Transcription of MANGUEIRAS E TERMINAIS - Milano
1 128 Milano - CAT LOGO T CNICO MANGUEIRAS E TERMINAIS100R1AT - MANGUEIRA HIDR ULICA M DIA PRESS O - P g. 135 Especifica es: EN 853 1SN - SAE 100 R1AT - ISO 1436-1 1SN/R1 ATConstru o: Tubo Interno - Borracha Sint tica /Refor o - Um tran ado de fiode a o. Cobertura - Borracha Sint tica, resistente intemp ries, combust -veis, oz nio e abras : -40 C / + 100 C (-40 F / + 212 F)Principais aplica es: Circuitos hidr ulicos leos a base de petr leo em aplica es de impulsos; leos sint ticos, leos lubrificantes, leo cru, leo quente, ar, gua e leo em emuls o x Temperatura (Servi o intermitente) 257 F - 125 CEspecifica es: EN 853 2SN - SAE 100 R2AT - ISO 1436-1 2SN/R2 ATConstru o: Tubo Interno - Borracha Sint tica /Refor o - Dois tran ados defios de a o,separados por uma camada de borracha. Cobertura - BorrachaSint tica, resistente intemp ries, combust veis, oz nio e abras : -40 C / + 100 C (-40 F / + 212 F)100R2AT - MANGUEIRA HIDR ULICA ALTA PRESS O - P g.
2 135 Principais aplica es: Circuitos hidr ulicos leos a base de petr leo em aplica es de impulsos; leos sint ticos, leos lubrificantes, leo cru, leo quente, ar, gua e leo em emuls o x Temperatura (Servi o intermitente) 257 F - 125 C100R5 - MANGUEIRA HIDR ULICA M DIA PRESS O - P g. 147 Especifica es: SAE 100 R5 Constru o: Tubo Interno - Borracha Sint tica /Refor o - Um tran ado de fiode a o e um tran ado de fios t xteis separados por uma camada de - Um tran ado fios t xteis, impregnado c/ borracha sint : -40 C / + 100 C (-40 F / + 212 F)Principais aplica es: Circuitos hidr ulicos leos a base de petr leo em aplica es de impulsos; gasolina, leoslubrificantes, combust vel, freio a ar, gua e leo em emuls o x Temperatura (Servi o intermitente) 257 F - 125 C100R6 - MANGUEIRA HIDR ULICA BAIXA PRESS O - P g. 156 Especifica es: SAE 100 R6 - EN 854 R6/1TE - ISO 4079-1 R6/1 TEConstru o: Tubo Interno - Borracha Sint tica /Refor o - Um tran ado de fiot xtil Cobertura - Borracha Sint tica preta, resistente a leo combust vel,oz nio e abras : -40 C / + 125 C (-40 F / + 257 F)Principais aplica es: Circuitos hidr ulicos de baixa press o, leos combust veis, solu es anti-coagulantes,linhas de retorno, linhas de dreno, gua ou ar (m x.)
3 70 C / 160 F). Compat veis com TERMINAIS tipo push-on .ImprimirP ginaImprimirCap tuloMILANO - CAT LOGO T CNICO 129100R12 - MANGUEIRA HIDR ULICA SUPER ALTA PRESS O - P g. 180 Especifica es: EN 856 R12 - SAE 100 R12 - ISO 3862-1 R12 Constru o: Tubo Interno - Borracha Sint tica /Refor o - Quatro espirais defio de a o sobre um espiral de fios t xteis. Cobertura - Borracha Sint tica,resistente intemp ries, combust veis, oz nio e abras : -40 C / + 121 C (-40 F / + 250 F)Principais aplica es: Circuitos hidr ulicos leos a base de petr leo em aplica es de impulsos; leos sint ticos, leos lubrificantes, leo cru, leo quente, ar, gua e leo em emuls o x Temperatura (Servi o intermitente) 257 F - 125 CEspecifica es: EN 855 R7 - SAE J517 tipo SAE 100R7 Constru o: Tubo Interno (S/Costura) - Elastomero termopl stico resistente a leo /Refor o - Tran ado de poli ster.
