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Aprendiz - Grau 1o

Aprendiz - Grau 1oRizzardo do Caminho O Grau de Aprendiz - grau 1o A origem dos Graus Simb licos confusa, vez que, inexiste um documento que a descreva; tudo suposi o, argumento e dedu primeira fonte, a Lenda de Hiram Abif que seguindo a organiza o administrativa imposta pelo Rei Salom o, dispunha de tr s classes de trabalhadores: Aprendizes, Companheiros e Mestres; o pr prio Hiram era um Mestre evento tr gico envolvendo a morte de Hiram, foi protagonizado por tr s Sagradas Escrituras, Io Livro dos Reis, informam palidamente sobre a constru o do Grande Templo e fala-se em "trabalhadores" e "Chefes Oficiais", sendo o nome "servo" destinado ao pr prio Salom o e a Davi, como "Servo de Deus".

Aprendiz - Grau 1o Rizzardo do Caminho O Grau de Aprendiz - grau 1o A origem dos Graus Simbólicos é confusa, vez que, inexiste um documento que a descreva;

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1 Aprendiz - Grau 1oRizzardo do Caminho O Grau de Aprendiz - grau 1o A origem dos Graus Simb licos confusa, vez que, inexiste um documento que a descreva; tudo suposi o, argumento e dedu primeira fonte, a Lenda de Hiram Abif que seguindo a organiza o administrativa imposta pelo Rei Salom o, dispunha de tr s classes de trabalhadores: Aprendizes, Companheiros e Mestres; o pr prio Hiram era um Mestre evento tr gico envolvendo a morte de Hiram, foi protagonizado por tr s Sagradas Escrituras, Io Livro dos Reis, informam palidamente sobre a constru o do Grande Templo e fala-se em "trabalhadores" e "Chefes Oficiais", sendo o nome "servo" destinado ao pr prio Salom o e a Davi, como "Servo de Deus".

2 N o encontramos classifica o hier rquica dos trabalhadores, apesar das diversas tarefas, como os talhadores de pedras, os carregadores e os artes divis o de Aprendizes, Companheiros e Mestres, notada t o-somente na Lenda de Hiram Abif que, como lenda, n o satisfaz e n o preenche a lacuna; lenda suposi o baseada em algum aspecto hist Franklin Ribeiro de Magalh es 1 nos relata: "A primeira organiza o efetiva que se conhece data do ano 704 quando Numa Pomp lio estabeleceu em Roma um sistema de v rios col gios de artes os, que possu a no pice o Col gio de Arquitetos e englobava os gregos trazidos da frica.

3 Da vieram os Col gios Romanos, similares s organiza es gregas, de acordo com a legisla o de S lon. Tinham um regimento especial e celebravam suas reuni es (Logias) a portas fechadas, em locais pr ximos ao do trabalho. Conforme Pompier, seus componentes "estavam divididos em tr s grupos: aprendizes, companheiros e mestres e se obrigavam por juramento ante as ferramentas e os utens lios de seus of cios e profiss es a ajudar-se mutuamente e a n o revelar os segredos de suas agrupa es aos estranhos. Tinham o costume de admitir como membros de honra as pessoas que n o pertenciam a seus of cios, por m que eram consideradas teis para os agrupamentos e se reconheciam entre si por sinais e palavras secretas Suas assembl ias eram presididas por mestres eleitos para per odo de cinco anos, assessorados por dois inspetores ou vigilantes.

4 Dedicavam-se arquitetura religiosa, civil, naval e hidr ulica e tamb m dirigiam as constru es militares, executadas por soldados."Esses Col gios perduraram at o ano, aproximadamente, 1200 para dar lugar s "Guildas".Sem maiores explica es, desses Col gios sacerdotes levaram a organiza o para os conventos, tomando a si o encargo de constru o dos conventos e das assim foi, pode-se afirmar que a incipiente Ma onaria, passara a um regime religioso, cuja influ ncia (resqu cios) permanecem at hoje, nos Rituais Ma monges, da Idade M dia eram denominados de "Caementerii", "Latomii", e tamb m de "Massonerii".

