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Comp ndio do Catecismo da Igreja Cat lica P gina 1 de 78 Pastoralis uma nova forma de conversar sobre f Sum rio Sum 1 Motu Proprio para aprova o e publica o do Comp ndio do 2 INTRODU 3 I Parte A Profiss o de F .. 5 Primeira Se o - "Eu Creio" - "N s Cremos" .. 6 CAP TULO PRIMEIRO - O homem "capaz" de 7 CAP TULO SEGUNDO - Deus vem ao encontro do homem .. 7 CAP TULO TERCEIRO - A resposta do homem a 9 Segunda Se o - A Profiss o de F Crist (at 174) .. 10 CAP TULO PRIMEIRO - Creio em Deus 12 CAP TULO SEGUNDO - Creio em Jesus Cristo, Filho nico de 15 CAP TULO TERCEIRO - Creio no Esp rito 20 "Creio na Ressurrei o da Carne".

Compêndio do Catecismo da Igreja Católica Página 1 de 78 Pastoralis – uma nova forma de conversar sobre fé www.pastoralis.com.br Sumário

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1 Comp ndio do Catecismo da Igreja Cat lica P gina 1 de 78 Pastoralis uma nova forma de conversar sobre f Sum rio Sum 1 Motu Proprio para aprova o e publica o do Comp ndio do 2 INTRODU 3 I Parte A Profiss o de F .. 5 Primeira Se o - "Eu Creio" - "N s Cremos" .. 6 CAP TULO PRIMEIRO - O homem "capaz" de 7 CAP TULO SEGUNDO - Deus vem ao encontro do homem .. 7 CAP TULO TERCEIRO - A resposta do homem a 9 Segunda Se o - A Profiss o de F Crist (at 174) .. 10 CAP TULO PRIMEIRO - Creio em Deus 12 CAP TULO SEGUNDO - Creio em Jesus Cristo, Filho nico de 15 CAP TULO TERCEIRO - Creio no Esp rito 20 "Creio na Ressurrei o da Carne".

2 25 II Parte A Celebra o do Mist rio Crist o .. 28 Primeira Se o - A Economia 29 CAP TULO PRIMEIRO - Mist rio Pascal no tempo da Igreja .. 30 CAP TULO SEGUNDO - A celebra o sacramental do Mist rio pascal ..31 Segunda Se o - Os Sete Sacramentos da 33 CAP TULO PRIMEIRO - Os sacramentos da inicia o crist .. 34 CAPITULO SEGUNDO - Os sacramentos de cura .. 37 CAPITULO TERCEIRO - Os sacramentos a servi o da comunh o e da miss 40 CAPITULO QUARTO - As outras celebra es lit 43 III Parte A Vida em 44 Primeira Se o - A Voca o do Homem: A Vida no Esp rito .. 44 CAP TULO PRIMEIRO - A dignidade da pessoa humana .. 44 CAP TULO SEGUNDO - A comunidade 49 CAP TULO TERCEIRO - A salva o de Deus: a Lei e a gra a.

3 51 Segunda Se o - Os Dez Mandamentos .. 54 CAP TULO PRIMEIRO -"Amar s o Senhor teu Deus de todo o cora o, de toda a alma e de todo o entendimento" .. 55 CAP TULO SEGUNDO -"Amar s o teu pr ximo como a ti mesmo" .. 57 IV Parte A Ora o Crist .. 69 Primeira Se o - A Ora o na Vida Crist .. 69 Cap tulo Primeiro - A Revela o da Ora o .. 69 Cap tulo Segundo - A Tradi o da Ora 72 CAPITULO TERCEIRO - A vida de ora o .. 73 Segunda Se o - A Ora o do Senhor: Pai Nosso .. 75 "O RESUMO DE TODO O EVANGELHO" .. 75 "PAI NOSSO QUE ESTAIS NO C U".. 76 OS SETE 76 Comp ndio do Catecismo da Igreja Cat lica P gina 2 de 78 Pastoralis uma nova forma de conversar sobre f Motu Proprio para aprova o e publica o do Comp ndio do Catecismo MOTU PROPRIO DO SUMO PONT FICE BENTO XVI PARA APROVA O E PUBLICA O DO COMP NDIO DO CATECISMO DA IGREJA CAT LICA Aos Vener veis Irm os Cardeais, Patriarcas, Arcebispos, Bispos, Presb teros, Di conos e a todos os Membros do Povo de Deus H j vinte anos que se iniciou a elabora o do Catecismo da Igreja Cat lica, pedido pela Assembleia Extraordin ria do S nodo dos Bispos.

4 Por ocasi o do vig simo anivers rio do encerramento do Conc lio Vaticano II. Agrade o muito a Deus Nosso Senhor por ter dado Igreja tal Catecismo, promulgado, em 1992, pelo meu venerado e amado Predecessor, o Papa Jo o Paulo II. A utilidade e preciosidade deste dom obteve confirma o, antes de mais, na positiva e larga recep o por parte do episcopado, ao qual primeiramente se dirigia, sendo aceite como texto de refer ncia segura e aut ntica em ordem ao ensino da doutrina cat lica e elabora o dos catecismos locais. Foi tamb m confirmado por todas as componentes do Povo de Deus que o puderam conhecer e apreciar nas mais de cinquenta l nguas, em que at agora foi traduzido.

