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Cinq enta Anos Depois Do Esp rito: EMMANUEL Psicografado por: FRANCISCO C NDIDO XAVIER2 Francisco C ndido xavier CINQ ENTA ANOS DEPOIS EPIS DIOS DA HIST RIA DO CRISTIANISMO NO S CULO II Do Esp rito: Emmanuel (primeira edi o lan ada em1989pelaFEB) Psicografadapor: Francisco C ndido xavier Editado por: FEB Federa o Esp rita Brasileira Digitalizada por: L. Neilmoris 2008 Brasil CINQ ENTAANOS DEPOIS(pelo Esp ritoEmmanuel) Cinq enta Anos Depois EPIS DIOS DA HIST RIA DO CRISTIANISMO NO S CULO I Romance de: EMMANUEL Psicografada por: FRANCISCO C NDIDO XAVIER4 Francisco C ndido xavier ndice Carta ao leitor pag.

2–Francisco Cândido Xavier CINQÜENTA ANOS DEPOIS EPISÓDIOS DA HISTÓRIA DO CRISTIANISMO NO SÉCULO II Do Espírito: Emmanuel

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1 Cinq enta Anos Depois Do Esp rito: EMMANUEL Psicografado por: FRANCISCO C NDIDO XAVIER2 Francisco C ndido xavier CINQ ENTA ANOS DEPOIS EPIS DIOS DA HIST RIA DO CRISTIANISMO NO S CULO II Do Esp rito: Emmanuel (primeira edi o lan ada em1989pelaFEB) Psicografadapor: Francisco C ndido xavier Editado por: FEB Federa o Esp rita Brasileira Digitalizada por: L. Neilmoris 2008 Brasil CINQ ENTAANOS DEPOIS(pelo Esp ritoEmmanuel) Cinq enta Anos Depois EPIS DIOS DA HIST RIA DO CRISTIANISMO NO S CULO I Romance de: EMMANUEL Psicografada por: FRANCISCO C NDIDO XAVIER4 Francisco C ndido xavier ndice Carta ao leitor pag.

2 5 PRIMEIRA PARTE 1 Uma fam lia romana 2 Um anjo e um fil sofo 3 Sombras dom sticas 4 Na Via Nomentana 5 A prega o do Evangelho pag. 64 6 A visita ao c rcere 7 Nas festas de Adriano SEGUNDA PARTE 1 A morte de Cneio Lucius 2 Cal nia e sacrif cio 3 Estrada de amargura pag. 136 4 De Minturnes a Alexandria 5 O caminho expiat rio 6 No horto de C lia 7 Nas Esferas Espirituais CINQ ENTAANOS DEPOIS(pelo Esp ritoEmmanuel) Carta ao leitor Meu amigo, Deus te conceda paz. Se leste as p ginas singelas do "H Dois Mil ", poss vel que procures aqui, a continua o das lutas intensas, vividas pelas suas personagens reais, na arena de lutas redentoras da Terra.

3 Por esse motivo que me sinto obrigado a explicar te alguma coisa, com respeito ao desdobramento desta nova hist ria. Cinq enta anos depois das ru nas fumegantes de Pomp ia, nas quais o Impiedoso senador P blio Lentulus se desprendia novamente do mundo, para aferir o valor de suas dolorosas experi ncias terrestres, vamos encontr lo, nestas p ginas, sob a veste humilde dos escravos, que o seu orgulhoso cora o havia espezinhado outrora. A miseric rdia do Senhor permitia lhe reparar, na personalidade de Nest rio, os desmandos e arbitrariedades cometidos no pret rito, quando, como homem p blico, supunha guardar nas m os vaidosas, por injustific vel direito divino, todos os poderes.

4 Observando um homem cativo, reconhecer s, em cada tra o de seus sofrimentos, o venturoso resgate de um passado de faltas clamorosas. Todavia, sinto me no dever de esclarecer te a curiosidade, com refer ncia aos seus companheiros mais diretos, na nova romagem terrena, de que este livro um testemunho real. N o obstante estarem na Terra, pela mesma poca, os membros da fam lia Severus, Fl via e Marcus Lentulus, Saul e Andr de Gioras, Aur lia, Sulpicio, F lvia e demais comparsas do mesmo drama, devo esclarecer te que todos esses companheiros de luta mourejavam, na ocasi o, em outros setores de sofrimentos aben oados, n o comparecendo aqui, onde o senador P blio Lentulus aparece, aos teus olhos, na indumenta de escravo, j na idade madura, como elemento integrante de um quadro novo.

