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Manual de Rega - Cudell

1 Manual de Forma oGustavo CudellGUSTAVO Cudell Todos os direitos reservadosGUSTAVO Cudell , do Brasil, 88 A/B1700-073 LISBOATel: 21 799 70 10 Fax: 21 799 70 30 Direitos Reservados para a l ngua Portuguesa para todos os pa ses, por:GUSTAVO Cudell , DE FORMA O ESPA OS VERDESMANUAL DE INSTALA O DE REGA2 Manual de Forma oGustavo CudellPref cioO presente Manual de Forma o elaborado pela Gustavo Cudell um documentobase para quem exer a actividade profissional no segmento da rega de Espa , caso se justifique, ser fornecida documenta o mais especializa-da e tem SampaioDirector de Sistemas de RegaHABILIDADE o que voc capaz de O determina o que determina o grau de excel ncia com que o Lou Holt3 Manual de Forma oGustavo Cudell ndiceINTRODU 41. OBJECTIVO DA REGA EM ESPA OS VERDES.

Gustavo Cudell Manual de Formação 3 Índice INTRODUÇÃO..... 4 1. OBJECTIVO DA REGA EM ESPAÇOS VERDES..... 5

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1 1 Manual de Forma oGustavo CudellGUSTAVO Cudell Todos os direitos reservadosGUSTAVO Cudell , do Brasil, 88 A/B1700-073 LISBOATel: 21 799 70 10 Fax: 21 799 70 30 Direitos Reservados para a l ngua Portuguesa para todos os pa ses, por:GUSTAVO Cudell , DE FORMA O ESPA OS VERDESMANUAL DE INSTALA O DE REGA2 Manual de Forma oGustavo CudellPref cioO presente Manual de Forma o elaborado pela Gustavo Cudell um documentobase para quem exer a actividade profissional no segmento da rega de Espa , caso se justifique, ser fornecida documenta o mais especializa-da e tem SampaioDirector de Sistemas de RegaHABILIDADE o que voc capaz de O determina o que determina o grau de excel ncia com que o Lou Holt3 Manual de Forma oGustavo Cudell ndiceINTRODU 41. OBJECTIVO DA REGA EM ESPA OS VERDES.

2 52. NECESSIDADES H DRICAS DAS PLANTAS .. 63. CAUDAL DE 74. TUBAGEM E ACESS RIOS DE LIGA O .. - Tubagem em PVC .. - Tubagem em PE .. - Dimensionamento da tubagem e dos acess rios .. - - Protec o ..125. - Pulverizadores .. - - Implanta o .. - Cobertura .. - Microaspersores .. - Gotejadores ..236. EQUIPAMENTO DE - - Autom tico ..257. EQUIPAMENTO DE PROTEC O E DE SEGURAN A .. - Filtros .. - Regulador de press o .. - V lvulas de purga de ar .. - V lvulas de reten ESTA O DE BOMBAGEM ..42 - - Altura manom trica total ..439. PROJECTO DE SISTEMA DE - Tubagem e Acess rios de Liga o .. - Emissores .. - Equipamento de Comando .. - Equipamento de protec o e de seguran a .. - - Fiscaliza o ..694 Manual de Forma oGustavo CudellO mundo encontra-se em constante mudan a pelo que urge acompanhar esse processo sobpena de ficarmos que atr s foi dito, pode, sem d vida, aplicar-se aos espa os verdes, dado que ao longodos ltimos anos temos assistido a uma constante evolu o desta actividade, (nomeada-mente no cap tulo tecnol gico).

3 Hoje em dia os espa os verdes s o muito mais que meras carpetes, assumindo cada vezmaior import ncia, nomeadamente ao n vel das estruturas desportivas (campos de futebol,golfe, etc.) e camar rias (embelezamento das zonas urbanas) a que n o ser alheio o factode existir uma crescente preocupa o com o meio ambiente, aliada melhoria das condi esde vida dos cidad que as zonas verdes, fazem cada vez mais, parte da nossa viv ncia, naturalque todos aqueles que trabalham nesta rea, procurem estar melhor preparados de modoa enfrentar com mais confian a os desafios do , orientados pela vontade de responder aos anseios de todos os profissionais do sector,procur mos reunir e ordenar (da forma que nos pareceu mais adequada) uma vasta gamade informa o relacionada com a actividade dos espa os tenhamos plena consci ncia das limita es inerentes a trabalhos deste tipo,esperamos sinceramente que o esfor o desenvolvido pela Divis o de Sistemas de Rega daGustavo Cudell Lda.

