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A Prece . SEGUNDO O EVANGELHO. allan kardec . A Prece A Prece . CONFORME. O EVANGELHO. SE GUNDO O E SPIRIT ISMO. DE. allan kardec . E D I O E M P O R T UG U S P E L A. FE DE RA O E SP RIT A BRASILE IRA. FEDERA O ESP RITA BRASILEIRA. DEPARTAMENTO EDITORIAL. Rua Souza Valente, 17. 20941-040 Rio-RJ Brasil 44 edi o Do original em l ngua francesa L' VANGILE SELON LE SPIRITISME. (Paris, abril, 1864) caps. XVII e XXVII, juntamente com as Instru es de allan kardec aos Esp ritas do Brasil, ditadas ao m dium Frederico J nior, em 1888 e 1889, na Sociedade esp rita Fraternidade ; a Prece de C ritas, psicografia de W. Krell, e o artigo A Casa de Ismael. capa de CECCONI. Copyright 1944 by FEDERA O ESP RITA BRASILEIRA. (Casa-M ter do Espiritismo).

a prece conforme o evangelho segundo o espiritismo de allan kardec ediÇÃo em portuguÊs pela federaÇÃo espÍrita brasileira federaÇÃo espÍrita brasileira

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1 A Prece . SEGUNDO O EVANGELHO. allan kardec . A Prece A Prece . CONFORME. O EVANGELHO. SE GUNDO O E SPIRIT ISMO. DE. allan kardec . E D I O E M P O R T UG U S P E L A. FE DE RA O E SP RIT A BRASILE IRA. FEDERA O ESP RITA BRASILEIRA. DEPARTAMENTO EDITORIAL. Rua Souza Valente, 17. 20941-040 Rio-RJ Brasil 44 edi o Do original em l ngua francesa L' VANGILE SELON LE SPIRITISME. (Paris, abril, 1864) caps. XVII e XXVII, juntamente com as Instru es de allan kardec aos Esp ritas do Brasil, ditadas ao m dium Frederico J nior, em 1888 e 1889, na Sociedade esp rita Fraternidade ; a Prece de C ritas, psicografia de W. Krell, e o artigo A Casa de Ismael. capa de CECCONI. Copyright 1944 by FEDERA O ESP RITA BRASILEIRA. (Casa-M ter do Espiritismo).

2 Av. L-2 Norte Q. 603 Conjunto F. 70830-030 Bras lia-DF Brasil Departamento Gr fico da FEB. Rua Souza Valente, 17. 20941-040 Rio, RJ Brasil n n Federa o Esp rita Brasileira Produzido por: A Palavra Digital ndice INSTRU ES DE allan kardec AOS ESP RITAS. DO BRASIL. I Exorta o ao estudo, caridade e unifica o ..11. II Estudos sobre obsess es ..24. Conclus o ..43. A Prece . I PEDI E OBTEREIS. Qualidade da Prece ..46. Efic cia da Prece ..48. A o da Prece . Transmiss o do pensamento ..51. Preces intelig veis ..56. Da Prece pelos mortos e pelos Esp ritos sofredores ..57. II INSTRU ES DOS ESP RITOS. Maneira de orar ..62. Satisfa o decorrente da 7. III COLE O DE PRECES ESP RITAS. Pre mbulo ..66. A Preces Gerais Ora o dominical.

3 69. Reuni es esp ritas ..78. Para os m diuns ..81. B Preces por si mesmo Aos anjos de guarda e aos Esp ritos protetores ..85. Para afastar os maus Esp ritos ..88. Para pedir a corrigenda de um defeito ..89. Para pedir for as a fim de resistir a urna tenta o ..90. Em a o de gra as por uma vit ria obtida contra uma tenta o ..91. Para pedir conselhos ..92. Nas afli es da vida ..93. Em a o de gra as por um favor obtido ..94. Ato de submiss o e resigna o ..95. Em perigo iminente ..97. Em a o de gra as quando se escapa a um perigo ..98. No momento de repouso ..98. Prevendo a aproxima o da morte ..99. C Preces pelos encarnados Por qualquer que se ache em afli o ..103. A o de gra as por um benef c io c onc edido a outrem.

4 104. Em a o de gra as pelo bem concedido aos nossos inimigos ..106. Pelos inimigos do Espiritismo ..106. 8. Por uma crian a que acaba de nascer ..109. Por um agonizante ..111. D Preces pelos desencarnados Por algu m que acaba de desencarnar ..113. Pelas pessoas que nos sejam afei oadas ..116. Pelas almas sofredoras que pedem preces ..118. Por um inimigo morto ..120. Por um criminoso ..121. Por um suicida ..121. Pelos Esp ritos arrependidos ..122. Pelos Esp ritos endurecidos ..124. E Preces pelos doentes e pelos obsidiados Pelos doentes ..129. Pelos obsidiados ..130. *. Prece de C ritas ..137. A Casa de Ismael ..139. 9. INSTRU ES DE allan kardec . AOS ESP RITAS DO BRASIL. I EXORTA O AO ESTUDO, CARIDADE. E UNIFICA O. Paz e amor convosco.

