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Geografia

Ci ncias Humanas e Sociais Aplicadas Geografia Hist ria Filosofia Sociologia Governo do Estado de S o Paulo Governador Jo o Doria Vice-Governador Rodrigo Garcia Secret rio da Educa o Rossieli Soares da Silva Secret rio Executivo Haroldo Corr a Rocha Chefe de Gabinete Renilda Peres de Lima Coordenador da Coordenadoria Pedag gica Caetano Pansani Siqueira Presidente da Funda o para o Desenvolvimento da Educa o Nourival Pantano Junior SUM RIO. Carta ao Integrando o Desenvolvimento Socioemocional ao Trabalho Pedag Ci ncias Humanas e Sociais Aplicadas Introdu Situa o de Aprendizagem Situa o de Aprendizagem Situa o de Aprendizagem Situa o de Aprendizagem Hist Situa o de Aprendizagem Situa o de Aprendizagem Situa o de Aprendizagem Situa o de Aprendizagem Situa o de Apr

Portanto, ao preparar a estratégia das aulas, é importante considerar como oferecer mais oportunidades para que os estudantes mobilizem a competência em foco e aprendam sobre eles mesmos ao longo do processo. 1 Segundo estudo meta-analítico de Durlak e colaboradores (2011), o desenvolvimento socioemocional apresenta

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1 Ci ncias Humanas e Sociais Aplicadas Geografia Hist ria Filosofia Sociologia Governo do Estado de S o Paulo Governador Jo o Doria Vice-Governador Rodrigo Garcia Secret rio da Educa o Rossieli Soares da Silva Secret rio Executivo Haroldo Corr a Rocha Chefe de Gabinete Renilda Peres de Lima Coordenador da Coordenadoria Pedag gica Caetano Pansani Siqueira Presidente da Funda o para o Desenvolvimento da Educa o Nourival Pantano Junior SUM RIO. Carta ao Integrando o Desenvolvimento Socioemocional ao Trabalho Pedag Ci ncias Humanas e Sociais Aplicadas Introdu Situa o de Aprendizagem Situa o de Aprendizagem Situa o de Aprendizagem Situa o de Aprendizagem Hist Situa o de Aprendizagem Situa o de Aprendizagem Situa o de Aprendizagem Situa o de Aprendizagem Situa o de Aprendizagem Situa o de Aprendizagem Situa o de Aprendizagem Situa o de Aprendizagem 123.

2 Situa o de Aprendizagem 134. Situa o de Aprendizagem 142. Situa o de Aprendizagem 151. Situa o de Aprendizagem Cr 2. Prezado professor, As sugest es de trabalho, apresentadas neste material, refletem a constante busca da promo o das compet ncias indispens veis ao enfrentamento dos desafios sociais, culturais e profissionais do mundo contempor neo. O tempo todo os jovens t m que interagir, observar, analisar, comparar, criar, refletir e tomar decis es. O objetivo deste material trazer para o estudante a oportunidade de ampliar conhecimentos, desenvolver conceitos e habilidades que os auxiliar o na elabora o dos seus Projetos de Vida e na resolu o de quest es que envolvam posicionamento tico e cidad o.

3 Procuramos contemplar algumas das principais caracter sticas da sociedade do conhecimento e das press es que a contemporaneidade exerce sobre os jovens cidad os, a fim de que as escolas possam preparar seus estudantes adequadamente. Ao priorizar o trabalho no desenvolvimento de compet ncias e habilidades, prop e-se uma escola como espa o de cultura e de articula o, buscando enfatizar o trabalho entre as reas e seus respectivos componentes no compromisso de atuar de forma cr tica e reflexiva na constru o coletiva de um amplo espa o de aprendizagens, tendo como destaque as pr ticas pedag gicas.

