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DIFICULDADES DE LEITURA NO 2º ANO DO CICLO I …

III ENCONTRO CIENT FICO E SIMP SIO DE EDUCA O UNISALESIANO Educa o e Pesquisa: a produ o do conhecimento e a forma o de pesquisadores Lins, 17 21 de outubro de 2011 1 /10 DIFICULDADES DE LEITURA NO 2 ANO DO CICLO I DO ENSINO FUNDAMENTAL Aline Evelyn Pereira Augusto - Claudia Ferreira dos Santos - J ssica dos Santos Alves - Profa. Ma. Elaine Cristina Moreira da Silva Profa. Ma. Fatima Eliana Frigatto Bozzo RESUMO A LEITURA promove socialmente o indiv duo, possibilitando seu acesso ao conhecimento e cultura. N o aprender a ler pular um processo de desenvolvimento da crian a em sua vida social e escolar, negar o direito cidadania, impossibilitando-o de desvendar o mundo, por meio da LEITURA e de escrever sua pr pria hist ria. Isso posto, torna-se essencial a busca, no espa o escolar, de mecanismo de compreens o das principais causas da n o aprendizagem da LEITURA , para fazer interven es pedag gicas necess rias.

III ENCONTRO CIENTÍFICO E SIMPÓSIO DE EDUCAÇÃO UNISALESIANO Educação e Pesquisa: a produção do conhecimento e a formação de pesquisadores

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1 III ENCONTRO CIENT FICO E SIMP SIO DE EDUCA O UNISALESIANO Educa o e Pesquisa: a produ o do conhecimento e a forma o de pesquisadores Lins, 17 21 de outubro de 2011 1 /10 DIFICULDADES DE LEITURA NO 2 ANO DO CICLO I DO ENSINO FUNDAMENTAL Aline Evelyn Pereira Augusto - Claudia Ferreira dos Santos - J ssica dos Santos Alves - Profa. Ma. Elaine Cristina Moreira da Silva Profa. Ma. Fatima Eliana Frigatto Bozzo RESUMO A LEITURA promove socialmente o indiv duo, possibilitando seu acesso ao conhecimento e cultura. N o aprender a ler pular um processo de desenvolvimento da crian a em sua vida social e escolar, negar o direito cidadania, impossibilitando-o de desvendar o mundo, por meio da LEITURA e de escrever sua pr pria hist ria. Isso posto, torna-se essencial a busca, no espa o escolar, de mecanismo de compreens o das principais causas da n o aprendizagem da LEITURA , para fazer interven es pedag gicas necess rias.

2 A abordagem desse tema torna-se importante, pois refletir sobre as DIFICULDADES na LEITURA , vivenciada no cotidiano escolar e suas poss veis vari veis. Palavras-chave: DIFICULDADES de LEITURA , interven es pedag gicas, afetividade entre professor e aluno. INTRODU O Essa produ o acad mica tem como objetivo geral investigar as principais DIFICULDADES que interferem no processo de aprendizagem da LEITURA , tendo como consequ ncia a dificuldade de LEITURA do aluno do CICLO I, do Ensino Fundamental. Um aluno em processo de alfabetiza o exige saberes conceituais por parte dos professores, para que ocorra a aprendizagem da LEITURA . Al m dos problemas did ticos e da falta de est mulo para a LEITURA , vinda do ambiente familiar, que dificultam o processo de aprendizagem, poss vel afirmar que alguns alunos apresentam dist rbios e DIFICULDADES de aprendizagem, que independem do processo de ensino.

3 Os objetivos dessa produ o s o: analisar a rela o aluno-professor, no 2 ano do ensino fundamental, na hora da LEITURA ; verificar o incentivo LEITURA , que dada pela fam lia s crian as com DIFICULDADES no ato de ler, nos alunos do 2 ano do CICLO I do Ensino Fundamental e verificar quais estrat gias de trabalho diferenciado que o professor utiliza para alunos com dificuldade de LEITURA , no 2 ano do CICLO I, do Ensino Fundamental. III ENCONTRO CIENT FICO E SIMP SIO DE EDUCA O UNISALESIANO Educa o e Pesquisa: a produ o do conhecimento e a forma o de pesquisadores Lins, 17 21 de outubro de 2011 2 /10 A metodologia utilizada para a realiza o desse trabalho, quanto aos objetivos, foi explorat rio, levantamento bibliogr fico; entrevistas com pessoas que tiveram experi ncias pr ticas com o problema pesquisado; e an lise dos exemplos que estimulem a compreens o.

