Transcription of VESSARYA® - Paraná
1 P gina 1 de 11 Bula_AGROFIT_Vessarya_2019_07_01 VESSARYA Registrado no Minist rio da Agricultura, Pecu ria e Abastecimento - MAPA sob n 19916 COMPOSI O: methyl (E)-3-methoxy-2-{2-(6-trifluoromethyl-2- pyridyloxymethyl) phenyl}acrylate (PICOXISTROBINA ) .. 100 g/L (10% m/v) N-[(1RS,4SR)-9-(dichloromethylene)-1,2,3 ,4-tetrahydro-1,4-methanonaphthalen-5-yl ]-3-(difluoromethyl)- 1-methylpyrazole-4-carboxamide (BENZOVINDIFLUPIR) .. 50,0 g/L (5% m/v) Outros g/L (82,5% m/v) GRUPO C3 C2 FUNGICIDA GRUPO FUNGICIDA CONTE DO: VIDE R TULO CLASSE: Fungicida sist mico GRUPO QU MICO: Estrobilurina (Picoxistrobina) e Pirazol Carboxamida (Benzovindiflupir) TIPO DE FORMULA O: Concentrado Emulsion vel (EC) TITULAR DO REGISTRO (*): Du Pont do Brasil - Alameda Itapecuru, 506 - Alphaville - CEP 06454-080 - Barueri - SP - Tel.
2 : 0800 772 2492 CNPJ - Cadastro Estadual n 040 no CDA/SP - (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTES DOS PRODUTOS T CNICOS: PICOXISTROBINA T CNICA - Registro MAPA n 07905 Du Pont Asturias - Valle de Tam n, Nubledo, 33469, Tam n - Carre o - Asturias - Espanha Du Pont de Nemours (France) - Usine de Cernay, 82, Rue de Wittelsheim BP9 - F-68701 - Cernay Cedex Fran a BENZOVINDIFLUPIR T CNICO - Registro MAPA n 02314 Syngenta Crop Protection Monthey - Rue de I'lle-au-Bois - CH-1870 - Monthey - Sui a Syngenta Crop Protection M nchwilen AG - Breitenloh 5 - CH-4333 - M nchwilen - Sui a Syngenta Nantong Crop Protection Co., Ltd. - No. 1 Zhang Yang Road - Economic and Technological Development Zone Nantong - Jiangsu Province - China FORMULADORES: Dow agrosciences Industrial Ltda.
3 Rod. Pres. Tancredo de Almeida Neves, s/n km 38 Pq. Santa Delfa CEP: 07809-105 Franco da Rocha/SP CNPJ: Registro no Estado n 678 CDA/SP Du Pont de Nemours (France) - Usine de Cernay, 82, Rue de Wittelsheim BP9 - F-68701 - Cernay Cedex - Fran a Du Pont de Nemours and Company - Valdosta Manufacturing Center - 2509 Rocky Ford Road - 31601 - Valdosta - Georgia - Estados Unidos da Am rica FMC Qu mica do Brasil Ltda. - Rodovia Presidente Dutra, km 280, Pombal, CEP 27365-000, Barra Mansa/RJ, CNPJ , Registro no Estado n UN014354 - INEA/RJ Phyteurop - Rue Pierre My - Grande Champagne - 49260 Montreuil Bellay - Fran a Iharabras Ind strias Qu micas - Av. Liberdade, 1701, Bairro Cajuru do Sul CEP: 18087-170 Sorocaba/ SP - CNPJ Registro no Estado n 8 - CDA/SP Servatis - Rod.
4 Presidente Dutra, km 300,5 - Parque Embaixador - CEP 27537-000 Resende/RJ - CNPJ - Registro no Estado n 15/07 SEAPPA/SDA-RJ Ouro Fino Qu mica - Avenida Filomena Cartafina, n - Quadra 14 - Lote 5 - Distrito Industrial III - 38044-750 - Uberaba - MG - CNPJ - Cadastro Estadual n no IMA/MG N do lote ou partida: VIDE EMBALAGEM Data de fabrica o: Data de vencimento: ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O R TULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER. OBRIGAT RIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTE O INDIVIDUAL. PROTEJA-SE. OBRIGAT RIA A DEVOLU O DA EMBALAGEM VAZIA. AGITE ANTES DE USAR Ind stria Brasileira CLASSIFICA O TOXICOL GICA: CLASSE III - MEDIANAMENTE T XICO CLASSIFICA O DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE P gina 2 de 11 Bula_AGROFIT_Vessarya_2019_07_01 INSTRU ES DE USO: Vessarya um fungicida sist mico que cont m picoxistrobina (do grupo qu mico das estrobilurinas, inibidores da quinona externa no complexo III) e benzovindiflupir (do grupo qu mico pirazol carboxamida, inibidor do succinato dehidrogenase no complexo II).
5 Ambos inibidores do fluxo de el trons na respira o mitocondrial, mas em pontos de atua o distintos, portanto, sem mecanismos de resist ncia cruzados. Vessarya deve ser usado em pulveriza es preventivas para o controle de doen as da parte a rea da cultura de algod o, cana-de-a car, feij o, milho e soja. Vessarya seletivo para as culturas e doses para as quais sua aplica o indicada. Culturas Doen a Dose (mL/ha) N mero, poca e Intervalo de aplica o Algod o Ramulose (Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides) 600 a 900 Efetuar no m ximo 4 aplica es por ciclo da cultura. Iniciar as aplica es de forma preventiva entre os est dios de V2 e V4 (2 a 4 folhas verdadeiras). Reaplicar em intervalo de 14 dias. Utilizar a maior dose em reas com hist ricos de epidemias frequentes e condi es de alta frequ ncia de chuvas.
