Example: tourism industry

6 - COBERTURA - :: De Milito

1116 - COBERTURA AP S ESTUDAR ESTE CAP TULO; VOC DEVER SER CAPAZ DE: Escolher a estrutura de telhado adequada para cada tipo de telha; Conhecer as diversas pe as que comp e uma estrutura de telhado; Escolher a telha ideal bem como as inclina es; Especificar e dimensionar corretamente as calhas; Desenhar todas as linhas de telhado. O telhado composto pela estrutura, COBERTURA e do sistema de capta o de guas pluviais. A estrutura: o elemento de apoio da COBERTURA , podendo ser de madeira, met lica, etc. Geralmente constitu da por tesouras, pontaletes ou vigas. A COBERTURA : o elemento de veda o constitu da por telhas que pode ser: cer mica, fibrocimento, alum nio, chapa galvanizada, concreto etc. Sistema de capta o de guas pluviais: s o para o escoamento conveniente das guas pluviais e constituem-se de: calhas, condutores verticais, rufos, pingadeiras e rinc es, s o de chapas galvanizadas, etc.

113 As madeiras da Tabela 6.1 estão divididas em grupos segundo as suas características mecânicas. A cabreúva vermelha, coração de negro, faveiro, anjico

Information

Domain:

Source:

Link to this page:

Please notify us if you found a problem with this document:

Other abuse

Advertisement

Transcription of 6 - COBERTURA - :: De Milito

1 1116 - COBERTURA AP S ESTUDAR ESTE CAP TULO; VOC DEVER SER CAPAZ DE: Escolher a estrutura de telhado adequada para cada tipo de telha; Conhecer as diversas pe as que comp e uma estrutura de telhado; Escolher a telha ideal bem como as inclina es; Especificar e dimensionar corretamente as calhas; Desenhar todas as linhas de telhado. O telhado composto pela estrutura, COBERTURA e do sistema de capta o de guas pluviais. A estrutura: o elemento de apoio da COBERTURA , podendo ser de madeira, met lica, etc. Geralmente constitu da por tesouras, pontaletes ou vigas. A COBERTURA : o elemento de veda o constitu da por telhas que pode ser: cer mica, fibrocimento, alum nio, chapa galvanizada, concreto etc. Sistema de capta o de guas pluviais: s o para o escoamento conveniente das guas pluviais e constituem-se de: calhas, condutores verticais, rufos, pingadeiras e rinc es, s o de chapas galvanizadas, etc.

2 Neste capitulo iremos abordar os telhados com estruturas de madeira por ser de uso mais corrente, sobretudo em constru es residenciais unifamiliares, as telhas cer micas, fibrocimento, concreto e galvanizada. - ESTRUTURA A estrutura de telhado tem como fun es principais a sustenta o e fixa o de telhas e a transmiss o dos esfor os solicitantes para os elementos estruturais. Para facilitar, podemos dividir a estrutura em arma o e trama (Figura ). A arma o a parte estrutural, constitu da pelas tesouras, cantoneiras, escoras, etc. A trama a estrutura de sustenta o e fixa o das telhas, o quadriculado constitu do de ter as, caibros e ripas, que se ap iam sobre a arma o. 112 Figura - Esquema de estrutura de telhado Materiais utilizados nas estruturas a) Madeira: Podemos utilizar todas as madeiras de lei para a estrutura de telhado (Tabela ), no entanto a peroba foi a madeira mais utilizada e serve como refer ncia.

3 Tabela - Algumas esp cies de madeiras indicadas para a estrutura de telhado (IPT) A B C amendoim angelim anjico preto canaf stula cabri va parda guarat guarucaia cabri va vermelha taiuva jequitib branco caovi laranjeira cora o de negro peroba rosa cupiuba faveiro garapa guapeva louro pardo Mandigau pau cepilho pau marfim sucupira amarela 113As madeiras da Tabela est o divididas em grupos segundo as suas caracter sticas mec nicas. A cabre va vermelha, cora o de negro, faveiro, anjico preto, guarat e taiuva t m alta dureza, portanto devemos ter cuidado ao manuse -las. Caso se utilize madeiras que n o conste na Tabela devemos verificar se as mesmas possuem as caracter sticas f sicas e mec nicas a seguir: Resist ncia compress o (fc), a 15% de umidade, igual ou superior a 55,5 MPa. M dulo de ruptura tra o igual ou superior a 13,5 MPa.

