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INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO COM PYTHON

INTRODU O PROGRAMA O. COM PYTHON . Programa de Educa o Tutorial Grupo PET - ADS. IFSP - C mpus S o Carlos Sum rio PREF 1. 1. INTRODU 2. Caracter sticas da linguagem PYTHON .. 2. Instala o do interpretador PYTHON .. 2. 2. VARI VEIS .. 4. 3. STRINGS .. 6. Concatena o de strings .. 6. Manipula o de strings .. 7. Fatiamento de strings .. 8. Exerc cios: strings .. 8. 4. N MEROS .. 9. Operadores num ricos .. 9. Exerc cios: n meros .. 9. 5. LISTAS .. 10. Fun es para manipula o de listas .. 10. Opera es com listas .. 11. Fatiamento de listas .. 11. Cria o de listas com range ( ) .. 12. Exerc cios: listas .. 12. 6. TUPLAS .. 13. 7. DICION RIOS .. 13. Opera es em dicion rios .. 14. Exerc cios: dicion rios .. 14. 8. BIBLIOTECAS .. 15. 9. ESTRUTURAS DE DECIS O .. 15. Estrutura if .. 16. Estrutura .. 16. Comando .. 16. Exerc cios: estruturas de decis o.

A apostila foi desenvolvida pelos integrantes do Programa de Educação Tutorial do curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - grupo PET ADS / IFSP São Carlos. O grupo iniciou suas atividades em 2011, e realiza atividades diversas …

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1 INTRODU O PROGRAMA O. COM PYTHON . Programa de Educa o Tutorial Grupo PET - ADS. IFSP - C mpus S o Carlos Sum rio PREF 1. 1. INTRODU 2. Caracter sticas da linguagem PYTHON .. 2. Instala o do interpretador PYTHON .. 2. 2. VARI VEIS .. 4. 3. STRINGS .. 6. Concatena o de strings .. 6. Manipula o de strings .. 7. Fatiamento de strings .. 8. Exerc cios: strings .. 8. 4. N MEROS .. 9. Operadores num ricos .. 9. Exerc cios: n meros .. 9. 5. LISTAS .. 10. Fun es para manipula o de listas .. 10. Opera es com listas .. 11. Fatiamento de listas .. 11. Cria o de listas com range ( ) .. 12. Exerc cios: listas .. 12. 6. TUPLAS .. 13. 7. DICION RIOS .. 13. Opera es em dicion rios .. 14. Exerc cios: dicion rios .. 14. 8. BIBLIOTECAS .. 15. 9. ESTRUTURAS DE DECIS O .. 15. Estrutura if .. 16. Estrutura .. 16. Comando .. 16. Exerc cios: estruturas de decis o.

2 17. 10. ESTRUTURAS DE REPETI O .. 17. La o while .. 17. La o for .. 18. Exerc cios: estrutura de repeti 19. 11. FUN ES .. 19. Como definir uma fun o .. 19. Par metros e argumentos .. 19. Escopo das vari veis .. 20. Retorno de valores .. 20. Valor padr o .. 21. Exerc cios: fun 21. 12. RESPOSTAS DOS EXERC 22. BIBLIOGRAFIA .. 25. PREF CIO. Este material foi escrito para ser utilizado em cursos de extens o de Introdu o . Programa o com PYTHON , do Instituto Federal de Educa o, Ci ncia e Tecnologia de S o Paulo, c mpus S o Carlos. A apostila foi desenvolvida pelos integrantes do Programa de Educa o Tutorial do curso de Tecnologia em An lise e Desenvolvimento de Sistemas - grupo PET ADS / IFSP S o Carlos. O grupo iniciou suas atividades em 2011, e realiza atividades diversas envolvendo Ensino, Pesquisa e Extens o. Entre as linguagens e ferramentas de programa o estudadas pelo grupo est o: o ambiente de desenvolvimento Lazarus, o editor de jogos Construct 2, as linguagens Ruby, PYTHON e JavaScript, os frameworks Rails, Django, Web2Py e Grails.

