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- LIGAÇÕES IÔNICAS: ligação iônica positivos e íons …

- LIGA ES I NICAS: A liga o i nica a liga o qu mica formada pela atra o eletrost tica entre ons positivos e ons negativos. A liga o se d entre dois tomos quando um el tron, ou mais de um, se transfere da camada de val ncia de um tomo para a camada de val ncia do outro. O. tomo que perde el trons torna-se um c tion ( on positivo) e o que recebe el trons torna-se um nion ( on negativo). Qualquer on tende a atrair tantos ons vizinhos, com cargas opostas, quanto for poss vel. Para entender a forma o da liga o i nica, consideremos a transfer ncia de um el tron de val ncia do tomo de s dio (Na) para a camada de val ncia do tomo de cloro (Cl).

- LIGAÇÕES IÔNICAS: A ligação iônica é a ligação química formada pela atração eletrostática entre íons positivos e íons negativos.A ligação se dá entre dois átomos quando um elétron, ou mais de

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1 - LIGA ES I NICAS: A liga o i nica a liga o qu mica formada pela atra o eletrost tica entre ons positivos e ons negativos. A liga o se d entre dois tomos quando um el tron, ou mais de um, se transfere da camada de val ncia de um tomo para a camada de val ncia do outro. O. tomo que perde el trons torna-se um c tion ( on positivo) e o que recebe el trons torna-se um nion ( on negativo). Qualquer on tende a atrair tantos ons vizinhos, com cargas opostas, quanto for poss vel. Para entender a forma o da liga o i nica, consideremos a transfer ncia de um el tron de val ncia do tomo de s dio (Na) para a camada de val ncia do tomo de cloro (Cl).

2 Podemos representar esta transfer ncia por meio da seguinte equa o: Na (1s22s22p63s1) + Cl (1s22s22p63s23p5) Na+ (1s22s22p6) + Cl- (1s22s22p63s23p6). Gra as a esta transfer ncia de um el tron formaram-se os ons Na+ e Cl-, cada qual com a configura o eletr nica de um g s nobre. O tomo de s dio perdeu seu el tron 3s e ficou com a configura o do ne nio (10Ne). O tomo de cloro recebeu o el tron em sua subcamada 3p e ficou com a configura o eletr nica do arg nio (18Ar).Em ambos os casos os ons formados s o est veis e a estabilidade destes ons justifica, em parte, a forma o do s lido i nico NaCl. - S LIDOS I NICOS: Como j sabemos os compostos i nicos s o formados por c tions e por nions e devido atra o eletrost tica existente entre eles ocorre o que chamamos de liga o i nica.

3 Em um s lido i nico os c tions e os nions ocupam posi es espec ficas formando uma estrutura que recebe o nome de c lula unit ria (Figura 1), que nada mais que a menor unidade tridimensional com a qual se pode imaginar a constru o de um cristal pela justaposi o, no espa o, destas unidades semelhantes. Uma liga o i nica muito forte e, por isso, dif cil distorcer um cristal formado por este tipo de liga o. Os s lidos i nicos s o tipicamente duros, por m quebradi os. O NaCl (sal de cozinha), por exemplo, muito resistente a quebra e ao esmagamento, por m, ao quebrar, estilha a-se em v s de sofrer distor o ou esfarelar aos poucos.

4 Isto ocorre porque quando aplicamos uma for a sobre um cristal i nico (no nosso caso esta for a foi a martelada), ocorre o deslocamento de uma camada de ons em rela o outra. Como as liga es i nicas que mant m estes ons unidos s o muito fortes, este deslocamento de camadas dificultado e em conseq ncia os ons de cargas opostas come am a se aproximar uns dos outros. As for as repulsivas substituem as atrativas (aproxima o de dois ons positivamente carregados) e o resultado a separa o entre as duas camadas. Chamamos este fen meno de clivagem (Figura 2). Macroscopicamente isto percebido como a ruptura do cristal.

