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PREVENÇÃO DE ACIDENTE NOS TRABALHOS EM …

Preven o de quedas PALESTRA. PREVEN O DE ACIDENTE NOS TRABALHOS EM. ALTURA. OBJETIVO: PASSAR CONHECIMENTO E EXPERI NCIA ADQUIRIDA NA. PREVEN O DE ACIDENTES EM TRABALHO EM ALTURA. O QUE DIZ A LEI. SEGUNDO A LEI, A CULPA EST FUNDAMENTADA NA TEORIA DA. PREVISIBILIDADE. PREVISIBILIDADE A POSSIBILIDADE DE SE PREVER UM FATO. DIZ-SE HAVER PREVISIBILIDADE QUANDO O INDIV DUO, NAS. CIRCUNST NCIAS EM QUE SE ENCONTRAVA, PODIA CONSIDERADO COMO. POSS VEL A CONSEQ NCIA DE SUA A O. ASSIM SENDO, AO TRABALHADOR, S DEVIDA A CULPA QUANDO O. ACIDENTE FOR CAUSADO POR ERRO PROFISSIONAL, O QUE DETERMINA A SUA. IMPER CIA. OS ERROS DE OMISS O E NEGLIGENCIA DEVEM SER ATRIBU DOS AOS QUE. T M O PODER DA DECIS O. O DESCUMPRIMENTO DAS MEDIDAS DE ENGENHARIA TRAZEM CON- SIGO DANOS CONSIDER VEIS PRODU O DA EMPRESA. A LEI 8213 - CUSTEIO E BENEF CIOS - PARTIR DE SUA APROVA O.

prevenção de quedas tst alexandre rogerio roque-1- palestra prevenÇÃo de acidente nos trabalhos em altura objetivo: passar conhecimento e experiÊncia adquirida na

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1 Preven o de quedas PALESTRA. PREVEN O DE ACIDENTE NOS TRABALHOS EM. ALTURA. OBJETIVO: PASSAR CONHECIMENTO E EXPERI NCIA ADQUIRIDA NA. PREVEN O DE ACIDENTES EM TRABALHO EM ALTURA. O QUE DIZ A LEI. SEGUNDO A LEI, A CULPA EST FUNDAMENTADA NA TEORIA DA. PREVISIBILIDADE. PREVISIBILIDADE A POSSIBILIDADE DE SE PREVER UM FATO. DIZ-SE HAVER PREVISIBILIDADE QUANDO O INDIV DUO, NAS. CIRCUNST NCIAS EM QUE SE ENCONTRAVA, PODIA CONSIDERADO COMO. POSS VEL A CONSEQ NCIA DE SUA A O. ASSIM SENDO, AO TRABALHADOR, S DEVIDA A CULPA QUANDO O. ACIDENTE FOR CAUSADO POR ERRO PROFISSIONAL, O QUE DETERMINA A SUA. IMPER CIA. OS ERROS DE OMISS O E NEGLIGENCIA DEVEM SER ATRIBU DOS AOS QUE. T M O PODER DA DECIS O. O DESCUMPRIMENTO DAS MEDIDAS DE ENGENHARIA TRAZEM CON- SIGO DANOS CONSIDER VEIS PRODU O DA EMPRESA. A LEI 8213 - CUSTEIO E BENEF CIOS - PARTIR DE SUA APROVA O.

2 CONSIDERA O DESCUMPRIMENTO DAS NORMAS DE SEGURAN A COMO CON- TRAVENCAO PENAL. O QUE DIZ A NORMA (LEI 6514, PORTARIA 3214). OS PROFISSIONAIS DO SESMT DEVER O APLICAR TODO CONHECIMENTO. DE ENGENHARIA, DE MODO A REDUZIR AT ELIMINAR OS RISCOS EXISTENTES. NO LOCAL DE TRABALHO, E DETERMINAR, QUANDO ESGOTADOS TODOS OS. MEIOS CONHECIDOS PARA A ELIMINA O DO RISCO E ESTE PERSISTIR, MESMO. QUE REDUZIDO, A UTILIZA O DE EPI'S. TST ALEXANDRE ROGERIO ROQUE -1- Preven o de quedas Em virtude do que diz a Lei, devemos em primeiro lugar utilizar todo conhecimento para eliminar os risco de acidentes, fazendo uso dos equipamentos de prote o coletiva (EPC). N o sendo poss vel, lan amos m o do EPI. Por isso n o basta darmos somente o cinto de seguran a para o funcion rio, devemos assegurar que independente do uso do cinto de seguran a ele estar seguro, uma vez que previs vel que o funcion rio n o use o cinto de seguran a na execu o do servi o.

