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NT consulta publica - DNIT — DNIT

consulta P BLICA S I C R O 3 SISTEMA DE CUSTOS REFERENCIAIS DE OBRAS DO DNIT O Sistema de Custos Referenciais de Obras O Sistema de Custos Referenciais de Obras SICRO pode ser considerado uma terceira vers o do Sistema de Custos Rodovi rios (SICRO 2), ampliada para abranger os modais ferrovi rio e aquavi rio, com inclus o ainda de obras de edifica o. Promovido pela Coordena o Geral de Custos de Infra-Estrutura CGCIT do DNIT e desenvolvido no mbito do Projeto do Sistema Nacional de Custos de Infra-Estrutura (SINCTRAN), pelo Centro de Excel ncia em Engenharia dos Transportes CENTRAN, uma parceria entre Minist rio dos Transportes e Minist rio da Defesa, o novo sistema contou com a colabora o de t cnicos do DNIT e do Ex rcito Brasileiro, al m de consultores especializados. O novo sistema, aprovado pela Diretoria Colegiada do DNIT como Sistema de Custos Referenciais de Obras SICRO3, em 17/06/2008, para entrada em opera o no in cio de 2009, composto do Manual de Custos de Infra-Estrutura de Transportes, das composi es de custo unit rio e de um sistema computacional propriamente dito, foi concebido para permitir ao DNIT cumprir suas fun es institucionais, disponibilizando os custos referenciais para os modais rodovi rio, ferrovi rio e aquavi rio.

CONSULTA PÚBLICA S I C R O 3 SISTEMA DE CUSTOS REFERENCIAIS DE OBRAS DO DNIT O Sistema de Custos Referenciais de Obras O Sistema de Custos Referenciais de Obras – SICRO pode ser considerado uma terceira versão do

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1 consulta P BLICA S I C R O 3 SISTEMA DE CUSTOS REFERENCIAIS DE OBRAS DO DNIT O Sistema de Custos Referenciais de Obras O Sistema de Custos Referenciais de Obras SICRO pode ser considerado uma terceira vers o do Sistema de Custos Rodovi rios (SICRO 2), ampliada para abranger os modais ferrovi rio e aquavi rio, com inclus o ainda de obras de edifica o. Promovido pela Coordena o Geral de Custos de Infra-Estrutura CGCIT do DNIT e desenvolvido no mbito do Projeto do Sistema Nacional de Custos de Infra-Estrutura (SINCTRAN), pelo Centro de Excel ncia em Engenharia dos Transportes CENTRAN, uma parceria entre Minist rio dos Transportes e Minist rio da Defesa, o novo sistema contou com a colabora o de t cnicos do DNIT e do Ex rcito Brasileiro, al m de consultores especializados. O novo sistema, aprovado pela Diretoria Colegiada do DNIT como Sistema de Custos Referenciais de Obras SICRO3, em 17/06/2008, para entrada em opera o no in cio de 2009, composto do Manual de Custos de Infra-Estrutura de Transportes, das composi es de custo unit rio e de um sistema computacional propriamente dito, foi concebido para permitir ao DNIT cumprir suas fun es institucionais, disponibilizando os custos referenciais para os modais rodovi rio, ferrovi rio e aquavi rio.

2 O Manual de Custos de Infra-Estrutura de Transportes O Manual de Custos de Infra-Estrutura de Transportes, que embasa o sistema, consolidou os conceitos do Sistema de Custos Rodovi rios SICRO2, definiu de maneira mais clara o custo direto dos servi os, ao adotar o custo unit rio para todos os itens de uma mesma composi o, reposicionou itens de servi o secund rios, anteriormente agregados composi es principais e acolheu recomenda es do Tribunal de Contas da Uni o TCU, feitas para apropria o de custos. O Manual de Custos de Infra-Estrutura de Transportes se prop e a introduzir uma s rie de inova es metodol gicas nos procedimentos de custeio a serem adotados daqui por diante, quais sejam: I. Composi es puramente unit rias: Com a finalidade de unificar os procedimentos nos diferentes modais de transportes, decidiu-se converter as composi es de custos do SICRO2 de produ o hor ria (equipamentos e m o de obra) para unit ria, uma vez que, no cen rio nacional de transportes, apenas o setor rodovi rio explicitava as composi es hor rias II.