5 (Figura 1). - + - + - + - +. for a - + - + - + - + + - + - + - + - for a + - + - + - + - Repuls o - + - + - + - +. for a - + - + - + - +. for a + - + - + - + - + - + - + - + - (Figura 2). - LIGA ES COVALENTES: A liga o covalente ou coval ncia normal a uni o entre tomos estabelecida por pares de el trons de modo que cada par seja formado por um el tron de cada um dos tomos. Consideremos como exemplo a uni o entre dois tomos do elemento hidrog nio (H) para formar a mol cula da subst ncia simples hidrog nio (H2). H + H H2. Eletronicamente: H + H H H. tomo de tomo de Mol cula de hidrog nio (2 el trons compartilhados).

6 Hidrog nio hidrog nio Ou, abreviadamente: H +. H Hx H. o x o A mol cula de H2 est vel porque h um equil brio entre as for as de atra o el trica (entre n cleos e el trons) e as for as de repuls o el trica (entre os dois n cleos e os dois el trons). Observe que cada tomo de hidrog nio disp e de dois el trons (o seu e o el tron compartilhado). Estes dois el trons, contudo, completam a camada K , que a nica que o hidrog nio disp e. Desta forma, o hidrog nio adquire a configura o eletr nica do g s nobre h lio (2He). O exemplo utilizado anteriormente representa um caso de subst ncia simples. No entanto, as liga es covalentes aparecem ainda com maior freq ncia entre as subst ncias compostas.

7 Vejamos o caso da forma o do cloreto de hidrog nio (HCl). H + Cl H Cl tomo de tomo de Mol cula de cloreto de hidrog nio hidrog nio cloro (2 el trons compartilhados). Continuamos notando que cada tomo termina ficando com o octeto completo (oito el trons na camada de val ncia). De fato, cada tomo de cloro, al m dos seus sete el trons passa a ter mais um (compartilhado com o hidrog nio) e o tomo de hidrog nio, al m do seu el tron, passa a ter mais um (compartilhado com o cloro) atingindo a configura o eletr nica do g s nobre h lio. Como conclus o, podemos dizer que a liga o covalente quando os dois tomos apresentam a tend ncia de receber el trons.

8 Isto ocorre quando os dois tomos t m 4, 5, 6. ou 7 el trons na camada de val ncia. Em outras palavras, a liga o covalente aparece entre dois tomos de ametais, ou ainda entre estes elementos e o hidrog nio. - LIGA O COVALENTE COORDENADA: Liga o covalente coordenada ou coval ncia dativa a uni o entre tomos estabelecida por pares de el trons que s o cedidos por apenas um dos tomos. Vejamos como exemplo a forma o da mol cula do di xido de enxofre. O + S + O O S O. tomo de tomo de tomo de Mol cula oxig nio enxofre oxig nio de SO2. Observe que o par eletr nico que est ligando o enxofre ao segundo oxig nio pertencia, de inicio, apenas ao enxofre.

9 Trata-se n o mais de uma liga o covalente normal, em que cada liga o formada por um el tron de cada tomo, mas de uma liga o onde o par de el trons fornecido somente por um dos tomos participantes da liga o. A. coval ncia dativa costuma ser representada por uma seta que vai do tomo doador para o tomo receptor do par eletr nico. De qualquer modo cada tomo, ap s a liga o, completa o octeto. O S O. - S LIDOS COVALENTES: Em um s lido covalente as part culas que ir o formar a c lula unit ria s o tomos ligados covalentemente (tipo de liga o onde h o compartilhamento de el trons entre os tomos participantes). Os tomos formam uma rede tridimensional que se prolonga at os limites f sicos do cristal e, por isso, pode ser considerado como uma imensa mol cula.

10 Um bom exemplo de s lido covalente o diamante (Figura 3), forma alotr pica do elemento carbono, na qual o tomo de carbono est ligado tetraedricamente a outros quatro outros tomos de carbono. Como resultado deste tipo de liga o temos uma estrutura fortemente entrela ada, r gida, qual se deve a grande dureza e o alto ponto de fus o do diamante. (Figura 3). -S LIDOS MOLECULARES: Em um s lido molecular as unidades que ir o formar a estrutura cristalina s o mol culas e dentro de cada mol cula os tomos se mant m unidos por liga es covalentes. Por m, as for as que mant m estas mol culas unidas para formar o cristal s o mais fracas e n o correspondem propriamente a uma liga o qu mica.


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