4 Cobertura - Elastomero termopl sticocom elevada resist ncia a intemp ries e abras : -40 C / + 100 C (-40 F / + 212 F)100R7 - MANGUEIRA HIDR ULICA M DIA PRESS O - P g. 162 Principais aplica es: Aplica es hidr ulicas a m dia press o, movimentos e transmiss es hidr m x. de opera o: 100 C para leos e 65 C para ar, gua e solu es es: EN 855 R8 - SAE J517 tipo SAE 100R8 Constru o: Tubo Interno (S/Costura) - Elastomero termopl stico resistente a leo /Refor o - Tran ado de Aramida de alt ssima resist ncia. Cobertura -Elastomero termopl stico resistente intemp ries, oz nio e abras : -40 C / + 100 C (-40 F / + 212 F)100R8 - MANGUEIRA HIDR ULICA ALTA PRESS O - P g. 171 Principais aplica es: Aplica es hidr ulicas de alta press o, movimentos e transmiss es hidr m x. de opera o: 100 C para leos e 65 C para ar, gua e solu es E TERMINAISIMPORTANTE: Neste cat logo voc encontra os principais produtos, aplica es e suas combina necessite de produtos, aplica es ou combina es de tamanhos diferentes, favor nos : - E-mail =.
5 Telefone (19) 2102-2500 - Fax (19) 2102-2510 TUBO MET LICO FLEX VEL DE A O INOX (TFI) - P g. 201 Especifica es: Ondulado com malha exterior de fio de a o o: Tubo flex vel sanfonizado de a o inox AISI 321/304 Refor o / Cobertura - Um ou mais fio tran ado de a o Inox AISI : - 196 C a + 600 CPrincipais aplica es: Condu o de l quidos, vapores, gases corrosivos, combust veis e lubrificantes, oxig niol quido, nitrog nio, arg nio, GLP, Am nia, produtos aliment cios, farmac uticos, etcMANGUEIRA DE PTFE (Politetrafluoretileno) (MTF) - P g. 192 Especifica es: Excede SAE J517 / SAE 100R14 AConstru o: Tubo Interno: (PTFE)Refor o / Cobertura - Um Tran ado de fios de a o : -50 C / + 200 C (-40 F / + 450 F)Principais aplica es: Fluidos hidr ulicos base de petr leo, gua ou sint ticos, gases e l quidos corrosivos,circuitos de ar comprimido, vapor e produtos qu micos compat veis com o PTFE ou a alta ginaImprimirCap tuloMILANO - CAT LOGO T CNICO 130 INFORMA ES T CNICASMANGUEIRASE lementos flex veis para condu o de fluidos sob press MANGUEIRAS e os TERMINAIS permitem v riascombina es e quando montados s o chamados deconjunto montado, identificados por codifica o pr STICAS DAS MANGUEIRASAs MANGUEIRAS e TERMINAIS tem caracter sticas dedimens es, materiais, acabamentos, etc.
6 , similares asnormas SAE J516, SAE J517, SAE J846 E SAE Mangueira possui tr s elementos b sicos- tubo interno- refor o- coberturaTUBO INTERNOF abricado com borrachas sint ticas de alta resist ncia, ea sua fun o conduzir o tipo de borracha do tubo interno deve ser compat velcom o fluido a ser conduzido, ver tabela de compatibilidadequ mica em informa es t cnicas. Para qualquer outrautiliza o deve ser previamente consultado o nossodepartamento t OFabricado em fios t xteis ou met licos, dispostos em umaou mais camadas, (que tamb m podem ser combinadasentre os dois tipos de fios ), de acordo com a faixa depress o a ser com borrachas sint ticas de alta resist ncia, asua fun o a prote o do refor o e do tubo internocontra danos causados por a o qu mica, abras o e/ouintemp DE IDENTIFICA O DIMENSIONALA mangueira identificada dimensionamente pelo seudi metro interno, por um sistema denominado tra o.
7 Essesistema divide a polegada em 16 partes, sendo que onumerador identifica o tra mangueira -4 = 4/16 = 1/4 (di metro interno damangueira )A mangueira SAE 100R5 exce o ao sistema o 100R5- 33/16-- 41/43/16- 55/161/4- 63/85/16- 81/213/32-105/81/2-123/45/8-147/8--1617 nas extremidades das MANGUEIRAS hidr TERMINAIS podem ser:1-Terminal para Tubo:Extremidade com lado liga o a tubos de di metrosde 4 a 42 -Terminal Ponta Lisa:Extremidade similar a um tubo para crava o deporca e anel (Padr o DIN)Possibilita liga o s Conex es com lado -Terminal Macho:Extremidade com roscas machoPossibilita liga o a roscas f Rosca NPT (c nica) - ANSI/ASME Rosca BSP - DIN-ISO 228 (DIN 259)- Rosca M trica - DIN 13- Rosca UNF/UN - ISO 7254 -Terminal Curvo:Extremidade similar a um tubo curvado a 90 , paracrava o de porca e anel (Anilha).Possibilita liga o s Conex es com lado -Terminal Flange:Extremidade com flange SAE J518c - C digo 61, montado comConjunto de Flange - SAE 3000 SAE J518c - C digo 62, montado comConjunto de Flange Refor ada - SAE 6000 PSI, ou Con-junto de Flange Refor ada M trica - SAE 6000 ASA DKO (24 ):Extremidade similar ao lado tubo, com cone de 24 constru do em pe a nica (Veda o Flex vel)7 - Terminal SAE Macho Sede JIC 37 :Extremidade com rosca macho UNF com sedeflangeada JIC 37.
