Example: dental hygienist

Curriculum vitae: Daniel Pinto

Caro colega, com um esp rito de partilha e inter-ajuda que disponibilizo este curr culo. N o que ele seja melhor ou mais completo que outros, mas porque sempre til conhecer perspectivas e modos de abordagem diferentes. Quanto mais largos forem os horizontes dos quais partimos, mais exigente pode ser o processo de escolha daquilo que queremos para n s pr m, com pesar que vejo que continuam a ser poucos os que tomam a iniciativa de partilhar o seu trabalho com os outros. Espero que o leitor, quando terminar o seu curr culo, se inclua neste grupo que queremos cada vez maior. No momento em que escrevo, existem diversas op es para fazer esta partilha. A mais f cil ser provavelmente a utiliza o dos arquivos do grupo de discuss o MGF_XXI ou a Biblioteca virtual deste grupo. Se tiver dificuldade em faz -lo, n o hesite em pedir ajuda.

Caro colega, É com um espírito de partilha e inter-ajuda que disponibilizo este currículo. Não que ele seja melhor ou mais completo que outros, mas porque é …

Information

Domain:

Source:

Link to this page:

Please notify us if you found a problem with this document:

Other abuse

Advertisement

Transcription of Curriculum vitae: Daniel Pinto

1 Caro colega, com um esp rito de partilha e inter-ajuda que disponibilizo este curr culo. N o que ele seja melhor ou mais completo que outros, mas porque sempre til conhecer perspectivas e modos de abordagem diferentes. Quanto mais largos forem os horizontes dos quais partimos, mais exigente pode ser o processo de escolha daquilo que queremos para n s pr m, com pesar que vejo que continuam a ser poucos os que tomam a iniciativa de partilhar o seu trabalho com os outros. Espero que o leitor, quando terminar o seu curr culo, se inclua neste grupo que queremos cada vez maior. No momento em que escrevo, existem diversas op es para fazer esta partilha. A mais f cil ser provavelmente a utiliza o dos arquivos do grupo de discuss o MGF_XXI ou a Biblioteca virtual deste grupo. Se tiver dificuldade em faz -lo, n o hesite em pedir ajuda.

2 Certamente algu m dentro da comunidade de internos de MGF o ajudar a ultrapassar as barreiras t o-lhe tamb m que, caso este curr culo lhe tenha sido til de alguma forma, o cite nas suas refe-r ncias bibliogr ficas. Este um passo essencial para que outros possam confiar os seus trabalhos a toda a comunidade de internos de Medicina Geral e , Janeiro de 2010 Daniel PintoEndere o do grupo MGF_XXI: citar este documento: Pinto , D. Curriculum vitae para a prova de avalia o final do Internato de Medicina Geral e Familiar. Vol I, Corpo curricular [Internet]. Oeiras, Janeiro 2010. Dispon vel em: [acedido a dd/mm/aaaa]Distribu do sob a licen a Atribui o - Uso N o-Comercial Partilha nos Termos da Mesma Licen- a Creative do sob a licen a Atribui o - Uso N o-Comercial Partilha nos Termos da Mesma Licen a Creative ICorpo curricularDaniel Jos Leiras Leal PintoJaneiro 2010 Curriculum vitaeiCurriculum vitae destinado prova curricular de avalia o final do Internato M dico de Medicina Geral e Familiar 30 curso da Coordena o do Internato de Medicina Geral e Familiar da Zona SuliiiAgradecimentos minha fam lia, pelo apoio incondicional Rita e Susana por me terem integrado e apoiado desde o in cio do internato Carolina e Salom , companheiras de percurso, e a todos os internos doCS de Oeiras pela camaradagemAos profissionais da USF S o Juli o, por me mostrarem o que uma equipaAo Dr.

