental hygienist

CONTABILIDADE - Resumos.net

INSTITUTO SUPERIOR DE CI NCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESACONTABILIDADECONTABILIDADEFINANCE IRAFINANCEIRAE laborado por Daniel PimentelTendo por base as aulas do Professor Carlos Lopes INSTITUTO SUPERIOR DE CI NCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESACONTABILIDADE FINANCEIRA: CONTABILIDADE FINANCEIRA:1 Parte CONTABILIDADE Financeira I1 Parte CONTABILIDADE Financeira I Fundamentos e Conceitos da CONTABILIDADE M todo Contabil stico Normaliza o Contabil stica Estudo do POC Estudo do Balan o Activos e Passivos2 Parte 2 Parte CONTABILIDADE Financeira IIContabilidade Financeira II Cria o de EmpresasCria o de Empresas Opera es do Ciclo de Explora oOpera es do Ciclo de Explora o Opera es do Ciclo de InvestimentoOpera es do Ciclo de Investimento Opera es do Ciclo de FinanciamentoOpera es do Ciclo de Financiamento Prepara o da Informa o Financeira e Presta o de ContasPrepara o da Informa o Financeira e Presta o de Contas Consolida o de ContasConsolida o de Contas5 INSTITUTO SUPERIOR DE CI NCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESACONTABILIDADECONTABILIDADE FINANCEIRA I FINANCEIRA I NDICEF undamentos e Conceitos da Informa es (de cariz Financeiro).

INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA CONTABILIDADE FINANCEIRA I ÍNDICE Fundamentos e Conceitos da Contabilidade …

Information

Domain:

Source:

Link to this page:

Please notify us if you found a problem with this document:

Other abuse

Advertisement

Transcription of CONTABILIDADE - Resumos.net

1 INSTITUTO SUPERIOR DE CI NCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESACONTABILIDADECONTABILIDADEFINANCE IRAFINANCEIRAE laborado por Daniel PimentelTendo por base as aulas do Professor Carlos Lopes INSTITUTO SUPERIOR DE CI NCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESACONTABILIDADE FINANCEIRA: CONTABILIDADE FINANCEIRA:1 Parte CONTABILIDADE Financeira I1 Parte CONTABILIDADE Financeira I Fundamentos e Conceitos da CONTABILIDADE M todo Contabil stico Normaliza o Contabil stica Estudo do POC Estudo do Balan o Activos e Passivos2 Parte 2 Parte CONTABILIDADE Financeira IIContabilidade Financeira II Cria o de EmpresasCria o de Empresas Opera es do Ciclo de Explora oOpera es do Ciclo de Explora o Opera es do Ciclo de InvestimentoOpera es do Ciclo de Investimento Opera es do Ciclo de FinanciamentoOpera es do Ciclo de Financiamento Prepara o da Informa o Financeira e Presta o de ContasPrepara o da Informa o Financeira e Presta o de Contas Consolida o de ContasConsolida o de Contas5 INSTITUTO SUPERIOR DE CI NCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESACONTABILIDADECONTABILIDADE FINANCEIRA I FINANCEIRA I NDICEF undamentos e Conceitos da Informa es (de cariz Financeiro).

2 10 CONTABILIDADE Geral vs CONTABILIDADE Anal INSTITUTO SUPERIOR DE CI NCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA CONTABILIDADE Hist rica vs CONTABILIDADE CONTABILIDADE Financeira vs CONTABILIDADE de Gest Fluxos Econ Fluxos Fluxos Monet Patrim Balan Imobiliza Exist D vidas de Capital Pr Demonstra o dos Resultados por Proveitos e Custos Proveitos e Custos Proveitos e Custos Extraordin Rela o entre Balan o e Factos todo Contabil A Conta e os Lan amentos: No o e Classifica o de Contas ..18 Contas de Balan Contas de Contas Colectivas e Contas Division Contas Principais e Contas Subsidi Regras de Movimenta o de Contas ..19 Lan amento ..20 Sequ ncia do Trabalho Contabil Livros de Raz Di Extracto de INSTITUTO SUPERIOR DE CI NCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA Sistemas de Coordena o Contabil Sistema Cl Sistema Di rio Raz Sistema Sistemas Monistas e Codifica o Decimal das o Contabil Plano Oficial de Princ pios Contabil Crit rios de Crit rios de Valoriza o de Crit rios de Valoriza o de Sa Demonstra es Contabil Balan Demonstra o de Origem e Aplica o de Demonstra o dos Resultados por Demonstra o dos Resultados por Fun Demonstra o dos Fluxos de Anexo ao Balan o e Demonstra o de do POC Estudo do Balan o Activos e Estudo das [11] [12] Dep sitos [13] Dep sitos a [14] Outros Dep sitos Banc [15 e 18]