3 Elimina o dos custos indiretos das composi es: Considerando que n o existe uma forma de mensurar exatamente a participa o de cada item de servi o indireto nas atividades, optou-se por sua exclus o das composi es, permanecendo apenas os insumos que participam diretamente dos servi os. Os insumos que participam indiretamente ser o inclu dos nos Servi os Gerais (ex: encarregado de turma, encarregado de pavimenta o, de britagem, transporte de insumos, ferramentas manuais, alimenta o e transporte de pessoal); III. Introdu o do item Servi os Gerais no or amento da obra, que abrigar todos os itens da administra o local, mobiliza o, desmobiliza o, manuten o do canteiro, recursos para o controle da qualidade e profissionais que atuem de forma gen rica na obra (engenheiro, administrador, encarregado, laboratorista, top grafo, etc.)

4 IV. Possibilidade de considera o de fatores de risco e escala no LDI, que retoma sua denomina o original de BDI Fator de risco: s o v rios os fatores n o considerados no custo que podem interferir no processo construtivo de uma obra, no cronograma de execu o ou nos gastos efetivamente feitos e que se traduzem em riscos para uma empresa ao assumir uma obra. Esses fatores podem ser assim listados: particularidades regionais referidas localiza o da obra, natureza do relacionamento com o contratante, facilidades dispon veis, confiabilidade e presteza nos pagamentos. Fator de escala: A execu o dos servi os tende a ser otimizada conforme aumenta o n mero de repeti es. Determinado percentual previsto para o lucro pode ser significativo para obras de grande porte e insuficiente para obras menores.

5 H necessidade de ajustar o percentual previsto para o lucro com a considera o de um fator de escala. V. Elimina o da agrega o de atividades: V rias composi es de custos consideram a exist ncia de equipamentos ou atividades que podem estar presentes em determinadas circunst ncias e em outras n o como, como por exemplo, previs o de moto-niveladora na atividade de Escava o, Carga e Transporte, cuja inclus o se deu para execu o de servi os de limpeza e conserva o dos caminhos de servi o. Ocorre, entretanto, que nem sempre h necessidade desta manuten o, como no caso de caminhos de servi o em rodovias pavimentadas ou, quando h , sua freq ncia pode ser vari vel. Outro exemplo a necessidade de Limpeza da Camada Vegetal ou de Expurgo de Material de Jazida na composi o de Produ o de Material de Base.

6 Quando se tratar de jazidas j exploradas esses servi os n o s o necess rios. Atividades deste tipo ser o objeto de composi es espec ficas. VI. Elimina o da distin o entre composi es de custos diferenciadas por tipo de obra: Atualmente apenas o fator de efici ncia diferencia as composi es de servi os de restaura o rodovi ria das de constru o rodovi ria. Essa diferencia o passar a ser feita no or amento ao inv s de na composi o de custo, atrav s do Fator de Interfer ncia de Tr fego (FT), que ser diferenciado em fun o das dificuldades de execu o provocadas pelo volume de tr fego. VII. Diversifica o de tipos de caminhos de servi os por tipos diferenciados de pavimentos: Os caminhos de servi o podem ter sua superf cie de rolamento pavimentada, com revestimento prim rio ou em leito natural.

7 O sistema atual considera que os caminhos de servi o s o sempre em terra. No entanto, os transportes dos materiais oriundos das escava es podem ser realizados em rodovias com revestimento prim rio ou pavimentadas e, nesses casos, n o h necessidade de limpeza. Para caminhos de servi o em terra, ser o produzidas composi es de custo que considerar o as reais condi es nas quais se encontram os pavimentos, que podem ser classificadas em p ssimas, razo veis, boas ou timas. VIII. Ado o de faixas de dist ncia para o transporte de materiais: Al m da forma utilizada atualmente para pagamento de transporte de materiais (fator linear de momento de transporte), tamb m foram produzidas composi es de custo por faixas de dist ncia, para transportes locais, com a finalidade de proporcionar maior comodidade ao usu rio.