3 Jos Mendes Nunes por ter sido a b ssola que me guiou durante o internatovAbreviAturAs Dispon vel no CD Dispon vel no volume II ACES Agrupamento de Centros de Sa de AMI Assist ncia M dica Internacional APDP Associa o Protectora dos Diab ticos de Portugal APMCG Associa o Portuguesa dos M dicos de Cl nica Geral ARS Administra o Regional de Sa de AVC Acidente Vascular Cerebral CHCR Centro Hospitalar de Caldas da Rainha CHLO Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental CIMGF Coordena o de Internato de Medicina Geral e Familiar CNMI Conselho Nacional do M dico Interno CS Centro de Sa de CTG Cardiotocograma DIU Dispositivo Intra-Uterino EIO Equipa Integrada de Orientadores HEM Hospital Egas Moniz HSAC Hospital de Santo Ant nio dos Capuchos HSFX Hospital de S o Francisco Xavier HSM Hospital de Santa Maria ICD-10 Classifica o Internacional de Doen as - 10 edi o [International Classification of Diseases - 10th edition] ICPC-2 Classifica o Internacional de Cuidados Prim rios 2 edi o [International Classification for Primary Care - 2nd edition] LSIL Low-grade Squamous Intraepithelial Lesion MGF Medicina Geral e Familiar NE N o Especificado ORL Otorrinolaringologia PDA Personal Digital Assistant SAM Sistema de Apoio ao M dico SIDA S ndroma da Imunodefici ncia Adquirida SINUS Sistema de Informa o para Unidades de Sa de USF Unidade de Sa de Familiar VIH V rus da Imunodefici ncia Humana WONCA World Organization of National Colleges, Academies and Academic Associations of General Practitioners/Family Physiciansvii ndice ndicePre mbulo.

4 1 Parte I Identifica o e Dados Biogr ficos ..3 Identifica o ..5 Biografia ..6 Parte II Fase Pr -Forma o Espec fica ..7 Est gios Pr -Graduados ..9 Ano Comum ..11 Parte III Internato M dico de Medicina Geral e Familiar ..13 Introdu o ..15 Est gios Hospitalares Obrigat rios ..17 Est gio de Pediatria ..17 Est gio de Obstetr cia ..24 Est gio de Medicina de Urg ncia ..30 Est gio de Sa de Mental ..34 Est gios Opcionais ..40 Est gio de Ginecologia ..40 Est gio de Otorrinolaringologia ..45 Est gio de Dermatologia.. 49 Est gio de Diabetologia ..54 Est gio de Medicina Geral e Familiar ..59 Caracteriza o do concelho de Oeiras ..59 ACES ..61O Centro de Sa de ..61A lista de utentes ..70 Utilizadores ..70 Escolaridade ..71 Situa o profissional ..71H bitos ..71 ndice de massa corporal ..72 Estado civil ..72 Fam lias ..72 Problemas ..73 Grupos com necessidades espec ficas.

5 75 Causas de morte ..80 Indicadores de utiliza o ..80 Vacina o ..80 Rastreio oncol gico ..82 Organiza o da consulta ..82 Consultas ..83 Utilizadores ..85 Grau de participa o ..85Sa de de adultos ..87 Curriculum vitae: Daniel PintoviiiSa de infantil e juvenil.. 89Sa de materna.. 91 Planeamento familiar ..92 Rastreio oncol gico ..95 Consulta domicili ria ..96 Consulta do dia ..97 Consulta de inter-substitui o ..100 Contactos indirectos ..101 Grupos com necessidades especiais ..102 Avalia o da qualidade dos registos ..107 Dura o das consultas ..109 Videograva es ..109 Conclus o ..110 Promo o institucional ..111 Participa o em grupos de trabalho ..111 Participa o em sess es cl nicas ..112 Participa o em n cleos de forma o e/ou documenta o ..112 Actividades de investiga o ..113 Outras actividades desenvolvidas no mbito da MGF ..114 Est gios com outros m dicos de fam lia.

6 114 Actividades de enfermagem ..115 Reuni es da Direc o de Internato ..115 Grupo Balint ..115 Cursos e actividades de actualiza o ..117 Cursos curriculares da Coordena o de Internato ..117 Cursos Extra-Curriculares ..118 Outras formas de actualiza o ..120 Congressos, jornadas e encontros ..121 Actividade cient fica ..124 Artigos Publicados..124 Comunica es Orais ..125 Posters ..126 Comunica es em Reuni es de Servi o ..126 Outros ..128Pr mios ..128 Parte IV Actividades extra-curriculares ..129 Actividades como formador ..131 Organiza o de eventos cient ficos ..131 Vers o electr nica da ICPC 2 ..132 Ordem dos M dicos ..132 Revista Portuguesa de Cl nica Geral ..133 Coment rio final ..135 Refer ncias ..136ix ndice de quadros ndice de quAdrosQuadro I. Cronograma dos est gios do 6 ano da licenciatura ..9 Quadro II. Cronograma dos est gios do Ano Comum.