5 Agora com grande alegria aprovo e promulgo o Comp ndio de tal Catecismo. Ele tinha sido intensamente desejado pelos participantes no Congresso Internacional de Catequese de Outubro de 2002, que, deste modo, se fizeram int rpretes duma exig ncia muito difundida na Igreja. Para acolher este desejo, o meu saudoso Predecessor, em Fevereiro de 2003, decidiu a sua prepara o, confiando a sua redac o a uma Comiss o restrita de Cardeais, presidida por mim, apoiada pela colabora o de alguns especialistas. No decorrer dos trabalhos, um projecto do Comp ndio foi submetido aprecia o de todos os Eminent ssimos Cardeais e dos Presidentes das Confer ncias Episcopais, que, na sua grande maioria, o acolheram e apreciaram positivamente.

6 O Comp ndio, que agora apresento Igreja universal, uma s ntese fiel e segura do Catecismo da Igreja Cat lica. Ele cont m, de maneira concisa, todos os elementos essenciais e fundamentais da f da Igreja, de forma a constituir, como desejara o meu Predecessor, uma esp cie de vademecum, que permita s pessoas, aos crentes e n o crentes, abra ar, numa vis o de conjunto, todo o panorama da f cat lica. Ele espelha fielmente na estrutura, nos conte dos e na linguagem o Catecismo da Igreja Cat lica, que encontrar nesta s ntese uma ajuda e um est mulo para ser mais conhecido e aprofundado. Em primeiro lugar, confio esperan oso este Comp ndio a toda a Igreja e a cada crist o para que, gra as a ele, se encontre, neste terceiro mil nio, novo impulso no renovado empenhamento de evangeliza o e de educa o na f , que deve caracterizar cada comunidade eclesial e cada crente em Cristo, em qualquer idade e na o.

7 Mas este Comp ndio, pela sua brevidade, clareza e integridade, dirige-se a todas as pessoas, que, num mundo caracterizado pela dispers o e pelas m ltiplas mensagens, desejam conhecer o Caminho da Vida, a Verdade, confiada por Deus Igreja do Seu Filho. Lendo este instrumento autorizado que o Comp ndio, possa cada um, em especial gra as intercess o de Maria Sant ssima, a M e de Cristo e da Igreja, reconhecer e acolher cada vez mais a beleza inexaur vel, a unicidade e actualidade do Dom por excel ncia que Deus concedeu humanidade: o Seu nico Filho, Jesus Cristo, que o Caminho, a Verdade e a Vida (Jo 14, 6). Dado aos 28 de Junho de 2005, vig lia da Solenidade dos Santos Pedro e Paulo, ano primeiro de Pontificado.

8 Comp ndio do Catecismo da Igreja Cat lica P gina 3 de 78 Pastoralis uma nova forma de conversar sobre f BENEDICTUS PP XVI Fonte: INTRODU O TE FANES DE CRETA (1546), cone de Cristo,Mosteiro Stavronikita (Monte Athos) O cone de Cristo Pantocrator (que, em grego, significa "aquele que tem poder sobre tudo"), de rara beleza art stica, traz mente a palavra do Salmista: "Tu s o mais belo dos homens, nos teus l bios se espalha a gra a" (SI 45,3). S o Jo o Cris stomo, aplicando esse louvor ao Senhor Jesus, escrevia: "O Cristo estava na flor da idade, no vigor do Esp rito e nele resplandecia uma dupla beleza, a da alma e a do corpo" (PG 52, 479).

9 Com sua linguagem figurativa, este cone constitui a s ntese dos primeiros conc lios ecum nicos, conseguindo representar tanto o esplendor da humanidade como o fulgor da divindade de Jesus. O Cristo est revestido de uma t nica vermelha, coberta com um manto azul escuro. As duas cores recordam sua dupla natureza, enquanto os reflexos dourados remetem pessoa divina do Verbo. Do ombro direito desce uma estola dourada, s mbolo do seu sacerd cio eterno. O rosto, majestoso e sereno, emoldurado por uma abundante cabeleira e circundado por uma aur ola em forma de cruz, traz o trigrama "O ON" ("Aquele que "), que remete revela o do nome de Deus em Ex 3,14.

10 No alto, aos lados do cone, est o os dois d grafos: "IC - XC" ("lesus" - "Christus"), que constituem o t tulo da imagem. A m o direita, com o polegar e o anular dobrados a ponto de tocar-se (a indicar a dupla natureza de Cristo na unidade da pessoa), aparece no t pico gesto de b n o. A m o esquerda, ao contr rio, sustenta o livro do Evangelho, ornamentado por tr s fechos e por p rolas e pedras preciosas. O Evangelho, s mbolo e s ntese da Palavra de Deus, tem tamb m um significado lit rgico, dado que na celebra o eucar stica se l um de seus trechos e se recitam as pr prias palavras de Jesus na consagra o. A imagem, s ntese sublime de dados naturais e simb licos, um convite contempla o e ao seguimento.


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