5 1. Simbologia Ma nica, Io volume. O "sigilo" n o dizia respeito organiza o em si, mas profiss o, "os segredos de cada profiss o", em especial dos arquitetos que constru am as c pulas, arcadias, alicerces suportando o peso da constru o, o equil brio das traves e a dificultosa ramagem dos monges movimentando-se, chegaram Alemanha no s culo XII fundando a Corpora o dos Steinmetzen que reuniu os "talhadores de pedra" com as Guildas; evidentemente, a origem foram as constru es romanas; os monges aperfei oaram a organiza o administrativa e a chefia tinha autoridade eclesi stica sobre os a essas organiza es constitu a um privil gio, tento como meio de subsist ncia, como de prote o, pois aqueles "art fices" eram respeitados pelas autoridades e pelo povo; todos tinham uma aur ola de misticismo, formalizada pelo poder do Magalh es: "Essa associa o, que passou a denominar-se de "Confraternidade dos Canteiros de Estrasburgo", alcan ou notoriedade.

6 Erwin de Steinbach que a dirigiu, submeteu ao bispo de diocese os planos para a constru o da catedral de Estrasburgo e, ao mesmo tempo que iniciava as obras, deu aos seus oper rios uma organiza o que se tornou c lebre em toda a Alemanha. Em 1275, foi realizada uma conven o hist rica, talvez a primeira da Ordem. As Constitui es de Estrasburgo, de 1459 as Ordena es de Torgau, de 1462, e o Livro dos Irm os, de 1563, tornaram-se as Leis e Fundamentos que serviram de regra a essas corpora es, at o aparecimento dos primeiros Sindicatos alem es.

7 A entrada dos franceses em Estrasburgo, em 1681, e o Decreto da Dieta Imperial, de 1731. acabaram com a Fraternidade dos Steinmetzen". As Corpora es foram se ampliando, disseminando-se por toda a Europa, todas j desligadas dos mosteiros e tendo vida pr "Lojas" mantinham as tradi es recebidas das Guildas anteriores e conservavam "um Ritual", r stico e simples orientado para manter o agrupamento coeso. Esse Ritual, qui , tinha apenas um Grau: o do Aprendiz , mas, na evolu o natural, seguiu-se o de "Companheiro" para afinal, estabelecer-se o de "Mestre".

8 N o h documento que registre esse "nascimento". O Ritual n o passava de uma "adapta o" da organiza o dos rituais atuais do Simbolismo Ma nico, d o ao Grau de Aprendiz uma nfase maior; o Grau mais complexo e b sico, sustent culo dos Graus Grau de Aprendiz , entre n s, o mais divulgado de todos, vez que, nas centenas de Lojas que existem no Pa s, os trabalhos s o realizados no Io , em cada Estado (e s o 27) h uma Grande Loja e, com raras exce es, cada uma possui um Ritual que essas diferen as sejam m nimas, n o temos no Rito Escoc s Antigo e Aceito, uma uniformidade ritual nos Graus Filos ficos, as diferen as s o oriundas dos diversos Supremos Conselhos existentes.

9 Quanto s Grandes Lojas, os Rituais s o id nticos, vez que, emitidos por um nico Poder, o Supremo entanto, apesar das "ligeiras" diferen as, o cerne mantido e nenhum Ritual desrespeita os s, afirmamos que essas diferen as caracterizam a Loja e constituem a sua "personalidade".Os ma ons mais antigos, como n s, por exemplo, j com 50 anos de Loja, enfrentamos algumas dificuldades quando visitamos Lojas (e a nossa pr pria) vez que, encontramos "inova es".As altera es que os Gr os-mestres introduzem, aparentemente in cuas, na realidade, s vezes ferem a liturgia e alteram o sentido da frase ritual entemente, os Rituais s o renovados e assim, perdem o que a tradi o deveria conservar.

10 "Eu aprendi assim", "no meu tempo se fazia assim", s o afirma es muito comuns; a tend ncia conservar a tradi o, mesmo que esse contenha erros vernaculares ou interpreta es entanto, as Lojas progridem e a Fraternidade cresce; talvez esses altera es sucessivas, porque feitas de boa-f n o prejudiquem tanto o organismo em si; os preju zos revelam-se na parte esot rica, que a menos divis o simb lica em tr s Graus, recorda a tr ade: corpo, esp rito e alma nas suas distintas fases: nascimento, vida e o fases progressivas visando uma "constru o" decorrendo da que se faz necess rio um aprendizado, uma comunica o e um mestrado; esse como garantia de perpetua o da constru o.


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