3 T tulos Negoci veis e Outras Aplica es de Valorimetria na Aquisi o de T tulos Negoci Distribui o de Aliena es de T tulos Negoci Valorimetria da Sa da de T tulos de INSTITUTO SUPERIOR DE CI NCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA Estudo de Aquisi o de Obriga Valorimetria dos Excedentes de Tesouraria Data do Balan D vidas Activas e [24] Estado e Outros entes P [241] Imposto Sobre o 2411 Pagamento por 2412 Reten o na Fonte de 2413 Imposto 2414 Imposto 2415 Imposto 2416 e 2417 Imposto a Pagar e a [243] Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA)..39 2431 IVA 2432 IVA Dedut 2433 IVA 2434 IVA Regulariza Regulariza es a Favor da Regulariza es a Favor o 2435 IVA 2436 IVA a 2437 IVA a [242] Reten o na Fonte pela Empresa sobre Rend. de 2421 Trabalho 2422 Trabalho Independente (Process. de Honor rios)..51 2423 Reten o de Impostos sobre Rend. de 2424 Reten o de Imposto sobre Rendimentos [21] [211] Clientes [212] Clientes T tulos a [218] Clientes de Cobran a [219] Adiantamentos de [22] [221] Fornecedores INSTITUTO SUPERIOR DE CI NCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA [222] Fornecedores T tulos a [228] Fornecedores Facturas em Recep o e Confer [229] Adiantamentos a Valorimetria das D vidas Activas e Provis es e Conting Acr scimos e Diferimentos (Conta 27).

4 58 [271] Acr scimos de [272] Custos [273] Acr scimos de [274] Proveitos Exist [31] Valorimetria na Aquisi o de Exist Valorimetria na Sa da de Exist Movimenta o das Exist Sistema de Invent rio Permanente (SIP)..63 Sistema de Invent rio Intermitente (SII)..63 Compras L quidas e Vendas L [38] Regulariza o de Exist Regulariza es Regulariza es Regulariza es Positivas e Negativas no Valorimetria de Exist ncias data do Balan [39] Provis es para Deprecia o de Exist Imobiliza Valorimetria na Aquisi o de Imobiliza [48] Amortiza es [41] Investimentos [411] Partes de [414] Investimento em Im [42] Imobiliza es Corp Constitui o de Sociedades / INSTITUTO SUPERIOR DE CI NCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA Trabalhos de Fim de Exerc E CONCEITOS DA CONTABILIDADE INFORMA ES (DE CARIZ FINANCEIRO) Conjunto de conhecimentos organizados e orientados para a tomada de decis es. Tendo por objectivo dar a conhecer os factos da vida contempor nea.

5 Possui quatro caracter sticas fundamentais:1 -Fiabilidade: garantia do n vel de confian a das demonstra es financeiras. , ent o, a garantia que as demonstra es financeiras est o libertas de erros e/ou omiss -Relev ncia: nas demonstra es financeiras est o todos os factos, s o o retracto de todos os factos patrimoniais que possam afectar a sua -Comparabilidade: permite a confronta o das demonstra es de cariz contabil stico no espa o (com outras organiza es) e no tempo (sentido evolutivo da organiza o).4 -Compreens vel: dever o utilizador da informa o financeira possuir as ferramentas e utens lios que lhe permitam extrair a informa o que ele necessita para a tomada de decis de informa o: Gestores / Contabilistas (para a tomada de decis es e planeamento); Administra o; Investidores / S cios / Accionistas (rentabilidade); Trabalhadores (remunera o, seguran a/estabilidade); Banca (retorno dos empr stimos); Estado (receitas fiscais e aumento da riqueza do pa s); Concorrentes (identificar as fragilidades); Clientes; Fornecedores (credibilidade da empresa).

6 CONTABILIDADE um conjunto de meios organizados que ir o permitir a recolha, tratamento, classifica o e s ntese da informa o financeira. Podemos dividir a CONTABILIDADE segundo v rias pticas: CONTABILIDADE Geral vs CONTABILIDADE Anal ticaContabilidade Geral ir preocupar-se com o registo dos factos patrimoniais resultantes da interac o da empresa com o seu meio Anal tica uma CONTABILIDADE interna, tendo como objectivo apurar custos internos e fazer a an lise dos neg cios da INSTITUTO SUPERIOR DE CI NCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESAC ontabilidade Hist rica vs CONTABILIDADE PrevisionalContabilidade Hist rica, preocupa-se com o registo dos factos patrimoniais Previsional, tem por objectivo planear e or amentar a vida das organiza es a partir do conhecimento da situa o econ mico/financeira e monet ria presente e Financeira vs CONTABILIDADE de Gest oContabilidade Financeira a CONTABILIDADE que estuda a interac o da empresa com o exterior, fornecendo aos decisores a informa o necess ria para as decis es, estuda a recolha e o registo da s ntese da informa de Gest o.

