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Práticas Clínicas Baseadas em Evidências

Pr ticas Cl nicas Baseadas em Evid ncias D bora Aparecida Lentini de Oliveira M dulo Pedag gico PR TICAS CL NICAS Baseadas EM EVID NCIAS. SAUDE. E S P E C I A L I Z A O E M.. da F A M I L I A. Sum rio Pr ticas Cl nicas Baseadas em Evid 21. Introdu o 25. Tipos de Estudo 27. 1. Relatos de caso 27. 2. S rie de casos 27. 3. Estudo de caso-controle 28. 4. Estudo coorte 29. 5. Ensaio cl nico controlado randomizado 30. Revis o sistem tica da literatura 32. Interpreta o de um gr fico de metan lise 33. N veis de evid ncia 36. Pr ticas cl nicas Baseadas em evid ncias 37. 1. Pergunta cl nica 37. 2. Busca de artigos relevantes 38. 3. Avalia o cr tica da literatura 50.

Assim, neste caso hipotético, há uma estimativa de que os jovens do Jardim Sandra que usam drogas injetáveis tem 27 vezes mais chances de se tornarem HIV positivos. 4. Estudo coorte Trata-se de estudo longitudinal, prospectivo e observacional, em que um grupo definido de pessoas (coorte) é acompanhado durante um período de tempo.

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1 Pr ticas Cl nicas Baseadas em Evid ncias D bora Aparecida Lentini de Oliveira M dulo Pedag gico PR TICAS CL NICAS Baseadas EM EVID NCIAS. SAUDE. E S P E C I A L I Z A O E M.. da F A M I L I A. Sum rio Pr ticas Cl nicas Baseadas em Evid 21. Introdu o 25. Tipos de Estudo 27. 1. Relatos de caso 27. 2. S rie de casos 27. 3. Estudo de caso-controle 28. 4. Estudo coorte 29. 5. Ensaio cl nico controlado randomizado 30. Revis o sistem tica da literatura 32. Interpreta o de um gr fico de metan lise 33. N veis de evid ncia 36. Pr ticas cl nicas Baseadas em evid ncias 37. 1. Pergunta cl nica 37. 2. Busca de artigos relevantes 38. 3. Avalia o cr tica da literatura 50.

2 4. Aplica o pr tica da evid ncia (decis o cl nica) 51. Refer ncias 52. PR TICAS CL NICAS Baseadas EM EVID NCIAS. Introdu o A surpreendente profus o de publica es, muitas vezes contradit rias, associada intensa pr tica cl nica, tende a dificultar a atualiza o do profissional da rea de sa de, podendo, s vezes, tornar sua pr tica obsoleta. As pr ticas cl nicas Baseadas em evid ncias t m sido definidas como o uso consciencioso, expl cito e criterioso das melhores evid ncias dispon veis na tomada de decis o cl nica sobre cuidados de pacientes individuais (SACKETT et al., 1996) Buscam reconhecer publica es com melhor rigor cient fico (estudos bem desenhados e bem conduzidos, com n mero adequado de pacientes), compilar esses estudos, torn -los acess veis aos profissionais da sa de - diminuindo, assim, as incertezas cl nicas.

3 Atrav s do conhecimento da melhor evid ncia cient fica dispon vel, o profissional pode associar esse conhecimento a sua expertise, sempre levando em conta os valores, cren as e prefer ncias do paciente informado. Assim, o uso apropriado da evid ncia cient fica pode nortear a decis o cl nica com benef cios e redu o de danos ao paciente. Essa integra o dos componentes comp e o conceito de sa de al m das evid ncias. (ATALLAH e CASTRO, 1998). Gloss rio Expertise: viv ncia, in- As pr ticas cl nicas Baseadas em evid ncias n o buscam orientar terpreta o da evid ncia e as pr ticas cl nicas somente pela soberania cient fica, ou cercear esses aplica o ao seu paciente.

4 Profissionais no exerc cio de sua capacidade cl nica. Ao contr rio, visa contribuir para a qualidade do atendimento cl nico por meio de a es de forma o continuada desses profissionais, tais como: Identificar e compilar os melhores estudos;. Aprender como fazer a avalia o cr tica da literatura dispon vel;. Disponibilizar essas evid ncias em bases de dados eletr nicas. Bons profissionais de sa de utilizam tanto sua viv ncia cl nica quanto as melhores evid ncias dispon veis na sua tomada de decis o cl nica. Mesmo uma evid ncia cient fica de qualidade pode n o se aplicar a um determinado paciente. Ensaios de efetividade gerados em pa ses ou popula es com caracter sticas muito diversas, nem sempre podem ser aplicados ao nosso paciente.