8 Possibilita liga o a tubo flangeado JIC 37 .8 - Terminal SAE Porca Girat ria Sede JIC 37 :Extremidade rosca f mea UNF veda o JIC 37 .Possibilita liga o a qualquer produto com rosca machoUNF com sede flangeada JIC 37 . Mat ria-primaComponentesA oLat oInoxCorpo da Conex oSAE 12L14 SAE CA 360 SAE 30316linear e Porca9 SMnPbTrefiladoTrefiladoTrefiladoCorpo da Conex oSAE 1020 SAE CA377 SAE 30316 Angular1030 / 1035 ForjadoForjadoForjadoAnel (Anilha)SAE 1008 SAE CA370 SAE 303161010 TrefiladoTrefilado MAT RIAS-PRIMAS E TRATAMENTOS SUPERFICIAISTRATAMENTO SUPERFICIAL ECOL GICOA Milano vem utilizando o tratamento deeletrodeposi o de Zinco com cromatiza o azul(Trivalente) ecologicamente correto, com a utiliza ode cromo ginaImprimirCap tuloMILANO - CAT LOGO T CNICO RECOMENDA ES DO FABRICANTE DE MANGUEIRA PARA A CORRETA INSTALA O DOCONJUNTO MONTADO6 -Evitar a tor o da mangueira curvada em dois planosatrav s de bra adeira fixada na mudan a de plano.
9 ERRADO CERTO7 -Use joelhos ou outras conex es quanto necess rio afim de eliminar comprimento excessivo de mangueirae proporcionar uma instala o racional e de f cilmanuten o. ERRADO CERTO8 -Impedir a tor o, dobrando a mangueira no mesmoplano do movimento da pe a em que os terminaisest o conectados. ERRADO CERTO9 -Evitar o contato da mangueira com partes em tem-peraturas elevadas. Se isto n o for poss vel, - Quando a instala o da mangueira for em linha reta,deve-se deixar um pequeno afrouxamento, suficientepara que quando a mangueira for pressurizada n oescape dos TERMINAIS , devido as mesmas sofreremvaria es em seu comprimento ERRADO CERTO2- Verificar se a mangueira n o est torcida ERRADO CERTO3 -Em caso de curvas deve-se dar aten o ao raio decurvatura m nimo especificado para cada tipo demangueira, bem como ao se calcular o comprimentoda mesma, lembrar-se de que os TERMINAIS n o s oflex veis.
10 ERRADO CERTO4 -Quando o raio de curvatura menor que o m nimoespecificado, use conex o angular para evitar dobras. ERRADO CERTO5 -Comprimento adequado de mangueira necess riopara distribuir movimento nas aplica es com flex oe evitar abras o. ERRADO CERTOINFORMA ES T CNICAS131 ImprimirP ginaImprimirCap tulo132 Milano - CAT LOGO T CNICO SELE O, INSTALA O E MANUTEN O DE MANGUEIRAS E CONJUNTOS MONTADOSSAE J1273 SET. 79 Relat rio da Comiss o T cnica para condutores deFluidos e Conex es, aprovado em setembro de ObjetoAs MANGUEIRAS (inclusive os conjuntos montados) t m uma dura o finita,havendo um n mero de fatores que podem reduzir a sua vida pr tica recomendada destina-se a orientar e assistir os projetistas desistemas e/ou os usu rios na sele o, instala o e manuten o de projetistas e usu rios devem proceder a uma revis o sistem tica de cadaaplica o e, em seguida, selecionar, instalar e manter as MANGUEIRAS de modoque correspondam s condi es e exig ncias de sua determinada aplica abaixo uma orienta o geral, que n o , necessariamente, uma rela NCIA:UMA SELE O INSTALA O OU MANUTEN O INCORRETA PODE RE-SULTAR EM FALHA PREMATURA, DANOS F SICOS OU PREJU ZOS Sele o.