3 A T CNICA DE PREVEN O DE QUEDAS. A FILOSOFIA DA PREVEN O DE QUEDAS DE ALTURA DEVE ATENDER A. UMA SEQ NCIA, PARA OS DIFERENTES GRAUS DE PREVEN O DE QUEDAS, 1- REDU O DO TEMPO DE EXPOSI O AO RISCO: TRANSFERIR O QUE. FOR POSS VEL A FIM DE QUE O SERVI O POSSA SER EXECUTADO NO. SOLO, ELIMINADO O RISCO. - EX.: PE AS PR -MONTADAS. 2- IMPEDIR A QUEDA: ELIMINAR O RISCO ATRAV S DA CONCEP O E. ORGANIZA O DO TRABALHO NA OBRA. - EX.: COLOCA O DE. GUARDA-CORPO. 3- LIMITAR A QUEDA: SE A QUEDA FOR IMPOSS VEL, DEVE-SE RECORRER. A PROTE ES QUE A LIMITEM. - EX.: REDES DE PROTE O. 4- PROTE O INDIVIDUAL: SE N O FOR POSS VEL A ADO O DE MEDIDAS. QUE REDUZAM O TEMPO DE EXPOSI O, IMPE AM OU LIMITEM A. QUEDA DE PESSOAS, DEVE-SE RECORRER A EQUIPAMENTOS DE. PROTE O INDIVIDUAL. - EX.: CINTO DE SEGURAN A. OBS.: PARA TRABALHOS NORMAIS, ESTA T CNICA DE PROTE O. INDIVIDUAL DEVE FICAR LIMITADA A TAREFAS DE CURTA DURA O.

4 NO ENTANTO, DEVE-SE UTILIZAR A PROTE O INDIVIDUAL QUANDO O. RISCO TOTAL DAS OPERA ES DE COLOCA O E/OU DESMONTAGEM. DA PROTE O COLETIVA FOR SUPERIOR AO USO DA CITADA. PROTE O COLETIVA. IMPORTANTE: SEMPRE QUE POSS VEL COMBINAR DUAS T CNICAS DE PREVEN O, ALCAN ADO 100% DE PROTE O. TST ALEXANDRE ROGERIO ROQUE -2- Preven o de quedas FATORES QUE INFLUENCIAM A ESCOLHA DAS. T CNICAS A SEREM UTILIZADAS. 1- TEMPO DE EXPOSI O: TEMPO NECESS RIO PARA A EXECU O DO. SERVI O;. 2- NUMERO DE PESSOAS ENVOLVIDAS: QUANTIDADE DE OPER RIOS QUE. TRABALHAR O NO SERVI O;. 3- REPETITIVIDADE DO SERVI O: OS SERVI OS S O FEITO COM. FRENQUENCIA OU OS EQUIPAMENTOS PODEM SER USADOS EM OUTROS. SERVI OS;. 4- CUSTO X BENEF CIO: VERIFICAR QUANTO CUSTA A PROTE O E QUANTO. DE PROTE O EFICAZ ELA OFERECE;. 5- PRODUTIVIDADE: A PROTE O AUMENTA A PRODUTIVIDADE DOS. TRABALHADORES;. 6- ESPA O F SICO E INTERFER NCIA: H ESPA O PARA COLOCA O DA.

