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/2009 NORMA DNIT - ES DNIT

/2009 NORMA DNIT _____- ES DNIT Terraplenagem - Empr stimos - Especifica o de servi o Autor: Instituto de Pesquisas Rodovi rias - IPR Processo: Origem: Revis o da NORMA DNER - ES 281/97. Aprova o pela Diretoria Colegiada do DNIT na reuni o de / / . Direitos autorais exclusivos do DNIT, sendo permitida reprodu o parcial ou total, desde que citada a fonte (DNIT), mantido o texto original e n o acrescentado nenhum tipo de propaganda comercial. Palavras-Chave: N total de p ginas MINIST RIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES INSTITUTO DE PESQUISAS RODOVI RIAS Rodovia Presidente Dutra, km 163 Centro Rodovi rio Vig rio Geral Rio de Janeiro RJ CEP 21240-000 Tel/fax: (21) 2472-4500 Terraplenagem, Empr stimos 10 Resumo Este documento define a sistem tica empregada na execu o de empr stimos de materiais utilizados na execu o de aterros.

NORMA DNIT xxx/xxxx–xx 3 4 Condições Gerais O processo de seleção e/ou utilização de “empréstimos”, a par de atender aos preceitos do

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1 /2009 NORMA DNIT _____- ES DNIT Terraplenagem - Empr stimos - Especifica o de servi o Autor: Instituto de Pesquisas Rodovi rias - IPR Processo: Origem: Revis o da NORMA DNER - ES 281/97. Aprova o pela Diretoria Colegiada do DNIT na reuni o de / / . Direitos autorais exclusivos do DNIT, sendo permitida reprodu o parcial ou total, desde que citada a fonte (DNIT), mantido o texto original e n o acrescentado nenhum tipo de propaganda comercial. Palavras-Chave: N total de p ginas MINIST RIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES INSTITUTO DE PESQUISAS RODOVI RIAS Rodovia Presidente Dutra, km 163 Centro Rodovi rio Vig rio Geral Rio de Janeiro RJ CEP 21240-000 Tel/fax: (21) 2472-4500 Terraplenagem, Empr stimos 10 Resumo Este documento define a sistem tica empregada na execu o de empr stimos de materiais utilizados na execu o de aterros.

2 S o tamb m apresentados os requisitos concernentes a materiais, equipamentos, execu o, inclusive plano de amostragem e de ensaios, condicionantes ambientais, controle de qualidade, condi es de conformidade e n o-conformidade e os crit rios de medi o e de apropria o do custo de execu o dos servi os. Abstract This document presents procedures for the escavation of the materials from borrow pits used for the execution of embankments. It includes the requirements concerning materials, the equipment, the execution, includes also a sampling plan, and essays, environmental management, quality control, and the conditions for conformity and non-conformity and the criteria for the measurement and payment of the performed jobs.

3 Sum rio Pref 1 Objetivo ..1 2 Refer ncias normativas ..2 3 Defini es ..2 4 Condi es 3 5 Condi es espec ficas .. 3 6 Condicionantes ambientais .. 4 7 Inspe es .. 5 8 Crit rios de medi o e de apropria o do custo de execu o dos servi os.. 6 Anexo A (Informativo) Bibliografia ..9 ndice 10 Pref cio A presente NORMA foi preparada pelo Instituto de Pesquisas Rodovi rias IPR, para servir como documento base, visando estabelecer a sistem tica empregada para os servi os de execu o e controle da qualidade de empr stimos de materiais utilizados na execu o dos aterros.

4 Est formatada de acordo com a NORMA DNIT 001/2002 PRO, cancela e substitui a NORMA DNER-ES 281/97. 1 Objetivo Esta NORMA tem por objetivo estabelecer as condi es exig veis para escava es de material destinado a prover ou complementar o volume necess rio constru o dos aterros, por insufici ncia de volumes de cortes, por motivos de ordem tecnol gica de sele o dos materiais ou por raz es de ordem econ mica. NORMA DNIT xxx/xxxx xx 2 2 Refer ncias normativas Os documentos relacionados a seguir s o indispens veis aplica o desta NORMA . Para refer ncias datadas, aplicam-se somente as edi es citadas.

