Transcription of SPDA - Abracopel
1 SPDA - SISTEMAS DE PROTE O. CONTRA DESCARGAS ATMOSFERICAS. (PARA-RAIOS) . Principais mudan as da norma NBR5419-Parte 3. A nova norma NBR5419 teve com o diretriz a IEC 62305 e se divide em 4 partes bem distintas, tais como : PARTE 1 - Princ pios gerais .. 75 p ginas PARTE 2 - Gerenciamento de risco - ..111 p ginas PARTE 3-Projetos e instala es-Danos f sicos a estruturas e perigos 61 p g. PARTE 4 - Sistemas el tricos e eletr nicos internos na estrutura - ..93 p ginas .. 340 P ginas Norma antiga NBR5419/2005 = 42 p ginas Esta norma aplic vel a: a) projeto, instala o, inspe o e manuten o de um SPDA para estruturas sem limita o de altura;. b) estabelecimento de medidas para prote o contra les es a seres vivos causadas pelas tens es de passo e toque provenientes das descargas atmosf ricas. NOTA 1 As prescri es contidas nesta parte da ABNT NBR 5419 n o s o direcionadas a prover prote o contra falhas de sistemas el tricos e eletr nicos devidas a sobretens es. Requisitos espec ficos para tais casos s o providos na NBR 5419/2015 Parte 4.
2 NOTA 2 Requisitos espec ficos para prote o contra descargas atmosf ricas em turbinas e licas s o apresentados na IEC 61400-24. Materiais para SPDA e condi es de utiliza o Utiliza o Corros o Podem ser Material No concreto No concreto destru dos por Ao ar livre Na terra Resist ncia Aumentado por ou reboco armado acoplamento galv nico Compostos Maci o Maci o Maci o sulfurados Encordoado Encordoado Encordoado Bom em muitos Materiais Cobre N o permitido . ambientes org nicos Como Como Como cobertura cobertura cobertura Altos conte dos de cloretos A o Maci o Maci o Maci o Maci o Aceit vel no ar, Altos conte dos Cobre galvanizado em concreto e em de cloretos a quente Encordoado Encordoado Encordoado Encordoado solos salubres Maci o Maci o Maci o Maci o A o Bom em muitos Altos conte dos . inoxid vel ambientes de cloretos Encordoado Encordoado Encordoado Encordoado A o Maci o Maci o Maci o Bom em muitos Compostos revestido N o permitido . ambientes sulfurados por cobre Encordoado Encordoado Encordoado Bom em atmosferas Maci o contendo baixas Solu es Alum nio N o permitido N o permitido N o permitido Cobre concentra es de alcalinas Encordoado sulfurados e cloretos Capta o e descidas Material Configura o rea da se o m nima mm2 Coment rios 4).
3 Fita maci a 35 Espessura 1,75 mm Arredondado maci o 4) 35 Di metro 6 mm Cobre Encordoado 35 Di metro de cada fio da cordoalha 2,5 mm rea da se o m nima Material Configura o 2 Coment riosd Arredondado maci o 2) mm 200 Di metro 16 mm Fita maci a 70 Espessura 3 mm Arredondado maci o 70 Di metro 9,5 mm Alum nio Encordoado 70 Di metro de cada fio da cordoalha 3,5 mm Arredondado maci o b 200 Di metro 16 mm A o cobreado Arredondado maci o 50 Di metro 8 mm IACS 30 % e Encordoado 50 Di metro de cada fio da cordoalha 3 mm Alum nio Arredondado maci o 50 Di metro 8 mm cobreado IACS 64. % Encordoado 70 Di metro de cada fio da cordoalha 3,6 mm Fita maci a 50 Espessura m nima 2,5 mm A o galvanizado a Arredondado maci o 50 Di metro 8 mm quente a Encordoado 50 Di metro de cada fio cordoalha 1,7 mm Arredondado maci o b 200 Di metro 16 mm Fita maci a 50 Espessura 2 mm Arredondado maci o 50 Di metro 8 mm A o inoxid vel c Encordoado 70 Di metro de cada fio cordoalha 1,7 mm Arredondado maci o b 200 Di metro 16 mm Aterramento Ng=0,04.
