Transcription of MANUAL DE IATF - Zoetis
1 MANUALDE IATFPARA GADO DE CORTEMANUAL DE IATFPARA GADO DE CORTEMANUAL DE IATFPARA GADO DE CORTE NDICEM anual de iatf para gado de corte ..7As vantagens da utiliza o da iatf em rebanhos de corte ..8 PROTOCOLOS DE IATFC iclo estral dos bovinos - horm nios ..10 Protocolo para vacas paridas em anestro ..11 Protocolo para vacas paridas ciclando ..11 Protocolo para novilhas ciclando e vacas solteiras ..12 Protocolo para indu o de puberdade em novilhas com CIDR / DIB ..12 Protocolo para indu o de puberdade com MGA ..13 Protocolo para indu o de puberdade + iatf ..13 Protocolo para ressincroniza o precoce ..14 Protocolo para ressincroniza o tradicional ..14 Dias de manejo - protocolos de iatf da Zoetis .
2 15 Dias de manejo - protocolos para ressincroniza o precoce e tradicional ..16 PASSO A PASSO - PROTOCOLOS DE iatf DA ZOETISDia 0: in cio do protocolo de iatf ..18 Dia 0: aplica o de 2,0 mL de Gonadiol por via intramuscular ..19 Dia 0: inser o do CIDR , DIB ou DIB 0,5 ..20 Dia 0: anota o do Escore de Condi o Corporal (ECC) ..22 Dia 7: aplica o da prostaglandina ..24 Dia 7: aplica o de 2,5 mL de Lutalyse por via intramuscular ..25 Dia 9: retirada do dispositivo ..26 Reconstitui o do Novormon ..27 Utiliza o dos m todos para detec o de cio ..28 Retirada do CIDR , DIB ou DIB 0,5 ..29 Higieniza o dos dispositivos ..30 Dia 11: insemina o ( iatf ).
3 31 Insemina o Artificial ..32 Avalia o do cio dos s a Insemina o ( iatf ) ..34 Manejo dos animais durante o protocolo ..35 Separando as vacas e os bezerros ..37 Equipe de trabalho ..38 Estrutura das ESTRAT GIAS PARA MELHORAR AS TAXAS DE PRENHEZS uplementa o oral com MGA Premix p s- iatf ..42 Vacina o contra doen as reprodutivas com CattleMaster ..43 PRODUTOS E SERVI OS DA LINHA REPRODUTIVA DA ZOETISP rodutos da linha reprodutiva da Zoetis ..45 Conserva o dos Horm nios ..46 Programas e servi os da Zoetis ..47 MANUAL DE IATF6 MANUAL DE IATF7 MANUAL DE IATFPARA GADO DE CORTEMANUAL DE iatf PARA GADO DE CORTE O setor de produ o de alimentos vem passando por v rias mudan as tecnol gicas nos ltimos anos.
4 Nos dias de hoje, tanto na pecu ria, quanto na agricultura, a ado o de tecnologia se tornou imprescind vel para a obten o de melhores resultados e perman ncia na atividade. Em fazendas de cria, onde as matrizes precisam emprenhar, parir e desmamar para que o ciclo de produ o de carne continue, a biotecnologia da insemina o artificial de fundamental import ncia, pois permite ganhos gen ticos e heterose do rebanho, proporcionando assim ganhos de produtividade em curto per odo de tempo. Nos ltimos anos, o n mero de vacas inseminadas no Brasil vem aumentando consideravelmente, devido utiliza o da Insemina o Artificial em Tempo Fixo ( iatf ). Essa tecnologia facilita o processo de insemina o artificial, proporcionando boas taxas de prenhez.
5 De custo acess vel, ela capaz de impactar diretamente e positivamente todo o sistema de produ o de uma fazenda. Voc est recebendo o MANUAL dos Protocolos de iatf para Gado de Corte da Zoetis . Este material aborda, de forma sucinta, os aspectos envolvidos no planejamento e execu o da iatf em fazendas de cria, atrav s de linguagem simples e objetiva, com ilustra es e dicas pr ticas. Nossa contribui o como ind stria de sa de animal, estarmos ao seu lado agregando novas tecnologias e conhecimentos produ o, de forma correta, estrat gica, gil e consciente, visando o desenvolvimento de toda cadeia pecu ria no leitura! MANUAL DE IATF8 AS VANTAGENS DA UTILIZA O DA iatf EM REBANHOS DE CORTE A insemina o artificial impacta positivamente todo o sistema de produ o de gado de corte, e a iatf a principal ferramenta que facilita e viabiliza esse processo.
6 Entre os principais benef cios da tecnologia est o:Possibilidade de inseminar matrizes em anestro (que n o est o apresentando cio);Oportunidade de inseminar uma f mea sem a detec o do cio;Antecipa o das prenhezes dentro da esta o de monta;Diminui o da dura o da esta o de monta;Concentra o dos partos, facilitando os manejos;Padroniza o do rebanho e consequente homogeneidade dos lotes de manejo;Acelera o do melhoramento gen tico do rebanho;Possibilidade de cruzamento entre ra as (ex: Zebu nos x Taurinos); Aumento do n mero de filhos de um reprodutor;Controle zoot cnico do rebanho, possibilitando o aumento da press o de sele o dos animais;Monitoramento mais preciso das perdas de gesta DE IATF9 MANUAL DE IATFPARA GADO DE CORTEPROTOCOLOS DE IATFDA Zoetis Antes de iniciarmos um protocolo de iatf , importante considerar a categoria a ser trabalhada.
