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CADERNO DO PROFESSOR GEOGRAFIA

Secretaria da Educa oCurr culo em A oVOLUME1 CADERNO DO PROFESSORGEOGRAFIAENSINO FUNDAMENTALANOS FINAIS1 SEMESTREG overno do Estado de S o PauloGovernadorJo o DoriaVice-GovernadorRodrigo GarciaSecret rio da Educa oRossieli Soares da SilvaSecret ria ExecutivaRenilda Peres de LimaChefe de GabineteHenrique Cunha Pimentel FilhoCoordenador da Coordenadoria Pedag gicaCaetano Pansani SiqueiraPresidente da Funda o para o Desenvolvimento da Educa oNourival Pantano JuniorPREZADO(A) PROFESSOR (A)As sugest es de trabalho, apresentadas neste material, refletem a constante busca da promo- o das compet ncias indispens veis ao enfrentamento dos desafios sociais, culturais e profissionais do mundo contempor neo. O tempo todo os jovens t m que interagir, observar, analisar, comparar, criar, refletir e tomar de-cis es. O objetivo deste material trazer para o estudante a oportunidade de ampliar conhecimentos, desenvolver conceitos e habilidades que os auxiliar o na elabora o dos seus Projetos de Vida e na resolu o de quest es que envolvam posicionamento tico e cidad contemplar algumas das principais caracter sticas da sociedade do conhecimento e das press es que a contemporaneidade exerce sobre os jovens cidad os, a fim de que as escolas possam preparar seus estudantes a

estresse Capacidade de gerenciar nossos sentimentos relacionados à an-siedade e estresse frente a situações difíceis e desafiadoras, e de resolver problemas com calma. ... do a cartográfica), princípios geográficos fundamentais (analogia, conexão, diferenciação, ...

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1 Secretaria da Educa oCurr culo em A oVOLUME1 CADERNO DO PROFESSORGEOGRAFIAENSINO FUNDAMENTALANOS FINAIS1 SEMESTREG overno do Estado de S o PauloGovernadorJo o DoriaVice-GovernadorRodrigo GarciaSecret rio da Educa oRossieli Soares da SilvaSecret ria ExecutivaRenilda Peres de LimaChefe de GabineteHenrique Cunha Pimentel FilhoCoordenador da Coordenadoria Pedag gicaCaetano Pansani SiqueiraPresidente da Funda o para o Desenvolvimento da Educa oNourival Pantano JuniorPREZADO(A) PROFESSOR (A)As sugest es de trabalho, apresentadas neste material, refletem a constante busca da promo- o das compet ncias indispens veis ao enfrentamento dos desafios sociais, culturais e profissionais do mundo contempor neo. O tempo todo os jovens t m que interagir, observar, analisar, comparar, criar, refletir e tomar de-cis es. O objetivo deste material trazer para o estudante a oportunidade de ampliar conhecimentos, desenvolver conceitos e habilidades que os auxiliar o na elabora o dos seus Projetos de Vida e na resolu o de quest es que envolvam posicionamento tico e cidad contemplar algumas das principais caracter sticas da sociedade do conhecimento e das press es que a contemporaneidade exerce sobre os jovens cidad os, a fim de que as escolas possam preparar seus estudantes adequadamente.

2 Ao priorizar o trabalho no desenvolvimento de compet ncias e habilidades, prop e-se uma es-cola como espa o de cultura e de articula o, buscando enfatizar o trabalho entre as reas e seus respectivos componentes no compromisso de atuar de forma cr tica e reflexiva na constru o coletiva de um amplo espa o de aprendizagens, tendo como destaque as pr ticas pedag mais uma vez com o entusiasmo e a dedica o de todos os professores para que consigamos, com sucesso, oferecer educa o de qualidade a todos os jovens de nossa trabalho a todos!Coordenadoria Pedag gica COPEDS ecretaria da Educa o do Estado de S o PauloSUM RIOI ntegrando o Desenvolvimento Socioemocional ao Trabalho Pedag gico ..76 Ano ..631 Bimestre ..632 Bimestre ..1037 Ano ..1251 Bimestre ..1252 Bimestre ..1638 Ano ..1751 Bimestre ..1752 Bimestre ..2139 Ano.