5 De todas as personagens do "H Dois Mil ", um cont nuo aqui se encontra, junto de outras figuras do mesmo tempo, como Policarpo, embora n o relacionado nominalmente no livro anterior, companheiro esse que, pelos la os afetivos, se lhe tornara um irm o devotado e carinhoso,6 Francisco C ndido xavier pelas mesmas lutas Pol ticas e sociais. A Roma de Nero e de Vespasiano. Quero referir me a Pompilio Crasso, aquele mesmo irm o de destino na destrui o de Jerusal m, cujo cora o palpitante lhe fora retirado do peito por Nicandro, s ordens severas de um chefe cruel e vingativo.

6 Pomp lio Crasso o mesmo Helv dio Lucius destas p ginas, ressurgindo no mundo para o trabalho renovador e, aludindo a um amigo dedicado e generoso, quero dizer te que este livro n o foi escrito de n s e por n s, no pressuposto de descrever as nossas lutas transit rias no mundo terrestre. Este livro o reposit rio da verdade sobre um cora o sublime de mulher, transformada em santa, cujo hero smo divino foi uma luz acesa na estrada de numerosos Esp ritos amargurados e sofredores. No "H Dois Mil " busc vamos encarecer uma poca de luzes e sombras, onde a materialidade romana e o Cristianismo disputavam a posse das almas, num cen rio de mis rias e esplendores, entre as extremas exalta es de C sar e as maravilhosas edifica es em Jesus Cristo.

7 Ali, P blio Lentulus se movimenta num acervo de farraparias morais e deslumbramentos transit rios aqui, entretanto, como o escravo Nest rio, observa ele uma alma. Refiro me a C lia, figura central das p ginas desta hist ria, cujo cora o, amoroso e s bio, entendeu e aplicou todas as li es do Divino Mestre, no transcurso doloroso de sua vida. Na seq ncia dos fatos, dentro da narrativa, seguir s os seus passos de menina e de mo a, como se observasses um anjo pairando acima de todas as conting ncias da Terra. Santa pelas virtudes e pelos atos de sua exist ncia edificante, seu Esp rito era bem o l rio nascido do lodo das paix es do mundo, para perfumar a noite da vida terrestre, com os olores suaves das mais divinas esperan as do C u.

8 Podemos afirmar, portanto, leitor amigo, que este volume n o relaciona, de modo integral, a continua o das experi ncias purificadoras do antigo senador Lentulus, nos c rculos de resgate dos trabalhos terrestres. a hist ria de um sublime cora o feminino que se divinizou no sacrif cio e na abnega o, confiando em Jesus, nas l grimas da sua noite de dor e de trabalho, de repara o e de esperan a. A Igreja Romana lhe guarda, at hoje, as generosas tradi es, nos seus arquivos envelhecidos, se bem que as datas e as denomina es, as descri es e apontamentos se encontrem confusos e obscuros pelo dedo viciado dos narradores humanos.

9 Mas, meu irm o e meu amigo, abre estas p ginas refletindo no turbilh o de l grimas que se represa no cora o humano e pensa no quinh o de experi ncias amargas que os dias transit rios da vida te trouxerem. poss vel que tamb m tenhas amado e sofrido muito. Algumas vezes experimentaste o sopro frio da adversidade enregelando o teu cora o. De outras, feriram te a alma bem intencionada e sens vel a cal nia ou o desengano. Em certas circunst ncias, olhaste tamb m o c u e perguntaste, em sil ncio, onde se encontrariam a Verdade e a Justi a, invocando a miseric rdia de Deus, em preces dolorosas.

10 Conhecendo,7 CINQ ENTAANOS DEPOIS(pelo Esp ritoEmmanuel) por m, que todas as dores t m uma finalidade gloriosa na reden o do teu Esp rito, l esta hist ria real e medita. Os exemplos de uma alma santificada no sofrimento e na humildade, ensinar te o a amar o trabalho e as penas de cada dia observando lhe os mart rios morais e sentindo, de perto, a sua profunda f , experimentar s um consolo brando, renovando as tuas esperan as em Jesus Cristo. Busca entender a ess ncia deste reposit rio de verdades confortadoras e, do plano espiritual, o Esp rito purificado de nossa hero na derramar em teu cora o o b lsamo consolador das esperan as sublimes.


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