3 A linguagem PYTHON se destacou pela facilidade de programa o e versatilidade. PYTHON . uma linguagem de uso geral, que pode ser utilizada para diversas aplica es. Apresenta uma sintaxe simples, tornando os programas mais leg veis, o que tamb m facilita o aprendizado da linguagem. Possui listas, dicion rios e tuplas como estruturas de dados pr -definidas. uma linguagem multiparadigma: suporta os paradigmas de programa o procedural, funcional e orientado a objetos. Diversos petianos colaboraram na confec o desta apostila . Mas gostaria de agradecer especialmente quatro estudantes que se destacaram pelo empenho e dedica o na execu o dessa tarefa: Jos Picharillo, Lucas Lim o, Viviane Quinaia e Camila Couto. Este um material de apoio para um curso de extens o introdut rio, cujo objetivo . divulgar a linguagem PYTHON . N o um material preparado para autoaprendizagem, embora seja poss vel utiliz -lo com esse fim.

4 Refor ando, este um material introdut rio. Tem muito mais para aprender em PYTHON : orienta o a objetos, programa o funcional, metaprograma o, interface gr fica, express es regulares, threads, tratamento de exce es, fun es an nimas, geradores, desenvolvimento web, aplicativos m veis, entre outras. Bem-vindo ao mundo PYTHON ! Prof. Dr. Jo o Luiz Franco Tutor do grupo PET - ADS / S o Carlos 1. 1. INTRODU O. Caracter sticas da linguagem PYTHON A linguagem de programa o PYTHON foi criada em 1991 por Guido Van Rossumem, com a finalidade de ser uma linguagem simples e de f cil compreens o. Apesar de simples, PYTHON uma linguagem muito poderosa, que pode ser usada para desenvolver e administrar grandes sistemas. Uma das principais caracter sticas que diferencia a linguagem PYTHON das outras a legibilidade dos programas escritos. Isto ocorre porque, em outras linguagens, muito comum o uso excessivo de marca es (ponto ou ponto e v rgula), de marcadores (chaves, colchetes ou par nteses) e de palavras especiais (begin/end), o que torna mais dif cil a leitura e compreens o dos programas.

5 J . em PYTHON , o uso desses recursos reduzido, deixando a linguagem visualmente mais limpa, de f cil compreens o e leitura. Entre outras caracter sticas existentes na linguagem PYTHON , destaca-se a simplicidade da linguagem, que facilita o aprendizado da programa o. PYTHON tamb m possui uma portabilidade muito grande para diversas plataformas diferentes, al m de ser poss vel utilizar trechos de c digos em outras linguagens. PYTHON um software livre, ou seja, permite que usu rios e colaboradores possam modificar seu c digo fonte e compartilhar essas novas atualiza es, contribuindo para o constante aperfei oamento da linguagem. A especifica o da linguagem mantida pela empresa PYTHON Software Foundation (PSF). Instala o do interpretador PYTHON a) Instala o de PYTHON no Linux Nas vers es mais recentes do GNU/Linux, o PYTHON j se encontra instalado, bastando ao programador entrar no terminal e digitar PYTHON .

6 Caso n o esteja, seguem os passos para a instala o no terminal: 1. Acesse o terminal Linux. 2. 2. Digite o comando sudo apt-get install no terminal do GNU/Linux para inicializar o processo de instala o. 3. Terminado o download, o interpretador j estar instalado no computador. b) Instala o do IDLE no Linux O IDLE um ambiente integrado de desenvolvimento que acompanha a instala o do interpretador PYTHON em sistemas operacionais Windows. Para t -lo dispon vel em distribui es Linux basta seguir as etapas abaixo: 1. Acesse o terminal Linux. 2. Digite o comando sudo apt-get install 3. Para execut -lo basta digitar no terminal &. 3. c) Instala o do PYTHON no Windows A instala o do interpretador PYTHON para Windows mais simples, conforme apresentado a seguir: 1. Entre no site Na aba download selecione a vers o 2. Ap s o download, execute o instalador mantendo, por default, todas as configura es a cada passo da instala o.