5 PROTE O E N O HA INTERFER NCIA. OS EPC'S MAIS UTILIZADOS NA PREVEN O DE. QUEDA DE TRABALHOS EM ALTURA. REDE DE PROTE O E GUARDA-CORPO DE REDE;. PLATAFORMA PROVIS RIA E BANDEJA DE PROTE O;. TRAVA-QUEDA E CABO DE A O GUIA;. GUARDA-CORPO;. PRANCHAS ANTI-DERRAPANTES;. CADEIRA SUSPENSA;. ANDAIME SUSPENSO;. ELEVADORES DE PESSOAL. TST ALEXANDRE ROGERIO ROQUE -3- Preven o de quedas PREVEN O DE QUEDAS DE ALTURA. NO RAMO DE MONTAGENS INDUSTRIAIS NA CONSTRU O. CIVIL, A MAIORIA DOS ACIDENTES GRAVES DO TRABALHO SE. DEVE A QUEDAS DE ALTURAS ELEVADAS. PRINCIPAIS CAUSAS DAS. Perda de equil brio do Falta de prote o trabalhador beira do espa o, sem prote o. (Escorreg o, passo em falso etc.). TST Alexandre R. Roque TST ALEXANDRE ROGERIO ROQUE -4- Preven o de quedas Falha de uma instala o ou de M todo impr prio de um dispositivo de prote o. trabalho (Quebra de suporte ou ruptura de cabo de a o).

6 TST Alexandre R. Roque Contato acidental com Trabalhador n o apto condutor ou massa sob ao trabalho em altura tens o el trica (Problemas de Sa de). TST Alexandre R. Roque TST ALEXANDRE ROGERIO ROQUE -5- Preven o de quedas ALGUMAS OPERA ES E AS PREVEN ES. NECESS RIAS. MONTAGEM DE ESTRUTURAS MET LICAS E DA COBERTURA: TRABALHOS . NO PLANO HORIZONTAL. EPC'S RECOMENDADOS: REDE DE PROTE O, CABO DE A O GUIA, TRAVA- QUEDAS RETR TIL, PRANCHAS ANTI-DERRAPANTES. MONTAGEM DE ESTRUTURAS MET LICAS E DE FECHAMENTO LATERAL: TRABALHO NO PLANO VERTICAL. EPC'S RECOMENDADOS: REDE DE PROTE O, CABO DE A O GUIA, TRAVA- QUEDAS RETR TIL. MONTAGEM DE ANDAIME E ACESSO EM ALTURA POR ANDAIME. EPC'S RECOMENDADOS: TRAVA-QUEDAS RETR TIL. OPERA ES DE FORMA, ARMA O, CONCRETAGEM E DESFORMA DE. LAJES. EPC'S RECOMENDADOS: REDE DE PROTE O, CABO GUIA, GUARDA CORPO E. PLATAFORMA PROVIS RIA.

7 MONTAGEM DE TUBULA ES HIDR ULICAS, EL TRICAS E PNEUM TICAS. EPC'S RECOMENDADOS: CABO DE A O GUIA, TRAVA-QUEDAS RETR TIL E. PLATAFORMA PROVIS RIA. MONTAGEM DE CHAMIN S. EPC'S RECOMENDADOS: PRANCHAS ANTIDERRAPANTES, PLATAFORMA. PROVIS RIA, CABO DE A O GUIA, TRAVA-QUEDAS RETR TIL. MONTAGEM DE DUTOS DE VENTILA O. EPC'S RECOMENDADOS: CABO DE A O GUIA, TRAVA-QUEDAS RETR TIL, PLATAFORMA PROVIS RIA. MONTAGEM DE M QUINAS E EQUIPAMENTOS. EPC'S RECOMENDADOS: CABO DE A O GUIA, TRAVA-QUEDAS E GUARDA- CORPO. MONTAGEM DE MONOVIA E PONTE ROLANTE. EPC'S RECOMENDADOS: CABO DE A O GUIA, TRAVA-QUEDAS RETR TIL. PINTURA DE ESTRUTURAS E TELHADOS. EPC'S RECOMENDADOS: CABO DE A O GUIA, TRAVA-QUEDAS RETR TIL, PLATAFORMA PROVIS RIA. TST ALEXANDRE ROGERIO ROQUE -6- Preven o de quedas CHEK LIST DE PREVEN O DE ACIDENTES EM. ALTURA. I- REALIZAR INSPE O NO LOCAL DO SERVI O ANTES DO IN CIO DA.