4 , na elabora o deste Manual se traduza num elevado grau de satisfa ode todos aqueles que dele vierem a fazer esta oportunidade para vos lembrar, que para a Execu o ou Fiscaliza o deProjectos mais Complexos, ser o oportunamente disponibilizados manuais com um teor deinforma o mais detalhada e especializada por forma a facilitar a tarefa de quem tem que considere este livro interessante, divertido, e acima de tudo O5 Manual de Forma oGustavo CudellO objectivo da rega em espa os verdes o fornecimento eficiente de gua para garantir quea vegeta o se mantenha viva e em bom estado de conserva o, para que o espa o tenhaa fun o e a est tica desejada, pelo seu propriet rio e se atingir os objectivos acima mencionados a gua tem de ser fornecida em quantidadenecess ria e distribu da o mais uniformemente poss quantidade de gua necess ria ser abordada no Cap tulo 2 Necessidades H dricas dasPlantas e a uniformidade no Cap tulo 5 Emissores.

5 Uma preocupa o que deve estar sempre presente no projecto a da economia de gua,recurso escasso e economia alcan ada recorrendo-se a emissores mais eficazes e a uma pluviometria omais pr xima poss vel da quantidade de gua que o solo pode projectista do espa o verde tamb m poder contribuir para uma poupan a da guautilizando plantas com menores necessidades h dricas e superf cies verdes as mais regularesposs veis e as mais adaptadas aos emissores existentes no mercado DA REGA EM ESPA OS VERDES1 OBJECTIVO DA REGA EM ESPA OS VERDES6 Manual de Forma oGustavo CudellAs necessidades h dricas das plantas, paraprojectos de sistemas de rega, s o as ne-cessidades em per odo de ponta, ou seja na poca de maior exig ncia h drica, que ocor-re no m s de Julho e, por vezes, em necessidades h dricas de ponta s o de-terminadas pelo balan o h drico do solo,que a diferen a entre a precipita o e aevapotranspira o nos meses acima referidos n o habitual chover, as necessidades h dricascorrespondem aos valores da evapotranspi-ra o evapotranspira o cultural (ETc) o pro-duto da evapotranspira o potencial (ETp)pelo factor cultural (Kc):E T c = E T p * KcA evapotranspira o potencial a quantida-de m xima de gua perdida por evapora ono solo e por transpira o das plantas.

6 Determinada por diversas f rmulas. A dePenman a mais pr xima da realidade. OInstituto de Meteorologia e Geof sica disp ede tabelas com valores da evapotranspira- o potencial para diversos pontos do pa factor cultural um factor dependente dotipo de vegeta o e do seu estado de desen-volvimento. Assim:Plantas tolerantes Kc = .. Kc = rvores .. Kc = .. Kc = pontos de refer ncia podemos dar osseguintes valores m dios das necessidadesh dricas: Zona mm/dia( l/ m2). Zona Centro .. mm/dia( l/m2 ). Zona Sul e mm/dia( l/m2).2 NECESSIDADES H DRICAS DAS PLANTAS2 NECESSIDADES H DRICAS DAS PLANTAS7 Manual de Forma oGustavo CudellO caudal de projecto determinado em fun o do: Caudal dispon vel para regar - Na maioria dos Espa os Verdes a gua fornecida porentidades abastecedoras, pelo que a quantidade de gua a distribuir condicionada,por aquelas entidades (Fig.)

7 1); Tempo dispon vel para regar - A maioria dos Espa os Verdes s o utilizados pelop blico ou pelos seus propriet rios. Nesta situa o o caudal de projecto a raz o(divis o) da necessidade h drica de ponta (di ria) corrigida em fun o da efici ncia doemissor, pelo n mero de horas di rias de rega dispon 1 - Contador3 CAUDAL DE PROJECTO3 CAUDAL DE PROJECTO8 Manual de Forma oGustavo CudellTubagemA tubagem o conjunto dos tubos queconstituem o sistema de rega. Tem comofun o a condu o da gua desde a suaorigem at aos tubagem nos sistemas de rega de espa osverdes fixa e material empregue no seu fabrico o maisdiverso: Alum nio; Bet o; Ferro; Policloreto de vinilo (PVC); Polietileno (PE).Os mais utilizados nos espa os verdes s o oPVC e o PE, que devem ser normalizados ehomologados, segundo normas nacionais einternacionais, e por laborat rios credita-dos nacionais e/ou - Tubagem em PVCOs tubos em PVC r gido est o dispon veis nomercado em varas de 6 m de comprimento;o seu di metro nominal para as s ries decolar e de encaixe por junta autoblocante expresso em mm, (di metro exterior), e empolegadas para a s rie press o nominal mais empregue a de1,0 Mpa (aproximadamente 10 Kg/cm2),porque: a tubagem que permite minorar oefeito de poss veis golpes de ar ete(ondas de choque provocadas por al-tera o brusca da velocidade dedesloca o da gua no interior dostubos e pela presen a de bolsas de arno seu interior).