4 Quanto aos procedimentos, a pesquisa foi bibliogr fica e de levantamento; utilizando os procedimentos: hist rico, comparativo estat stico. Os instrumentos para a coleta de dados foram: question rios e observa o dirigida, os dados ser o analisados atrav s do enfoque de an lise qualitativa. DIFICULDADES DE LEITURA NO 2 ANO DO CICLO I DO ENSINO FUNDAMENTAL Desde o inicio da inf ncia, importante o contato da crian a com livros. Quanto mais cedo houver esse contato, maiores habilidades vir o a ser desenvolvidas, no per odo da vida escolar. Ler de fundamental import ncia, na vida de uma crian a. A LEITURA n o um conhecimento adquirido apenas na escola; esta se faz presente no dia a dia de todas as pessoas e cumpre diversas fun es sociais. A crian a, como um ser social, tem contato desde cedo com o mundo letrado, por meio de r tulos, placas, televis o, roupas, letreiros.

5 Antes mesmo de ser alfabetizada, a crian a pode apresentar a capacidade de interpretar e produzir, tudo dentro do que v diariamente. Um exemplo dessa LEITURA s o os r tulos de produtos aliment cios, ao mostrar um produto conhecido para ela, mesmo sem saber ler convencionalmente, ela saber dizer de qual produto se trata. Outro exemplo a diferencia o de livros, jornais, revistas. Figura 1: sala de aula Fonte: III ENCONTRO CIENT FICO E SIMP SIO DE EDUCA O UNISALESIANO Educa o e Pesquisa: a produ o do conhecimento e a forma o de pesquisadores Lins, 17 21 de outubro de 2011 3 /10 A crian a tem seu primeiro contato com a LEITURA de forma oral, por meio de sua fam lia, atrav s de leituras durante o dia, ou at mesmo na hora de dormir; s o momentos incentivadores para a forma o de futuros leitores. Ler historia para crian as, sempre, poder sorrir, rir, gargalhar com situa es vividas pelas personagens, com a ideia do conto ou com o jeito de escrever dum autor e, ent o, poder ser um pouco c mplice desse momento de humor, de brincadeira, de (ABRAMOVICH, 2002, p.)

6 17). Ao contar hist rias para as crian as, trabalha-se sua imagina o, intrigando-a a pensar, explorar novos mundos. Se a hist ria for bem contada, com entona o e emo o, a crian a acaba se sentindo dentro dela, surgem, ent o, diversas emo es importantes: alegria, raiva, tristeza, pavor, entre outros. A LEITURA ir auxiliar em toda vida escolar do indiv duo, ela possibilita intensificar o mecanismo de expressividade e de crescimento do aluno, auxiliando-o na supera o da defasagem, encontrada nos anos posteriores alfabetiza o, quando o mesmo n o obteve todo o xito esperado, por parte da escola. A LEITURA favorece a remo o das barreiras educacionais de que tanto se fala, concedendo oportunidades mais justas de educa o pela promo o do desenvolvimento da linguagem e do treinamento intelectual, e acentua a possibilidade de ajustamento situa o pessoal do individuo.