7 A CONTABILIDADE anal tica que permite estruturar o neg cio da empresa, conhecendo os resultados, os custos e proveitos, das reas de neg cio. uma CONTABILIDADE SOCIEDADES COMERCIAIS A empresa um conjunto de meios humanos, t cnicos e financeiros devidamente organizados e orientados para a realiza o de objectivos (resultado e lucro). As empresas ao interagir com o seu meio exterior geram tr s tipos de fluxos: Econ micos, Financeiros e Monet Econ micos Custos e Proveitos12 INSTITUTO SUPERIOR DE CI NCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESAC ustos, consumo de recursos por parte da empresa provenientes da sua utiliza o (utiliza o de factores produtivos). Documentos: nota interna de produ o, V/ factura, V/ factura-recibo, V/ venda a dinheiro. [V = Vossa ; N = Nossa]Proveitos, obten o de um rendimento, corresponde remunera o dos factores produtivos. Documentos: nota interna de produ o, N/ factura, N/ factura-recibo, N/ venda a Financeiros Despesas e ReceitasDespesas, contrac o de um divida, obriga o.

8 Documentos: V/ facturas, V/ factura-recibo, V/ venda a , contrac o de um direito. Documentos: N/ factura, N/ factura-recibo, N/ venda a Monet rios Pagamentos e RecebimentosPagamento, sa da de meios monet rios, est associada extin o de uma obriga o. Documentos: V/ recibo, V/ factura-recibo, V/ venda a , entrada de meios monet rios, est associado extin o de um direito. Documentos: N/ recibo, N/ factura-recibo, N/ venda a :Identifique a natureza dos fluxos presentes nas seguintes opera n. 5 do fornecedor J, relativo compra de mercadorias no valor de 5000 n. 5200 da EDP, relativo ao consumo de energia, no valor de 100 factura-recibo n. 1, relativo venda de 50% das mercadorias adquiridas na opera o 1, no valor de 3000 n. 7 da IBM, relativo compra de 3 pc s destinados ao escrit rio no valor de 2000 de lan amento do BPI, relativo a juros suportados da conta caucionar, no valor de 250 13 INSTITUTO SUPERIOR DE CI NCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESAF luxos FinanceirosFluxos Econ micosFluxos Monet riosDespesasReceitasCustosProveitosPagam entosRecebimentosOpera o 15000 Opera o 2100100100 Opera o 33000250030003000 Opera o 420002000 Opera o 5250250250 PATRIM NIO O Patrim nio de uma empresa composto por um conjunto de elementos patrimoniais, elementos estes que possuem duas partes que o definem: a sua natureza e o seu Patrim nio de uma empresa composto por elementos patrimoniais activos (bens e direitos) e passivos (obriga es).

9 A Situa o Liquida de uma empresa poder assumir tr s situa es: Situa o liquida positiva (A > P) (CP > 0) Situa o L quida Nula (A = P) Situa o L quida Negativa (A < P) (implica fal ncia t cnica)BALAN O Balan o: a imagem num determinado momento da empresa, ou seja, uma representa o est tica da empresa na qual podemos identificar os elementos patrimoniais, e as suas respectivas naturezas e o numa Perspectiva Financeira: d a conhecer as aplica es, os investimentos realizados pela empresa, e a forma como se procedeu ao seu financiamento, quer atrav s de origens externas (d vidas a terceiros), quer atrav s de origens internas (capital pr prio).14 INSTITUTO SUPERIOR DE CI NCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESAA ctivoOs elementos patrimoniais activos surgem dispostos no balan o segundo o grau de liquidez. Podemos agrupar os elementos patrimoniais activos em quatro grandes grupos: imobiliza es, Exist ncias, D vidas de terceiros e esCorrespondem ao conjunto de activos fixos que normalmente permanecem na empresa por um per odo superior a 1 ano.

10 Podemo-las dividir em: Imobiliza es T cnicas : compreendem os bens e direitos que est o afectos actividade da empresa, isto , indispens veis prossecu o do seu objecto social. Estes tamb m se designam por imobiliza es de explora o. Ainda poss vel subdividila em: Imobiliza es Corp reas s o todos os bens f sicos que permanecem na empresa normalmente mais de 1 ano, e que n o correspondem ao seu objecto social (neg cio da empresa). Exemplos: terrenos, edif cios, maquinas industriais (equipamento b sico), as viaturas (equipamento de transporte), as ferramentas e utens lios, imobili rio de escrit rio. Imobiliza es Incorp reas s o despesas de car cter plurianual, corresponde a activos n o f sicos e que devem ser reconhecidos com custo ao longo de v rios exerc cios. S o despesas capitaliz veis, entre outros destacamos as despesas com a constitui o e aumento de capital da sociedade, as despesas de investimento e despesas t cnicas, despesas com propriedade industrial (marca) e trespasses.


Related search queries