6 Ramul ria (Ramularia areola) 600 a 900 Iniciar as aplica es preventivamente ao redor de 40 a 45 dias da emerg ncia da cultura ou nos primeiros sintomas, caso a doen a ocorra antes deste per odo. Repetir a segunda aplica o em intervalo de 14 a 21 dias e as demais aplica es em 14 dias. Utilizar a maior dose para cultivares mais suscet veis e/ou locais com hist rico de epidemias severas associadas a condi es ambientais favor veis ao desenvolvimento da doen a. Volume de calda: 150 a 200 litros/ha Cana-de- a car Ferrugem-alaranjada (Puccinia kuehnii) 300 a 600 Efetuar no m ximo 5 aplica es por ciclo da cultura. Iniciar as aplica es de forma preventiva, quando as condi es forem favor veis para a ocorr ncia da doen a. Reaplicar em intervalos de 30 dias. As aplica es dever o ser concentradas preferencialmente durante o per odo de maior velocidade de desenvolvimento vegetativo da planta.
7 Utilizar a maior dose para cultivares mais suscet veis e regi es com hist rico de epidemias frequentes, associadas a condi es clim ticas favor veis ocorr ncia da doen a. Volume de calda: 200 litros/ha Feij o Mancha Angular (Phaeoisariopsis griseola) 600 a 900 Efetuar no m ximo 3 aplica es por ciclo da cultura. Iniciar as aplica es preventivamente (aproximadamente 20 dias ap s emerg ncia), reaplicando se necess rio a cada 14 dias. Utilizar a maior dose em reas com hist rico de epidemias de mancha angular e/ou cultivares suscet veis associados a condi es clim ticas favor veis ao desenvolvimento da doen a. Volume de calda: 200 litros/ha Milho Ferrugem-polisora (Puccinia polysora) 300 a 600 Efetuar no m ximo duas aplica es por ciclo da cultura. Realizar a 1 aplica o de forma preventiva durante a fase de 7 a 8 folhas (V7/8), reaplicando no in cio da emiss o do pend o (pre-VT) ou em intervalo de 14 a 21 dias de acordo com o desenvolvimento da cultura e precocidade da cultivar.
8 Utilizar a maior dose, para cultivares mais suscet veis e regi es ou pocas de plantio com hist rico de epidemias frequentes, associadas a condi es clim ticas favor veis ocorr ncia da doen a. Volume de calda: 100 a 200 litros/ha Soja Ferrugem-asi tica (Phakopsora pachyrhizi) 600 a 900 Efetuar no m ximo 2 aplica es por ciclo da cultura da soja. Para ferrugem-asi tica, realizar o monitoramento da cultura desde o in cio do ciclo. Realizar a 1a aplica o de forma preventiva at o est dio R1 (in cio da fase reprodutiva), reaplicando em intervalo m ximo de 14 dias. Mancha-parda (Septoria glycines) 600 Para o controle das doen as de final de ciclo (DFC) (Mancha Parda e Crestamento Foliar) e Oidio, realizar aplica o de forma preventiva no in cio do florescimento (est dio R1/R2) at o est dio R3 (in cio da forma o das vagens); reaplicar em intervalo de 21 dias da primeira aplica o, ou coincidindo com a fase a Crestamento-foliar (Cercospora kikuchii) O dio (Microsphaera difusa) P gina 3 de 11 Bula_AGROFIT_Vessarya_2019_07_01 Mancha alvo (Corynespora cassiicola) 600 a 900 Iniciar as aplica es preventivamente at no m ximo, no est dio R2, reaplicando em intervalos m ximos de 21 dias.
9 Utilizar a maior dose para condi es mais favor veis ocorr ncia da doen a (cultivares suscet veis e reas com hist ricos de epidemias de mancha alvo) associados a condi es clim ticas favor veis ao desenvolvimento da doen a. Volume de calda: 150 a 200 litros/ha MODO/EQUIPAMENTO DE APLICA O: Vessarya deve ser dilu do em gua e aplicado em pulveriza o na parte a rea e nas doses recomendadas nas culturas para as quais indicado. Agitar vigorosamente o produto na embalagem, antes da dilui o, mantendo agita o constante da calda no tanque de pulveriza o, ap s a dilui o. Se houver necessidade de interromper a pulveriza o por algum tempo aconselh vel manter o agitador funcionando. Se esta interrup o for mais longa, necess rio agitar novamente a calda antes de reutiliz -la.
10 Realizar o processo de tr plice lavagem da embalagem durante o preparo da calda. A boa cobertura de todos os tecidos da parte a rea das plantas fundamental para o sucesso de controle das doen as, independente do equipamento utilizado (terrestre ou a reo). Desta forma o tipo e calibra o do equipamento, est dio de desenvolvimento da cultura, bem como as condi es ambientais em que a aplica o conduzida, devem balizar o volume de calda, press o de trabalho e di metro de gotas, a ser utilizado. Aplica o terrestre: utilizar pulverizadores com tipos e espa amento de bicos recomendados pelos fabricantes. A altura da barra deve obedecer s recomenda es dos fabricantes devendo, em toda a sua extens o, estar na mesma altura e ser adequada ao est dio de desenvolvimento da cultura, de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.