3 2251 Bimestre ..2252 Bimestre ..267 INTEGRANDO O DESENVOLVIMENTO SOCIOEMOCIONAL AO TRABALHO PEDAG GICO7 INTEGRANDO O DESENVOLVIMENTO SOCIOEMOCIONAL AO TRABALHO PEDAG GICOA educa o integral exige um olhar amplo para a complexidade do desenvolvimento integrado dos estudantes e, tamb m, para sua atua o na sociedade contempor nea e seus cen rios comple-xos, multifacetados e incertos. Nesse sentido, o desenvolvimento pleno dos estudantes acontece quando os aspectos socioemocionais s o trabalhados intencionalmente na escola, de modo integrado s compet ncias cognitivas. importante ressaltar que a divis o sem ntica que se faz com o uso dos termos cognitivo e socioemocional n o representa uma classifica o dicot mica. uma simplifica o did -tica j que, na aprendizagem, essas inst ncias (cognitiva e socioemocional) s o simultane-amente mobilizadas, s o indissoci veis e se afetam mutuamente na constitui o dos sujei-tos.

4 O QUE S O COMPET NCIAS SOCIOEMOCIONAIS?As compet ncias socioemocionais s o definidas como as capacidades individuais que se mani-festam de modo consistente em padr es de pensamentos, sentimentos e comportamentos. Ou seja, elas se expressam no modo de sentir, pensar e agir de cada um para se relacionar consigo mesmo e com os outros, para estabelecer objetivos e persistir em alcan -los, para tomar decis es, para abra- ar novas ideias ou enfrentar situa es algum tempo, acreditou-se que essas compet ncias eram inatas e fixas, sendo a primei-ra inf ncia o est gio ideal de desenvolvimento. Hoje, sabe-se que as compet ncias socioemocionais s o male veis e quando desenvolvidas de forma intencional no trabalho pedag gico impactam positi-vamente a m do impacto na aprendizagem, diversos estudos multidisciplinares t m demonstrado que as pessoas com compet ncias socioemocionais mais desenvolvidas apresentam experi ncias mais posi-tivas e satisfat rias em diferentes setores da vida, tais como bem-estar e sa de, relacionamentos, es-colaridade e no mercado de S O AS COMPET NCIAS SOCIOEMOCIONAIS E COMO ELAS SE ORGANIZAMAo longo de 40 anos, foram identificadas e analisadas mais de 160 compet ncias sociais e emo-cionais.

5 A partir de estudos estat sticos, chegou-se a um modelo organizativo chamado de Cinco Grandes Fatores que agrupa as caracter sticas pessoais conforme as semelhan as entre si, de forma abrangente e parcimoniosa. A estrutura do modelo composta por 5 macrocompet ncias e 17 com-pet ncias espec ficas. Estudos em diferentes pa ses e culturas encontraram essa mesma estrutura, indicando robustez e validade ao modeloCADERNO DO PROFESSOR8 MACROCOMPET NCIACOMPET NCIADEFINI OAbertura ao novoCuriosidade para aprenderCapacidade de cultivar o forte desejo de aprender e de adquirir conhecimentos, ter paix o pela o criativaCapacidade de gerar novas maneiras de pensar e agir por meio da experimenta o, aprendendo com seus erros, ou a partir de uma vis o de algo que n o se art sticoCapacidade de admirar e valorizar produ es art sticas, de diferen-tes formatos como artes visuais, m sica ou ncia EmocionalAutoconfian aCapacidade de cultivar a for a interior, isto , a habilidade de se satisfazer consigo mesmo e sua vida.

6 Ter pensamentos positivos e manter expectativas ncia ao estresseCapacidade de gerenciar nossos sentimentos relacionados an-siedade e estresse frente a situa es dif ceis e desafiadoras, e de resolver problemas com ncia frustra oCapacidade de usar estrat gias efetivas para regular as pr prias emo- es, como raiva e irrita o, mantendo a tranquilidade e com os outrosEntusiasmoCapacidade de envolver-se ativamente com a vida e com outras pessoas de uma forma positiva, ou seja, ter empolga o e paix o pelas atividades di rias e a de expressar, e defender, suas opini es, necessidades e sentimentos, al m de mobilizar as pessoas, de forma SocialCapacidade de abordar e se conectar com outras pessoas, sejam amigos ou pessoas desconhecidas, e facilidade na comunica oAutogest oResponsabilidadeCapacidade de gerenciar a si mesmo a fim de conseguir realizar suas tarefas, cumprir compromissos e promessas que fez, mesmo quando dif oCapacidade de organizar o tempo, as coisas e as atividades, bem como planejar esses elementos para o oCapacidade de estabelecer objetivos, ter ambi o e motiva o para trabalhar duro, e fazer mais do que apenas o m nimo nciaCapacidade de completar tarefas e terminar o que assumimos e/ou come amos, ao inv s de procrastinar ou desistir quando as coisas ficam dif ceis ou desconfort de focar isto , de selecionar uma tarefa ou atividade e direcionar toda nossa aten o apenas tarefa/atividade "selecionada.

