Transcription of GLICÓLISE - Unesp
1 GLIC LISEDra. Fl via Cristina GoulartCI NCIAS FISIOL GICAS UNIVERSIDADE estadual PAULISTAC ampus de Mar e glic liseVia Ebden-Meyerhofou Glic lise Aglic lise,tamb mconhecidacomoviadeEbden-Meyerhof, aprimeiraviametab licadamol (aexce odosv rus)realizam,invariavelmente,aglic lisesejaemcondi esdeaerobioseoudeanaerobiose,comasenzima sglicol liseanaer bica ou aer bica? aglic lise umprocessoanaer bicoondeseobservaaforma odeumprodutofinalest vel(lactato), esdeaerobiose,ometabolismodaglicosepross eguecomasdemaisviasprodutorasdeenergia(c iclodeKrebsecadeiarespirat ria),massomenteseac lulapossuirmitoc ndriasfuncionais,umavezqueessesprocessos s otodosintramitocondriaisGlic liseAnaer bica: rendimento energ tico Aglic liseocorreemumaseq nciaenzim ticade11rea es,divididasemduasfases:aprimeirafasevai at aforma odeduasmol culasdegliceralde do-3-fosfatocaracteriza-secomoumafasedeg astoenerg ticode2 ATPsnasduasfosforila esqueocorremnestafase.
2 Asegundafasecaracteriza-sepelaprodu oenerg ticade4 ATPsemrea esoxidativasenzim ticasindependentesdeoxig nio,utilizandooNADH comotransportadordehidrog niosdarea odedesidrogena ticol quidofinaldometabolismoanaer bicodaglicose,portanto o em condi es aer bicas Emcondi esaer bicas,por m,opiruvaton o reduzidoesimoxidadonasmitoc ndriaspelocomplexoenzim ticopiruvato-desidrogenase(tamb mchamadopiruvato-descarboxilase)havendoa forma odeacetil-CoAealibera odeumamol culadeCO2porcadapiruvatooxidado. formado,tamb m,umNADH+H+narea odedesidrogena o,indoparaacadeiarespirat ria,umavezquej est dentrodasmitoc ndrias. importanteobservarque,sendooxidadoopiruv ato,oNADH(produzidonaglic lise)queseriautilizadoparasuaredu o, poupadooquepossibilitaqueosel tronsporeletransportado,possampenetrarna mitoc ndriaseconvertidosemATP,em ltimaan lise,nacadeiarespirat ria. Aprimeirafasedaglic lise umafasedegastoenerg ticoondeosprodutosformadoss omaisenerg ,resgataaenergiainvestidaeliberapartedae nergiacontidanamol glic liseaer bica completaGlic lise:Fase anaer bica at formar o Piruvato1 etapa da rea oGlic liseanaer bica EfeitoAlg sicoAacidoseestimulaasfibrasdotipo"C"(le ntas)provocandodordotipo"queima o".
3 Fermenta o l cticaA fermenta o l ctica consiste na redu o do cido pir vico em cido l ctico concomitante oxida o do NADH em NAD+, conforme se representa ..S ntese da glic liseaer bica completaTransfer nciasdeel tronsqueformamNADH+H+eFADH2naglic liseenociclodo cidoc do cido C tricoInter-rela escom o Ciclo do c. c tricoSem O2 Com O2||GlicoseGlicose||Forma 2 ATPF orma 2 ATP||Forma 2 Ac. Pir vicoForma 2 Ac. Pir vico||Sem O2 Com O2||Ac. L cticoCiclo de Krebs -na Matriz MitocondrialMetabolismo Glicol tico2 ATP|Forma 36 ATP + H2O + CO2 Metabolismo Oxidativo38 ATPVIA ANAER BICA L CTICAVIA AER BICAGLIC LISEGLIC LISE AER BICA mitocondrialRESPIRA O CELULARPRODU O DE ENERGIAB omba de pr tons e produ o de ATPEste processo descrito tamb m como Oxida o fosforilativaou Metabolismo oxidativoou simplesmente como Respira o oOxidativa Afosforila ooxidativasupre85%denossoATP.
4 Podeutilizarcarboidratos,gorduraseamino cidos,enquantoaglic lise restritaaocarboidrato,comocombust vel. oobtidosdadecomposi onormaldasprote nasoudoexcessodeprote nasnadieta,quen os de el trons e produ o de ATPC adeia Energ tica da respira o celularRendimento Energ tico da Glic liseAer bicaQUAIS FONTES ENERG TICAS UTILIZAR??FontesIntensidadeDura oATPM xima1 a 3''CPM xima10 a 15''Glicog nioSub-M xima45 a 180''O2 Moderada3' a v rias horasFibras R pidasFibras LentasMenos Mitoc ndriasForma-se menos ATPF orma-se mais Ac. L cticoMais Mitoc ndriasForma-se mais ATPF orma-se menos Ac. L cticoEM QUAIS FIBRAS MUSCULARES??O ac mulo de cido l ctico Noorganismo,todososcarboidratoss otransformadosnoa carsimplesglicose,quetantopodeserutiliza doimediatamentenessaformaouarmazenadanof gadoenosm sculoscomoglicog nioparausosubseq ente. medidaqueaumentaaintensidadedoesfor o,aumentaalibera odeinsulinaqueseligaaoseureceptornamembr anadasc lulasfazendocomqueaumenteatransloca odoGLUT4(glucosetransporter).
5 Atrav sdoGLUT4,aglicose transportadaparaointeriordac lulainiciandoumas riederea esquedependem,principalmente,daatividade daenzimaPFK(fosfofrutoquinase).Oprodutod estasrea es o cidopir vico,que absorvidopelasmitoc o saturadaoexcedente transformadoem cidol cidol tico umco-produtodaglic liseanaer bica,equandoseacumulaemaltosn veisnosm sculosenosangue, do cido l tico sobre a atividade muscularAtividadedaPFK(fosfofrutocinase) Quantomaioraconcentra ode cidol tico,menoropHeconseq entemente, nciaNeuromuscularOlactatoacumuladoinvade afendasin or oneuromuscularemretransmitirosimpulsosne rvososparaasfibrasmusculares devida,provavelmente,aumamenorlibera odotransmissorqu micoACETILCOLINA porpartedastermina esnervosas,devido acidifica odol quidointersticialealtera odasestruturasprot icas(receptoresdeacetilcolina)pelaa odosH+.Acidose L ctica Interfer ncia Muscular Aacidosealteraapermeabilidadedoret culo,diminuindoacondut nciadeCa++.
6 H umamenorlibera odeCa++peloret culosarcoplasm ticoeredu onacapacidadedeliga oCa++-troponina,emvirtudedoaumentonaconc entra odeH+causadapeloac mulode cidol tico.