Transcription of MANUAL DE ORIENTAÇÃO AO CLIENTE - …
1 MANUAL DEORIENTA O AOCLIENTE4 edi o / 20071 - Breve hist rico da contabilidade ..52 - Contabilidade no Brasil ..73 - Rede Integrar ..84 - MANUAL do - Estrutura da Empresa Cont - Setor de - Setor Cont - Setor - Setor - Setor de Processo .. - Estrutura do depto. e suas compet - Documenta o necess - ,..127 - Protocolo de documentos ..128 - Setor Cont bil .. - Estrutura do Depto. e suas compet - Organiza o de - Documentos a serem enviados para contab..1510 - Guarda de documentos ..1611 - Check-List ..1712 - Doc. que devem ser afixados em quadro vis - Atendimento Fiscaliza o ..2014 - Setor fiscal .. - Estrutura do setor e suas atribui - Obriga es - Lei Geral da Micro e Pequena - Super Simples - Lucro - Empresas autorizadas a optar pelo lucro - Obriga es acess - Lucro - Per odo de apura - Empresas Obrigadas ao Lucro - Obriga es acess - Lucro - Hip teses de - Determina o do Lucro - Obriga es - Cupom - ECF Lei - Modelo de documentos fiscais.
2 - Cupom - Modelo Nota Fiscal S rie D .. - Modelo de Nota Fiscal Modelo - Procedimentos para cancelamento de - Emendas ou - Formas de regularizar documentos emitidos com incorre - Mercadoria ou valor menor que a daefetiva opera - Comunica o de ocorr nciade - Destaque do canhoto do doc. - Extravio de documento - N o permitida a corre o por - N o poss vel regulariza o den ncia espont nea .. - - - Simples - Sistema de recolhimento ded bito e cr - Substitui o tribut - Obriga es - Modalidade de tributa - Atribui es da - Modelo de Nota Fiscal S rie A ..4118 - NF de Servi o hip teses de reten o de - Obriga es acess - Considera es - Departamento de - Estrutura e compet - Admiss o de funcion - Documentos para a admiss - Contrato de experi - F - Hor rio de - Controle de - Remunera - - 13. Sal - Rescis o do Contrato de - Cuidados especiais na - Obriga es Legais em - Normas - Multas - Previd ncia - Inscri o dos S cios ou Diretores na Previd ncia - Servi os de - Benef - Sal rio Fam - Aposentadoria por - Imposto de Renda Pessoa F - Declara o anual de isento (DAI).
3 5923 - Agenda de obriga - Tabelas Pr - Tabela 1 - Simples Nacional - Com - Tabela 2 - Simples Nacional - Ind - Tabela 3 - Simples Nacional - Servi - Tabela 4 - Simples Nac. - Serv. em - Tabela 5 - Simples Nacional - Outros - Tabela para servi os de transporte intermunicipal e interestadual de - Tabela do - Contribui o Previd ncia - Valores das cotas sal rio-fam - Novos - Orienta es - - Lideran - Procedimentos aconselh - Atendendo reclama - Ger ncia - Trabalho em - Causas de mau funcionamento de uma - Administra o do - Reuni - - - Administra o de contas a - Administra o de - Capital de - Fluxo de - Sites - RIO1 - BREVE HIST RICO DA CONTABILIDADEA hist ria da contabilidade t o antiga quanto a pr pria hist ria da civiliza o. Est ligada s primeiras manifesta es humanas de necessidade social de prote o posse, perpetua o e interpreta o dos fatos ocorridos com o objeto material de que o homem sempre disp s para alcan ar os fins a ca a, o homem voltou-se organiza o da agricultura e pastoreio.
4 A organiza o econ mica acerca do direito do uso do solo acarretou em separatividade, rompendo a vida comunit ria, surgindo divis es e o senso de propriedade. Assim, cada pessoa criava sua riqueza morrer, o legado deixado por esta pessoa n o era dissolvido, mas passado como heran a aos filhos ou parentes. A heran a recebida dos pais (pater, patris), denominou-se patrim nio. O termo passou a ser utilizado para quaisquer valores, mesmo que estes n o tivessem sido origem da contabilidade est ligada necessidade de registros do com rcio. H ind cios de que as primeiras cidades comerciais eram dos fen cios. A pr tica do com rcio n o era exclusiva destes, sendo exercida nas principais cidades da atividade de troca e venda dos comerciantes sem ticos requeria o acompanhamento das varia es de seus bens quando cada transa o era efetuada. As trocas de bens e servi os eram seguidas de simples registros ou relat rios sobre o fato.
5 Mas as cobran as de impostos, na Babil nia, j se faziam com escritas, embora rudimentares. Um escriba eg pcio contabilizou os neg cios efetuados pelo governo de seu pa s no ano 2000 medida que o homem come ava a possuir maior quantidade de valores, preocupava-lhe saber quanto poderiam render e qual a forma mais simples de aumentar suas posses; tais informa es n o eram de f cil memoriza o quando j em maior volume, requerendo o pensamento do futuro que levou o homem aos primeiros registros a fim de que pudesse conhecer as suas reais possibilidades de uso, de consumo, de produ o, o surgimento das primeiras administra es particulares aparecia a necessidade 5de controle, que n o poderia ser feito sem o devido registro, a fim de que se pudesse prestar conta da coisa administrada. importante lembrar que naquele tempo n o havia o cr dito, ou seja, as compras, vendas e trocas eram vista.
