Example: tourism industry

Entre a Terra e o Céu

Francisco C ndido Xavier Entre a Terra e o C u 7o livro da Cole o A Vida no Mundo Espiritual Ditado pelo Esp rito Andr Luiz FEDERA O ESP RITA BRASILEIRA DEPARTAMENTO EDITORIAL Rua Souza Valente, 17 20941-040 - Rio - RJ - Brasil Francisco C ndido Xavier - Entre a Terra e o C u - pelo Esp rito Andr Luiz 2 Cole o A Vida no Mundo Espiritual 01 - Nosso Lar 02 - Os Mensageiros 03 - Mission rios da Luz 04 - Obreiros da Vida Eterna 05 - No Mundo Maior 06 - Liberta o 07 - Entre a Terra e o C u 08 - Nos Dom nios da Mediunidade 09 - A o e Rea o 10 - Evolu o em Dois Mundos 11 - Mecanismos da Mediunidade 12 - Sexo e Destino 13 - E a Vida Francisco C ndido Xavier - Entre a Terra e o C u - pelo Esp rito Andr Luiz 3 ndice Entre a Terra e o C u .. 5 1 Em torno da prece .. 7 2 No cen rio terrestre .. 11 3 Obsess o .. 16 4 Senda de 21 5 Valiosos 27 6 Num lar crist 33 7 Consci ncia em desequil 40 8 Deliciosa excurs o .. 48 9 No Lar da B n 55 10 Preciosa conversa 61 11 Novos apontamentos.

Francisco Cândido Xavier - Entre a Terra e o Céu - pelo Espírito André Luiz 7 1 Em torno da prece No Templo do Socorro1, o Ministro Clarêncio comentava a sublimidade da prece e …

Tags:

  Rater

Information

Domain:

Source:

Link to this page:

Please notify us if you found a problem with this document:

Other abuse

Advertisement

Transcription of Entre a Terra e o Céu

1 Francisco C ndido Xavier Entre a Terra e o C u 7o livro da Cole o A Vida no Mundo Espiritual Ditado pelo Esp rito Andr Luiz FEDERA O ESP RITA BRASILEIRA DEPARTAMENTO EDITORIAL Rua Souza Valente, 17 20941-040 - Rio - RJ - Brasil Francisco C ndido Xavier - Entre a Terra e o C u - pelo Esp rito Andr Luiz 2 Cole o A Vida no Mundo Espiritual 01 - Nosso Lar 02 - Os Mensageiros 03 - Mission rios da Luz 04 - Obreiros da Vida Eterna 05 - No Mundo Maior 06 - Liberta o 07 - Entre a Terra e o C u 08 - Nos Dom nios da Mediunidade 09 - A o e Rea o 10 - Evolu o em Dois Mundos 11 - Mecanismos da Mediunidade 12 - Sexo e Destino 13 - E a Vida Francisco C ndido Xavier - Entre a Terra e o C u - pelo Esp rito Andr Luiz 3 ndice Entre a Terra e o C u .. 5 1 Em torno da prece .. 7 2 No cen rio terrestre .. 11 3 Obsess o .. 16 4 Senda de 21 5 Valiosos 27 6 Num lar crist 33 7 Consci ncia em desequil 40 8 Deliciosa excurs o .. 48 9 No Lar da B n 55 10 Preciosa conversa 61 11 Novos apontamentos.

2 68 12 Estudando sempre .. 73 13 An lise 79 14 Entendimento .. 85 15 Al m do sonho .. 92 16 Novas experi 98 17 Recuando no tempo .. 104 18 Confiss 110 19 Dor e surpresa .. 115 20 Conflitos da alma .. 121 21 Conversa o 128 22 Irm Clara .. 133 23 Apelo maternal .. 139 24 Carinho 146 25 Reconcilia o .. 153 26 M e e filho .. 159 Francisco C ndido Xavier - Entre a Terra e o C u - pelo Esp rito Andr Luiz 4 27 Preparando a volta .. 165 28 172 29 Ante a reencarna o .. 178 30 Luta por 185 31 Nova luta .. 192 32 Recapitula o .. 202 33 Aprendizado .. 211 34 Em tarefa de socorro .. 221 35 Reerguimento moral .. 231 36 Cora es 239 37 247 38 Casamento feliz .. 254 39 Pondera es .. 261 40 Em prece .. 267 Francisco C ndido Xavier - Entre a Terra e o C u - pelo Esp rito Andr Luiz 5 Entre a Terra e o C u Desta hist ria, recolhida por Andr Luiz Entre a Terra e o C u, destacam-se os impositivos do respeito que nos cabe consa-grar ao corpo f sico e do culto incessante de servi o ao bem, para retirarmos da romagem terrena as melhores vantagens vida imperec vel.

