Transcription of Chaves de transferencia automática
1 Chaves DE TRANSFER NCIA AUTOM TICA Sistemas de Baixa Tens o Toda instala o onde se utiliza o grupo gerador como fonte alternativa de energia necessita, obrigatoriamente, de uma chave reversora ou comutadora de fonte. Somente nos casos onde o grupo gerador utilizado como fonte nica de energia, pode-se prescindir da utiliza o deste dispositivo. Tem a finalidade de comutar as fontes de alimenta o dos circuitos consumidores, separando-as sem a possibilidade de liga o simult nea. Para isso, as Chaves comutadoras de fonte s o constru das de diversas formas e dotadas de recursos que v o desde o tipo faca, manual, at as mais sofisticadas constru es com controles eletr nicos digitais, comandos e sinaliza es locais e remotas, passando pelos tipos de estado s lido, de a o ultra-r pida.
2 A concep o mais simples de chave reversora seria o contato revers vel, conhecido como SPDT (Single Pole Double Trhrow) utilizado nos rel s. Nos grupos geradores , a chave reversora, geralmente, de tr s p los (nos grupos geradores trif sicos). A op o manual, tipo faca, aberta, fabricada para opera o sem carga, ainda encontra aplica es, seguindo-se os modelos para montagem em painel e as de acionamento el trico, autom ticas, constitu das por pares de contatores ou disjuntores motorizados com comandos dist ncia para abertura e fechamento.
3 As Chaves reversoras com comandos el tricos, na sua extensa maioria, s o constitu das por pares de contatores ou disjuntores motorizados. As Chaves dedicadas, isto , constru das com a finalidade espec fica de efetuar a comuta o das fontes, n o s o muito conhecidas, especialmente no Brasil, onde n o h fabricante que ofere a esta op o aos montadores de grupos geradores . A n o utiliza o da chave reversora pode causar s rios riscos s instala es e s pessoas, da seguinte forma: a) Queima de equipamentos, no momento do retorno da energia fornecida pela concession ria, caso o grupo gerador esteja funcionando sem chave reversora e o disjuntor geral encontrar-se INDEVIDAMENTE ligado; b)Riscos para as pessoas e possibilidades de inc ndios provocados por descargas el tricas sobre materiais combust veis, como conseq ncia do evento citado no item anterior.
4 C)Energiza o indevida da rede el trica da concession ria, podendo vitimar eletricistas que estejam trabalhando na rede ou no quadro de medi o;d)O acionamento da chave reversora (se manual) somente deve acontecer com os equipamentos desligados (sem carga).Todas as concession rias de energia exigem que as Chaves reversoras sejam dotadas de intertravamento mec nico. Adicionalmente, nas Chaves com acionamento el trico, s o utilizados contatos auxiliares para fazer o intertravamento el trico. Para os sistemas com revers o de carga em transi o fechada (em paralelo com a rede) h exig ncias espec ficas que devem ser atendidas, conforme estabelecido nos contratos de fornecimento e de uso e conex o, firmados entre as concession rias e as unidades concession rias de energia determinam que os circuitos de emerg ncia supridos por grupos geradores devem ser instalados independentemente dos demais circuitos, em eletrodutos exclusivos.
5 N o permitida qualquer interliga o destes circuitos com a rede Eng Jos Claudio pela concession ria. Os grupos geradores devem ser localizados em reas arejadas, protegidos de intemp ries e isolados do contato com pessoas leigas, principalmente crian as. Recomendam, ainda, a observ ncia s normas t cnicas, em especial a NBR-5410 da ABNT, em conformidade com o Decreto 41019 de 26/02/57 do Minist rio das Minas e Energia e resolu o N 456 da ANEEL sobre as condi es gerais de fornecimento de energia.
6 O conceito b sico : ConsumidoresFonte 1 = RedeFonte 2 = geradorAbaixo, um diagrama t pico de instala o do grupo gerador: DISTRIBUI O PRIM RIAATERRAMENTODISTRIBUI O SECUND RIATRANSFORMADORGRUPO GERADORATERRAMENTOCHAVEGERALCHAVEREVERSO RANEUTROSRTRSNEUTROTC have reversora manual de tr s posi es:0 = (Centro) desligada I = Fonte 1 II = Fonte 2 Na maioria das aplica es, o grupo gerador utilizado como fonte de emerg ncia para atender apenas cargas essenciais, casos em que h um circuito de emerg ncia em separado dos consumidores n o essenciais.
7 Medi o eProte esGrupoGeradorRede daConcession riaConsumidoresn o essenciaisConsumidores essenciais(Circuito de Emerg ncia)Chave reversora ou de transfer nciaEng Jos Claudio m podemos dividir o circuito de emerg ncia, de forma que, havendo disponibilidade de energia da fonte de emerg ncia, estabelecemos prioridades para os circuitos o eProte esGrupoGeradorRede daConcession riaConsumidoresn o essenciaisConsumidores essenciais(Circuito de Emerg ncia) Chaves reversorasou de transfer nciaPrioridade 1 Prioridade 2 Prioridade 3 Usualmente, adota-se como base do sistema de transfer ncia a solu o do par de contatores montados lado a lado: K1K2L1 L2L3 RSTRSTRedeGeradorTrava mec nicaSistema desenergizado, contatores abertos.
8 A trava mec nica impede que os dois contatores possam ser fechados simultaneamente. Al m disso, as bobinas dos contatores K1 e K2 s o intertravadas eletricamente por meio de contatos ou rel s auxiliares, de forma que impossibilite a alimenta o de uma se a outra estiver energizada. Adicionalmente, podemos acrescentar l mpadas de sinaliza o para indicar o estado da chave de transfer ncia: Eng Jos Claudio L2L3 RSTRSTRedeGeradorTrava mec nicaLigaDesligaK1AK2 BLigaDesligaK1BK2 AGeradorAlimentandoRedeAlimentandoNos sistemas autom ticos, as fun es liga e desliga rede e gerador s o executadas por contatos de rel s comandados pelo sistema de controle.
9 Na entrada do grupo gerador indispens vel um meio de desconex o e prote es contra curto-circuito. As empresas de telecomunica es exigem que, tanto o lado da rede quanto o do grupo gerador sejam protegidos com blocos de fus veis de a o retardada. Os disjuntores termomagn ticos, quando utilizados, devem ter tempo de desconex o de 5 Hz, ou seja, cerca de 80 tornar o sistema autom tico, devemos acrescentar um dispositivo sensor da rede, capaz de perceber as falhas de tens o ou freq ncia e fechar um contato para comando da partida do grupo gerador.
10 Este(s) sensor(es) deve(m) ter seus par metros ajust veis, incluindo um tempo de confirma o da falha, para evitar partidas do grupo gerador em decorr ncia de picos instant neos de tens o. Deve monitorar o retorno da rede normalidade e acionar um contato para retransfer ncia da carga, devendo, a partir da , o sistema de controle permitir o funcionamento do grupo gerador em vazio para resfriamento, antes de acionar o dispositivo de parada. Quando n o inclu dos no sistema de controle, sensores de tens o e freq ncia para o grupo gerador tamb m devem ser previstos.