5 Que possamos ainda uma vez, unidos pelos la os da fraternidade, estudar essa doutrina de paz e de amor, de justi a e de esperan as, gra as qual encontraremos a estreita porta da salva o futura o gozo indefinido e imorredouro para as nossas almas humildes. Antes de ferir os pontos que fazem o objetivo da minha manifesta o, devo pedir a todos v s que me ouvis a todos v s esp ritas a quem falo neste momento que me perdoeis se porventura, na externa o dos meus pensamentos, encontrardes alguma coisa que vos magoe, algum espinho que vos v ferir a sensibilidade do cora o. O cumprimento do dever nos imp e usemos de linguagem franca, rude mesmo. Por isso que cada um de n s tem uma responsabilidade individual e coletiva e, 11.

6 Para salv -la, lan amos m o de todos os meios que se nos oferecem, sem contarmos, muitas vezes, com a pobreza da nossa intelig ncia, que n o nos permite dizer aquilo que sentimos sem magoar, n o raro, cora es amigos, para os quais s desejamos a paz, o amor e as do uras da caridade. Certo de que ouvireis a minha s plica; certo de que, falando aos esp ritas, falo a uma agremia o de homens cheios de benevol ncia, encetei o meu pequeno trabalho, cujo nico fim desobrigar-me de graves compromissos que tomei para com o nosso Criador e Pai! Sempre compassivo e bom, volvendo os piedosos olhos Humanidade escrava dos erros e das paix es do mundo, Deus torna uma verdade as palavras do Cristo, e manda o Consolador o Esp rito de Verdade que abertamente fale da revela o messi nica a essa mesma Humanidade esquecida dAquele que foi levado pelas ruas da amargura, sob o peso das iniq idades e das ingratid es dos homens!

7 Corridos os s culos, desenvolvido intelectualmente o esp rito humano, Deus, na sua sabedoria, achou que era chegado o momento de convidar os homens medita o do Evangelho precioso livro de verdades divinas . at ent o ensombrado pela letra, devido defici ncia da percep o humana para compreend -lo em esp rito. Por toda a parte se fez luz; revelou-se . Humanidade o Consolador prometido, recebendo os povos de acordo com o seu preparo moral e intelectual miss es importantes, tendentes a acelerar a marcha triunfante da Boa-Nova! 12. Todos foram chamados: a nenhum recesso da Terra deixou de apresentar-se o Consolador em nome desse Deus de miseric rdia, que n o quer a morte do pecador nem o exterm nio dos ingratos e sim os deseja ver remidos dos desvarios da carne, da obceca o dos instintos.

8 Sendo assim, a esse peda o de terra, a que chamais Brasil, foi dada tamb m a Revela o da Revela o, firmando os vossos Esp ritos, antes de encarnarem, compromissos de que ainda n o vos desobrigastes. E. perdoai que o diga: tendes mesmo retardado o cumprimento deles e de graves deveres, levados por sentimentos que n o conv m agora perscrutar. Ismael, o vosso Guia, tomando a responsabilidade de vos conduzir ao grande templo do amor e da fraternidade humana, levantou a sua bandeira, tendo inscrito nela Deus, Cristo e Caridade. Forte pela dedica o, animado pela miseric rdia de Deus, que nunca falta aos trabalhadores, sua voz santa e evang lica ecoou em todos os cora es, procurando atra -los para um nico agrupamento onde, unidos, teriam a for a dos le es e a mansid o dos pombos; onde, unidos, pudessem afrontar todo o peso das iniq idades humanas; onde, enla ados num nico sentimento o do amor.

9 Pudessem adorar o Pai em Esp rito e Verdade; onde se levantasse a grande muralha da f , contra a qual viessem quebrar-se todas as armas dos inimigos da Luz; onde, finalmente, se pudesse formar um grande dique onda tempestuosa das paix es, dos crimes e dos v cios que avassalam a Humanidade inteira! Constituiu-se esse agrupamento; a voz de Ismael foi sentida nos cora es. Mas, semelhan a das sementes 13. lan adas no pedregulho, elas n o encontram terra boa para as suas ra zes, e quando aquele anjo bom aquele Enviado de Deus julgava ter em seu seio amigos e irm os capazes de ajud -lo na sua grande tarefa, santa e boa, as sementes foram mirrando ao fogo das paix es, foram-se encravando na rocha, apesar de o orvalho da miseric rdia divina as banhar constantemente para sua vivifica o.

10 Ali, onde a humildade devera ter erguido tenda, o orgulho levantou o seu reduto; ali, onde o amor devia al ar-se, sublime e espl ndido, at junto do Cristo, a indiferen a cavou sulcos, justi a se chamou injusti a, . fraternidade dissens o! Mas, pela ingratid o de uns, haveria de sacrificar-se a gratid o e a boa-vontade de outros? Pelo orgulho dos que j se arvoraram em mestres na sua ignor ncia, havia de sacrificar-se a humildade do disc pulo perfeitamente compenetrado dos seus deveres? N o! Assim, quando os inimigos da Luz quando o esp rito das trevas julgava esfacelada a bandeira de Ismael, s mbolo da trindade divina; quando a voz in qua j reboava no Espa o, glorificando o reino das trevas e amaldi oando o nome do M rtir do Calv rio, ele recolheu o seu estandarte e fez que se levantasse pequena tenda de combate com o nome Fraternidade!


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