3 Neste livro n o somos defrontados por qualquer situa o es-petaculosa; nem her is, encarnando virtudes dificilmente acess -veis; nem anjos inabord veis. Em cada cap tulo, encontramos a n s mesmos, com nossos velhos problemas de amor e dio, simpatia e desafeto, atrav s da cristaliza o mental em certas fases do caminho, na penumbra de nossos sonhos imprecisos ou na sombra das paix es que, por vezes, nos arrastam a profundos despenhadeiros. Em quase todas as p ginas, temos a vida comum das almas que aspiram vit ria sobre si mesmas, valendo-se dos tesouros do tempo, para a aquisi o de luz renovadora. Aqui, os quadros fundamentais da narrativa nos s o intima-mente O cora o aflito em prece; A mente paralisada na ilus o e na dor; O lar varrido de prova es; A senda fustigada de lutas; O desvario do ci me; O engano da posse; Embates do pensamento; Conflitos da emo o. Francisco C ndido Xavier - Entre a Terra e o C u - pelo Esp rito Andr Luiz 6 E sobre a contextura dos jatos puros e simples paira, por en-sinamento central, a necessidade de valoriza o dos recursos que o mundo nos oferece para a reestrutura o do nosso destino.

4 Em muitas ocasi es, somos induzidos a fitar a amplid o ce-lestial, incorporando energia para conquistar o futuro; entretanto, muitas vezes somos constrangidos a observar o trilho terrestre, a fim de entender o passado a que o nosso presente deve a sua origem. Neste livro, somos for ados a contemplar-nos por dentro, no ch o de nossas experi ncias e de nossas possibilidades, para que n o nos falhe o equil brio jornada redentora, no rumo do porvir. Dele surge a voz inarticulada do Plano Divino, exortando-nos sem palavras: A Lei viva e a Justi a n o falha! Esquece o mal para sem-pre e semeia o bem cada dia!.. Ajuda aos que te cercam, auxiliando a ti mesmo! O tempo n o p ra e, se agora encontras o teu ontem , n o olvides que o teu hoje ser a luz ou a treva do teu amanh !.. EMMANUEL Pedro Leopoldo, 23 de janeiro de 1954. Francisco C ndido Xavier - Entre a Terra e o C u - pelo Esp rito Andr Luiz 7 1 Em torno da prece No Templo do Socorro1, o Ministro Clar ncio comentava a sublimidade da prece e n s o ouv amos com a melhor aten o.

5 Todo desejo dizia, convincente manancial de poder. A planta que se eleva para o alto, convertendo a pr pria energia em fruto que alimenta a vida, um ser que ansiou por Mas todo petit rio reclama quem ou a interferiu um dos companheiros. Quem teria respondido aos rogos, sem palavras, da planta? O venerando orientador respondeu, tranq ilo: A Lei, como representa o de nosso Pai Celestial, manifes-ta-se a tudo e a todos, atrav s dos m ltiplos agentes que a servem. No caso a que nos reportamos, o Sol sustentou o vegetal, confe-rindo-lhe recursos para alcan ar os objetivos que se propunha atingir. E, imprimindo significativa entona o voz, continuou: Em nome de Deus, as criaturas, tanto quanto poss vel, aten-dem s criaturas. Assim como possu mos em eletricidade os trans-formadores de energia para o adequado aproveitamento da for a, temos igualmente, em todos os dom nios do Universo, os trans-formadores da b n o, do socorro, do As corren-tes centrais da vida partem do Todo-Poderoso e descem a flux, transubstanciadas de maneira infinita.

6 Da luz suprema treva total, e vice-versa, temos o fluxo e o refluxo do sopro do Criador, atrav s de seres incont veis, escalonados em todos os tons do 1 Institui o da cidade espiritual em que se encontra o Autor. (Nota do Autor espiritual) Francisco C ndido Xavier - Entre a Terra e o C u - pelo Esp rito Andr Luiz 8 instinto, da intelig ncia, da raz o, da humanidade e da angelitude, que modificam a energia divina, de acordo com a gradua o do trabalho evolutivo, no meio em que se encontram. Cada degrau da vida est superlotado por milh es de O caminho da ascens o espiritual bem aquela escada milagrosa da vis o de Jacob, que passava pela Terra e se perdia nos c A prece, qualquer que ela seja, a o provocando a rea o que lhe corres-ponde. Conforme a sua natureza, paira na regi o em que foi emi-tida ou eleva-se mais, ou menos, recebendo a resposta imediata ou remota, segundo as finalidades a que se destina.