7 Desta maneira, conseguimos orientar o melhor protocolo a ser utilizado, para que possamos otimizar os manejos, com a possibilidade de diminuir custos mantendo a efici ncia. Usamos o ciclo estral de uma f mea bovina ciclando como refer ncia para defini o dos protocolos a serem DE IATF10 Os protocolos atuam de maneira semelhante segunda metade do ciclo estral (representada na figura acima entre os dias 10 e 21), em que ocorre a sele o de um fol culo dominante, queda nas concentra es circulantes de progesterona, pico de LH e ovula ESTRAL DOS BOVINOS - HORM NIOSFol culo dominanteOvula oOvula oProstaglandinaCioEstr genoProgesterona LHCio5101521 CLCL O protocolo base que trabalhamos de 9 dias de dispositivo (CIDR ou DIB ) e 3 manejos (0-9-11).
8 Em algumas situa es, visando a obten o de melhores resultados, podemos optar por um protocolo de 4 manejos, com a antecipa o da aplica o da prostaglandina (Lutalyse ) para o dia 7, com manejos nos dias 0-7-9-11 do protocolo. Essa recomenda o v lida para os casos em que temos grande quantidade de f meas ciclando (presen a de corpo l teo - figura ao lado) no in cio do protocolo e resulta em taxas de prenhez significativamente melhores do que no protocolo 0-9-11 nessa DE IATF11 MANUAL DE IATFPARA GADO DE CORTEPROTOCOLO PARA VACAS PARIDAS EM ANESTRO(Prim paras e mult paras paridas h menos de 60 dias)PROTOCOLO PARA VACAS PARIDAS CICLANDO(Geralmente mult paras paridas h mais de 60 dias)
9 2,5 mL LUTALYSE + 0,3 mL + 1,5 mL NOVORMON *2,0 mL GONADIOL D9D11 IATFD0 CIDR / DIB / DIB 0,5 48 h0,3 mL + 1,5 mL NOVORMON *2,0 mL GONADIOL D92,5 mL LUTALYSE D7D11 IATFD0 CIDR / DIB / DIB 0,548 hD70,3 mL + 1,0 mL NOVORMON *2,0 mL GONADIOL 2,5 mL LUTALYSE D9D11 IATFD0 CIDR / DIB / DIB 0,548 h0,3 mL D12D0 CIDR / DIB OBSERVA O DE CIO E INSEMINA OOU MONTA NATURAL (TOURO)*0,3 mL ltimo dia defornecimentoD12D13D14D0 MGA OBSERVA O DE CIO E INSEMINA OOU MONTA NATURAL (TOURO)*0,3 mL 2,0 mL GONADIOL 2,5 mL Lutalyse + 0,3 mL + 1,0 mL NOVORMON *D0D12D0D9D11 INTERVALODE 12 DIAS 1 CIDR / DIB CIDR 2 / DIB / DIB 0,5 IATF48 h2,5 mL LUTALYSE + 0,3 mL + 1,5 mL NOVORMON *2,0 mL GONADIOL D9D11 IATFD0 CIDR / DIB / DIB 0,5 48 h0,3 mL + 1,5 mL NOVORMON *2,0 mL GONADIOL D92,5 mL LUTALYSE D7D11 IATFD0 CIDR / DIB / DIB 0,548 hD70,3 mL + 1,0 mL NOVORMON *2,0 mL GONADIOL 2,5 mL LUTALYSE D9D11 IATFD0 CIDR / DIB / DIB 0,548 h0,3 mL D12D0 CIDR / DIB OBSERVA O DE CIO E INSEMINA OOU MONTA NATURAL (TOURO)*0,3 mL ltimo dia defornecimentoD12D13D14D0 MGA OBSERVA O DE CIO E INSEMINA OOU MONTA NATURAL (TOURO)
10 *0,3 mL 2,0 mL GONADIOL 2,5 mL Lutalyse + 0,3 mL + 1,0 mL NOVORMON *D0D12D0D9D11 INTERVALODE 12 DIAS 1 CIDR / DIB CIDR 2 / DIB / DIB 0,5 IATF48 h*A aplica o de Novormon no dia 9 pode ser substitu da por remo o de bezerros entre os dias 9 e 11 (48 horas) com resultados semelhantes.*A aplica o de Novormon no dia 9 pode ser substitu da por remo o de bezerros entre os dias 9 e 11 (48 horas) com resultados oDia 0 - Inserir o CIDR /DIB ou DIB 0,5 e aplicar 2,0 mL de Gonadiol Dia 9 - Retirar o dispositivo, aplicar 2,5 mL de Lutalyse , 0,3 mL de e 1,5 mL de Novormon Dia 11 - IATFD escri oDia 0 - Inserir o CIDR /DIB ou DIB 0,5 e aplicar 2,0 mL de Gonadiol Dia 7 - Aplicar 2,5 mL de Lutalyse Dia 9 - Retirar o dispositivo, aplicar 0,3 mL de e 1,5 mL de Novormon Dia 11 - IATFMANUAL DE IATF12 PROTOCOLO PARA NOVILHAS CICLANDO E VACAS SOLTEIRASPROTOCOLO PARA INDU O DE PUBERDADE EM NOVILHAS COM CIDR / DIB *Importante.