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1 PIM-001 Trilho: 1 PIM - PROCEDIMENTO PARA INSPE O DE MATERIAL TRILHO SUM RIO 1. OBJETIVO 2. DEFINI O - CARACTER STICAS - FABRICA O 3. FORMA - DIMENS O - FURA O 4. GABARITOS PARA INSPE O GABARITO S RIE ISO NBR 12387 GABARITO S RIE ALTERNATIVA NBR 12388 5. TOLER NCIAS 6. INSPE O E RECEBIMENTO INSPE O AMOSTRAGEM VERIFICA ES PROPRIEDADES MEC NICAS COMPOSI O QU MICA MARCA O DO TRILHO VERIFICA O DIMENSIONAL VERIFICA O DIMENSIONAL COMPRIMENTO VERIFICA O DIMENSIONAL SE O DO TRILHO VERIFICA O DIMENSIONAL ACABAMENTO VERIFICA O DIMENSIONAL FURA O VERIFICA O DE MASSA VERIFICA O DE ASPECTO VERIFICA O DE ULTRASSOM ENSAIO DE DUREZA ENSAIO DE TRA O E ALONGAMENTO ENSAIO DE RESIST NCIA AO CHOQUE CONDI ES INTERNAS 7.
2 LIBERA O PARA EMBARQUE PIM-001 Trilho: 2 8. CARREGAMENTO E TRANSPORTE 9. LOCAL DE ENTREGA 10. TERMO DE ACEITA O PROVIS RIA 11. GARANTIA 12. ACEITA O 13. TRANSPORTE E ESTOCAGEM CARGA E DESCARGA ESTOCAGEM 14. NORMAS T CNICAS ABNT ANEXO: MODELO DE FICHA DE INSPE O DE TRILHO PIM-001 Trilho: 3 1. OBJETIVO Este Procedimento tem por objetivo definir as principais caracter sticas do material, da fabrica o, bem como as condi es para a inspe o e recebimento de TRILHOS ferrovi rios. 2. DEFINI O - CARACTER STICAS - FABRICA O Trilho: Cada uma das barras de a o carbono laminado (em n mero de duas na bitola normal e tr s na bitola mista, e paralelas entre si), de formato especial, que se prolongam, assentadas e fixadas sobre dormentes, e que suportam e guiam as rodas dos ve culos ferrovi rios, constituindo, assim, a superf cie de rolamento de uma via f rrea (superestrutura).
3 O trilho constitui o elemento fundamental da estrutura da via permanente e deve cumprir os seguintes prop sitos: Resistir diretamente s tens es que recebe do trem e transmiti-las aos outros elementos que comp em a estrutura da via (placa de apoio, dormente, lastro, sublastro); Realizar a orienta o das rodas dos ve culos ferrovi rios, em seu movimento; e Servir de condutor da corrente el trica para a sinaliza o e tra o nas linhas eletrificadas. necess rio que a superf cie do trilho seja a mais lisa poss vel, tenha uma elevada rigidez e que possa converter a energia do tr fego em deforma o el stica.
4 Os trilhos s o classificados em tipo conforme sua massa por metro, em kg/m. Para efeito de identifica o feito o arredondamento para n mero inteiro (NBR 7590). Exemplo: TR 57 = tipo de trilho com massa de 56,90 kg/m. TR 45 = tipo de trilho com massa de 44,64 kg/m. S o adotadas as seguintes classes de trilhos na NBR 7590: a) Trilho n 1 Trilho de se o uniforme em todo o seu comprimento e retil neo, podendo apresentar defeito julgado toler vel. b) Trilho n 2 Trilho com: Defeito de superf cie, em tal n mero e tal car ter, que possa a ser aplicado em determinada condi o da via; PIM-001 Trilho: 4 Empeno vertical maior que o indicado por flecha central de 1,5% do comprimento do trilho, ao chegar prensa; ou Qualquer falha na identifica o.
5 C) Trilho X Trilho do topo do lingote que, no corpo-de-prova representativo do ensaio de entalhe e fratura apresenta ind cio de trinca, esfolia o, cavidade, inclus o, estrutura brilhante ou de granula o fina. Quanto qualidade do a o, o trilho classificado conforme a NBR 7590 em: Qualidade corrente, de acordo com a Tabela ; Qualidade especial, de acordo com a Tabela Tabela Trilho de A o de qualidade corrente - ABNT Qualidade Composi o Qu mica (%) Caracter stica Mec nica C digo ABNT (NBR 9608) C Carbono Mn Mangan s Si Sil cio P (M x.) F sforo S (M x.) Enxofre RT (M n.