4 As madeiras serradas das toras j s o padronizadas em bitolas comerciais. No entanto, existem casos onde o dimensionamento das pe as exige pe as maiores ou diferentes, assim sendo deve-se partir para se es compostas (nestes casos estudados na disciplina Estruturas de Madeira). Portanto temos: Vigas: 6x12 cm ou 6x16 cm, comprimento 2,5; 3,0; 3,5; 4,0; 4,5; 5,0 m. Caibros: 5x6 cm ou 5x7 (6x8)cm, comprimento 2,5; 3,0; 3,5; 4,0; 4,5; 5,0 m. Ripas: 1,0x5,0cm; geralmente com 4,5 m de comprimento e s o vendidas por d zia. Obs. Para bitolas diferentes ou comprimentos maiores, o pre o da pe a aumenta. b) Pe as met licas: As pe as met licas utilizadas em estruturas de telhado s o os pregos, os parafusos, chapas de a o para os estribos e presilhas. Os pregos mais utilizados s o: 22 x 42 ou 22 x 48 para pregar as vigas 22 x 42 ou 19 x 39 para pregar os caibros 15 x 15 para pregar as ripas.

5 Os pregos obedecem as normas EB-73 e PB-58/ ABNT. A designa o dos pregos com cabe a ser por dois nos. a x b . a = refere ao di metro, o n do prego na Fiera Paris ex: 15 = 2,4 mm 18 = 3,4 mm b = representa o comprimento medido em "linhas" - 2,3 mm, unidade correspondente a 1/12 da polegada antiga. OBS: vide tabela de pregos no anexo ao final desta apostila. - Pe as utilizadas nas estruturas de telhado a) Tesoura dos telhados As tesouras s o muito eficientes para vencer v os sem apoios intermedi rios (Figura ). S o estruturas planas verticais que recebem cargas paralelamente ao seu plano, transmitindo-as aos seus apoios. Geralmente s o compostas por: Frechal: Pe a colocada sobre a parede e sob a tesoura, para distribuir a carga do telhado. Perna: Pe as de sustenta o da ter a, indo do ponto de apoio da tesoura do telhado ao cume, geralmente trabalham compress o.

6 Linha: Pe a que corre ao longo da parte inferior de tesoura e vai de apoio a apoio, geralmente trabalham tra o. Estribo: S o ferragens que garantem a uni o entre as pe as das tesouras. Podem trabalhar tra o ou cisalhamento. Pendural e tirante: Pe as que ligam a linha perna e se encontram em posi o perpendicular ao plano da linha. Denomina-se pendural quando a sua posi o no cume, e nos demais tirante. Geralmente trabalham tra o. Asna e escoras: S o pe as de liga o entre a linha e a perna, encontram-se, geralmente, em posi o obl qua ao plano da linha, denomina-se asna a que sai do p do pendural, as demais de escoras. Geralmente trabalham compress o. : Obs. N o iremos nos estender sobre o c lculo estrutural das estruturas de telhados por constituir assunto de cadeira a parte. Queremos apenas reproduzir as tesouras simples para obras de pequeno porte.

7 A Figura mostra uma se o t pica de uma estrutura de telhado Figura - Se o t pica de uma estrutura de telhado 115Em tesouras simples no m nimo devemos saber: : - V os at 3,00m n o precisam de escoras. - V os acima de 8,00m deve-se colocar tirantes. - O espa amento ideal para as tesouras deve ficar na ordem de 3,0m. - O ngulo entre a perna e a linha chamado de inclina o; - O ponto a rela o entre a altura da cumeeira e o v o da tesoura. - A dist ncia m xima entre o local de intersec o dos eixos da perna e da linha a face de apoio da tesoura dever ser 5,0cm. (Figura ) - As tesouras devem ser contraventadas, com m os francesas e diagonais na linha da cumeeira. (Figura ) Figura - Detalhe do apoio da tesoura sobre o frechal Figura - Esquema de contraventamento das tesouras 116c) Ter as As ter as se ap iam sobre as tesouras consecutivas (Figura ) ou pontaletes (Figuras ; ; ), e suas bitolas dependem do espa o entre elas (v o livre entre tesouras), do tipo de madeira e da telha empregada.

