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1 Cole o FONTE VIVA (Interpreta o dos Textos Evang licos) Ditada pelo Esp rito: EMMANUEL Psicografada por: FRANCISCO C NDIDO XAVIER 3 VINHA DE LUZ2 Francisco C ndido Xavier VINHA DE LUZ 3 Volume da Cole o FONTE VIVA Interpreta o dos Textos Evang licos Ditada pelo Esp rito: Emmanuel Psicografada por: Francisco C ndido Xavier Publicado em 1951 pela Editora FEB Federa o Esp rita Brasileira Digitalizada por: L. Neilmoris 2008 Brasil VINHA DE LUZ(pelo Esp ritoEmmanuel) VINHA DE LUZ 3 livro da cole o FONTE VIVA (Interpreta o dos Textos Evang licos) Ditada pelo Esp rito: EMMANUEL Psicografada por: FRANCISCO C NDIDO XAVIER4 Francisco C ndido Xavier Cole o: FONTE VIVA 1 Caminho, Verdade e Vida 2 P o Nosso 3 VINHA de Luz 4 Fonte Viva5 VINHA DE LUZ(pelo Esp ritoEmmanuel) ndice Brilhe vossa Luz 1 Quem l , atenda 2 V como vives 3 O necess rio 4 Em sil ncio 5 Com amor 6 Multid es 7 Aos disc pulos 8 Marcas 9 A luz segue sempre 10 Levantai os olhos 11 Abre a porta 12 Padr o 13 N o confundas 14 Aproveitamento 15 N o entendem 16 Tu, por m 17 Aux lio eficiente 18 Ou amos atentos 19 Executar bem 20 Porta estreita 21 Ora o e renova o 22 Corrigendas 23 E olhai por v s 24 No reino interior 25 Apliquemo nos 26 V us 27 Indica o de Pedro 28 Em peregrina o 29 Guardemos o cora o 30 De alma desperta 31 De nimo forte 32 Em nossa luta 33 V , pois 34 N o basta ver 35 Que pedes?
2 36 Facciosismo6 Francisco C ndido Xavier 37 Orienta o 38 Servicinhos 39 Em que perseveras? 40 F 41 Credores diferentes 42 Afirma o e a o 43 V s, portanto 44 Saber como conv m 45 Necessidade essencial 46 Crescei 47 O povo e o Evangelho 48 Cooperemos fielmente 49 Exortados a trabalhar 50 Para o alvo 51 N o se envergonhar 52 Avareza 53 Sementeiras e ceifas 54 Fariseus 55 Igreja livre 56 Maiorais 57 N o te afastes 58 Crises 59 Pol tica divina 60 Que fazeis de especial? 61 Tamb m tu 62 Resist ncia ao mal 63 Atritos f sicos 64 Fermento velho 65 Cultiva a paz 66 Inverno 67 Adiante de v s 68 No campo 69 No servi o crist o 70 Guardemos o ensino 71 Em nosso trabalho 72 N o as palavras 73 Falat rios 74 Maus obreiros 75 Esperan a 76 Na propaganda eficaz 77 Sofrer persegui es7 VINHA DE LUZ(pelo Esp ritoEmmanuel) 78 Purifiquemo nos 79 Em combate 80 sofres?
3 81 Estejamos certos 82 Sem desfalecimentos 83 Examinai 84 Somos de Deus 85 Substitutos 86 Saibamos confiar 87 Olhai 88 Tu e tua casa 89 Na intimidade do ser 90 De cora o puro 91 Migalha e multid o 92 Objetivo da f 93 C es e coisas santas 94 Escritura individual 95 Procuremos 96 Diversidade 97 O verbo criador 98 A prece recomp e 99 Nos diversos caminhos 100 Quefazemos do Mestre? 101 Ouvistes? 102 Atribulados e perplexos 103 Perante a multid o 104 Nos mesmos pratos 105 Paz do mundo e paz doCristo 106 Como cooperas? 107 Joio 108 Operemos em Cristo 109 Nisto conheceremos 110 Caridade essencial 111 Sublime recomenda o 112 Ci ncia e temperan a 113 A fuga 114 O quadro negro 115 Armai vos 116 N o s 117 Para isto 118 Queixas8 Francisco C ndido Xavier 119 Fortaleza 120 Herdeiros 121 Amizade e compreens o 122 Hoje.
4 Onde estivermos 123 Amargura 124 O som 125 O Senhor mostrar 126 Obedi ncia construtiva 127 O teu dom 128 Liberdade 129 Servi o de salva o 130 Amai vos 131 Consci ncia 132 Vigil ncia 133 Casa espiritual 134 Alfaias 135 Pais 136 Filhos 137 Vida conjugal 138 Iluminemos osantu rio 139 a santifica o 140 O capacete 141 O escudo 142 Tribula es 143 Cartas espirituais 144 Em meio de lobos 145 Demonstra es 146 Quem segue 147 Nos cora es 148 Membros divinos 149 Escamas 150 D vida de amor 151 Ressuscitar 152 Cuidados 153 Contrista o 154 Por que desdenhas? 155 Tranq ilidade 156 O vaso 157 O rem dio salutar 158 Transforma o 159 Brilhar9 VINHA DE LUZ(pelo Esp ritoEmmanuel) 160 Filhos da luz 161 Crist os 162 A luz inextingu vel 163 O irm o 164 Acima de n s 165 Assim como 166 Respostas do Alto 167 Nossos irm os 168 Parecem, mas n o s o 169 Enquanto hoje 170 Amanh 171 No campof sico 172 Manjares 173 O p o divino 174 Plataforma do Mestre 175 A verdade 176 O caminho 177 Edifica o do Reino 178 Obra individual 179 Palavras 180 Francisco C ndido Xavier Brilhe vossa Luz Meu amigo, no vasto caminho da Terra, cada criatura procura o alimento espiritual que lhe corresponde posi o evolutiva.