6 *1 A (%) Alongamento 1 A B 0,50-0,70 0,40-0,60 0,60-1,00 0,80-1,25 0,07-0,35 0,05-0,35 0,05 0,05 0,05 0,05 680 680 10 14 - - 2 A B 0,62-0,82 0,55-0,75 0,60-1,10 1,30-1,70 0,10-0,35 0,10-0,50 0,05 0,05 0,05 0,05 780 780 9 12 A006 - 3 A B 0,60-0,80 0,55-0,75 0,80-1,30 1,30-1,70 0,10-0,50 0,10-0,50 0,05 0,05 0,05 0,05 880 880 8 10 A007 - *1 RT (MPa) Resist ncia Tra o (1 MPa = 1 N/mm2= kgf/cm2) PIM-001 Trilho: 5 Tabela Trilho de A o de qualidade especial - ABNT Qualidade Composi o Qu mica (%) Caracter stica Mec nica C digo ABNT (NBR 9608) C Mn Si P (M x.) S Cr Cromo Nb Ni bio RT (M n.)
7 A (%) 6 0,65 a 0,80 0,80 a 1,30 0,30 a 0,90 0,03 0,035 0,70 a 1,20 - 1000 8 - 7 0,60 a 0,80 0,90 a 1,50 0,50 a 1,10 0,03 0,035 - 0,02 a 0,06 1000 8 P503 A dureza Brinell do trilho conforme NBR 11710 de no m nimo 210HB. O teor de Hidrog nio dever ser, no m ximo, igual a 2,0 ppm. O teor m ximo de Oxig nio, medido no boleto do trilho de 20ppm. Tabela Trilho de A o ASTM AREA Norma Americana ASTM-A-1 e AREA Qualidade Composi o Qu mica (%) Caracter stica Mec nica C Mn Si P (M x.) S (M x.) RT (M n.) A (%) 30 a 40 kg/m 0,55 - 0,68 0,60 0,90 0,10 0,25 0,04 0,05 833 - 980 12,5 40 a 45 kg/m 0,61 0,77 0,60 0,90 0,10 0,25 0,04 0,05 833 - 980 12,5 45 a 60 kg/m 0,67 0,80 0,70 1,00 0,10 0,25 0,04 0,05 833 - 980 12,5 Acima de 60 kg/m 0,69 0,82 0,70 1,00 0,10 0,25 0,04 0,05 833 - 980 12,5 A dureza Brinell do trilho de no m nimo 240HB ( kgf) PIM-001 Trilho: 6 Tabela Trilho de A o UIC Norma Europ ia UIC-860-0 Qualidade Composi o Qu mica (%) Caracter stica Mec nica C Mn Si P (M x.)
8 S (M x.) RT (M n.) A (%) Normal 0,37 0,60 0,70 1,20 0,35 m x. 0,04 0,08 0,50 0,80 686 - 813 14 A 0,65 0,75 0,80 1,30 0,35 m x. 0,05 m x. 0,05 m x. 882 10 B 0,50 0,70 1,30 1,70 0,35 m x. 0,05 m x. 0,05 m x. 882 10 C 0,45 0,65 1,70 2,00 0,35 m x. 0,05 m x. 0,05 m x. 882 10 A dureza Brinell do trilho UIC de no m nimo 300HB. O teor de Hidrog nio dever ser, no m ximo, igual a 2,0 ppm. O teor m ximo de Oxig nio, medido no boleto do trilho de 20ppm. A o o ferro onde foi removida a maior parte das impurezas. O a o tamb m possui certa concentra o de carbono (0,5 % a 1,5 %).
9 As impurezas como a Si (s lica), o P (f sforo) e o S (enxofre) enfraquecem muito o a o, ent o devem ser eliminadas. A vantagem do a o sobre o ferro o aumento de sua resist ncia. Quanto fabrica o o trilho de a o carbono pode ser produzido por um dos seguintes processos (NBR 11710): Siemens-Martin b sico; Conversor a oxig nio. O processo Siemens-Martin uma das maneiras de produzir a o a partir de ferro-gusa. O ferro gusa, o calc rio e o min rio de ferro s o colocados em um forno Siemens-Martin. Este aquecido a aproximadamente 871 C (1600 F). O calc rio e o min rio formam uma esc ria que flutua na superf cie.
10 As impurezas, incluindo o carbono, s o oxidadas e migram do ferro para a esc ria. Quando o teor de carbono est correto, voc ter a o carbono. Outra maneira de produzir a o processo o Conversor a Oxig nio ou Processo Linz-Donawitz, o processo mais comum para a produ o de a o. Nos conversores a oxig nio s o fabricados mais de 50% da produ o mundial de a o. No Brasil eles tamb m s o amplamente utilizados. PIM-001 Trilho: 7 A carga desse conversor constitu da de ferro gusa l quido, sucata de ferro, min rio de ferro e aditivos (fundentes). Com uma lan a refrigerada com gua, injeta-se oxig nio puro a uma press o de 4 a 12bar no conversor.