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TRAÇA DA BATATEIRA - seed.pt

TRA A DA BATATEIRA Phthorimaea operculella AGENTE RESPONS VEL No estado adulto, a tra a uma pequena borboleta de colora o acinzentada, com 10 a 15 mm de comprimento. As f meas t m h bitos crepusculares e pouca longevidade. Durante o dia escondem-se junto ao solo e na face inferior das folhas. Estas p em os ovos nos talos, nas folhas e nos olhos dos tub rculos superf cie. Cada f mea p e, em m dia 200 ovos, durante o seu ciclo de vida, distribu dos em v rias posturas. Os ovos apresentam uma colora o branca, s o lisos e globosos. As larvas surgem em m dia ap s 8 dias da postura dos ovos, come ando de imediato a penetrar na pele e polpa do tub rculo.

Escolha da Variedade: A escolha de variedades de ciclo mais curto ajuda a antecipar a data de colheita, e deste modo a evitar a fase de maior incidência da praga.

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1 TRA A DA BATATEIRA Phthorimaea operculella AGENTE RESPONS VEL No estado adulto, a tra a uma pequena borboleta de colora o acinzentada, com 10 a 15 mm de comprimento. As f meas t m h bitos crepusculares e pouca longevidade. Durante o dia escondem-se junto ao solo e na face inferior das folhas. Estas p em os ovos nos talos, nas folhas e nos olhos dos tub rculos superf cie. Cada f mea p e, em m dia 200 ovos, durante o seu ciclo de vida, distribu dos em v rias posturas. Os ovos apresentam uma colora o branca, s o lisos e globosos. As larvas surgem em m dia ap s 8 dias da postura dos ovos, come ando de imediato a penetrar na pele e polpa do tub rculo.

2 Quando completam o seu desenvolvimento larvar (15 a 20 dias), estas abandonam as galerias para pupar no solo. A dura o do estado de pupa de 10 a 30 dias, dependendo das condi es clim ticas. Em locais mais quentes, como nos armaz ns, o ciclo repete-se durante o inverno. Em condi es mais frias, como no campo, a tra a hiberna na forma de pupa. DANOS A tra a da BATATEIRA uma praga espec fica das Solan ceas e cujos estragos assumem particular import ncia em batata armazenada. Os danos causados s o de dois tipos: na cultura e nos tub rculos. Na cultura: ap s a eclos o dos ovos as larvas penetram na nervura principal das folhas e caules, constituindo galerias onde se desenvolvem. Provocam a desseca o e a morte das plantas Nos tub rculos: as larvas resultantes da postura dos ovos sobre os tub rculos, v o penetrar na epiderme destes, originando galerias que causam graves preju zos cultura, quer directos, quer indirectos.

3 Os directos resultam da desvaloriza o comercial das batatas, enquanto os indirectos se devem ao facto de as galerias constitu rem portas de entrada para outras pragas e doen as ( caros, fungos, bact rias) da batata. Os principais preju zos s o causados sobre os tub rculos durante o per odo de armazenamento. A tra a tamb m pode desenvolver-se nos caules da BATATEIRA , abrindo galerias no seu interior e provocando frequentemente a murchid o da planta. Com as perdas decorrentes desta praga, os produtores de batata necessitam de adoptar medidas para minimizar os efeitos desta praga. MEDIDAS PREVENTIVAS NO CONTROLE DA TRA A DA BATATEIRA A tra a de dif cil combate.

4 Podem ser tomadas algumas medidas preventivas, quer no campo, quer nos armaz ns de modo a diminuir a import ncia do ataque: Prepara o do solo: Prepara o do solo em condi es adequadas de humidade, evita a forma o de torr es que servem de ref gio para v rias pragas da batata. Escolha da Variedade: A escolha de variedades de ciclo mais curto ajuda a antecipar a data de colheita, e deste modo a evitar a fase de maior incid ncia da praga. Variedades com uma tuberiza o mais profunda contribuem para uma menor incid ncia da praga, deixando os tub rculos mais afastados da superf cie, logo menos expostos aos ataques das larvas. Planta o: Deve ser realizada uma profundidade adequada para a variedade, tamanho da semente e tipo de solo.

5 Uma planta o superficial significa um maior n mero de tub rculos em desenvolvimento pr ximo da superf cie, aumentando desta forma exposi o ac o das larvas da praga. Amontoa: Deve ser bem executada, agindo como uma barreira f sica, dificultando desta forma o contacto da praga com os tub rculos. Pode ser necess ria uma amontoa adicional durante o ciclo, uma vez que o engrossamento das hastes, o crescimento dos tub rculos superficiais, a ac o das chuvas e da irriga o, entre outros, originam fendas e buracos nos camalh es que permitem a entrada da praga. Rega: Manter a superf cie do solo sempre h mida, de modo a n o o deixar secar, o que vai impedir a forma o de fissuras, as quais permitem a postura dos ovos, por parte da praga.

6 A rega por aspers o realizada sempre que poss vel, mesmo ap s a desseca o da rama, contribui para criar um ambiente pouco favor vel ao desenvolvimento de insectos. Tratamentos com insecticidas: importante estar atento ao servi o de avisos. O tratamento deve ser realizado tendo por base a estimativa de risco da praga, sendo necess rio acompanhar a evolu o da praga ao longo do ciclo da cultura. Colheita: O atraso na colheita dos tub rculos ap s a desseca o da rama, propicia um maior ataque de larvas, que ao final do ciclo, na aus ncia de folhas verdes pode enterrar-se e perfurar os tub rculos. Deste modo a colheita deve ser antecipada o mais poss vel, e os tub rculos armazenados logo que poss vel.

7 H que referir que uma pequena quantidade de tub rculos atacada pode contaminar todo o stock armazenado. ARMAZENAMENTO Os armaz ns devem ser muito bem limpos, varridos e desinfectados, nas v speras da entrada da nova colheita. Utiliza o de insecticidas apropriados sobre as batatas armazenadas, de modo a destruir as larvas provenientes dos ovos oriundos do campo. A captura massiva de machos adultos uma alternativa autorizada para o combate em armaz m. Esta feita com o recurso a armadilhas tipo delta ou armadilhas de funil e feromonas sexuais. absolutamente contra-indicada a pulveriza o directa das batatas armazenadas com caldas contendo insecticidas n o autorizados para este efeito, dados os perigos para a sa de humana e animal.

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