7 AmabilidadeEmpatiaCapacidade de usar nossa compreens o da realidade para enten-der as necessidades e sentimentos dos outros, agir com bondade e compaix o, al m do investir em nossos relacionamentos prestando apoio, assist ncia e sendo solid de tratar as pessoas com considera o, lealdade e toler ncia, isto , demonstrar o devido respeito aos sentimentos, desejos, direitos, cren as ou tradi es dos aCapacidade de desenvolver perspectivas positivas sobre as pesso-as, isto , perceber que os outros geralmente t m boas inten es e, de perdoar aqueles que cometem O DESENVOLVIMENTO SOCIOEMOCIONAL AO TRABALHO PEDAG GICO9 VOC SABIA?O componente Projeto de Vida desenvolve intencionalmente as 17 compet ncias socioe-mocionais ao longo dos anos finais do Ensino Fundamental e do Ensino M dio. Em 2019, foi realizada uma escuta com os professores da rede para priorizar quais compet ncias seriam foco de desenvolvimento em cada ano/s rie.

8 A partir dessa prioriza o, a proposta do componente foi desenhada, tendo como um dos pilares a avalia o formativa com base em um instrumento de rubricas que acompanha um plano de desenvolvimento pes-soal de cada INTEGRAR AS COMPET NCIAS SOCIOEMOCIONAIS AO TRABALHO PEDAG GICO Um dos primeiros passos para integrar as compet ncias socioemocionais ao trabalho com os conte dos do componente curricular garantir a intencionalidade do desenvolvimento socioemocional no processo. Evid ncias indicam que a melhor estrat gia para o trabalho intencional das compet ncias socioemocionais se d por meio de um planejamento de atividades que seja SAFE1 sequencial, ativo, focado e expl cito:SEQUENCIAL ATIVO FOCADO EXPL CITOP ercurso com Situa es de aprendizagem desafiadoras, de complexidade crescente e com tempo de dura o compet ncias socioemocionais s o desenvolvidas por meio de viv ncias concretas e n o a partir de teoriza es sobre elas.

9 Para isso, o uso de metodologias ativas importante. preciso trabalhar intencionalmente uma compet ncia por vez, durante algumas aulas. N o poss vel desenvolver todas as compet ncias socioemocionais instaurar um vocabul rio comum e um campo de sentido compartilhado com os estudantes, preciso explicitar qual compet ncia foco de desenvolvimento e o seu intencionalmente as compet ncias socioemocionais n o se refere a dar uma aula sobre a compet ncia . Apesar de ser importante conhecer e apresentar aos estudantes quais s o as compet ncias trabalhadas e discutir com eles como elas est o presentes no dia a dia, o desenvolvimen-to de compet ncias socioemocionais acontece de modo experiencial e reflexivo. Portanto, ao preparar a estrat gia das aulas, importante considerar como oferecer mais oportunidades para que os estudantes mobilizem a compet ncia em foco e aprendam sobre eles mesmos ao longo do Segundo estudo meta-anal tico de Durlak e colaboradores (2011), o desenvolvimento socioemocional apresenta melhores resultados quando as situa es de aprendizagem s o desenhadas de modo SAFE: sequencial, ativo, focado e expl cito.

10 DURLAK, J. A., WEISSBERG, R. P., DYMNICKI, A. B., TAYLOR, R. D., & SCHELLINGER, K. (2011). The impact of enhancing students social and emotional learning: A meta-analysis of school-based universal interventions. Child Development, 82, 405-432. REA DE CI NCIAS HUMANAS E SOCIAIS APLICADAS (CHS)De acordo com o Curr culo Paulista, a rea de Ci ncias Humanas e Sociais Aplicadas (CHS), visa contribuir para a forma o integral dos(as) estudantes, indicando caminhos para o desenvolvimento de explora es sociocognitivas, afetivas e l dicas, procedimentos de investiga o, pensamento tico, criativo e cr tico, resolu o de problemas e interfaces com diferentes linguagens (oral, escrita, cartogr -fica, est tica, t cnica, entre outras), de modo a propiciar aos( s) estudantes possibilidades para inter-pretar o mundo, compreender processos e fen menos sociais, pol ticos, econ micos, culturais e am-bientais e propor a es de interven o a partir da sua realidade.


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