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S.O

espiritual espiritual 2 Capa:Luiz GasparettoEditora o Eletr nica: M rcia MarinsDiagrama o: C ntia Ferreira | @paginarlivrosFotos ilustrativas: Freepik e Unsplash (bancos de imagens)1 Edi o: Outubro de 2009 | exemplares2 Edi o: Junho de 2020 | E-book digitalO t tulo deste livro foi criado por Dona Z bia Gasparettoa quem presto a homenagem e sou eternamente este livro para Leandro, meu filho e amigo.[ proibida a reprodu o de parte ou da totalidade dos textos sem autoriza o pr via do editor] espiritual espiritual 4 ndiceNotas do autor Apresenta o Nossa mente e nossas atitudesO sistema nervoso Doen a pela emo o O sexto sentido Influ ncias externas Como captamos energia?

espiritual 11 T odo processo de desequilíbrio espiritual começa pela desarmonia interna provocada por emoções viven-ciadas e não compreendidas ou aceitas. É a chamada influência interna, ou seja, uma parte de você, inconscien-te, reclamando uma situação de desagrado no seu campo vibracional.

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1 espiritual espiritual 2 Capa:Luiz GasparettoEditora o Eletr nica: M rcia MarinsDiagrama o: C ntia Ferreira | @paginarlivrosFotos ilustrativas: Freepik e Unsplash (bancos de imagens)1 Edi o: Outubro de 2009 | exemplares2 Edi o: Junho de 2020 | E-book digitalO t tulo deste livro foi criado por Dona Z bia Gasparettoa quem presto a homenagem e sou eternamente este livro para Leandro, meu filho e amigo.[ proibida a reprodu o de parte ou da totalidade dos textos sem autoriza o pr via do editor] espiritual espiritual 4 ndiceNotas do autor Apresenta o Nossa mente e nossas atitudesO sistema nervoso Doen a pela emo o O sexto sentido Influ ncias externas Como captamos energia?

2 Como criamos os bloqueios de energia Autodestrui o energ tica O poder da espiritual 5 Transformar preocupa o em a oPrimeiro exerc cioSegundo exerc cio Refor ar a a o mentalRelembrando a escrita Ampliar o campo de prote o Exerc cio para expandir a aura Higiene espiritual noturna Higiene espiritual matinal Corpos SutisExerc cio matinal O Dec gono Considera es finais espiritual espiritual 7 Notas do AutorPelos caminhos que tenho percorrido, muitas pessoas frequentemente me perguntam:- Como seu trabalho?- O que voc faz?Eu ainda n o consegui rotular meu trabalho, acho que uma profiss o sui generis , isto , diferente das outras, pois me dedico a uma terapia abstrata, sem medicamentos.

3 No entanto, tento explicar da forma mais simples poss vel, atrav s de uma mesa multicolorida chamada quanti nica a qual, juntamente com um p ndulo radiest sico, identifico as energias das pessoas e dos ambientes tempo vai passando e, quanto mais atendo as pes-soas, chego conclus o de que meu trabalho identificar dist rbios espirituais que causam desequil brios em suas vidas. Ao identific -los, tomo provid ncias para reequili-brar seus campos energ ticos. Ao alinhar o campo vibra-t rio das pessoas, me deparo com express es de surpresa. Devido simplicidade das t cnicas que utilizo, elas se sen-tem relaxadas e confort veis em alguns fato que, temos em nossa cultura uma filosofia de complicar as situa es e, nesses casos, quando uma atitude reagente foge dos padr es normais, acre-ditamos que a solu o sempre mais penosa.

4 espiritual 8 s vezes, quando simples respostas s o identificadas, algumas pessoas n o cr em com muito fervor nos m to-dos que utilizo e sou obrigado a lhes explicar com deta-lhes o que foi realizado no campo vibrat rio, para que se conven am de que o trabalho efetuado suficiente para o seu reequil brio energ o utilizo rituais, muito menos rezas e ora es carre-gadas de cunho religioso. O trabalho realizado totalmen-te baseado em t cnicas cient ficas as quais, ao longo do desenvolvimento da minha sensibilidade, fui aprendendo com os Mestres que me amparam. dif cil provar a tese j que n o h uma Universidade no plano material que tenha esse curr culo.

5 No Brasil, os indiv duos que possuem diplo-mas s o mais valorizados, como se um peda o de papel qualificasse o profissional. Por tais motivos, resolvi colocar algumas dessas t cnicas neste pequeno livro de bolso a fim de que sirva como um manual de primeiros socorros para que voc o utilize nos momentos em que se sentir ataca-do por energias intrusas, que n o consiga entend -las nem tampouco lidar com elas. Utilize essas t cnicas com fre- qu ncia, mesmo que a princ pio, voc n o acredite nelas. Com o passar do tempo, ir perceber que funcionam e far parte dos h bitos di rios de sua vida, como escovar os den-tes, tomar banho, comer, beber, etc.