4 Contamos mais uma vez com o entusiasmo e a dedica o de todos os professores para que consigamos, com sucesso, oferecer educa o de qualidade a todos os jovens de nossa rede. Bom trabalho a todos! Coordenadoria Pedag gica COPED. Secretaria da Educa o do Estado de S o Paulo 3. INTEGRANDO O DESENVOLVIMENTO SOCIOEMOCIONAL AO TRABALHO. PEDAG GICO. A educa o integral exige um olhar amplo para a complexidade do desenvolvimento integrado dos estudantes e, tamb m, para sua atua o na sociedade contempor nea e seus cen rios complexos, multifacetados e incertos.

5 Nesse sentido, o desenvolvimento pleno dos estudantes acontece quando os aspectos socioemocionais s o trabalhados intencionalmente na escola, de modo integrado s compet ncias cognitivas. importante ressaltar que a divis o sem ntica que se faz com o uso dos termos cognitivo e socioemocional n o representa uma classifica o dicot mica. uma simplifica o did tica j . que, na aprendizagem, essas inst ncias (cognitiva e socioemocional) s o simultaneamente mobilizadas, s o indissoci veis e se afetam mutuamente na constitui o dos sujeitos.

6 O QUE S O COMPET NCIAS SOCIOEMOCIONAIS? As compet ncias socioemocionais s o definidas como as capacidades individuais que se manifestam de modo consistente em padr es de pensamentos, sentimentos e comportamentos. Ou seja, elas se expressam no modo de sentir, pensar e agir de cada um para se relacionar consigo mesmo e com os outros, para estabelecer objetivos e persistir em alcan - los, para tomar decis es, para abra ar novas ideias ou enfrentar situa es adversas. Durante algum tempo, acreditou-se que essas compet ncias eram inatas e fixas, sendo a primeira inf ncia o est gio ideal de desenvolvimento.

7 Hoje, sabe-se que as compet ncias socioemocionais s o male veis e quando desenvolvidas de forma intencional no trabalho pedag gico impactam positivamente a aprendizagem. Al m do impacto na aprendizagem, diversos estudos multidisciplinares t m demonstrado que as pessoas com compet ncias socioemocionais mais desenvolvidas apresentam experi ncias mais positivas e satisfat rias em diferentes setores da vida, tais como bem-estar e sa de, relacionamentos, escolaridade e no mercado de trabalho. QUAIS S O AS COMPET NCIAS SOCIOEMOCIONAIS E COMO ELAS SE.

8 ORGANIZAM. Ao longo de 40 anos, foram identificadas e analisadas mais de 160 compet ncias sociais e emocionais. A partir de estudos estat sticos, chegou-se a um modelo organizativo chamado de Cinco Grandes Fatores que agrupa as caracter sticas pessoais conforme as semelhan as entre si, de forma abrangente e parcimoniosa. A estrutura do modelo composta por 5. macrocompet ncias e 17 compet ncias espec ficas. Estudos em diferentes pa ses e culturas encontraram essa mesma estrutura, indicando robustez e validade ao modelo.

9 MACRO COMPET NCIA DEFINI O. COMPET NCIA. Curiosidade para Capacidade de cultivar o forte desejo de aprender e de aprender adquirir conhecimentos, ter paix o pela aprendizagem. Abertura ao Capacidade de gerar novas maneiras de pensar e agir por novo Imagina o meio da experimenta o, aprendendo com seus erros, ou a criativa partir de uma vis o de algo que n o se sabia. Interesse Capacidade de admirar e valorizar produ es art sticas, de art stico diferentes formatos como artes visuais, m sica ou literatura. 4. Capacidade de cultivar a for a interior, isto , a habilidade Autoconfian a de se satisfazer consigo mesmo e sua vida, ter pensamentos Resili ncia positivos e manter expectativas otimistas.

10 Emocional Toler ncia ao Capacidade de gerenciar nossos sentimentos relacionados . estresse ansiedade e estresse frente a situa es dif ceis e desafiadoras, e de resolver problemas com calma. Capacidade de usar estrat gias efetivas para regular as Toler ncia . pr prias emo es, como raiva e irrita o, mantendo a frustra o tranquilidade e serenidade. Capacidade de envolver-se ativamente com a vida e com Entusiasmo outras pessoas de uma forma positiva, ou seja, ter Engajamento empolga o e paix o pelas atividades di rias e a vida.


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