8 A mais solicitada pelas entidadesoficiais e donos de - Caracter sticas da Tubagemem PVCAs caracter sticas (mais importantes) datubagem em PVC s o as seguintes:A) Caracter sticas mec nicas Resist ncia flex o = 93 M PaNorma DIN 533452 Resist ncia trac o = 49 M PaNormas ISO R 527, DIN 53455 Resist ncia compress o = 70 M PaNormas ISO R 527, DIN 53455 Alongamento rotura = 80 %Normas ISO R 527, DIN 53455B) Caracter sticas qu micas Resist ncia excepcional maioria dosprodutos qu micos, tendo contudocuidado em rela o acetona e ao cido sulf ricoNorma DIN E ACESS RIOS DE LIGA O4 TUBAGEM E ACESS RIOS DE LIGA O9 Manual de Forma oGustavo CudellC) Caracter sticas h dricas Tubos de parede lisa com uma rugo-sidade absoluta de e umcoeficiente de Hazen-William C= - Vantagens e Inconvenientesdos tubos em PVCA) Vantagens Boa condutibilidade hidr ulica; Resist ncia aos fertilizantes.

9 Inconvenientes Sensibilidade radia o solar; Sensibilidade ao frio; Baixa flexibilidade; Sensibilidade aos golpes de ar - Acess rios de liga oOs acess rios de liga o t m como fun oefectuar a liga o entre os tro os das varas,os emissores e os equipamentos do sistemade acess rios seleccionados devem ser ho-mologados e pertencer s mesmas normasda tubagem utilizada e de press o nominaligual ou superior da o seu tipo de liga o ao tuboclassificam-se em: Colar - Os acess rios unem-se aostubos e aos equipamentos por cola-gem. A cola um forte solvente doPVC; Uni o autoblocante - Os acess riosunem-se aos tubos e aos equipamen-tos por meio de juntasautoblocantes; Roscar - Os acess rios unem-se aostubos e aos equipamentos por meiode s caracter sticas dos tubos eacess rios em PVC necess rio proceder amaci os de ancoragem, nas mudan as dedirec o, nas deriva es, nos tamp es enos tro os de elevada inclina o, que deve-r o ser dimensionados em fun o dodi metro da tubagem e acess rio, da pres-s o, do tipo de acess rio, da inclina o e dotipo de - Tubagem em PEOs tubos em PE est o dispon veis no merca-do em alta densidade (P E A D) e em baixadensidade (P E B D).

10 O di metro nominal expresso em mm (di metro exterior). Ostubos s o fornecidos em rolos de 50m ou de100m de comprimento e a partir de di me-tro ( ) 63mm, em varas de 12m. A press onominal mais empregue a de 1,0 Mpa,porque resistente, minorando-se assim oefeito de poss veis golpes de ar ete e por sera mais solicitada pelas entidades oficiais epor tubo P E A D o mais utilizado em rela oao P E B D, porque o que est normalizadoe homologado e por possuir menor espessu-ra de E ACESS RIOS DE LIGA O10 Manual de Forma oGustavo - Caracter sticas da Tubagemem PEAs caracter sticas (mais importantes) datubagem em P E A D s o as seguintes:A) Caracter sticas mec nicas Quantidade de negro de carbono>2%Norma ASTMD 1603 Resist ncia flex o = 900 N/mm2 Norma ISO 6259 Resist ncia trac o = 22 N/mm2 Norma ISO 6259 Alongamento rotura > 600%Norma ISO 6259B) Caracter sticas qu micas Elevada resist ncia maioria dosprodutos qu micos, tendo contudorestri es em rela o a combust veis,lubrificantes, solventes arom ticos,ao cloro e ao ) Caracter sticas h dricas Tubos de parede lisa com uma rugo-sidade absoluta de e umcoeficiente de Hazen-William C= - Vantagens e Inconvenientesda tubagem em P E A DA) Vantagens Resist ncia s radia es solares; Resist ncia aos fertilizantes; Alta flexibilidade; Resist ncia aos golpes de ar ete; Resist ncia ao frio; Resist ncia abras ) Inconvenientes Peso.


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