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PORTUGAL TICO SECTORIAL DE …

COMO CRIAR UMA EMPRESA DE ORGANIZA O EGEST O DE EVENTOSPORTUGAL EMPREENDEDORGUIA PR tico SECTORIAL DE empreendedorismo E DA PROMO O DA COMPETITIVIDADE3 NDICEINTRODU O 2 TESTEMUNHO DE EMPRES RIO 4 LICENCIAMENTO 7 LEGISLA O 9 BREVE DESCRI O DO MERCADO 10 INVESTIMENTO INICIAL 11 RESPONSABILIDADES MENSAIS 12 RECURSOS HUMANOS 13 CALEND RIO FISCAL 14 PROPRIEDADE INDUSTRIAL 14 IMPORT NCIA DE CRIAR EMPRESAS SUSTENT VEIS 19 IMPORT NCIA DA INFORMA O E DAS NOVAS TECNOLOGIAS 20 NAS START-UPS PERFIL DO EMPREENDEDOR DE SUCESSO 21 10 ETAPAS PARA CRIAR UMA EMPRESA 24 FRANCHISING 33 PRINCIPAIS SOLU ES DE FINANCIAMENTO 37 PRINCIPAIS SOLU ES DE INCUBA O F SICA E VIRTUAL 49 CONCLUS ES 614 INTRODU O1 PROMOTORES No mbito do projecto " PORTUGAL Empreendedor", A ANJE Associa o Nacional de Jovens Empres rios, o CEC/CCIC - Conselho Empresarial do Centro / C mara de Com rcio e Ind stria do Centro e a UERN - Uni o das Associa es Empresariais da Regi o Norte promovem um conjunto de guias pr ticos sectoriais de empreendedorismo e da promo o da competitividade.

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1 COMO CRIAR UMA EMPRESA DE ORGANIZA O EGEST O DE EVENTOSPORTUGAL EMPREENDEDORGUIA PR tico SECTORIAL DE empreendedorismo E DA PROMO O DA COMPETITIVIDADE3 NDICEINTRODU O 2 TESTEMUNHO DE EMPRES RIO 4 LICENCIAMENTO 7 LEGISLA O 9 BREVE DESCRI O DO MERCADO 10 INVESTIMENTO INICIAL 11 RESPONSABILIDADES MENSAIS 12 RECURSOS HUMANOS 13 CALEND RIO FISCAL 14 PROPRIEDADE INDUSTRIAL 14 IMPORT NCIA DE CRIAR EMPRESAS SUSTENT VEIS 19 IMPORT NCIA DA INFORMA O E DAS NOVAS TECNOLOGIAS 20 NAS START-UPS PERFIL DO EMPREENDEDOR DE SUCESSO 21 10 ETAPAS PARA CRIAR UMA EMPRESA 24 FRANCHISING 33 PRINCIPAIS SOLU ES DE FINANCIAMENTO 37 PRINCIPAIS SOLU ES DE INCUBA O F SICA E VIRTUAL 49 CONCLUS ES 614 INTRODU O1 PROMOTORES No mbito do projecto " PORTUGAL Empreendedor", A ANJE Associa o Nacional de Jovens Empres rios, o CEC/CCIC - Conselho Empresarial do Centro / C mara de Com rcio e Ind stria do Centro e a UERN - Uni o das Associa es Empresariais da Regi o Norte promovem um conjunto de guias pr ticos sectoriais de empreendedorismo e da promo o da competitividade.

2 Pretendemos com estes guias, reunir de forma acess vel e resumida, todo um conjunto de informa es de especial interesse para empreendedores, nomeadamente, os principais passos e procedimentos a seguir na cria o de um neg cio espec fico. Estes guias dever o ser consultados como sendo mais uma ferramenta de apoio cria o de uma empresa e n o dispensam a consulta de informa o adicional e complementar que permita reduzir ao m ximo o risco envolvente na cria o de um novo neg cio. BREVE ENQUADRAMENTO Na presente conjuntura, nacional e internacional, a import ncia de ser em-preendedor e de criar um neg cio pr prio, assume-se como uma quest o claramente estrat gica e j n o dependente exclusivamente da voca o e do perfil de uma pessoa, passando a ser, em muitos casos, uma quest o de sobreviv ncia uma vez que os jovens, ao n o encontrarem sa das no mercado de trabalho, s o frequentemente obrigados a criar o seu posto de trabalho, atrav s da cria o de um neg cio.