5 Especializa o em Sa de da Fam lia 25. M DULO PEDAG GICO. A maior possibilidade de aplica o dos resultados depende da Dicas semelhan a entre os nossos pacientes e os pacientes estudados. O acesso s informa es, via Para melhor compreens o das pr ticas cl nicas Baseadas em internet, transforma-se em evid ncias, preciso conhecer e saber avaliar os tipos de estudos e a desafio tecnol gico para alguns hierarquia da for a da evid ncia cient fica. profissionais e pode colaborar para sua motiva o atualiza o Ent o, dividiremos este assunto nos seguintes t picos: do conhecimento. Tipos de estudo Revis o sistem tica da literatura N veis de evid ncia Pr ticas cl nicas Baseadas em evid ncias: 1.

6 Pergunta cl nica 2. Busca por artigos relevantes 3. Avalia o cr tica da literatura 4. Aplica o pr tica da evid ncia (decis o cl nica). 26 UNA-SUS | UNIFESP. PR TICAS CL NICAS Baseadas EM EVID NCIAS. Tipos de Estudo Os estudos cl nicos apresentam quatro diretrizes principais: quest es sobre diagn stico, tratamento, progn stico ou preven o. Para responder a cada uma dessas quest es, existem desenhos de estudos adequados. Para quest es sobre diagn stico, o estudo mais adequado o de acur cia; para quest es sobre tratamento, a op o pelo ensaio cl nico controlado randomizado;. para progn stico, os estudos coortes s o os mais adequados; e para preven o, a recomenda o por ensaios cl nicos controlados randomizados.

7 Nem sempre encontramos tais desenhos. H uma gama muito grande de estudos, em todas as bases de dados, com diferentes desenhos, retrospectivos ou prospectivos, com maior ou menor credibilidade. H estudos epidemiol gicos, cl nicos, em animais, in vitro. Conhe a os principais tipos de estudos cl nicos: 1. Relatos de caso 2. S rie de casos 3. Estudo de caso-controle 4. Estudo coorte 5. Ensaio cl nico controlado randomizado 1. Relatos de caso Descri es detalhadas de um ou alguns casos cl nicos, apresentando um evento cl nico raro ou uma nova interven o. Quando bem detalhados, colaboram para elucidar os mecanismos de doen as - mas os resultados se aplicam somente quele paciente espec fico (FLETCHER , 1996).

8 2. S rie de casos Estudo com n mero maior de pacientes, em geral mais de dez, podendo ser retrospectivo ou prospectivo. Colabora com o delineamento do caso cl nico, mas tem limita es importantes. Especializa o em Sa de da Fam lia 27. M DULO PEDAG GICO. Frequentemente avalia acontecimentos passados. N o tem grupo de compara o, o que pode gerar conclus es err neas (FLETCHER et al., 1996). 3. Estudo de caso-controle Estudo onde dois grupos semelhantes s o selecionados a partir de uma popula o em risco. A diferen a entre os grupos a presen a ou aus ncia de doen a. um estudo retrospectivo, onde o pesquisador busca localizar os poss veis fatores de risco a que essa amostra com a doen a foi exposta anteriormente.

9 Indicado para a identifica o de fatores de risco em doen as raras, tamb m em surtos epidemiol gicos onde haja necessidade de identifica o r pida dos fatores de risco; e ainda para a explora o de fatores progn sticos de doen as com longo per odo de lat ncia. Exemplo: O estudo inicia com a defini o, pelo pesquisador, de um grupo de casos (jovens HIV positivos) e outro de controles (jovens HIV negativos) de uma popula o definida. As amostras devem ser semelhantes, diferindo pela presen a ou aus ncia da doen a, como no caso de uma popula o hipot tica de adultos jovens (16 a 25 anos) atendidos no Programa de Sa de da Fam lia do bairro Jardim Sandra (200 jovens), onde h suspeita de alto ndice de uso de drogas injet veis.

10 Desses 200 jovens, 20 seriam HIV positivos. O pesquisador selecionaria, da popula o, 20 jovens com caracter sticas semelhantes ao grupo dos casos. Objetivos: avaliar os fatores de risco a que eles foram expostos, como por exemplo, o uso de drogas injet veis. Avalia-se a raz o de chances, (odds ratio, raz o de probabilidade) definida como as chances (odds) de que um caso seja exposto, dividida pelas chances a que um controle seja exposto (FLETCHER et al., 1996). CASOS CONTROLES. EXPOSTOS A (18) B (5). Drogas injet veis N O EXPOSTOS C (2) D (15). Drogas injet veis Quadro 1 - Odds Ratio A / (A + C). C / (A + C) A/C AD. Raz o de chances = = = = 27.


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