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História da Psicologia A história da psicologia, como um estudo acadêmico da mente e do comportamento, remonta aos antigos gregos.

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1 Cursos Online EDUCA Acredite no seu potencial, bons estudos! Curso Psicologia Cl nica Carga hor ria: 60hs Conte do Program tico: Hist ria da Psicologia Fundamenta o te rica Campos de atua o Introdu o psicologia cl nica Transtornos de natureza psicol gica Principais abordagens Terapia familiar Luto Psicologia forense Psicologia do esporte Psicopatologias infantis Avalia o psicol gica Hist rico do paciente Estudo sobre a dor cr nica Dor psicol gica Avalia o de pacientes terminais Depress o cl nica Interven es Peculiaridades da Psicologia Cl nica Psicologia cl nica empresarial reas de extens o Psicologia cl nica hoje e amanh Bibliografia Hist ria da Psicologia A

2 Hist ria da psicologia, como um estudo acad mico da mente e do comportamento, remonta aos antigos gregos. H tamb m evid ncias de pensamento psicol gico no Egito antigo. A psicologia era um ramo da filosofia at a d cada de 1870, quando se desenvolveu como uma disciplina cient fica independente na Alemanha e nos Estados Unidos. Temos a presen a da psicologia em v rios outros campos, incluindo a fisiologia, neuroci ncia, intelig ncia artificial, sociologia, antropologia, bem como em componentes de filosofia e de outras ci ncias humanas.

3 Como vemos, a psicologia contribui para diferentes campos do saber, e tamb m recebeu o mesmo de diferentes ci ncias. O fato que hoje, a psicologia vista como uma ci ncia aut noma com objeto e objetivo espec fico. O pensamento psicol gico antigo Muitas culturas, ao longo da hist ria, t m especulado sobre a natureza da mente, da alma e do esp rito humano. Por exemplo, no Egito Antigo, h evid ncias que indicam a presen a de uma abordagem psicol gica. Embora outros documentos m dicos dos tempos antigos estivessem cheios de encantamentos e aplica es destinadas a afastar os dem nios causadores de doen as e supersti o, os eg pcios tinham rem dios para quase todos os males, isso demonstra, certa abordagem cient fica, ao inv s de simplesmente m tica.

4 A pr tica eg pcia foi elogiada como sendo semelhante ao que hoje considerando o conhecimento comum, o conhecimento coletivo, entretanto devemos ressaltar os diferentes contextos s cio-hist ricos. Antigos fil sofos gregos, e do per odo romano, desenvolveram uma teoria elaborada no que eles chamaram o psuche (a partir do qual derivou- se a palavra "psicologia"). O mais influente deles Plat o, deixando importantes contribui es, especialmente, na obra Rep blica, justamente porque o filosofo traz tona os alicerces de nossa sociedade atual.

5 Pit goras e Arist teles deram continuidade aos estudos de Plat o e tamb m se tornaram alicerce das ci ncias modernas. Na Gr cia, fil sofos helen sticos divergiram da tradi o cl ssica em v rios aspectos importantes, especialmente em sua preocupa o com as quest es de base fisiol gica da mente. Os romanos abordaram essas quest es, contudo de forma mais elaborada. De qualquer forma, tanto a tradi o grega, quanto a tradi o romana influenciaram o pensamento crist o e isl mico sobre o tema. O pensamento psicol gico Oriental Na sia, a China tinha uma longa hist ria de aplica o de testes de habilidade, como parte de seu sistema de ensino.

6 Sua cultura milenar n o negligenciava os aspectos inerentes mente humana. No s culo VI, Lin Xie realiza uma primeira experi ncia, em que ele pedia s pessoas para desenhar um quadrado com uma m o e, ao mesmo tempo desenhar um c rculo com a outra (aparentemente para testar a vulnerabilidade das pessoas distra o). Alguns alegaram que este o primeiro experimento de psicologia, e, portanto, o in cio da psicologia como ci ncia experimental. A ndia tamb m teve uma elaborada teoria do "eu" em seus escritos filos ficos. Os m dicos medievais mu ulmanos tamb m desenvolveram pr ticas para o tratamento de pacientes que sofriam de uma variedade de "doen as da mente".

7 Ahmed ibn Sahl Al-Balkhi (850-934) foi um dos primeiros, nesta tradi o, a discutir os transtornos relacionados ao corpo e mente, argumentando que, se o nafs [psyche] fica doente, o corpo tamb m pode n o encontrar nenhuma alegria na vida e pode, eventualmente, desenvolver uma doen a f sica. Al-Balkhi reconheceu que o corpo e a alma podem ser saud veis ou doentes, ou equilibrados ou desequilibrados. Ele escreveu que o desequil brio do corpo pode resultar em febre, dores de cabe a e outras doen as do corpo, enquanto o desequil brio da alma pode resultar em raiva, tristeza, ansiedade e outros sintomas relacionados nafs, ou psyche.

8 Ele reconheceu dois tipos de transtornos, que agora chamamos depress o: o primeiro causado por raz es conhecidas, tais como a perda ou trauma, que pode ser tratado psicologicamente. O segundo, causado por esses transtornos podem ser tratados atrav s da medicina f sica, com rem dios e drogas. O cientista Ibn Al-Haytham, realizou experimentos acerca da percep o visual e os outros sentidos, incluindo varia es na sensibilidade, sensa o de toque, a percep o das cores, percep o de escurid o, a explica o psicol gica da ilus o da lua, e vis o binocular, entre uma s rie de observa es.

9 Neste per odo ele tamb m descreveu fen menos que hoje reconhecemos como condi es neuropsiqui tricas, incluindo alucina es, ins nia, manias, pesadelo, melancolia, epilepsia, paralisia, derrame, vertigem e tremor. Ressaltando que essas observa es foram feitas por volta do s culo IX. Etimologia da palavra O primeiro uso do termo "psicologia" muitas vezes atribu do ao fil sofo alem o Rudolf Gockel (1547-1628). No entanto, estudos apontam que o termo psicologia parece ter sido utilizado mais de seis d cadas antes pelo humanista croata Marko Marulic (1450-1524), no t tulo de seu tratado latino, Psichiologia de ratione animae humanae.

10 O termo n o entrou em uso popular at que o fil sofo idealista alem o, Christian Wolff (1679-1754) empregasse o termo em seu livro Psychologia empirica e Psychologia rationalis , de 1734. Esta distin o entre a psicologia emp rica e racional foi popularizada na Fran a por Maine de Biran (1766-1824). Na Inglaterra, o termo "psicologia" ultrapassou a "filosofia mental" e, no meio do s culo XIX, especialmente na obra de William Hamilton (1788- 1856) o termo foi definitivamente estabelecido. Fundamenta o Te rica A amplitude e a diversidade da psicologia podem ser vistas, a partir de alguns de seus pensadores mais conhecidos.


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