6 Assim, poder manter seu SISTEMA IMUNOL GICO DE SA DE espiritual em perfeita harmonia e n o depender mais dos outros para estar em equil Feliz! espiritual 9 Apresenta oH muito tempo a ci ncia chamada moderna, que co-me ou com Galileu Galilei e culminou com Newton, deixou de ser a nica verdade para entender o mundo e seus mist rios. Mas a verdade que muitos ainda acredi-tam que apenas o que existe o que se pode tocar. Po-r m, o mundo mecanicista passou a ser simplesmente um cap tulo dentro da complexa estrutura do universo, prin-cipalmente do universo , mesmo com as tecnologias t o fant sticas que vemos surgir dia a dia, muitos ainda pensam que o ser humano uma m quina que pode ser curada apenas tro-cando-se suas pe espiritual , Darcio Cavallini nos mostra a faceta mais importante do ser humano para conseguir uma vida feliz e realizada: olhar, entender e melhorar o lado que n o se v , mas que sustenta toda sua estrutura e sua exist ncia.

7 Este lado respons vel pelo que se v , por seus frutos, pela sua alegria ou tristeza, pobreza ou riqueza, felicidade ou infelicidade. o caminho da consci- ncia, da inten o, da energia, do esp rito, enfim, de tudo aquilo que engloba a chamada espiritualidade. espiritual um livro de bolso, pr tico, com instru es simples, por m eficazes, para espiritual 10uma vida melhor neste mundo t o complicado, confuso e perdido. Mas n o se deixe enganar pela simplicidade de suas palavras. A simplicidade o final de uma longa caminhada de procuras e descobertas. A simplicidade se d apenas quando se conhece muito bem o caminhar pela vida encontramos pessoas de todo tipo.

8 Desde aquelas que passam por n s sem nada acres-centar, at aquelas que quando temos a sorte de cruzar com elas, fazem uma grande diferen a em nossas uma dessas pessoas que gosta de caminhar, aprender e transmitir o aprendido de uma forma simples e eficaz, caracter stica dos homens que fazem a diferen pequeno livro nos deixa algumas t cnicas sim-ples, por m poderosas, para melhorar nosso , pratique, pratique, pois assim que vai perceber qu o poderosos s o os exerc cios que nele se ensinam. E, desta forma, ver que o que vai ler pode ser muito til, como o pr prio autor deseja, no seu caminhar evolutivo, ao encontro da verdadeira raz o pela qual es-tamos neste planeta, nesta vida e neste momento, com as pessoas certas e nos lugares certos nos quais nos , meu amigo, este livro vai continuar a sua mis-s o de melhorar este mundo, que se perdeu em algum momento e n o est conseguindo voltar a seu espiritual 11 Todo processo de desequil brio espiritual come a pela desarmonia interna provocada por emo es viven-ciadas e n o compreendidas ou aceitas.

9 A chamada influ ncia interna, ou seja, uma parte de voc , inconscien-te, reclamando uma situa o de desagrado no seu campo nos lembrar que antes de sermos um corpo f sico, somos um esp rito. Uma ess ncia energ tica ain-da n o compreendida pela nossa ci ncia e que a religi o pouco ousa instrospectar, preferindo deixar no campo do mist rio. Como ess ncia espiritual e cria o Divina, so-mos muitas partes convivendo e interagindo com o corpo f sico. Seria como um grande conselho deliberativo com muitas opini es sobre solu es de cada assunto propos-to. S o as escolhas as quais temos que fazer a cada dia de nossa exist ncia terrena. A dificuldade maior que o comando central desse complexo de avalia o de opi-ni es est centrado em nossa mente.

10 Este comandan-te supremo, como um grande ditador, escuta pouco ou quase nada as opini es desses outros eus interiores tornando-os inconscientes. S o as chamadas sensa es que v m do cora o e que a mente recusa-se a POR QUE N O OUVIMOS ESSE EU INTERIOR? espiritual 12 Nascemos no corpo f sico utilizando a barriga e a energia de nossa m e, por m somos n s que constru -mos nosso corpo f sico. Os pais s tomam conhecimento do sexo da crian a aos tr s ou quatro meses da gravidez atrav s da tecnologia. Sabemos o que viemos fazer, e tamb m que tipos de corpo necessitamos para vivenciar as experi ncias terrenas e aprender com elas atrav s do acerto e erro.


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