7 11 Quadro III. Cronograma dos est gios durante a forma o espec fica em MGF ..15 Quadro IV. Problemas registados no ber rio ..18 Quadro V. Consultas registadas durante o est gio de pediatria ..18 Quadro VI. Problemas mais frequentes no est gio de pediatria ..20 Quadro VII. Problemas mais frequentes na urg ncia pedi trica ..22 Quadro X. Problemas mais frequentes na consulta de obstetr cia ..25 Quadro VIII. Distribui o et ria das gr vidas observadas no est gio de obstetr cia ..25 Quadro IX. Idade gestacional das gr vidas observadas no est gio de obstetr cia ..25 Quadro XI. Distribui o et ria das mulheres observadas na urg ncia de ginecologia e obstetr cia ..27 Quadro XIII. Problemas mais frequentes na urg ncia de ginecologia e obstetr cia ..28 Quadro XII. Idade gestacional, em semanas, das gr vidas observadas na urg ncia de obstetr cia ..28 Quadro XIV.

8 Problemas mais frequentes na val ncia de cirurgia do est gio de medicina de urg ncia ..31 Quadro XV. Problemas mais frequentes na val ncia de medicina do est gio de medicina de urg ncia ..32 Quadro XVI. Problemas mais frequentes na val ncia de ortopedia do est gio de medicina de urg ncia ..33 Quadro XVII. Consultas registadas no est gio de sa de mental ..35 Quadro XVIII. Problemas mais frequentes no est gio de sa de mental..36 Quadro XIX. N mero de psicof rmacos prescritos por doente no est gio de sa de mental ..36 Quadro XX. Psicof rmacos mais prescritos no est gio de sa de mental ..37 Quadro XXI. Atitude perante a referencia o no est gio de sa de mental ..37 Quadro XXII. Consultas de ginecologia ..40 Quadro XXIII. Problemas mais frequentes no est gio de ginecologia ..42 Quadro XXV. Atitude perante a referencia o no est gio de ginecologia ..43 Quadro XXIV.

9 Gestos praticados durante o est gio de ginecologia..43 Quadro XXVI. Aprendizagem no est gio de ginecologia ..44 Quadro XXVII. Grau de participa o no est gio de ginecologia ..45 Quadro XXVIII. Problemas mais frequentes na consulta de ORL..46 Quadro XXIX. Problemas mais frequentes na urg ncia de ORL..48 Quadro XXX. Consultas registadas no est gio de dermatologia ..50 Quadro XXXI. Problemas mais frequentes no est gio de dermatologia ..51 Quadro XXXII. Atitude perante a referencia o no est gio de dermatologia ..52 Quadro XXXIII. Problemas mais frequentes nas consultas de diabetologia e cardiologia ..55 Quadro XXXIV. Compara o da popula o de Oeiras com a popula o de Portugal ..60 Quadro XXXV. Profissionais ao servi o do ACES de Oeiras ..63 Quadro XXXVI. Utentes inscritos por unidade do ACES ..65 Quadro XXXVII. Indicadores de utiliza o da USF S o Juli o.

10 67 Quadro XXXVIII. Precocidade das consultas de sa de infantil e sa de materna ..68 Quadro XXXIX. Taxa de cobertura vacinal na USF S o Juli o ..68 Quadro XL. Redes de referencia o hospitalar do Centro de Sa de de Oeiras ..69 Quadro XLI. Tempo decorrido desde a ltima consulta ..70 Quadro XLIV. H bitos dos utentes com 16 ou mais anos ..71 Curriculum vitae: Daniel PintoxQuadro XLII. Grau de escolaridade dos utentes com 16 ou mais anos ..71 Quadro XLIII. Situa o profissional dos utentes com 16 ou mais anos ..71 Quadro XLV. ndice de massa corporal dos utentes com 18 ou mais anos ..72 Quadro XLVI. Estado civil dos utentes com 16 ou mais anos ..72 Quadro XLVII. N mero de elementos por agregado familiar ..72 Quadro XLVIII. Tipos de fam lia na lista de utentes ..72 Quadro XLIX. Fases do ciclo de vida de Duvall ..73 Quadro L. Problemas de sa de mais frequentes na lista de utentes.


Related search queries