5 Para refer ncias n o datadas, aplicam-se as edi es mais recentes do referido documento (incluindo emendas). a) ASSOCIA O BRASILEIRA DE NORMAS T CNICAS. NBR 13441:1995: rocha e solo. Rio de Janeiro, 1995. b) _____ NBR 9061:1985: seguran a de escava o a c u aberto. Rio de Janeiro, 1984. c) _____. NBR 7180:1984: solo determina o do limite de plasticidade. Rio de Janeiro, 1984. d) _____. NBR 7181:1984: solo an lise granulom trica. Rio de Janeiro, 1984. e) _____. NBR 7183:1982: solo determina o do limite e rela o de contra o do solo. Rio de Janeiro, 1982. f) _____. NBR 7185:1986: solo determina o da NORMA espec fica aparente in situ com emprego do frasco de areia.

6 Rio de Janeiro, 1986. g) BRASIL. Departamento Nacional de Estradas de Rodagem. DNER-ES 278/97: terraplenagem servi os preliminares. Rio de Janeiro: IPR, 1997. h) _____. DNER-ES 280/97: terraplenagem cortes. Rio de Janeiro: IPR, 1997. i) _____. DNER-PRO 277/97: metodologia para controle estat stico de obras e servi os. Rio de Janeiro: IPR, 1997. j) BRASIL. Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes. DNIT 001/2002-PRO: elabora o e apresenta o de normas do DNIT: procedimento. Rio de Janeiro: IPR, 2002. k) _____. DNIT 011/2004-PRO: gest o da qualidade em obras rodovi rias: procedimento. Rio de Janeiro: IPR, 2004.

7 L) _____. DNIT 013/2004-PRO: requisitos para a qualidade em obras rodovi rias: procedimento. Rio de Janeiro: IPR, 2004. m) ____. DNIT 070/2006-PRO: condicionantes ambientais das reas de uso de obras: procedimento. Rio de Janeiro: IPR, 2006. 3 Defini es Para os efeitos desta NORMA s o adotadas as seguintes defini es: Equipamento em geral M quinas, ve culos, equipamentos outros e todas as unidades m veis utilizadas na execu o propriamente dita dos servi os e obras. Instala es industriais Usinas misturadoras de agregados, usinas de asfalto, usinas de concreto de cimento Portland e britadores.

8 Empr stimos reas indicadas no projeto, ou selecionadas, onde ser o escavados materiais a utilizar na execu o da plataforma da rodovia, nos segmentos em aterro. Tais reas s o utilizadas para suprir a defici ncia ou insufici ncia de materiais extra dos dos cortes. Aterros Segmentos de rodovia cuja implanta o requer dep sito de materiais provenientes de cortes e/ou de empr stimos no interior dos limites das se es de projeto (Off sets), que definem o corpo estradal, o qual corresponde faixa terraplenada. Faixa terraplenada Faixa correspondente largura que vai de crista a crista do corte, no caso de se o plena em corte; do p do aterro ao p do aterro, no caso de se o plena em aterro, e da crista do corte ao p do aterro, no caso da se o mista.

9 E a rea compreendida entre as linhas Off sets . Corpo de aterro Parte do aterro situado sobre o terreno natural at 0,60 m abaixo da cota correspondente ao greide da terraplenagem. Camada final Parte do aterro constitu da de material selecionado como base em preceitos t cnico-econ micos, situada entre o greide da terraplenagem e o corpo do aterro. NORMA DNIT xxx/xxxx xx 3 4 Condi es Gerais O processo de sele o e/ou utiliza o de empr stimos , a par de atender aos preceitos do Projeto de Terraplenagem, deve tamb m beneficiar as condi es da estrada, seja melhorando as condi es topogr ficas ou de visibilidade, seja garantindo uma melhor drenagem.

10 Neste sentido, os posicionamentos e a explora o dos empr stimos devem, alternativamente, obedecer ao disposto nas subse es a No caso dos cortes em segmento em tangente alargando-se em toda a altura (se o corte baixo) para melhorar as condi es de drenagem: ou fazendo um alargamento at determinada altura (cortes altos), criando-se terra os e melhorando a estabilidade dos taludes. Nos cortes em segmento em curva deve ser feito no lado interno da curva, em toda altura ou n o, melhorando as condi es de visibilidade. Os cortes, de uma maneira geral, devem ser procedidos mediante a ado o de uma maior inclina o dos taludes, de modo a suaviz -los e melhorar a sua estabilidade, ou rebaixando o fundo do corte, com modifica o do greide, para melhor -lo.


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