8 OBRA, A FIM DE SE REALIZAR LEVANTAMENTO DOS RISCOS. EXISTENTES. II- REALIZAR UM MICRO-PLANEJAMENTO DO SERVI O A SER. EXECUTADO. III-INSPECIONAR OS DISPOSITIVOS DE PROTE O, VERIFICANDO SE. EST O EM BOM ESTADO, SE OFERECEM RESIST NCIA AOS ESFOR OS A. QUE SER O SUBMETIDOS. NUNCA IMPROVISAR DISPOSITIVO DE. PROTE O. IV-PREPARAR E MONTAR TODO EQUIPAMENTO NECESS RIO PARA. PREVEN O DE ACIDENTES. V- VERIFICAR SE TODO PESSOAL ENVOLVIDO EST APTO AO SERVI O. VI-ISOLAR E SINALIZAR TODA A REA SOB O SERVI O. A REA A SER. ISOLADA DEVER SER SEMPRE MAIOR QUE A PROJE O DA SOMBRA. DA REA DO SERVI O. VII-QUANDO A EXECU O DE UM SERVI O ESPECIF CO E DE POUCA. DURA O EXIGE A RETIRADA DE UM DISPOSITIVO DE SEGURAN A, MEDIDAS SUPLEMENTARES DE SEGURAN A DEVEM SER TOMADAS. TODO DISPOSITIVO RETIRADO DEVER SER RECOLOCADO NO FIM DA. EXECU O DO SERVI O. VIII-OS OPER RIOS DEVER O POSSUIR PORTA-FERRAMENTAS E/OU.

9 AMARRAR AO CINTO OU PUNHO AS FERRAMENTAS DE PEQUENO. PORTE. IX- PROIBIDA A REALIZA O DE OUTRO TRABALHO SIMULT NEO AO. TRABALHO EM ALTURA. SE NECESS RIA A EXECU O DESTE SERVI O, O TRABALHO EM ALTURA DEVE SER PARALISADO. TST ALEXANDRE ROGERIO ROQUE -7- Preven o de quedas X- SEMPRE QUE HOUVEREM INSTALA ES EL TRICAS A REAS NAS. PROXIMIDADES DO SERVI O, NECESS RIA A INSTALA O DE. PROTE O (BARREIRAS) QUE EVITE O CONTATO ACIDENTAL. XI-A EXECU O DE TRABALHOS ACIMA E NA MESMA DIRE O DE PONTA. TUBOS E DE FERROS VERTICAIS DESPROTEGIDOS DEVE SER EVITADA. QUANDO ISSO N O FOR POSS VEL, TAIS PONTAS DEVEM SER. PROTEGIDAS. XII-ANTES DO INICIO DO SERVI O, O DEPTO DE SEGURAN A DEVER SER. COMUNICADO, A FIM DE TOMAR TODAS AS PROVID NCIAS. NECESS RIAS QUANTO PREVEN O DE ACIDENTES, BEM COMO, QUANDO ACHAR NECESS RIO, PROMOVER PALESTRA EQUIPE QUE. REALIZAR O SERVI O, NO SENTIDO DE ORIENT -LA QUANTO S.

10 MEDIDAS DE SEGURAN A. XIII-O I AMENTO DE MATERIAIS PESADOS DEVER SER FEITO SOMENTE. COM O USO DE TALHAS AMARRADAS NA ESTRUTURA DO PR DIO. NUNCA NO ANDAIME OU TUBULA ES. XIV-INSPECIONAR E VERIFICAR OS EQUIPAMENTOS DE I AMENTO, COMO: PESO M XIMO PERMITIDO, ESTADO DE CONSERVA O, BEM. COMO OS CABO DE A O E CORDAS. XV-O TRABALHO SOBRE M QUINAS EM MOVIMENTO DEVE SER EVITADO. QUANDO N O FOR POSS VEL, TOMAR MEDIDAS COMPLEMENTARES DE. SEGURAN A, PREVENINDO O RISCO DE PRENSAMENTO DOS. OPER RIOS. XVI-TODO CUIDADO DEVE SER TOMADO PARA EVITAR A QUEDA, SOBRE. TRABALHADORES E MAQUINAS OU EQUIPAMENTOS EM N VEIS. INFERIORES, DE FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOS TAIS COMO: MARTELO, FURADEIRA, LIXADEIRA , ETC. ALEXANDRE ROG RIO ROQUE. T CNICO DE SEGURAN A DO TRABALHO. TST ALEXANDRE ROGERIO ROQUE -8.


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