8 As faixas utilizadas foram: de 200 em 200m at a dist ncia de e de 500m em 500m de at IX. Para o transporte nas composi es de terraplenagem (escava o, carga e transporte), foram delineadas faixas de de 200 em 200m at a dist ncia de , de 500m em 500m a partir de at e de em a partir de at ; X. Pagamento de carga, descarga e manobras em itens espec ficos: Os tempos fixos relativos carga, descarga e manobras foram retirados das composi es onde estavam inseridos e deram lugar a itens de servi o pr prios para or amento e pagamento. XI. Aferi o das composi es de custos: A metodologia desenvolvida para a aferi o dos dados de produ o de equipamentos, produ o de servi os manuais, consumo de materiais ou adequa o de m o de obra, envolve o uso de simula es, observa es em campo e pistas de testes. O Manual de Custos de Infra-Estrutura de Transportes, passa a ser a 4 (quarta) edi o de um manual de custos no sistema DNIT/DNER e dever , ap s eventuais ajustes, ser publicado dentro das Normas do IPR/DNIT, com os padr es da ISO.

9 Em sua vers o integral o manual compreende 9 volumes com os seguintes t tulos: Volume 1 METODOLOGIA E CONCEITOS Volume 2 MANUAL DE PESQUISA DE PRE OS DE MERCADOS Volume 3 MANUAL DO SISTEMA Volume 4 MANUAL DE CUSTOS UNIT RIOS DE OBRAS RODOVI RIAS Volume 5 MANUAL DE CUSTOS UNIT RIOS DE OBRAS FERROVI RIAS Volume 6 MANUAL DE CUSTOS UNIT RIOS DE OBRAS AQUAVI RIAS Volume 7 MANUAL DE CUSTOS UNIT RIOS DE OBRAS DE EDIFICA ES Volume 8 MANUAL DE AFERI O DAS COMPOSI ES DE CUSTOS Volume 9 COMPOSI ES DE CUSTOS UNIT RIOS DE REFER NCIA POR FASE CONSTRUTIVA (6 TOMOS) Anexo I PLANILHAS DE PRODU O DAS EQUIPES MEC NICAS Composi es de Custo Unit rio Composi es de custo unit rio (CCU) s o demonstrativos de como interagem os fatores de produ o para a forma o de um pre o (venda) ou custo (produ o). No SICRO2 as CCU eram compostas da demonstra o adicional do custo hor rio para equipamentos e m o de obra, posteriormente transformados para custo unit rio por meio da produ o hor ria dessas equipes.

10 Materiais, servi os agregados e transportes eram considerados na sua forma unit ria cl ssica. No SINCTRAN, as CCU passam a ser puramente unit rias, com a finalidade de unificar os procedimentos nos diferentes modais de transportes, uma vez que, no cen rio nacional de transportes, apenas o setor rodovi rio explicitava composi es em termos hor rios. As produ es de equipes e os par metros de custo operacional de m quinas e equipamentos, adotadas no SICRO2 para servi os do modal rodovi rio, foram mantidas por orienta o desta CGCIT e est o sendo objeto de aferi o, pelo Projeto de Aferi o Composi es de Custos de Obras de Infra-Estrutura de Transportes . As vantagens que o novo sistema de custos apresenta sobre o atual s o: - Maior precis o, refletindo o processo evolutivo do setor de custos do DNIT; - Maior confiabilidade, tanto para o contratante como para o contratado; - Utilizar tecnologia e processos atuais, com maior agilidade e rapidez; - Apresentar conte do transparente e abrangente; - Consolidar as experi ncias anteriores.