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Rendimento operacional global e o pensamento enxuto ...

XXII Encontro Nacional de Engenharia de Produ o Curitiba PR, 23 a 25 de outubro de 2002. Rendimento operacional global E O. pensamento enxuto : ABORDAGENS CONVERGENTES. NA IND STRIA DE MANUFATURA. Mestrando Renato Aur lio Castro Costa Programa de P s-Gradua o do Departamento de Engenharia Mec nica UFPR. R. Chile, 1994 casa 03 - Rebou as 80220-181 - Curitiba PR Tel.: (41) 332 7543. PhD Marcelo Gechele Cleto Programa de P s-Gradua o do Departamento de Engenharia Mec nica UFPR. Centro Polit cnico Cx. Postal 19011 81531-990 - Curitiba PR. Abstract - This paper essentially discusses the lean production philosophy compatibility to define assembly line performances' manufacturing cells through Overall Production Efficiency indicator from Total Productive Maintenance in Paran 's company. The methodology applied was interviews with the industrial engineer when the evolution's performance data were collected and interviews with the production supervisors where detailed information from shop-floor could be taken to better understand the results.

XXII Encontro Nacional de Engenharia de Produção Curitiba – PR, 23 a 25 de outubro de 2002 ENEGEP 2002 ABEPRO 3 estabilizar. Antes de apresentar as equações, primeiramente, devemos definir os diferentes tempos

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1 XXII Encontro Nacional de Engenharia de Produ o Curitiba PR, 23 a 25 de outubro de 2002. Rendimento operacional global E O. pensamento enxuto : ABORDAGENS CONVERGENTES. NA IND STRIA DE MANUFATURA. Mestrando Renato Aur lio Castro Costa Programa de P s-Gradua o do Departamento de Engenharia Mec nica UFPR. R. Chile, 1994 casa 03 - Rebou as 80220-181 - Curitiba PR Tel.: (41) 332 7543. PhD Marcelo Gechele Cleto Programa de P s-Gradua o do Departamento de Engenharia Mec nica UFPR. Centro Polit cnico Cx. Postal 19011 81531-990 - Curitiba PR. Abstract - This paper essentially discusses the lean production philosophy compatibility to define assembly line performances' manufacturing cells through Overall Production Efficiency indicator from Total Productive Maintenance in Paran 's company. The methodology applied was interviews with the industrial engineer when the evolution's performance data were collected and interviews with the production supervisors where detailed information from shop-floor could be taken to better understand the results.

2 The first cells manufacturing's performance established a high level capacity to insure parts to the final assembly. This was traduced in two workers more than necessary, because Total Productive Maintenance (TPM) program reduced the breakdown losses and the non-defective rate. This equivocate performance was confirmed on the shop-floor with stops in the cells manufacturing's main line because the high level of inventory. A new performance was establish to correct this mistake. We concluded that there's a philosophy incompatibility between the Lean Production System and management in this factory because its overall production efficiency designed had accepted wastes in its assembly line. Furthermore, TPM program converge with Toyota Production System (TPS) to eliminate equipment losses with a human resources development.

3 Key-words - Lean Production, Total Productive Maintenance, Overall Production Efficiency 1- Introdu o Devido atual din mica do mercado brasileiro onde podemos notar que o pre o final do produto est sendo determinado pelo consumidor, diversas empresas come aram a aplicar t cnicas de administra o que surgiram nos ltimos tempos a fim de reduzir os custos e permitir que se mantenham competitivas. Dentre estas t cnicas, podemos citar a Manuten o Produtiva Total (TPM), a qual surgiu no Jap o nos anos 70, a partir da necessidade de desenvolver t cnicas e procedimentos da Manuten o Corretiva, Preventiva e Preditiva. A evolu o atual do TPM. est focada na Gest o da Performance Total, segundo o pr prio Japanese Institute of Plant Maintenance (NETO, 2001), onde poder amos citar indicadores para medir este desempenho.

4 O principal deles a efici ncia global da instala o, que pela nomenclatura ENEGEP 2002 ABEPRO 1. XXII Encontro Nacional de Engenharia de Produ o Curitiba PR, 23 a 25 de outubro de 2002. de MIRSHAWKA (1993), chama-se o Rendimento operacional global . Este indicador permite visualizar a efici ncia da linha e contribui na determina o do custo da n o- efic cia das instala es, segundo estudo realizado por este autor. A empresa do setor automotivo objeto de nossa an lise, aqui chamada de F, no segundo semestre de 2001 teve duas quedas na demanda de seus produtos. Por sua atividade industrial ter caracter sticas de empresa de manufatura, as suas linhas de produ o tiveram que ser redimensionadas em termos da m o-de-obra direta, isto , reduziu-se o n mero de oper rios que est alocado nas mesmas. A empresa F que possui uma organiza o industrial tipo Produ o Enxuta fabrica componentes que s o fornecidos para montagem de um ve culo do mercado brasileiro.

5 A. mesma est dividida em c lulas de manufatura que produzem componentes para linha de montagem final. O desempenho global dos setores medido atrav s do acompanhamento da performance individual de cada linha e/ou c lula pelo indicador Rendimento operacional global , uma vez que a Manuten o Produtiva Total foi adotada e a sua implanta o se encontra na primeira etapa da manuten o aut noma, onde os equipamentos s o limpos e inspecionados. A finalidade da ado o da TPM claramente otimizar a performance das linhas. Este trabalho tem por objetivo fazer uma an lise da coer ncia da determina o da performance atrav s do Rendimento operacional global com a filosofia do pensamento enxuto em duas c lulas de manufatura da empresa F. Para fins de desenvolvimento do estudo, primeiramente, foi realizada uma revis o bibliogr fica da metodologia do c lculo do Rendimento operacional global e uma breve cita o do objetivo do pensamento enxuto .