3 As empresas valorizam cada vez mais, quadros com perfil marcadamente empreendedor, capazes de criar ideias e desenvolver solu es. Neste sentido, o empreendedorismo por conta de outrem, tem vindo a ser muito valorizado no meio empresarial. Na ltima d cada, a promo o junto dos jovens de uma atitude mais empreendedora, invadiu as salas de aula do ensino b sico, secund rio e superior mobilizando, gradualmente, os jovens para a necessi-dade de assumirem desde cedo, uma postura mais proactiva, mais criativa, mais inovadora mas, acima de tudo, menos adversa ao risco. PORTUGAL , n o por natureza e excel ncia, um pa s que apresenta uma classe empresarial particularmente inovadora mas, nos ltimos anos, tem-se re-gistado uma clara evolu o em sentido positivo. Assim sendo, tem-se vindo a formar uma nova gera o de empreendedores e de empresas portuguesas que nascem com uma vis o e estrat gia global e que aplicam desde a sua g nese sistemas de gest o de inova o e de qua-lidade, colocando-as naturalmente ao mesmo n vel das suas concorrentes internacionais.

4 A rea de I&D - Investiga o e Desenvolvimento, tem vindo a ser alvo de um consider vel investimento e pela primeira vez na nossa hist ria, a despesa de I&D efectuada pelo sector privado excedeu a efec-"A persist ncia o caminho do xito Sem uma escola empre-endedora, n o se formam jovens empreendedores, sem jovens empreende-dores n o se desenvolvem boas ideias, sem boas ideias n o se desenvolvem bons planos de neg cio, sem bons planos de neg cio n o se criam empresas qualifi-cadas e compromete-se o futuro do Pa s . 5tuada pelo sector p blico nomeadamente nos laborat rios do Estado e nas institui es de ensino superior, universidades e institutos polit cnicos. Verificamos, frequentemente, que a inova o praticada em PORTUGAL , serve para compensar alguma falta de organiza o que nos caracteriza, contri-buindo para o famoso fen meno designado por desenrasca que uma compet ncia muito portuguesa, que permite superar in meros problemas, com poucos meios e em pouco tempo mas, que origina, normalmente, falhas graves nomeadamente ao n vel das derrapagens financeiras e na qualidade do resultado final.

5 Reas como a floresta, as energias renov veis o mar ou o turismo (muito por for a dos recursos naturais que dispomos), a biotecnologia e, em geral, a rea da sa de (por for a do capital humano adquirido), s o sectores que devem ser necessariamente valorizados e dever o ser a aposta estrat gica para o futuro sustentado do Pa s. O sector das tecnologias da informa o igualmente respons vel pelo au-mento do potencial de inova o e indu o de inova o pelo seu efeito que provoca nas sobre as empresas em todos os sectores. Nesta rea, PORTUGAL vai fazendo o seu caminho, tanto por via da cria o de novas empresas, como pelo surgimento de novos produtos/servi os desenvolvidos interna-mente ou ainda atrav s do acesso aos produtos e servi os disponibilizados pelos grandes fornecedores internacionais. Perante um mercado interno diminuto e consideravelmente an mico , a internacionaliza o assume-se como um caminho incontorn vel para a so-breviv ncia e viabilidade do tecido empresarial portugu s uma vez que, glo-balmente considerada, a economia portuguesa n o tem outra via de cresci-mento, sobretudo de crescimento a ritmos compat veis com a necessidade de converg ncia e de aproxima o s m dias da Uni o Europeia, que n o seja uma internacionaliza o cada vez mais intensa da sua actividade, explorando nomeadamente novos mercados emergentes.

6 Outro aspecto estrat gico, fundamental para que o tecido empresarial se torne mais competitivo, o investimento na melhoria de todo o sistema de educa o do n vel b sico ao superior, promovendo uma cultura em-preendedora de rigor e de exig ncia a montante, intensificando o car cter tecnol gico e a vertente empreendedora. Necessitamos, urgentemente, de apreender a lidar com os risco como algo perfeitamente natural e que deve ser promovida desde tenra idade no seio da fam lia e nas escolas. Sem uma escola empreendedora, n o se formam jovens empreendedores, sem jovens empreendedores n o se desenvolvem boas ideias, sem boas ideias n o se desenvolvem bons planos de neg cio, sem bons planos de neg cio n o se criam empresas qualificadas e compromete-se o futuro do Pa s. O meio empresarial actual, necessita de capital humano de elevado potencial sendo, desta forma, necess rio investir na forma o cont nua ao longo da vida activa dos RH, com regressos recorrentes ao sistema de ensino, para aquisi o das compet ncias indispens veis a cada momento, pois o mundo dos nossos dias, muda muito rapidamente e a forma o tem de acompanhar essa mudan a.