7 Desejos banais encontram realiza o pr xima na pr pria esfera em que surgem. Impulsos de express o algo mais nobre s o amparados pelas almas que se enobreceram. Ideais e peti es de significa o pro-funda na imortalidade remontam s O mentor generoso fez pequeno intervalo, como a dar-nos tempo para refletir e acentuou: Cada prece, tanto quanto cada emiss o de for a, se caracte-riza por determinado potencial de freq ncia e todos estamos cercados por Intelig ncias capazes de sintonizar com o nosso apelo, maneira de esta es receptoras. Sabemos que a Humani-dade Universal, nos infinitos mundos da grandeza c smica, est constitu da pelas criaturas de Deus, em diversas idades e posi- No Reino Espiritual, compete-nos considerar igualmente os princ pios da heran a. Cada consci ncia, medida que se aperfei oa e se santifica, aprimora em si qualidades do Pai Celes-tial, harmonizando-se, gradativamente, com a Lei.

8 Quanto mais elevada a percentagem dessas qualidades num esp rito, mais amplo o seu poder de cooperar na execu o do Plano Divino, respondendo s solicita es da vida, em nome de Deus, que nos criou a todos para o Infinito Amor e para a Infinita Quebrando o sil ncio que se fizera natural para a nossa refle-x o, o irm o Hil rio perguntou: Francisco C ndido Xavier - Entre a Terra e o C u - pelo Esp rito Andr Luiz 9 Contudo, como interpretar o ensinamento, quando estiver-mos frente de prop sitos malignos? Um homem que deseja cometer um crime estar tamb m no servi o da prece? Abstenhamo-nos de empregar a palavra prece , quando se trate do desequil brio aduziu Clar ncio, bondoso , digamos invoca o . E acrescentou: Quando algu m nutre o desejo de perpetrar uma falta est invocando for as inferiores e mobilizando recursos pelos quais se responsabilizar . Atrav s dos impulsos infelizes de nossa alma, muitas vezes descemos s desvairadas vibra es da c lera ou do v cio e, de semelhante posi o, f cil cairmos no enredado po o do crime, em cujas furnas nos ligamos, de imediato, a certas mentes estagnadas na ignor ncia, que se fazem instrumentos de nossas baixas idealiza es ou das quais nos tornamos deplor veis joguetes na sombra.

9 Todas as nossas aspira es movimentam energias para o bem ou para o mal. Por isso mesmo, a dire o delas permanece afeta nossa responsabilidade. Analisemos com cuidado a nossa escolha, em qualquer problema ou situa o do caminho que nos dado percorrer, porquanto o nosso pensamento voar , diante de n s, atraindo e formando a realiza o que nos propomos atingir e, em qualquer setor da exist ncia, a vida res-ponde, segundo a nossa solicita o. Seremos devedores dela pelo que houvermos recebido. O Ministro sorriu, benevolente, e lembrou: Estejamos convictos, por m, de que o mal sempre um c r-culo fechado sobre si mesmo, guardando temporariamente aqueles que o criaram, qual se fora um quisto de curta ou longa dura o, a dissolver-se, por fim, no bem infinito, medida que se reeducam as Intelig ncias que a ele se aglutinam e afei oam. O Senhor tolera a desarmonia, a fim de que por interm dio dela mesma se efetue o reajustamento moral dos esp ritos que a sustentam, de Francisco C ndido Xavier - Entre a Terra e o C u - pelo Esp rito Andr Luiz 10 vez que o mal reage sobre aqueles que o praticam, auxiliando-os a compreender a excel ncia e a imortalidade do bem, que o ina-mov vel fundamento da Lei.

10 Todos somos senhores de nossas cria es e, ao mesmo tempo, delas escravos infortunados ou felizes tutelados. Pedimos e obtemos, mas pagaremos por todas as aquisi es. A responsabilidade principio divino a que ningu m poder fugir. Nesse instante, uma jovem de semblante calmo penetrou no recinto e, dirigindo-se ao nosso orientador, falou algo aflita: Irm o Clar ncio, uma de nossas pupilas do quadro de reen-carna es sob suas diretrizes pede socorro com insist um apelo individual urgente? indagou o Ministro, preo-cupado. assunto inquietante, mas numa prece refratada. O prestimoso instrutor convidou-nos a acompanh -lo e se-guimo-lo, atentamente. Francisco C ndido Xavier - Entre a Terra e o C u - pelo Esp rito Andr Luiz 11 2 No cen rio terrestre Numa sala ampla, em que numerosas entidades trabalhavam sol citas, Clar ncio recebeu da jovem um pequeno gr fico que passou a examinar, cauteloso.


Related search queries