8 Podemos adotar na pr tica utilizando as madeiras da Tabela : bitolas de 6 x 12 se o v o entre tesouras n o exceder a 2,50m. bitolas de 6 x 16 para v os entre 2,50 a 3,50m. Estes v os s o para as madeiras secas. Caso n o se tenha certeza, devemos diminuir ou efetuar os c lculos utilizando a Tabela mais precisa e que leva em considera o o tipo de madeira e de telha: Para v os maiores que 3,50m devemos utilizar bitolas especiais o que n o aconselh vel pelo seu custo. As ter as s o pe as horizontais colocadas em dire o perpendicular s tesouras e recebem o nome de cumeeiras quando s o colocadas na parte mais alta do telhado (cume), e contra frechal na parte baixa (Figura ). As ter as devem ser apoiadas nos n s das tesouras. Figura - Esquema do apoio das ter as nas tesouras Tabela - V o m ximo das ter as (m) V o dos caibros Francesa, Romana, Portuguesa ou plan Colonial ou paulista (m) A B C A B C A B C A B C 1,00 a 1,20 2,70 2,85 3,10 3,30 3,50 3,85 2,50 2,65 2,90 3,20 3,40 3,75 1,21 a 1,40 2,55 2,70 2,95 3,15 3,30 3,60 2,40 2,50 2,75 3,05 3,20 3,50 1,41 a 1,60 2,40 2,60 2,80 3,00 3,15 3,45 2,30 2,40 2,60 2,90 3,10 3,35 1,61 a 1,80 2,30 2,45 2,70 2,85 3,05 3,30 2,20 2,30 2,50 2,80 2,45 3,20 1,81 a 2,00 2,25 2,40 2,60 2,75 2,90 3,20 2,20 2,40 2,85 3,10 2,01 a 2,20 2,30 2,50 2,80 3,10 2,35 3,00 2,21 a 2,40 2,45 3,00 2,41 a 2,60 2,35 2,90 Se o transversal (cm) 6 x 12 6 x 16 6 x 12 6 x 16 117d) Caibros Os caibros s o colocados em dire o perpendicular as ter as, portanto paralela s tesouras.

9 S o inclinados, sendo que seu declive determina o caimento do telhado. A bitola do caibro varia com o espa amento das ter as, com o tipo de madeira e da telha. Podemos adotar na pr tica utilizando as madeiras da Tabela : : ter as espa adas at 2,00m usamos caibros de 5 x 6. quando as ter as excederem a 2,00m e n o ultrapassarem a 2,50m, usamos caibros de 5x7 (6x8). Os caibros s o colocados com uma dist ncia m xima de 0,50m (eixo a eixo) para que se possam usar ripas comuns de peroba 1x5. Estes v os s o para as madeiras secas. Caso n o se tenha certeza, devemos diminuir ou efetuar os c lculos utilizando a Tabela Tabela - V o M ximo dos Caibros (m) Tipo de madeira Francesa, Romana, Portuguesa ou plan Colonial ou Paulista A 1,40 1,90 1,40 1,80 B 1,60 2,20 1,60 2,00 C 2,00 2,50 2,00 2,20 Se o transversal (cm) 5x6 5x7 5x6 5x7 e) Ripas As ripas s o as ltimas partes da trama e s o pregadas perpendicularmente aos caibros.

10 S o encontradas com se es de 1,0x5,0cm (1,2x5,0cm). O espa amento entre ripas depende da telha utilizada. Para a coloca o das ripas necess rio que se tenha na obra algumas telhas (no m nimo 6 pe as) para medir a sua galga (dist ncia entre travas da telha), devemos utilizar a galga m dia. As ripas s o colocadas do beiral para a cumeeira, iniciando-se com duas ripas sobrepostas de forma a compensar a espessura da telha. Podemos tamb m iniciar os beirais com uma testeira (t bua pregada na frente do caibro do beiral) eliminando nestes casos as ripas sobrepostas(Figura ). Portanto, para garantir o espa amento constante das ripas, o carpinteiro prepara uma galga de madeira com a m dia da dist ncia entre as travas da telha (Figura ). As ripas s o pregadas com pregos 15 x 15 tomando-se o cuidado de n o rach -la. Para determinar a galga m dia devemos: 118 Ajustar 6 telhas sobre os apoios considerando a situa o de afastamento m nimo entre telhas medir o comprimento total m nimo Ctmin que corresponde medida do primeiro ao sexto apoio, ou seja.


Related search queries