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Patriarcas e Profetas (2007) - centrowhite

Patriarcas e Profetas Ellen G. White 2007. Copyright 2013. Ellen G. White Estate, Inc. Informa es sobre este livro Resumo Esta publica o eBook providenciada como um servi o do Estado de Ellen G. White. parte integrante de uma vasta colec o de livros gratuitos online. Por favor visite owebsite do Estado Ellen G. White. Sobre a Autora Ellen G. White (1827-1915) considerada como a autora Ameri- cana mais traduzida, tendo sido as suas publica es traduzidas para mais de 160 l nguas. Escreveu mais de p ginas numa vasta variedade de t picos pr ticos e espirituais. Guiada pelo Esp rito Santo, exaltou Jesus e guiou-se pelas Escrituras como base da f . Outras Hiperliga es Uma Breve Biografia de Ellen G. White Sobre o Estado de Ellen G. White Contrato de Licen a de Utilizador Final A visualiza o, impress o ou descarregamento da Internet deste livro garante-lhe apenas uma licen a limitada, n o exclusiva e in- transmiss vel para uso pessoal.

Deus fosse o alvo supremo das afeições e fidelidade de todos os seres criados, consistiu o seu esforço em obter para si o serviço e lealdade deles. E, cobiçando a glória que o infinito Pai conferira a Seu Filho, este príncipe dos anjos aspirou ao poder que era a prerrogativa de Cristo apenas. Quebrantou-se então a perfeita harmonia do Céu.

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1 Patriarcas e Profetas Ellen G. White 2007. Copyright 2013. Ellen G. White Estate, Inc. Informa es sobre este livro Resumo Esta publica o eBook providenciada como um servi o do Estado de Ellen G. White. parte integrante de uma vasta colec o de livros gratuitos online. Por favor visite owebsite do Estado Ellen G. White. Sobre a Autora Ellen G. White (1827-1915) considerada como a autora Ameri- cana mais traduzida, tendo sido as suas publica es traduzidas para mais de 160 l nguas. Escreveu mais de p ginas numa vasta variedade de t picos pr ticos e espirituais. Guiada pelo Esp rito Santo, exaltou Jesus e guiou-se pelas Escrituras como base da f . Outras Hiperliga es Uma Breve Biografia de Ellen G. White Sobre o Estado de Ellen G. White Contrato de Licen a de Utilizador Final A visualiza o, impress o ou descarregamento da Internet deste livro garante-lhe apenas uma licen a limitada, n o exclusiva e in- transmiss vel para uso pessoal.

2 Esta licen a n o permite a republica- o, distribui o, atribui o, sub-licenciamento, venda, prepara o para trabalhos derivados ou outro tipo de uso. Qualquer utiliza o n o autorizada deste livro faz com que a licen a aqui cedida seja terminada. Mais informa es Para mais informa es sobre a autora, os editores ou como po- der financiar este servi o, favor contactar o Estado de Ellen G. i White: (endere o de email). Estamos gratos pelo seu interesse e pelas suas sugest es, e que Deus o aben oe enquanto l . ii iii Conte do Informa es sobre este livro .. i Cap tulo 1 Por que foi permitido o pecado? .. 7. Cap tulo 2 A cria o .. 18. Cap tulo 3 A tenta o e a queda .. 26. Cap tulo 4 O plano da reden o .. 38. Cap tulo 5 Caim e Abel provados .. 47. Cap tulo 6 Sete e Enoque .. 54. Cap tulo 7 O dil vio .. 64. Cap tulo 8 Depois do dil vio .. 78. Cap tulo 9 A semana literal .. 84. Cap tulo 10 A torre de Babel.