6 Posteriormente, empregavam-se ramos de rvores assinalados como prova de d vida ou quita o. O desenvolvimento do papiro (papel) e do c lamo (pena de escrever) no Egito antigo facilitou extraordinariamente o registro de informa es sobre neg cios. medida que as opera es econ micas se tornam complexas, o seu controle se refina. As escritas governamentais da Rep blica Romana (200 ) j traziam receitas de caixa classificadas em rendas e lucros, e as despesas compreendidas nos itens sal rios, perdas e divers per odo medieval, diversas inova es na contabilidade foram introduzidas por governos locais e pela igreja. Mas somente na It lia que surge o termo Contabilit . Em 1202 foi publicado o livro L ber Abaci , de Leonardo Pisano. Estudavam-se, na poca, t cnicas matem ticas, pesos e medidas, c mbio, etc, tornando o homem mais evolu do em conhecimentos comerciais e 1494 Frei Luca Pacioli publica o Tratactus de Computis et Scripturis (Contabilidade Por Partidas Dobradas), enfatizando que teoria cont bil do d bito e do cr dito corresponde a teoria dos n meros positivos e obra de Pacioli n o s sistematizou a Contabilidade, como tamb m abriu precedente para que novas obras pudessem ser escritas sobre o assunto.
7 Compreens vel que a formaliza o da Contabilidade tenha ocorrido na It lia, afinal, neste per odo instaurou-se a mercantiliza o sendo as cidades italianas os principais entrepostos do com rcio a It lia o primeiro pa s a fazer restri es pr tica da Contabilidade por um indiv duo qualquer. O governo passou a reconhecer como contadores somente pessoas devidamente qualificadas para o exerc cio da profiss o. A import ncia da mat ria aumentou com a intensifica o do com rcio internacional e com as guerras ocorridas nos s culos XVIII e XIX, que consagraram numerosas fal ncias e a conseq ente necessidade de se proceder determina o das perdas e lucros entre devedores e A CONTABILIDADE NO BRASILNo Brasil, a vinda da Fam lia Real Portuguesa incrementou a atividade colonial, exigindo devido ao aumento dos gastos p blicos e tamb m da renda nos Estados um melhor aparato fiscal.
8 Para tanto, constituiu-se o Er rio R gio ou o Tesouro Nacional e P blico, juntamente com o Banco do Brasil (1808). As Tesourarias de Fazenda nas prov ncias eram compostas de um inspetor, um contador e um procurador fiscal, respons veis por toda a arrecada o, distribui o e administra o financeira e , as fun es do Contabilista n o se restringem ao mbito meramente fiscal, tornando-se, num mercado de economia complexa, vital para as empresas que as informa es sejam as mais precisas poss veis, para ajudar na tomada de decis es e para atrair profissional vem ganhando destaque no mercado da Auditoria, Controladoria e Atuarial. 7 3 - REDE INTEGRAR DE CONTABILISTAS CONSULTORESA Rede Integrar de Contabilistas Consultores foi fundada em 11/09/2000, fruto do curso Contabilizando o Sucesso , que ministrado pelo SEBRAE MG em parceria com o Conselho Regional de Contabilidade de Minas Gerais e pelo Conselho Federal de o grupo conta com a participa o de 30 empresas cont beis que se re nem quinzenalmente na ACMinas, onde fazem parte do Projeto GDE, que uma parceria do SEBRAE e da Confedera o das Associa es Comerciais e OPropiciar a troca de experi ncias, o aperfei oamento e a integra o dos associados visando a presta o diferenciada de servi os cont beis, atrav s da otimiza o de recursos.
9 Desenvolvimento de t cnicas de gest o e forma o de parcerias estrat outras a es desenvolvidas pela Rede destacamos os cursos e palestras destinados tanto aos contabilistas como aos funcion rios dos escrit rios, encontros peri dicos com representantes da Receita Federal, Secretaria de Estado da Fazenda, Prefeitura Municipal de Belo Horizonte e demais rg os, confec o do MANUAL do CLIENTE , e ainda o Informativo do Empres rio, editado 4 - MANUAL DO CLIENTEO objetivo deste MANUAL fornecer ao empres rio informa es sobre as atribui es que a empresa est obrigada a cumprir no mbito da legisla o Federal, Estadual, Municipal, Previdenci ria e Trabalhista, dentre outras. Importante frisar que os t picos relativos ao movimento de caixa, protocolo e guarda dos documentos que devem permanecer na empresa bem como a emiss o de notas fiscais e obriga es com empregados s o de inteira responsabilidade do empres rio ou seus prepostos, j que ocorrem no dia a dia da empresa.
10 Desejamos a todos uma leitura proveitosa e esperamos que este material seja de grande - ESTRUTURA DA EMPRESA CONT - Setor de Processos:Estrutura de Departamento e suas Compet nciasOrienta es para funcionamento da empresa - Check listDocumenta o a ser enviada para a - Setor Cont bil:Lan amento de documentos cont beis Concilia esEmiss o de Livro Di rioEmiss o do Livro Raz oEmiss o de Balancetes e Balan oEmiss o das Demonstra es Anuais - Setor Fiscal:Lan amento de Notas FiscaisC lculo de ImpostosEmiss o de guiasEmiss o de Livros FiscaisConfec o de Declara es!DIPJ!DIRF!DCTF!PER/DECOMP!DACON!DIMOB !VAF/DAMEF!DAPI!SAPI !SINTEGRA! - Setor Pessoal:Elabora o da Folha de pagamentoConfec o de Recibo de F riasConfec o de Rescis es Comunica o de Dispensa Seguro DesempregoComunicado de Acidente de TrabalhoGuia de Recolhimento Rescis rio do FGTS e da Contribui o SocialEmiss o de GFIP - FGTSE miss o de GPS - INSSC onfec o de Declara es!