4 Td1,25, Ng=raios/km2/ano Calculo de necessidade de SPDA. An lise de risco SELE O DOS N VEIS DE PROTE O. O N vel de prote o determinado na analise de risco Da parte 2 da norma M TODO FRANKLIN. 80.. 70. 60. 50. Classe do SPDA. 40. 30. IV. I II III. 20. 10. 0. 0 2 10 20 30 40 50 60. H m IEC 2095/05. 80. 70. 60. 50. Classe do SPDA. 40. 30. IV. I II III. 20. 10. 0. 0 2 10 20 30 40 50 60. H m IEC 2095/05. N o houve mudan a significativa 80.. 70. 60. 50. Classe do SPDA. 40. 30. IV. I II III. 20. 10. 0. 0 2 10 20 30 40 50 60. H m IEC 2095/05. 1 2. h1 h1. h2. H. M todo Eletrogeom trico r r r r h > 60 m r 0,8 h h < 60 m Subsistema de capta o r Raio da esfera rolante Sem altera es M TODO DAS MALHAS. N vel Largura Comprimento a ( m) b ( m). I 5 10 a II 10 20 b III 10 20. IV 20 40. Nova Norma N vel Maximo afastamento dos condutores da malha I 5x5 b a II 10 x 10. III 15 x 15. IV 20 x 20. DESCIDAS. N vel de Espa amento prote o M dio (m). I 10. II 15. III 20. IV 25. Descidas Nova Norma NBR5419/2015.
5 N vel de Espa ament prote o o M dio (m). I 10. NOTA: aceit vel uma varia o II 10 no espa amento dos condutores de descidas de 20 %. III 15. IV 20. Fixa o Elementos captores e condutores de descidas devem ser firmemente fixados de forma que as for as eletrodin micas ou mec nicas acidentais (por exemplo, vibra es, expans o t rmica etc.) n o causem afrouxamento ou quebra de condutores. A fixa o dos condutores do SPDA deve ser realizada em dist ncia m xima assim compreendida: at 1,0 m para condutores flex veis (cabos e cordoalhas) na horizontal;. at 1,5 m para condutores flex veis (cabos e cordoalhas) na vertical ou inclinado;. at 1,0 m para condutores r gidos (fitas e barras) na horizontal;. at 1,5 m para condutores r gidos (fitas e barras) na vertical ou inclinado ATERRAMENTO. TIPOS DE ARRANJOS DO ELETRODO DE ATERRAMENTO. PERMITIDOS PELA NORMA NBR5419. 1 - ARRANJO A. ATERRAMENTO PONTUAL (SEPARADO) . EXIG NCIAS M NIMAS. PER METRO AT 25 m RESISTIVIDADE DO SOLO ATE 100 .m 2 - ARRANJO B.
6 ANEL PERIMETRAL CIRCUNDANDO A EDIFICAC O O SOLO, ENTERRANDO A 50 CENT METROS DE PROFUNDIDADE E. AFASTADO EM 1 METRO DA EDIFICA O. CASO N O SEJA. FAZER O ANEL POR FORA DA EDIFICA O ESTE PODER SER. EXECUTADO POR DENTRO DA EDIFICA O. Subsistema de aterramento Geral Quando se tratar da dispers o da corrente da descarga atmosf rica (comportamento em alta frequ ncia) para a terra, o m todo mais importante de minimizar qualquer sobretens o potencialmente perigosa estudar e aprimorar a geometria e as dimens es do subsistema de aterramento. Deve-se obter a menor resist ncia de aterramento poss vel, compat vel com o arranjo do eletrodo, a topologia e a resistividade do solo no local. Condi es gerais nos arranjos de aterramento Para subsistemas de aterramento, na impossibilidade do aproveitamento das armaduras das funda es, o arranjo a ser utilizado consiste em condutor em anel, externo estrutura a ser protegida, em contato com o solo por pelo menos 80 % do seu comprimento total, ou elemento condutor interligando as armaduras descont nuas da funda o (sapatas).
