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1 2 vers o Munic pio de Presidente Prudente Secretaria Municipal de Sa de PROTOCOLO DE PREVEN O E TRATAMENTO DE FERIDAS Mar o/2018 2 PROTOCOLO de PREVEN o e TRATAMENTO de FERIDAS Secretaria Municipal de Sa de Presidente Prudente SUM RIO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 Apresenta Introdu Cuidados em Pacientes T cnica de Limpeza da Material Necess rio para Realiza o do Realiza o de Curativo na Realiza o do Curativo na Resid T cnica de Mensura o de rea T cnica de Mensura o de Profundidade da T cnica de Mensura o do Solapamento da T cnica de Mensura o da Circunfer ncia dos Membros Escala de Pele ao Redor da Exames Complementares.
2 Procedimentos para a medida de peso Coberturas, Solu es, Cremes e Pastas Padronizados Pela SMS de Presidente Antimicrobianos T Creme de Sulfadiazina de cido Graxo Essencial/ Protetor Cut Hidrocoloide Em Placa Extra Hidrocol ide em Cobertura Adesiva Com Hidrofibra e Hidrocoloide na Camada Cobertura Absorvente De Hidrofibra Com Prata I Bota de Hidrogel com Alginato de C lcio e S Carv o Produtos n o Padronizados pele SMS de Presidente Operacionaliza Crit rios de Atribui Consultas de Orienta es Pacientes Delibera es, Resolu es E Portaria Sobre Atendimento de Enfermagem Realizado Pelo 4 5 6 11 11 12 13 14 15 16 16 17 17 17 18 18 20 20 21 21 22 25 25 26 26 27 27 28 28 29 30 31 31 34 35 36 3 PROTOCOLO de PREVEN o e TRATAMENTO de FERIDAS Secretaria Municipal de Sa de Presidente Prudente 26 27 28 29 30 Unidades de Sa de que Realizam Refer ncias Bibliogr Comiss o Municipal de Curativos (Portaria 24/2017 SMS).
3 Anexo I Ficha de Avalia o de Anexo II Rela o de Consumo por Anexo III De 39 41 42 42 42 43 51 53 4 PROTOCOLO de PREVEN o e TRATAMENTO de FERIDAS Secretaria Municipal de Sa de Presidente Prudente 1. Apresenta o A proposta da Secretaria Municipal de Sa de de Presidente Prudente visa descentraliza o dos servi os de sa de, bem com o objetivo de facilitar o acesso e o controle e melhoria da qualidade da assist ncia prestada. O TRATAMENTO do portador de ferida din mico e deve acompanhar a evolu o cient fico-tecnol gica. Por isso, as coberturas selecionadas complementam o TRATAMENTO dispensado a estes portadores, de forma a diminuir o tempo de cicatriza o, elevar a qualidade de vida e reduzir custos para o munic pio.
4 Este PROTOCOLO visa instrumentalizar as a es dos profissionais e sistematizar a assist ncia prestada, al m de fornecer subs dios para sua implementa o, bem como suas op es ticas para organiza o do trabalho em sa de com escolhas tecnol gicas teis, apropriadas e dispon veis para o processo de enfrentamento dos problemas relativos ao TRATAMENTO de FERIDAS . Todos os profissionais devem incorporar o papel de cuidador em sua fun o, estarem informados quanto aos recursos e servi os dispon veis, conhecerem as normas, rotinas e fluxos de encaminhamentos durante a assist ncia s pessoas com FERIDAS , n o se esquecendo das a es de PREVEN o preconizadas. Assim, estar o contribuindo para a otimiza o dos recursos dispon veis na rede assistencial, fazendo com que sejam utilizados da forma mais universal e equ nime poss vel.
5 Este PROTOCOLO resulta do esfor o de profissionais da rede e aborda especificamente a aten o aos pacientes com FERIDAS ou com risco para seu desenvolvimento, ficando sujeito a avalia es peri dicas e reformula es necess rias adequa o aos avan os tecnol gicos, cient ficos e pol tica de sa de vigente na Secretaria Municipal de Sa de de Presidente Prudente. 5 PROTOCOLO de PREVEN o e TRATAMENTO de FERIDAS Secretaria Municipal de Sa de Presidente Prudente 2. Introdu o Pele ntegra Representa 15% do peso corp reo, formando revestimento e dando prote o contra agentes nocivos. um rg o em perfeita sintonia com o resto do organismo, refletindo o estado da sa de. A secre o seb cea e sudoreia determinam o Ph que na pele normal est em torno de 5,4 a 5,6 com varia es topogr ficas.
6 FUN ES: Prote o das estruturas internas Termorregula o Prote o imunol gica Percep o Secre o S nteses de vitaminas Estruturas A pele (c tis ou tez) dividida em tr s camadas: epiderme, derme e o tecido subcut neo. Epiderme a parte mais externa da pele formada pelo epit lio escamoso estratificado, variando sua espessura em 0,05 mm nas p lpebras a 1,5 mm nas palmas da m o e plantas dos p s. A anatomia microsc pica da jun o dermoepid rmica complexa. A camada mais interna da epiderme consiste de uma s camada de c lulas colunares, denominadas c lulas basais. As c lulas basais se dividem para formar queratin citos, que compreendem a camada espinhosa. As c lulas da camada espinhosa s o conectadas umas s outras por pontes intercelulares ou espinhais, que histol gicamente parecem linhas entre as c lulas.