7 (BAMBERGER, 1977, p. 13). Ao ingressar na vida escolar, uma prepara o antecipada faz a diferen a, mas, durante a alfabetiza o, pode-se deparar com DIFICULDADES espec ficas. Muitas vezes, as crian as encontram DIFICULDADES de ler, por n o entenderem os textos trabalhados, e o que n o se entende, n o interessante de ser explorado. As DIFICULDADES de LEITURA afetam toda a aprendizagem escolar, pois, em todas as mat rias, essencial ler para entender o que deve ser feito. Essas DIFICULDADES s o encontradas em diferentes perfis. Algumas das DIFICULDADES mais encontradas s o: transtorno de d ficit de aten o/ hiperatividade (TDAH), dislexia, dislalia, DIFICULDADES de aprendizagem, entre outras. Alguns alunos apresentam DIFICULDADES , pois seus professores tratam a hora da LEITURA com desdenho, sem a m nima import ncia, enquanto deveriam tratar esse momento com o maior cuidado, visto que a LEITURA um h bito e, como tal, deve ser transmitido e utilizado na vida social e educacional de um indiv duo.

8 Quando a crian a come a a aprender a ler, depara-se com muitas palavras novas, que, por vezes, n o sabem o significado. Desse modo, a LEITURA feita na estrutura fonol gica da palavra, ou seja, decodificando-a. Encontramos nas escolas uma grande diversidade de alunos com DIFICULDADES de aprendizagem, de acordo com a pesquisa de campo realizada atrav s da participa o de duas pesquisadoras no projeto bolsa alfabetiza o junto a E. E. Professora Minervina Sant`Anna Carneiro no 2 ano do ensino fundamental CICLO I, projeto desenvolvido em parceria entre a Universidade e a Secretaria de estado da Educa o atrav s do Fundo de Desenvolvimento da Educa o (FDE), com o objetivo de possibilitar o acesso LEITURA e escrita a todos os alunos que freq entam o 2 ano do Ensino Fundamental, comprometer as Institui es de III ENCONTRO CIENT FICO E SIMP SIO DE EDUCA O UNISALESIANO Educa o e Pesquisa: a produ o do conhecimento e a forma o de pesquisadores Lins, 17 21 de outubro de 2011 4 /10 ensino com causa do ensino p blico; dentre suas metas a principal delas ter cem por cento dos alunos da rede estadual alfabetizados at os oito anos.

9 O aluno do curso de pedagogia ou letras denominado aluno pesquisador e dever realizar uma explora o did tica na sala de aula em que estiver atuando, para acompanhar o avan o dos alunos na LEITURA e na escrita, ele far observa es e registros das atividades did ticas desenvolvidas em sala de aula e do desenvolvimento dos alunos nestas atividades o que aprimorar tamb m a forma o inicial dos alunos estudantes dos cursos de Pedagogia e Letras possibilitando aos mesmos uma rela o pr xima da realidade, com a possibilidade da associa o entre teoria e pr tica orientada por um professor regente e um professor da universidade. Com o aprofundamento destes procedimentos com estudos te ricos e pr ticos sobre os temas desenvolvidos; pode-se verificar que quando a rela o entre aluno e professor acontece com o vi s da afetividade demonstrada ao aluno pela professora o processo ensino-aprendizagem sofre influencia positiva em seus resultados, pode-se dizer que a maioria das DIFICULDADES encontradas se deve a falta de aten o que dispensada a essa crian a, seja pela professora ou pela fam lia e que a presa de muitos pais em iniciar o processo de alfabetiza o das crian as para ganhar tempo tamb m interfere neste desenvolvimento.

10 Emilia Ferreiro, em seu livro Reflex es sobre a Alfabetiza o aponta que para uma aprendizagem significativa a crian a deve estar na idade ideal de se alfabetizar, cada crian a tem o seu tempo, seus estudos concluem que uma grande parte das DIFICULDADES enfrentadas na aquisi o da LEITURA a discrep ncia entre a idade para LEITURA e idade cronol gica. Alguns professores criam uma barreira de desafeto com o aluno. Eles v em a dificuldade do aluno, mas, pela falta de afeto, n o buscam estrat gias para motiv -los, fazendo com que o aluno perca o interesse e se torne um copista, principalmente, na hora da LEITURA . O que diverge muito com a coleta de dados dos question rios. Nos question rios recebidos, todos os professores t m preocupa o com seus alunos e interesse em sua DIFICULDADES , dando o m ximo de si, mais n o bem isso que verificado nas observa es realizadas no dia-a-dia, em sala de aula.


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