7 Depois clique em Finalizar e o interpretador PYTHON j estar instalado no computador. Caso voc n o consiga executar o interpretador PYTHON pelo prompt de comando, provavelmente o path n o est configurado. Veja abaixo os passos para configur -lo: 1. Com o cursor do mouse v at Computador, clique com o bot o direito e escolha Propriedades. 2. Depois clique em Configura es avan adas do sistema e, a seguir, Vari veis de ambiente. 3. Com ajuda da barra de rolagem procure a vari vel chamada path, selecione-a e escolha a op o Editar. 4. Na pr xima janela, no campo Valor de vari vel, voc ir encontrar uma lista contendo v rios paths de outros programas. Para adicionar um novo path, v at o final da lista e acrescente um ponto e v rgula ( ; ). Depois disso, copie o endere o da pasta onde se encontra instalado o interpretador PYTHON e cole ap s ponto e v rgula.

8 2. VARI VEIS. Vari veis s o pequenos espa os de mem ria, utilizados para armazenar e manipular dados. Em PYTHON , os tipos de dados b sicos s o: tipo inteiro (armazena n meros inteiros), tipo float (armazena n meros em formato decimal), e tipo string (armazena um conjunto de caracteres). Cada vari vel pode armazenar apenas um tipo de dado a cada instante. Em PYTHON , diferentemente de outras linguagens de programa o, n o preciso declarar de que tipo ser cada vari vel no in cio do programa. Quando se faz uma atribui o de valor, automaticamente a vari vel se torna do tipo do valor armazenado, como apresentado nos exemplos a seguir: Exemplos: A vari vel a se torna uma vari vel do tipo inteiro. 4. A vari vel b se torna uma vari vel do tipo float. A vari vel c se torna uma vari vel do tipo string. A atribui o de valor para uma vari vel pode ser feita utilizando o comando input(), que solicita ao usu rio o valor a ser atribu do vari vel.

9 Exemplo: O comando input(), sempre vai retornar uma string. Nesse caso, para retornar dados do tipo inteiro ou float, preciso converter o tipo do valor lido. Para isso, utiliza-se o int (string) para converter para o tipo inteiro, ou float (string) para converter para o tipo float. Exemplos: Em PYTHON , os nomes das vari veis devem ser iniciados com uma letra, mas podem possuir outros tipos de caracteres, como n meros e s mbolos. O s mbolo sublinha ( _ ) tamb m aceito no in cio de nomes de vari veis. 5. Tabela 1 - Exemplos de nomes v lidos e inv lidos Nome V lido Coment rios a3 Sim Embora contenha um n mero, o nome a3 inicia com letra. velocidade Sim Nome formado com letras. velocidade90 Sim Nome formado por letras e n meros, mas inicia com letras. salario_m dio Sim O s mbolo ( _ ) permitido e facilita a leitura de nomes grandes.

10 Salario m dio N o Nomes de vari veis n o podem conter espa os em branco. _sal rio Sim O sublinha ( _ ) aceito em nomes de vari veis, mesmo no in cio. 5A N o Nomes de vari veis n o podem come ar com n meros. 3. STRINGS. Uma string uma sequ ncia de caracteres simples. Na linguagem PYTHON , as strings s o utilizadas com aspas simples ('.. ') ou aspas duplas (".."). Para exibir uma string, utiliza-se o comando print(). Exemplo: Concatena o de strings Para concatenar strings, utiliza-se o operador +. Exemplo: 6. Manipula o de strings Em PYTHON , existem v rias fun es (m todos) para manipular strings. Na tabela a seguir s o apresentados os principais m todos para a manipula o as strings. Tabela 2 - Manipula o de strings M todo Descri o Exemplo teste = apostila de PYTHON . Retorna o tamanho da string. len(teste). len(). 18. a = " PYTHON ".


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