3 90. Cap tulo 11 A voca o de Abra o .. 96. Cap tulo 12 Abra o em Cana .. 103. Cap tulo 13 A prova da f .. 117. Cap tulo 14 A destrui o de Sodoma .. 127. Cap tulo 15 O casamento de Isaque .. 141. Cap tulo 16 Jac e Esa .. 148. Cap tulo 17 Fuga e ex lio de Jac .. 154. Cap tulo 18 A noite de luta .. 164. Cap tulo 19 A volta para Cana .. 171. Cap tulo 20 Jos no Egito .. 180. Cap tulo 21 Jos e seus irm os .. 189. Cap tulo 22 Mois s .. 207. Cap tulo 23 As pragas do Egito .. 221. Cap tulo 24 A p scoa .. 236. Cap tulo 25 O xodo .. 242. Cap tulo 26 Do Mar Vermelho ao Sinai .. 251. Cap tulo 27 Israel recebe a lei .. 263. Cap tulo 28 Idolatria no Sinai .. 275. Cap tulo 29 Inimizade de Satan s contra a lei .. 290. Cap tulo 30 O tabern culo e suas cerim nias .. 302. Cap tulo 31 O pecado de Nadabe e Abi .. 316. Cap tulo 32 A lei e os concertos .. 321. Cap tulo 33 Do Sinai a Cades .. 332. iv Conte do v Cap tulo 34 Os doze espias.

4 345. Cap tulo 35 A rebeli o de Cor .. 354. Cap tulo 36 No deserto .. 366. Cap tulo 37 A rocha ferida .. 371. Cap tulo 38 A jornada em redor de Edom .. 380. Cap tulo 39 A conquista de Bas .. 392. Cap tulo 40 Bala o .. 397. Cap tulo 41 Apostasia no Jord o .. 411. Cap tulo 42 A repeti o da lei .. 420. Cap tulo 43 A morte de Mois s .. 427. Cap tulo 44 A travessia do Jord o .. 437. Cap tulo 45 A queda de Jeric .. 443. Cap tulo 46 As b n os e as maldi es .. 454. Cap tulo 47 Alian a com os Gibeonitas .. 458. Cap tulo 48 A divis o de Cana .. 463. Cap tulo 49 As ltimas palavras de Josu .. 475. Cap tulo 50 D zimos e ofertas .. 480. Cap tulo 51 O cuidado de Deus para com os pobres .. 485. Cap tulo 52 As festas anuais .. 492. Cap tulo 53 Os primeiros ju zes .. 499. Cap tulo 54 Sans o .. 514. Cap tulo 55 O menino Samuel .. 523. Cap tulo 56 Eli e seus filhos .. 530. Cap tulo 57 A Arca tomada pelos Filisteus.

5 537. Cap tulo 58 As escolas dos Profetas .. 549. Cap tulo 59 O primeiro rei de Israel .. 558. Cap tulo 60 A presun o de Saul .. 572. Cap tulo 61 A rejei o de Saul .. 581. Cap tulo 62 A un o de Davi .. 592. Cap tulo 63 Davi e Golias .. 597. Cap tulo 64 A fuga de Davi .. 603. Cap tulo 65 A bondade de Davi .. 614. Cap tulo 66 A morte de Saul .. 627. Cap tulo 67 Feiti aria antiga e moderna .. 633. Cap tulo 68 Davi em Ziclague .. 640. Cap tulo 69 Davi chamado ao trono .. 647. Cap tulo 70 O reinado de Davi .. 653. Cap tulo 71 O pecado e arrependimento de Davi .. 665. vi Patriarcas e Profetas Cap tulo 72 A rebeli o de Absal o .. 676. Cap tulo 73 Os ltimos anos de Davi .. 694. Cap tulo 1 Por que foi permitido o pecado? Deus amor . 1 Jo o 4:8. Sua natureza, Sua lei, s o amor. Assim sempre foi; assim sempre ser . O Alto e o Sublime, que habita na eternidade (Isa as 57:15), cujos caminhos s o eternos.

6 (Habacuque 3:6), n o muda. NEle n o h mudan a nem sombra de varia o . Tiago 1:17. Toda manifesta o de poder criador uma express o de amor infinito. A soberania de Deus compreende a plenitude de b n os a todos os seres criados. Diz o salmista: Forte a Tua m o, e elevada a Tua destra. Justi a e ju zo s o a base de Teu trono;. Miseric rdia e verdade v o adiante do Teu rosto. Bem-aventurado o povo que conhece o som festivo: Andar , Senhor, na luz da Tua face. Em Teu nome se alegrar todo o dia, e na Tua justi a se exaltar . Pois Tu s a gl ria da sua for a. [..]. Porque o Senhor a nossa defesa, e o santo de Israel o nosso Rei . Salmos 89:13-18. A hist ria do grande conflito entre o bem e o mal, desde o tempo em que a princ pio se iniciou no C u at o final da rebeli o e extirpa o total do pecado, tamb m uma demonstra o do imut vel amor de Deus. O Soberano do Universo n o estava s em Sua obra de benefic n- cia.