7 Anualmente, PORTUGAL perde uma grande parte do seu capital humano de elevado potencial que, por ser aliciado pelas grandes empresas, ou por partir em busca de mercados mais competitivos com mais e melhores oportuni-dades, abandona definitivamente o nosso pa s e vai disponibilizar as suas compet ncias de excel ncia para um outro pa s. Esta tend ncia especial-mente dram tica no sentido em que o pa s necessita urgentemente destes jovens empreendedores de elevado potencial, para aumentar a seu n vel de competitividade no sentido de contrariar o consider vel atraso que ainda mant m face aos demais parceiros comunit rios. Neste sentido, urge actuar no sentido de contrariar a falta de um mercado de trabalho capaz de lhes oferecer oportunidades de 6trabalho minimamente compat veis com as suas compet ncias e aspira es, ou corremos um s rio risco de mais tarde ou mais cedo, termos de importar os servi os desse capital humano a um custo n o comport vel tendo em conta as nossas escassas disponibilidades financeiras.

8 Empresas portugue-sas ou estrangeiras, centros de decis o de raiz portuguesa ou estrangeira, intensifica o tecnol gica, emprego qualificado, tudo o que teremos de oferecer e de procurar promover, atrav s de um investimento nas pol ticas p blicas para contrariar esta tend ncia que provoca preju zos incalcul veis e que compromete de forma s ria e definitiva a recupera o da nossa economia. TESTEMUNHO DE EMPRES RIO2A empres ria S nia Brochado rev , passo a passo, a cria o da B Trust, faz uma radiografia do mercado, partilha dificuldades e apresenta alguns con-selhos pr ticos para os novos TRUSTLOCALIZA O: PortoINVESTIMENTO INICIAL: euros N MERO DE COLABORADORES: tr sEND. Rua do T mega, s/n (antiga escola 53)CP. 4200-502 LOC. PortoTEL. 934753340 WEB. COMO DEFINE A B TRUST? QUAIS OS SEUS PRINCIPAIS SERVI OS E REAS DE ACTUA O? A B Trust uma empresa de servi os de marketing integrados, tendo como principais reas de actua o a organiza o de eventos, consultadoria em marketing, design, catering, forma o e recursos humanos tempor rios, no-meadamente animadores, hospedeiras, promotores e assistentes de eventos.

9 QUE TIPO DE EVENTOS ORGANIZA A B TRUST? QUAIS OS SERVI OS INCLU DOS E EM QUE MEDIDA SE DIFERENCIAM NO MERCADO? A rede de contactos um factor de sucesso na organiza o de eventos 7A B Trust tem como core business a organiza o de eventos corporate, em-bora ultimamente tenham sido solicitadas propostas para organizarmos eventos para particulares, como por exemplo baptizados, festas de crian as e casamentos. Os nossos servi os v o desde o planeamento, passando pela execu o at ao acompanhamento p s- evento. O que nos diferencia no mercado, segundo os nossos clientes, o facto de vestirmos verdadeira-mente a sua camisola e concedermos aten o ao detalhe, tendo sempre o cuidado de personalizar um evento. QUAL O TARGET DA B TRUST NO QUE TOCA ORGANIZA O DE EVEN-TOS? Empresas e particulares a n vel nacional que valorizem a confian a e que tenham como objectivo organizar um evento personalizado e inovador. QUANTO PODE CUSTAR A ORGANIZA O DE UM EVENTO DE M DIA DIMENS O?

10 Uma quest o muito dif cil de responder, pois o or amento para um evento depende de v rias vari veis. Pode ir desde 30 euros, se quisermos surpreender algu m no dia de anos, at milhares de euros. QUAL O INVESTIMENTO INICIAL DA B TRUST? SE A ACTIVIDADE DA EMPRESA SE RESUMISSE ORGANIZA O DE EVENTOS QUAL SERIA O INVESTIMENTO NECESS RIO? Por op o, o nosso investimento inicial foi de euros, no entanto pode-r amos ter iniciado a actividade por apenas 1 euro de capital social. A n vel de custos de constitui o, investimos 360 euros na constitui o da empre-sa atrav s do sistema de empresa na hora, 100 euros no registo online da marca B Trust ( ). Temos ainda 200 euros de custo mensal de aven a de um T cnico Oficial de Contas. A n vel de comunica o, investimos 500 Euros no desenvolvimento do estacion rio (envelopes, papel de carta, cart es de contactos, cart o de cumprimentos) e de um roll-up, bem como 15 euros no registo do dom nio Como temos o servi o interno de design, o desenvolvimento criativo dos materiais de comunica o da B Trust ficou mais econ mico.