5 A abelha suga a flor, o abutre reclama despojos, o homem busca emo es. Mas ainda mesmo no terreno das emo es, cada esp ritoexige tipos especiais. H sofredores inveterados que outra coisa n o demandam al m do sofrimento, pessimistas que se enclausuram em nuvens negras, atendendo a prop sito deliberado, durante s culos. Suprem a mente de torturas cont nuas e n o pretendem construir sen o a piedadealheia, sob a qual se comprazem. Temos os ironistas e ca adores de gargalhadas que apenas solicitam motivos para o sarcasmo de que se alimentam. Observamos os discutidores que devoram p ginas respeit veis, com o nico objetivo de recolher contradi es para sustentarempol micas infind veis. Reparamos os temperamentos enfermi os que sorvem t xicos intelectuais, atrav s de livros menos dignos, com a incompreens vel alegria de quem traga envenenado licor.
6 Nos variados climas do mundo, h quem se nutra de tristeza, de insulamento, de prazer barato, de revolta, de conflitos, de c lculos, de afli es, de O disc pulo de Jesus, por m aquele homem que j se entediou das subst ncias deterioradas da experi ncia transit ria , pede a luz da sabedoria, a fim de aprender a semear o amor em companhia Para os companheiros que esperam a vida renovada em Cristo, famintos de claridade eterna, foram escritas as p ginas deste livrodespretensioso. Dentro dele n o h palavras de revela o sibilina. Traduz, simplesmente, um esfor o para que nos integremos no Evangelho, celeiro divino do nosso p o de imortalidade. N o exorta o, nem profecia. apenas convite. Convite ao trabalho santificante, planificado no C digo doAmor Divino. Se a candeia ilumina, queimando o pr prio leo, se a l mpada resplende, consumindo a energia que a usina lhe fornece, ofere amos a instrumentalidade de nossa vida aos imperativos da perfei o, para que o ensinamento do Senhor se revele, por nosso interm dio,aclarando a senda de nossos semelhantes.
7 O Evangelho o Sol da Imortalidade que o Espiritismo reflete, com sabedoria, para a atualidade do mundo. Brilhe vossa luz! proclamou o Mestre. Procuremos brilhar! repetimos n s. Emmanuel Pedro Leopoldo, 25 de novembro de VINHA DE LUZ (pelo Esp ritoEmmanuel) 1 Quem l , atenda Quem l , atenda. Jesus. (Mateus, 24:15.) Assim como as criaturas, em geral, converteram as produ es sagradas da Terra em objeto de pervers o dos sentidos, movimento an logo se verifica no mundo, com refer ncia aos frutos do pensamento. Freq entemente as mais santas leituras s o tomadas conta de tempero emotivo, destinado s sensa es renovadas que condigam com o recreio pernicioso ou com a indiferen a pelas obriga es mais justas. Rar ssimos s o os leitores que buscam a realidade da vida. O pr prio Evangelho tem sido para os imprevidentes e levianos vasto campo de observa es pouco dignas.
8 Quantos olhos passam por ele, apressados e inquietos, anotando defici ncias da letra ou catalogando poss veis equ vocos, a fim de espalharem sensacionalismo e perturba o? Alinham, com avidez, as contradi es aparentes e tocam a malbaratar, com enorme desprezo pelo trabalho alheio, as plantas tenras e dadivosas daf renovadora. A recomenda o de Jesus, no entanto, infinitamente expressiva. razo vel que a leitura do homem ignorante e animalizado represente conjunto de ignominiosas brincadeiras, mas o esp rito de religiosidade precisa penetrar a leitura s ria, com real atitude deeleva o. O problema do disc pulo do Evangelho n o o de ler para alcan ar novidades emotivas ou conhecer a Escritura para transform la em arena de esgrima intelectual, mas, o de ler para atender a Deus, cumprindo lhe a Divina Francisco C ndido Xavier 2 V como vives E chamando dez servos seus, deu lhes dez minas e disse lhes: negociai at que eu venha.
9 Jesus(Lucas, 19:13) Com a precisa madureza do racioc nio, compreender o homem que toda a sua exist ncia um grande conjunto de neg cios espirituais e que a vida, em si, n o passa de ato religioso permanente, com vistas aos deveres divinos que nos prendem a Deus. Por enquanto, o mundo apenas exige testemunhos de f das pessoas indicadas por detentoras de mandato essencialmente religioso. Os cat licos romanos rodeiam de exig ncias os sacerdotes, desvirtuando lhes o apostolado. Os protestantes, na maioria, atribuemaos ministros evang licos as obriga es mais completas do culto. Os espiritistas reclamam de doutrinadores e m diuns as supremas demonstra es de caridade e pureza, como se a luz e a verdade da Nova Revela o pudessem constituir exclusivo patrim nio de alguns c rebros fal veis.
10 Urge considerar, por m, que o testemunho crist o, no campo transit rio da luta humana, dever de todos os homens, indistintamente. Cada criatura foi chamada pela Provid ncia a determinado setor de trabalhos espirituais na Terra. O comerciante est em neg cios de suprimento e de fraternidade. O administrador permanece em neg cios de orienta o, distribui o e responsabilidade. O servidor foi trazido a neg cios de obedi ncia e edifica o. As m es e os pais terrestres foram convocados a neg cios de ren ncia, exemplifica o e devotamento. O carpinteiro est fabricando colunas para o templo vivo dolar. O cientista vive fornecendo equa es de progresso que melhorem o bem estar do mundo. O cozinheiro trabalha para alimentar o oper rio e o s bio. Todos os homens vivem na Obra de Deus, valendo se dela paraalcan arem, um dia, a grandeza divina.