7 Tinha um companheiro um cooperador que poderia apreciar Seus prop sitos, e participar de Sua alegria ao dar felicidade aos seres criados. No princ pio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princ pio com Deus . Jo o 1:1, 2. Cristo, o Verbo, o Unig nito de Deus, era um com o eterno Pai um em natureza, car ter, prop sito o nico ser que poderia penetrar 7. 8 Patriarcas e Profetas em todos os conselhos e prop sitos de Deus. O Seu nome ser : Maravilhoso Conselheiro, Deus forte, Pai da eternidade, Pr ncipe da paz . Isa as 9:6. Suas sa das s o desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade . Miqu ias 5:2. E o Filho de Deus declara a respeito de Si mesmo: O Senhor Me possuiu no princ pio de Seus caminhos, e antes de Suas obras mais antigas. [..] Quando compunha os fundamentos da Terra, ent o Eu estava com Ele e era Seu aluno; e era cada dia as Suas del cias, folgando perante Ele em todo o tempo.

8 Prov rbios 8:22-30. O Pai operou por Seu Filho na cria o de todos os seres celesti- ais. NEle foram criadas todas as coisas, [..] sejam tronos, sejam domina es, sejam principados, sejam potestades: tudo foi criado [9] por Ele e para Ele . Colossences 1:16. Os anjos s o ministros de Deus, radiantes pela luz que sempre flui de Sua presen a, e r pidos no v o para executarem Sua vontade. Mas o Filho, o Ungido de Deus, a expressa imagem de Sua pessoa (Hebreus 1:3), o res- plendor da Sua gl ria (Isa as 66:11), sustentando todas as coisas pela palavra do Seu poder (Hebreus 1:3), tem a supremacia sobre todos eles. Um trono de gl ria, posto bem alto desde o princ pio . (Hebreus 1:3, 8), foi o lugar de Seu santu rio; cetro de eq idade . o cetro de Seu reino. Jeremias 17:12. Gl ria e majestade est o ante a Sua face, for a e formosura no Seu santu rio . Salmos 96:6. Miseric rdia e verdade v o adiante do Seu rosto.

9 Salmos 89:14. Sendo a lei do amor o fundamento do governo de Deus, a felici- dade de todos os seres inteligentes depende da perfeita harmonia, com seus grandes princ pios de justi a. Deus deseja de todas as Suas criaturas o servi o de amor, servi o que brote de uma aprecia- o de Seu car ter. Ele n o tem prazer na obedi ncia for ada; e a todos concede vontade livre, para que Lhe possam prestar servi o volunt rio. Enquanto todos os seres criados reconheceram a lealdade pelo amor, houve perfeita harmonia por todo o Universo de Deus. Era a alegria da hoste celestial cumprir o prop sito do Criador. Deleitavam- se em refletir a Sua gl ria, e patentear o Seu louvor. E enquanto foi supremo o amor para com Deus, o amor de uns para com outros foi cheio de confian a e abnegado. Nenhuma nota discordante ha- via para deslustrar as harmonias celestiais. Sobreveio, por m, uma mudan a neste estado de felicidade.

10 Houve um ser que perverteu a Por que foi permitido o pecado? 9. liberdade que Deus concedera a Suas criaturas. O pecado originou- se com aquele que, abaixo de Cristo, fora o mais honrado por Deus, e o mais elevado em poder e gl ria entre os habitantes do C u. L ci- fer, filho da alva , era o primeiro dos querubins cobridores, santo, incontaminado. Permanecia na presen a do grande Criador, e os incessantes raios de gl ria que cercavam o eterno Deus, repousavam sobre ele. Assim diz o Senhor Jeov : Tu s o aferidor da medida, cheio de sabedoria e perfeito em formosura. Estavas no den, jardim de Deus; toda a pedra preciosa era a tua cobertura. [..] Tu eras querubim ungido para proteger, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, at que se achou iniq idade em ti . Ezequiel 28:12-15. Pouco a pouco L cifer veio a condescender com o desejo de exalta o pr pria.


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