7 Estes eletrodos de aterramento podem tamb m ser do tipo malha de aterramento. Devem ser consideradas medidas preventivas para evitar eventuais situa es que envolvam tens es superficiais perigosas (ver Se o 8). Embora 20 % do eletrodo convencional possa n o estar em contato direto com o solo, a continuidade el trica do anel deve ser garantida ao longo de todo o seu comprimento (ver ). No caso da impossibilidade t cnica da constru o do anel externo edifica o, este pode ser instalado internamente. Para isto, devem ser tomadas medidas visando minimizar os riscos causados por tens es superficiais (ver Se o 8). Comprimento m nimo do eletrodo de aterramento 100. 90. 80 Classe I. 70 Novidade 60. l1 m 50. Classe II. 40. 30. 20. 10. Classe III-IV. 0. 0 500 1 000 1 500 2 000 2 500 3 000. m IEC 2097/05. Validar o comprimento minimo de eletrodo NOTA 1 Classes III e IV s o independentes da resistividade do solo. NOTA 2 Para solos com resistividades maiores que 3 000 .m prolongar as curvas atrav s das equa es: l1 = 0,03 -10 para classe I e.
8 L1 = 0,02 -11 para a classe II. Para o eletrodo de aterramento em anel ou interligando a funda o descont nua, o raio m dio re da rea abrangida pelos eletrodos n o pode ser inferior ao valor l1: re l1. Quando o valor requerido de l1 for maior do que o valor conveniente de re, eletrodos adicionais horizontais ou verticais (ou inclinados) devem ser adicionados com comprimentos individuais lr (horizontal) e lv (vertical) dados pelas seguintes equa es: lr = l1 re (2). e lv = (l1 re)/2 (3). Tabela 1 Isola o do SPDA externo Valores do coeficiente ki N vel de prote o do SPDA Ki I 0,08. II 0,06. III e IV 0,04. Tabela 2 Isola o do SPDA externo Valores do coeficiente km Material Km Ar 1. Concreto, tijolos 0,5. NOTA 1 No caso de v rios materiais isolantes estarem em serie, uma boa pr tica usar o menor valor de km. NOTA 2 A utiliza o de outros materiais isolantes est sob considera o. Isola o do SPDA externo Valores aproximados do coeficiente kc Numero de descidas n kc 1 (somente para SPDA isolado) 1.
9 2 0,66. 3 ou mais 0,44. No caso de haver linhas ou partes condutivas externas ligadas estrutura, necess rio garantir a equipotencializa o (atrav s de liga o direta ou via DPS) nos pontos de entrada na estrutura. N o exigida dist ncia de seguran a em estruturas met licas ou de concreto com armadura interligada e eletricamente cont nua. O coeficiente kc da corrente da descarga atmosf rica (na capta o ou na descida) depende da classe do SPDA, do n mero total (n) e da posi o dos condutores de descida, dos an is intermedi rios e do subsistema de aterramento. A dist ncia de seguran a necess ria depende da queda de tens o do caminho mais curto a partir do ponto onde a mesma deve ser considerada, at . o eletrodo de aterramento ou o ponto de equipotencializa o mais pr ximo. An is horizontais An is de cintamento ir o seguir o espa amento das descidas 20. N vel de Espa amento dos BEL prote o an is I 10. 20 II 10. BEL III 15. IV 20. 20. BEP. SPDA ESTRUTURAL (NATURAL). Anexos FIM! Normando Alves (31) 3308-7018 / 9984-3240.
10 (31) 3308-7030.