6 Em seguida, atrav s de dados recolhidos por entrevistas com engenheiros, t cnicos e encarregados da empresa F, apresentada a tabela de dimensionamento da linha ap s a primeira queda de demanda (situa o 1). Esta cont m dados da m o-de-obra necess ria. Tamb m apresentado o resultado observado no ch o de f brica com dados colhidos durante dois meses pelo encarregado da fabrica o. Segue-se com a apresenta o do dimensionamento das linhas para segunda queda da demanda (situa o 2), j considerando o desempenho observado no ch o-de-f brica na situa o 1. Finalmente, uma discuss o de como ocorreu esta evolu o e sua coer ncia com a filosofia adotada pela empresa feita ao final. Vale ressaltar que a an lise se limita coer ncia dos valores propostos de performance calculados pela Engenharia Industrial que se traduziram pela quantidade de trabalhadores nas linhas.

7 A metodologia e os fatores que influenciam o dimensionamento da m o-de- obra n o ser o objetos de discuss o e ser o considerados como resultados verdadeiros para fins de an lise. 2- Rendimento operacional global (ROG). O Rendimento operacional global (ROG) um indicador que surgiu para administrar as seis grandes perdas do TPM de uma instala o, as quais s o: quebra de equipamento, ajuste e prepara o de linha, opera o a vazio e microfalhas, queda de velocidade, gera o de produto defeituoso e, finalmente, entrada em regime de processo. Segundo MIRSHAWKA (1993), o indicador ROG calculado pela multiplica o de tr s fatores: a disponibilidade, o desempenho e o ndice de qualidade. A disponibilidade ser avaliada em fun o dos tempos de parada da instala o. O desempenho em fun o da instala o respeitar o tempo de ciclo te rico e, finalmente, o ndice de qualidade avaliado em fun o da instala o fabricar bem da primeira vez, sem retrabalhos, e principalmente, sem gerar sucatas.

8 Podemos ainda considerar neste ltimo, a perda que o processo leva para se ENEGEP 2002 ABEPRO 2. XXII Encontro Nacional de Engenharia de Produ o Curitiba PR, 23 a 25 de outubro de 2002. estabilizar. Antes de apresentar as equa es, primeiramente, devemos definir os diferentes tempos envolvidos durante a produ o para visualizarmos a disponibilidade segundo MIRSHAWKA (1993). Tempo Requerido o per odo dentro do tempo total no qual a instala o ser . requisitada para cumprir com a sua fun o. Para uma ind stria de manufatura, por exemplo, subtrai-se do tempo total o per odo de almo o e pausas. Tempo Efetivo de Disponibilidade a parte do tempo requerido onde a instala o est efetivamente capaz de cumprir com a sua fun o requisitada supondo que o fornecimento dos meios externos necess rios para seu funcionamento esteja assegurado.

9 Portanto, o tempo onde n o ocorrem paradas. Tempo de Indisponibilidade Pr pria- o per odo de parada cuja causa pertence ao per metro do meio de fabrica o. A causa deste tipo de parada pode ser pane, troca ou regulagem do ferramental, do meio, do produto, problemas de qualidade, controle de qualidade, entre outros. Tempo de Indisponibilidade Exterior o tempo de parada cuja causa externa ao meio de fabrica o como falta de utilidades ou bloqueio da linha. A disponibilidade Do ser a rela o entre o tempo requerido subtra do dos tempos de indisponibilidade exterior (TIe) e pr pria (TIp) dividido pelo tempo requerido (TR). J o desempenho De da instala o ser dada pela multiplica o de dois fatores: o ndice da Velocidade operacional (IVo), o qual a rela o entre o tempo de ciclo te rico dividido pelo tempo de ciclo efetivo durante a produ o, e o ndice de Opera o Efetiva (IOe), que a multiplica o da quantidade produzida pelo tempo de ciclo efetivo dividido pelo tempo efetivo de disponibilidade Finalmente o ndice de qualidade (IQ) a rela o entre a quantidade de pe as conformes produzidas dividido pela quantidade total de produ o.

10 No caso de multiplicarmos Do, IVo, IOe e IQ, o resultado final do ROG ser a quantidade de pe as conforme vezes o tempo de ciclo te rico, dividido pelo tempo requerido. Sabendo-se que tempo requerido dividido pelo tempo de ciclo te rico a produ o te rica, chegamos a equa o final, onde o ROG ser a rela o entre a quantidade de pe as conformes produzidas dividido pela produ o te rica. ROG = Quantidade Conforme / Quantidade Te rica de Produ o Devemos observar que na ind stria de manufatura, se o ritmo m dio do oper rio garantir o tempo de ciclo te rico, o desempenho De ser de 100%, sendo o ROG. determinado basicamente pelo ndice de qualidade e a disponibilidade. Este o caso da empresa F onde s o apontados no di rio de produ o apenas os principais tempos de parada. Subtra dos do tempo requerido, o tempo de funcionamento encontrado dividido pelo tempo de ciclo te rico que indicar qual seria a quantidade que poderia ter sido produzida.


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