7 Os queratin citos sintetizam prote na insol vel, que permanece na c lula e finalmente se torna um componente importante da camada externa (o estrato c rneo). As c lulas continuam a se achatar, e seu citoplasma parece granular (estrato granuloso), elas finalmente morrem quando alcan am a superf cie para formar o estrato c rneo. H tr s tipos de c lulas dentr ticas na epiderme: o melan cito, que sintetiza pigmento (melanina), a c lula de Langerhans, que serve como elemento na linha de frente nas rea es imunes da pele, e na c lula de Merkel, cuja fun o n o est claramente definida. Derme A derme varia em espessura, de 0,3mm na p lpebra ao dorso. composta de tr s tipos de tecido conjuntivo: col geno, tecido el stico e fibras reticulares. A derme dividida em duas camadas: a fina camada superior, denominada papilar, composta de fibras de 6 PROTOCOLO de PREVEN o e TRATAMENTO de FERIDAS Secretaria Municipal de Sa de Presidente Prudente col geno finas e dispostas aleatoriamente e a camada inferior, mais espessa, denominada reticular, estende-se da base da camada papilar ao tecido subcut neo, e composta de fibras grossas de col geno que est o dispostas em paralelo superf cie da pele.
8 Os histi citos s o macr fagos migrat rios que acumulam hemossiderina, melanina e detritos consequentes da inflama o. Os mast citos, localizados primariamente em torno dos vasos sangu neos, fabricam e liberam histamina e heparina. Nervos D rmicos E Vasculatura As sensa es do tato e press o s o recebidas pelos corp sculos de Meissner e Vater-Pacini. As sensa es de dor, prurido e temperatura s o recebidas por termina es nervosas n o-mielinizadas na derme papilar. Um est mulo de baixa intensidade criado pela inflama o causa prurido, enquanto um est mulo de alta intensidade causa dor. Assim, a co adura converte a sensa o intoler vel de prurido na sensa o mais toler vel de dor e elimina o prurido. O sistema aut nomo supre a inerva o motora da pele.
9 As fibras adren rgicas inervam os vasos sangu neos (vasoconstri o), m sculos eretores do pelo e as gl ndulas ap crinas. As fibras aut nomas para as gl ndulas sudor paras crinas s o colin rgicas. A gl ndula seb cea regulada pelo sistema end crino e n o inervada por fibras aut nomas. 3. FERIDAS Qualquer les o que provoque a descontinuidade do tecido corp reo, impedindo suas fun es b sicas, podendo ser intencional (cir rgica) ou acidental (trauma). CLASSIFICA O DAS FERIDAS Quanto ao agente: Incis o; Perfura o; Contus o; Escoria o; Animais Pe onhentos; T rmicas. Quanto ao conte do: Limpas; Infectadas. Quanto ao volume de exsudato: Secas; Pouco exsudativas; Moderamente exsudativas; Altamente exsudativas 7 PROTOCOLO de PREVEN o e TRATAMENTO de FERIDAS Secretaria Municipal de Sa de Presidente Prudente EXSUDATO: CURATIVO TRADICIONAL OU CONFORME AVALIA O DA FERIDA A) HIDROCOLOIDE B) AGE A) HIDROGEL.
10 B) PLACA DE HIDROFIBRA COM PRATA C) DEBRIDAMENTO MEC NICO D) ODOR: CARV O ATIVADO AP S 24 HORAS MANTER ABERTO. SE SINAIS DE INFEC O LOCAL: CONSULTA M DICO EPITELIZA O FERIDAS CIRURGICALES O COM TECIDO INVI VEL ORIENTA USU RIO/FAMILIA E REGISTRA OS DADOS NO PRONTU RIO AVALIAR FERIDA, PRESCREVER COBERTURA INDICADA E AVALIAR SITUA O VACINAL EM CASO DE FERIDAS TRAUMATICAS E OU CIRURGICAS. LES O EM TECIDOS VI VEIS GRANULA O FERIDAS RASAS: A) HIDROCOLOIDE B) HIDROGEL ENCAMINHAR PARA O AMBULATORIO DERMATOLOGIA, NA SUSPEITA DE MALIGINIDADE OU NECESSIDADE DE BI PSIA CONSULTA DE ENFERMAGEM *TERMO DE COMPROMISSO* AUXILIAR/T CNICO DE ENFERMAGEM CURATIVO SIMPLES CURATIVOS COMPLEXOS, DRENOS, LCERAS, QUEIMADURAS, FERIDAS CIR RGICAS E TRAUM TICAS CONSULTA AVALIA O M DICA SE NECESS RIO (UBS/ESF) USU RIO COM FERIDAS FLUXOGRAMA DE FERIDAS 8 PROTOCOLO de PREVEN o e TRATAMENTO de FERIDAS Secretaria Municipal de Sa de Presidente Prudente Seguimento dos Curativos nos Prontos Atendimentos.